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Marianita Ortaça: o estilo da gaúcha missioneira

18 de janeiro de 2016 0

Ao lado de nomes como Shana Müller e Juliana Spanevello, Marianita Ortaça é uma das referências quando se fala em moda gaúcha. A filha do ícone Pedro Ortaça faz alusão às culturas espanhola e indígena na indumentária, e adotou um estilo contemporâneo e feminino. Nunca comprou uma saia ou vestido. Todas as peças são desenhadas por ela e pela mãe, Rose, e confeccionadas por uma costureira de São Luiz Gonzaga, onde a família reside. No guarda-roupas dos shows, há até uma calça, peça pouco usada nos palcos pelas mulheres.

– Desde os oito anos, quando eu já subia no palco com meu pai, minha mãe criava o que eu usava. Depois, eu fui adotando o meu próprio estilo – conta Marianita, aos 28 anos.

Formada em Psicologia pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, a rotina da guria é dividida entre o próprio consultório, onde atende há cinco anos, e os shows da família Ortaça. Na próxima segunda, ela estará na Argentina com o pai e os irmãos – Gabriel e Alberto – participando do Festival de Chamamé da cidade de Corrientes.

– Estudar ou trabalhar e fazer shows é algo natural, que vivo desde criança. Em casa, fazia trabalhos para recuperar conteúdos das aulas por conta de alguma viagem. Sempre tirei notas boas. Estressante pra mim é ficar na rotina – relata.

O ano de 2015 foi um marco na carreira de Marianita. Acostumado a vê-la comandar a gaita de botão, o público conheceu pela primeira vez a voz da guria no CD Pedro Ortaça & Filhos, no qual canta cinco músicas, entre elas, Chico Capincho.

– A maior virtude da mulher gaúcha é a sua garra. Ela luta pela sua família, seus valores – finaliza.

Confira o estilo de Marianita

Ombros de fora e mangas com babados são influências da cultura espanhola. Os brincos de pena retomam a cultura indígena. O branco é uma característica da família nos shows: traz paz e se destaca nos palcos

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Além do branco, o vermelho é uma cor que se destaca na indumentária de Marianita. Segundo ela, lembra a bandeira do Rio Grande, o lenço vermelho do gaúcho e traz feminilidade

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A saia florida retoma os antigos vestidos de chita das prendas. Geralmente, é usada com uma blusa branca com os ombros de fora e cinto

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A vincha, adereço de couro ou palha que os índios usavam na cabeça, foi reproduzida de forma moderna como adereço para a missioneira

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Fotos: Juliana Dall Acqua, Divulgação

Em entrevista, presidente do MTG avalia a própria gestão

14 de janeiro de 2016 0

Após 17 anos empregados exclusivamente ao tradicionalismo, sendo os últimos dois na presidência do MTG, Manoelito Savaris entregou o cargo semana passada (quando tomou posse o tradicionalista Nairo Callegaro) para se dedicar, como define, a um ano sabático: no dia 29 de fevereiro, embarca para a Itália para resgatar a história da própria família, que deve ser contada em livro. Nesta entrevista, ele avaliou a própria gestão, opinou sobre temas polêmicos e falou sobre os rumos da tradição. Acredita que o maior desafio do seu sucessor é, internamente, manter a unidade do movimento. Externamente, é o tiro de laço que deve nortear os principais debates, especialmente em Brasília.

A própria gestão

“Eu tinha 11 objetivos e cumpri todos. O primeiro era o equilíbrio financeiro do MTG. Outro era a criação do Festival Gaúcho de Danças (Fegadan), em Caxias. Criar um evento do nada é extremamente complicado. Investimos R$ 50 mil em cada ano. Criamos o primeiro Fegachula. Do que eu gostaria de ter feito, está ter começado a montar a primeira escola tradicionalista. Em 1996, foi aprovado em um Congresso Tradicionalista a determinação de que o MTG deveria implantar escolas de primeiro e segundo grau, uma escola normal, mas com matérias de folclore e tradição. Não consegui por falta de dinheiro. Temos até um lugar, a sede da 1ª RT”.

Recomposição do MTG (quando assumiu a presidência, em 2014, Savaris disse que o MTG estava dividido e que era preciso se recompor)

“Não tenho a mínima dúvida de que o MTG se recompôs. Qual a oposição dentro do MTG? Não tem. Quando assumi era 60% de um lado e 40% de outro. Foi assim que eu comecei 2014. Dos 30 coordenadores regionais, 12 estavam contra mim. A primeira coisa que eu fiz foi conversar com esses 12, de que agora a gente tinha que se ajudar. Por que havia dois grupos? Questão de gestão, de má administração. Hoje eu digo que não há condições de montar uma chapa de oposição porque não tem oposição”.

Dívidas pagas e dinheiro em caixa

“Quando eu entrei em 2014, o MTG tinha R$ 180 mil em dívidas. Deixo a presidência dois anos depois com R$ 80 mil em caixa. Ainda levei o Rio Grande do Sul para Piratuba/SC (no Rodeio Nacional dos Campeões) pagando tudo, R$ 110 mil. Fiz reforma no prédio do MTG, gastei R$ 80 mil. Tive que pagar uma conta da Fecars, em Viamão, de R$ 70 mil. O que eu fiz? Reduzi despesas. Demitimos funcionários, cortamos o pagamento de despesas com alimentação em viagens. O MTG pagava o aluguel de um apartamento para o presidente, em Porto Alegre. Passei a pagar esse aluguel. É uma questão da forma de ver a instituição”.

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Foto: Diogo Sallaberry

Dançarinos x tradicionalistas

“Se formamos dançarinos ou tradicionalistas dentro dos CTGs? O mais importante é formar cidadãos. Gente que saia do CTG e saiba enfrentar a vida, seja trabalhadora e honesta. Mais do que a questão cultural ou tradicional, estamos cuidando da questão social, dando às famílias um ambiente de bom convívio. Barbosa Lessa escreveu em 1954, em “O sentido e o valor do tradicionalismo”, o seguinte: um pequeno grupo vai entender a finalidade e o valor, mas a grande maioria será executora. Temos seminários, concursos, palestras com o objetivo de melhorar a questão cultural, mas o mais importante é que o jovem está lá (no CTG) e que vai levar conceitos de responsabilidade, de disciplina pelo resto da vida”.

Tiro de laço

“O dia em que o laço virar só um jogo, ele não se sustenta. A história mostra isso. Se for só um jogo precisa estar pilchado? Não. Muito já se debateu sobre o uso do relho, por exemplo. O que prevalece: quem olhar para o homem a cavalo tem que dizer: lá vai um gaúcho. Se o homem está sem espora, sem faca, sem relho, de bombacha duvidosa. . que gaúcho é esse? No momento que se tirarem essas referências não é mais tradição. A briga do tiro de laço será em Brasília. Há vários projetos tramitando lá, inclusive um que prevê a proibição de qualquer atividade em que haja perseguição de animais, inclusive tiro de laço. Tem outro que reconhece o laço como patrimônio cultural do Brasil e isso dará um fôlego para o tiro de laço. Se não vermos o laço como cultura, como vamos justificar correr atrás de um boi em uma cancha?”

Vaca mecânica

“Oficialmente, o MTG autorizou a vaca mecânica para treinos, mas na prática não é só treino. Como se vai tratar isso? Isso não é tradição. Eu concordei que abrissem para treinos porque hoje não tem mais gado. Eu acho que daqui 20, 30 anos vai ser só vaca mecânica. O gado está caríssimo. Hoje para se fazer um rodeio se paga entre R$ 7 e R$ 8 a volta da rês. Ninguém tem dinheiro para bancar isso. A vaca mecânica vai acabar se consolidando por falta de opção, mas é claro que não é tradição. No momento que não tiver mais gado, interessa que as pessoas continuem a cavalo? Interessa porque se tirar o cavalo do gaúcho se tira a essência cultural. As cavalgadas ajudam a manter isso, mas tem gente que precisa do aspecto competitivo. Só que para usar a vaca mecânica em rodeios é preciso criar um cultura de segurança. Tem que ‘eliminar’ o motociclista, essa vaca tem que correr em um trilho. Vai inibir divergências sobre se o motociclista foi mais rápido, mais devagar”.

Narradores

“Temos 186 narradores. Doze deles questionaram o movimento, o regulamento do Departamento de Narradores. Quantos ficaram nessa bronca: quatro. Isso é oposição? Não, são descontentes. Eles enxergam a função de narrador como profissão (o MTG ganhou duas ações na Justiça, uma em que um narrador de rodeios pedia vínculo empregatício e outra em que um narrador pedia anulação de cláusula do Regulamento do Departamento de Narradores, que proíbe que seus integrantes narrem rodeios estranhos à instituição). Para o MTG não é profissão. Por que narrador é profissão e patrão de CTG, juiz, laçador, não? Sei que para muitos é a profissão, mas o movimento não pode oficializar isso”.

CPI Semana Farroupilha

“Eu prestei depoimento duas vezes (a CPI investigava as contas do Acampamento Farroupilha de Porto Alegre, relacionadas aos anos de 2009 a 2013). Foram seis meses de CPI, pediram documentos, ouviram pessoas e a conclusão dá vontade de rir: em documento, escrevem sobre ausência de testemunhas, de documentos importantes. Que testemunhas? Que documentos? Eles não conseguiram um depoimento que mostrasse alguma irregularidade. Não conseguiram provar nada”.

2015: um ano difícil para o MTG

30 de dezembro de 2015 0

Dois mil e quinze foi um ano difícil, e muitas lideranças legalmente constituídas foram postas à prova, inclusive o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). Há tempos o MTG vinha sendo questionado sobre os seus regramentos, sobre a sua ideologia e a sua forma de organização. Só que neste ano os episódios foram parar na Justiça, com a CPI do Acampamento Farroupilha e outras duas ações, uma pedindo vínculo empregatício de um narrador de rodeios e outra pedindo anulação de cláusula do Regulamento do Departamento de Narradores.

Durante seis meses, a CPI investigou as contas do Acampamento Farroupilha entre 2009 e 2013, mas não conseguiu provar nenhuma ilegalidade, alegando “ausência de testemunhas, falta de documentos e pouco tempo para análise da documentação”. No caso do processo movido pelo narrador de rodeios Gustavo Leite de Oliveira, que pedia vínculo empregatício com a instituição, a Justiça concluiu que a função exercida era eventual. Oliveira foi um dos narradores suspensos pelo MTG por participarem de eventos da Federação Gaúcha de Laço. A Justiça ainda reconheceu a legitimidade do Regimento Interno do Departamento de Narradores e a vedação para seus integrantes narrarem rodeios estranhos à instituição (cláusula que motivou suspensões e processos como o de Oliveira).

A decisão da Justiça sobre os episódios foi vista pelo MTG como “três importantes vitórias”. Judicialmente sim, mas a verdade é que a polêmica gerou conflitos, decepções, divisões e desgastes.

Deivis Bueno - aldeia dos anjos

Foto: Deivis Bueno, divulgação

Desgastes que afetaram também a credibilidade do maior festival de arte amadora da América Latina, o Encontro de Arte e Tradição (Enart). A divulgação de uma planilha incorreta com as notas dos grupos de danças tradicionais força A tirava das mãos do CTG Aldeia dos Anjos (de Gravataí) o troféu de grande campeão e o dava ao segundo lugar, o CTG Tiarayú (de Porto Alegre). As planilhas originais foram recontadas e confirmaram a primeira colocação ao Aldeia. Porém, na categoria Trova Estilo Gildo de Freitas, a revisão das notas mostrou que Aldori Moreira Tito, de Alegrete, que havia ficado em terceiro lugar, era o verdadeiro campeão. A organização do Enart havia contratado a empresa Sys Soluções em Informática, de Lagoa Vermelha, para a fazer a soma das notas. Ficou feio.

Em editorial, o presidente do MTG, Manoelito Savaris, escreveu que “quem se dispõe a ser o primeiro da fila, o chefe, sabe que está sujeito a responder por coisas que ele não fez, mas que algum subordinado ou vinculado a ele fez. (…)O que interessa? Houve um erro no Enart, o evento é de responsabilidade do MTG, e o presidente do MTG é o responsável. Simples assim. Pois assumo a responsabilidade. Assumo a culpa.” Em tom de desabafo, ele admite que não era assim que pretendia deixar a presidência do movimento.

A questão é bem maior do que assumir ou não a culpa. Estamos falando de um movimento que deveria integrar, e não separar. O novo gestor do MTG será escolhido no próximo 10 de janeiro, no Congresso Tradicionalista, em Bento Gonçalves.

Curtas gaúchos: notícias da música e do campo

29 de dezembro de 2015 0

Tchê, confere as últimas notícias do gauchismo:

- O cantor Paulo Feijó é o mais novo integrante do grupo Os Monarcas. Em janeiro de 2016, está prevista a estreia dele ao lado de Gildinho, líder do conjunto. Ele já havia acertado com o Garotos de Ouro, mas voltou atrás por considerar que tinha um perfil mais parecido com o som d’Os Monarcas. Paulo é ex-integrante do Tchê Barbaridade e seguia carreira solo desde 2013.

- Gaúcho gosta de campo e cavalo, mas no verão é a tradicional Cavalgada do Mar que faz história. A 32ª edição ocorre de 29 de janeiro a 6 de fevereiro de 2016, entre Torres a Palmares do Sul, passando por Arroio do Sal, Capão da Canoa, Imbé, Tramandaí, Cidreira e Pinhal.

- O nosso Estado pode ter uma data para homenagear os declamadores gaúchos. A deputada Regina Becker Fortunati (Rede)protocolou o projeto de lei nº 452/2015, que institui o dia 15 de dezembro como o do Declamador Gaúcho no Rio Grande do Sul. O esboço e a iniciativa da proposição foram da declamadora Liliana Cardoso. A data sugerida lembra o nascimento de Darcy Fagundes. Ele morreu em 1984, era apresentador do programa Grande Rodeio Coringa e um dos maiores declamadores do Estado.

Marenco é eleito o melhor cantor nativista de 2015

28 de dezembro de 2015 0

Luiz Marenco encerra um ano de ouro. Leitores do Diário Gaúcho o elegeram como o melhor cantor nativista de 2015. Ele ficou com 49% dos votos. Os Fagundes tiveram 37% e Luiz Carlos Borges, 14%. Em novembro, Marenco e Pirisca Grecco viajaram para a China acompanhados dos músicos Paulinho Goulart, Gabriel Selvage e Duca Duarte. O motivo eram quatro shows na cidade de Donguann, lar de vários gaúchos moradores do Oriente.

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O ano foi, especialmente, o do lançamento do CD Sul, com 14 canções – letras de Sérgio Carvalho Pereira que ganharam a melodia de Marenco. Elogiado pela crítica, o projeto original é um livro de 160 páginas com o álbum encartado. Marenco é reconhecido não só pela qualidade da sua música, mas pela simplicidade. É acessível aos fãs, à imprensa e conhecido incentivador de novos talentos. Na Serra, participou de Sensibilidade, álbum de Tatiéli Bueno, e Das vezes que pensei escrito, de Fábio Soares.

De aniversário no último dia 22, ganhou o carinho dos fãs nas redes sociais, que viram um Marenco colorido e estilizado (abaixo), sob o olhar de Roseli Marenco (irmã do músico). O quadro foi baseado em outro retrato, regalo do artista Gonza Rodriguez ao amigo (imagem acima).

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Fotos: Arquivo pessoal, divulgação

Criadores da Serra comemoram resultado da Festa de Cavalo Crioulo

28 de dezembro de 2015 0

O Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos dos Vinhedos comemora os resultados da 11ª Festa do Cavalo Crioulo, que ocorreu semana passada, em Caxias do Sul. Foram 23 animais na resenha coletiva, 11 na concentração de machos, 31 na exposição incentivo, 68 na exposição morfológica, 32 na credenciadora aberta, sete no freio do proprietário e 26 duplas na paleteada.

Todo o evento foi transmitido ao vivo pela webradio Clarim Farrapo, que apresentou os resultados em tempo real. Houve ainda o lançamento da linha de produtos do Núcleo, em parceria com a loja Campo e Flor Artigos Gaúchos, e o lançamento do Departamento Jovem do Núcleo.

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Foto: Jonas Ramos, divulgação

Regalo campeiro: sugestões de presentes de Natal

23 de dezembro de 2015 0

A temática gauchesca tem virado inspiração de grifes, especialmente a do setor de camisetas. São artigos e peças modernas, baseadas nas coisas do campo e nos símbolos rio-grandenses. Há uma série de produtos como agendas, porta-copos, jogos de mesas e até capa de celular. Em tempo de festas de finais de ano, são uma opção de regalo para o gaúcho da cidade.

Camisetas, alpargatas e pôsteres

Coleção da Trapo Tri inspirada em ditados gaúchos como “Me caiu os butiá dos bolso” e “Mamãe passou erva-mate nimim”. As novidades estão nas estampas “I love my cusco”, “Alapucha” e “Farrapos/Gaúcho, 1836”. O site é trapotri.com.br

Camiseta: R$ 49

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Alpargata: R$ 69,90

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Pôster: R$ 59

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Capa de celular, caneca e porta-copos

Os cliques são do fotógrafo Eduardo Rocha, natural de Dom Pedrito. Transformadas em grife, as peças estão disponíveis em printpaperonline.com.br

Caneca: R$ 38

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Capa de celular: R$ 56

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Camiseta: R$ 69,90

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Agendas

Da coleção Alma de Campo, da fotógrafa Marione Fernandes, de Osório. São 14 modelos, com versos de compositores regionais como Gujo Teixeira, Cristiano Quevedo, Jairo Lambari Fernandes, Léo Ribeiro de Souza e César Oliveira. Os modelos estão disponíveis em facebook.com/marionefotografias. Dá pra encontrar na Casa do Gaúcho, em São Francisco de Paula, e no Espaço Gaúcho, em Gramado.

Entre R$ 50 e R$ 55

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Inspire-se: books de gestantes gaúchas no campo

17 de dezembro de 2015 0

Buenas, meus amigos! Este é especial para a mulher gaúcha! No vídeo, imagens de gestantes gaúchas em ensaios fotográficos no campo. As fotos são de Marione Fernandes e Tatieli Sperry.

Conheça a grife dos criadores de cavalos crioulos da Serra

17 de dezembro de 2015 0

O Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos dos Vinhedos lança durante o leilão Marcas da Serra, que ocorre nesta quinta,  uma linha de camisas, camisetas e bonés. Os produtos podem ser adquiridos na loja Campo e Flor, em Caxias. Com exclusividade, o blog adianta algumas peças da coleção.

O leilão integra a 11ª Festa do Cavalo Crioulo, que ocorre até domingo nos Pavilhões, com credenciadora para o Freio de Ouro, exposição morfológica, Freio do Proprietário e paleteada.

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Fotos: Arquivo pessoal, divulgação

PROGRAMAÇÃO

Leilão Marcas da Serra
Quando: hoje
Local: Bulls Brasil
Horário: 20h30min
Programação:  Pré-lançamento da nova linha de produtos de Núcleo dos Vinhedos, seguido do leilão de cavalos crioulos
Entrada: gratuita

Vote nos melhores da Serra de 2015

15 de dezembro de 2015 0

O 4º Entrevero d a Serra vem com novidades. Os dois grupos de danças vencedores do troféu Destaques da Serra receberão como prêmio um passaporte para representar o país em dois festivais da Europa no próximo ano.

Vote nos melhores da Serra em 2015

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Foto: ABO Produções, divulgação

O troféu premia os melhores instrutores do estilo campeiro e do estilo Enart e os melhores grupos de danças tradicionais estilo campeiro e estilo Enart. O vencedor do campeiro participará do Festival Internacional de Folclore de Montanha, na Polônia. O vencedor do Enart vai para o World Festival Parade Brunssum, na Holanda. A votação está aberta e ocorre pela internet, na página no Facebook da ABO Produções.

No Entrevero, ocorrem os tradicionais concursos de intérpretes de não músicos e chula feminino. A novidade da noite é a primeira edição do Entrevero Dance, concurso de coreografias de livre escolha. Após, ocorre a bailanta com Cosa Gaúcha.

ENTREVERO DA SERRA - 2015