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Posts com a tag "Caxias do Sul"

Leilão de Coberturas de Crioulos ocorre em Caxias

22 de julho de 2015 0

O Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos dos Vinhedos organiza para o dia 31 de julho, em Caxias do Sul, o seu Leilão de Coberturas da raça Crioula.

Além do leilão, o público tem mais dois atrativos: um jantar e um show com Joca Martins.

O valor arrecadado no remate será investido no fomento da raça na região. Os ingressos são limitados e estão disponíveis junto aos membros do Núcleo. O investimento será de R$ 40 para ingresso no jantar – é possível escolher entre comida campeira ou italiana.

Informações: (54) 9112.3703

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Programação:

20h – Jantar

21h – Leilão

22h30min – Show com Joca Martins

Marenco faz show em Caxias

08 de julho de 2015 0

Não importa quando vezes ele venha à Serra, seus shows são sempre aclamados pelo público. Luiz Marenco volta a pisar em Caxias nesta quinta, no Paiol, e brinda os serranos com seus sucessos e também com pelo menos duas músicas do novo CD, Sul: as milongas Das precisão pra viver e Menina, escuta teu cantor. A coluna fez um jogo de perguntas e respostas com o cantor. Confira:

Música que identifica a própria vida:
Pra o meu consumo e Das precisão de viver, do novo CD.

Música que lhe faz lembrar os fãs serranos
Batendo Água.

O CD mais especial da carreira
– O segundo, Filosofia de Andejo, porque define a poesia e os parceiros que tenho até hoje.

Nos shows, Marenco não é Marenco sem…
– Chapéu e pala. Se eu esquecer, peço emprestado. Trago o gaúcho antigo para o palco.

Futuro da música regional
– Está no caminho correto. Tudo que vem do coração tem seu espaço, mas não pode se distanciar da nossa raiz.

Situação política do Brasil
– O povo perdeu a confiança nos políticos. Eles passam por cima das leis.

Sobre o MTG
– Sou a favor de algumas regras para a preservação da cultura, mas o MTG parece um quartel e vai acabar se enfraquecendo.

Adriana Franciosi

Foto: Adriana Franciosi

 

AGENDE-SE – SHOW DE LUIZ MARENCO

Quando: 9 de julho, às 22h, no Paiol Espaço Nativo, em Caxias. Antes e após, show do grupo Macuco

Ingressos: R$ 25 (elas) e R$ 30 (eles), à venda no Bolicho da Serra, Sentinela da Tradição, Galpão do Tio Ci e Paiol. Na hora, R$ 30 e R$ 35

Informações: (54) 3213.1774 ou (54) 9971.3085

Nossa Gente, o novo CD de Jéssica Thomé

06 de julho de 2015 0

Discípula de Paulo Siqueira e Fernando Gomes e admiradora de Albino Manique e os Irmãos Bertussi, a guria de 24 anos lança neste sábado o segundo CD da carreira, intitulado Nossa Gente, pela Gravadora Acit. O lançamento, em Fazenda Souza, reponta as origens interioranas da acordeonista. São 12 músicas, todas instrumentais, sendo sete de autoria própria. A inspiração são as vivências serranas e o anseio de ver a música regional valorizada, como a canção que dá nome ao CD.

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– No meu primeiro álbum eu fiz uma música chamada Maniqueira, em homenagem a Albino Manique. Agora chegou a vez d’Os Bertussi, com Bertusseira. Também Vanerão do Nadyr é referente ao meu avô, que conseguiu o primeiro acordeom para eu tocar, aos 11 anos – lembra.

Várias são as diferenças entre os dois trabalhos da carreira. Enquanto Simplicidade, de 2010, traz canções cantadas e arranjos com violões, contrabaixo e bateria, o de 2015 é só instrumental e mescla a gaita ao piano e ao violino.

Jéssica respira música o dia inteiro: é professora de escola estadual, dá aulas particulares, ministra oficinas de música e cursa Licenciatura em Música na UCS. Nem sempre foi assim. Até o ano passado, trabalhava como assessora de comissões da Câmara de Vereadores. Logo que começou a tocar, ainda teve que enfrentar o preconceito de um mundo que ainda relutava em ver as mãos femininas dedilhando os teclados.

– Logo que comecei a participar de concursos de gaita em rodeios cheguei a escutar que gaita não era coisa de mulher. Depois, aos 15, 16 anos, quando passei a ganhar as competições, conquistei respeito – lembra.

Petter Campagna

Fotos: Petter Campagna, Divulgação

25ª RT elege primeiras prendas e peões neste sábado

26 de junho de 2015 0

Neste final de semana, a moçada da foto se despede do título de prendas e peões da 25ª Região Tradicionalista.

A 46ª Ciranda Cultural de Prendas e o 28º Entrevero Cultural de Peões elege, em Flores da Cunha, gurias e guris responsáveis por elevar as tradições e liderar a juventude serrana.

– Conheci vários lugares, fiz amizades com outras prendas, visitei cinco das seis cidades da região. Já tenho saudades – relembra a atual 1ª Prenda Adulta da 25ª RT, Carolina Lemos Costa.

Neste sábado, os concorrentes são avaliados em provas escrita, artística, campeira, e mostra folclórica.

E é só o começo. Depois, é preciso jogo de cintura para conciliar estudos, trabalho e o prendado. Como Carolina, estudante de Educação Física em término de trabalho de conclusão de curso e funcionária de uma academia de ginástica. Se vale a pena? Eles garantem que sim.

ARQUIVO PESSOAL

Foto: Arquivo pessoal, divulgação

AGENDE-SE

- Quando: 27 de junho

- Local das provas: Parque de Rodeios Antônio Dante Oliboni – Flores da Cunha (Estrada Dos Tradicionalistas, Flores da Cunha)

- Divulgação de resultados: 20h30min, em um jantar dançante, no Salão da comunidade São José, também em Flores da Cunha

Juliana Spanevello fala sobre CD com Joca Martins

19 de junho de 2015 0

Esta semana, Juliana Spanevello e Joca Martins, acompanhados de Negrinho Martins e Luciano Maia, estiveram em Caxias do Sul, nos estúdios da Acit, para a produção de Folclore e Cantoria, CD que o casal prepara.

Durante a semana, o blog conversou com Joca Martins no estúdio. Por telefone, a conversa foi com Juliana, que voltou mais cedo para Faxinal do Soturno, onde o casal mora, para cuidar da filha Maria Laura. Ela falou da relação do casal com o público:

“Desde que eu e Joca  começamos a namorar sentimos o apego do público. Nós dois nos identificamos muito, sonhamos as mesmas coisas. E isso fez com o que nosso trabalho tivesse muito carinho por parte do público. Esse CD é um registro das coisas que temos em comum. Antigamente, quando um artista lançava um trabalho, meses depois ele recebia uma carta de um fã de outro estado que conheceu o álbum. Hoje, a internet aproxima os artistas dos fãs e nós usamos muito essas ferramentas para repartir o dia da dia das nossas carreiras”.

Em julho, o casal volta à cidade para dar continuidade à produção. Juliana e Joca, Caxias espera vocês!

Tatiana Cavagnolli

Foto: Tatiana Cavagnolli

Especial para os leitores: palhinha e convite em vídeo de Joca Martins

19 de junho de 2015 0

Esta semana o blog conversou com Joca Martins, Negrinho Martins e Luciano Maia durante o início da gravação do CD de Joca e Juliana Spanevello, Folclore e Cantoria, nos estúdios da Gravadora Acit, em Caxias.

No vídeo, eles contam sobre o trabalho em, Joca fala da admiração por Juliana e faz um convite aos leitores da Serra!

Inicia em Caxias produção de CD de Joca Martins e Juliana Spanevello

19 de junho de 2015 0

Afinidade de casal, sintonia de músicos. Nesta semana, Joca Martins e Juliana Spanevello iniciaram em Caxias do Sul a produção do CD Folclore e Cantoria. Desde o sucesso do dueto O Sábio do Mate, o público pedia um trabalho em conjunto dos  artistas, casados há seis anos.

Joca, Juliana, Negrinho Martins e Luciano Maia chegaram segunda  na cidade para a produção na Gravadora Acit. A volta de Juliana para Faxinal do Soturno, onde o casal mora, teve que ser adiantada: as funções de mãe se sobrepuseram as da cantora e no dia seguinte ela foi cuidar de Maria Laura, de dois anos,  que pegou uma virose na escola.

Durante a semana em Caxias, Luciano e Negrinho gravaram os arranjos e solos de gaita. Em julho, quando Maia voltar da turnê pela Europa, Joca e Juliana gravarão as vozes.

A coluna conversou com os músicos e adianta aos leitores novidades do trabalho, como o nome de duas das oito músicas inéditas. A  ideia é lançar  o CD até o final do ano, talvez em outubro.

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De Galpão: Como foi a escolha do repertório?
Joca: Foi o processo mais longo do disco. Primeiro, optamos por fazer duetos de músicas minhas e da Juliana. Depois, decidimos que queríamos mostrar novidades. Praticamente se recomeçou o processo de audição. Separamos só duas músicas (O Sábio do Mate, do CD Joca Martins 25 anos e Sureño, do disco Relíquia, de Juliana) e o resto é inédita. Nós pedimos que os compositores nos mandassem suas músicas, fomos ouvindo e separando aquelas que poderíamos cantar em duetos. Ouvimos mais de 100 canções.

De Galpão: E sobre as músicas inéditas, o que o público pode esperar?
Joca: Há compositores conhecidos, como Gujo Teixeira, Rodrigo Bauer e Sérgio Carvalho Pereira. Mas procuramos novos compositores também. As flores de Maria Flor, por exemplo, é uma canção de Filipe Corso e Kiko Goulart, que nos tocou muito, até porque fala em Maria e lembra nossa  filha (Maria Laura). O poeta teve a delicadeza de falar da flor do campo, que vai colocar no cabelo de Maria. Tem outra, João Maria Marimbondo, que parece uma fábula, com poesia no meio da música.

De Galpão: Quais as dificuldades de um dueto entre um homem e uma mulher?
Joca: A primeira é a letra. Geralmente, a mulher tende a escolher temas gaúchos que não sejam ligados a atividades muito masculinas, ainda que hoje a mulher exerça essas atividades, como o tiro de laço. Escolhemos os temas de amor à terra com uma linguagem poética para mim e para a Juliana. A outra é a tonalidade, pela diferença das vozes. Encontrar o tom é trabalhoso.

De Galpão: Por ser um disco de um casal, ele é mais romântico?
Joca: Ele tem uma sintonia diferente, mas não diria que é romântico. Subjetivamente tem o romance, mas o tema é do amor à terra. Tem uma música de Luciano Maia, Gujo Teixeira e Jairo Lambari Fernandes, Teu amor chegou um dia, que é uma das raras que tem o tema romântico. Ela nos emocionou, mas não que estivéssemos buscando algo assim. Quando uma música emociona a gente, ela emociona o público.

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Fotos: Jonas Ramos

CTGs que participam do Enart arrecadam donativos para Fas

17 de junho de 2015 0

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Os seis CTGs da 25ª RT que participam do Encontro de Arte e Tradição Gaúcha (Enart) deixaram de lado a competitividade e se uniram em prol de uma boa causa: a arrecadação de donativos para ajudar instituições carentes. A campanha é uma espécie de tarefa que as entidades têm de cumprir durante o Seminário de Aperfeiçoamento Tradicionalista (SAT) para competirem no Enart.  O SAT consiste em uma ação beneficente do grupo de dança, que quase sempre se detém na doação de donativos a instituições. É uma grande integração para que a competição não se sobressaia e a confraternização não seja esquecida.

Depois das campanhas individuais, o CTGs Heróis Farroupilhas, Campo dos Bugres, Herdeiros da Tradição, Ronda Charrua, Sinuelo e GTCN Velha Carreta reuniram-se em uma tertúlia, no dia 4 de junho, na sede do Velha Carreta, com apresentações de invernadas e dos concorrentes em modalidades individuais como declamação, chula e intérprete, além da tradicional dança de integração das invernadas.

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Os donativos foram entregues no dia da Tertúlia para coordenadores da Fundação de Assistência Social (Fas) de Caxias do Sul:

- 38kg de brinquedos – GTCN Velha Carreta
- 17 caixas de alimentos – CTG Ronda Charrua
- 848 unidades de fraldas – CTG Sinuelo
- 150kg de roupas – CTG Heróis Farroupilhas
- 540 litros de leite – CTG Herdeiros da Tradição
- 33kg e 143l de produtos de limpeza – CTG Campo dos Bugres

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Fotos: Arquivo pessoal, divulgação

Começam provas do Freio de Ouro em Caxias

22 de maio de 2015 0

Caxias e o cavalo crioulo. Essa relação ficou mais estreita desde quinta-feira, quando começou uma das credenciadoras do Freio de Ouro. Animais da raça competem entre si e mostram habilidade e desempenho em provas baseadas na lida do campo. Dezessete machos e 15 fêmeas estão inscritos para a Credenciadora, que vai eleger quatro de cada para a etapa seguinte, a Classificatória (também em Caxias), que antecede a final em Esteio.

Ao longo desse período, a coluna mostra o universo dessa competição, também campeira, mas tão diferente do tiro de laço e dos rodeios. As provas que compõem as fases do Freio de Ouro são divididas em duas etapas: Morfologia e Funcional.

AS PROVAS

1. Morfologia

Avalia padrão racial e o nível de enquadramento do animal aos padrões seletivos da raça. São valorizados características como o equilíbrio estrutural, o relevo muscular, a firmeza da linha superior (do lombo). Ou seja, é uma espécie de avaliação da estética do cavalo.

morfologia

2. Funcional

Andadura: Exige-se do cavalo três modos diferentes de andar: tranco, trote e galope. O trote é a que tem maior pontuação porque é a mais usada pelo cavaleiro no campo. A troca de andar se dá com o movimento do corpo do ginete, que também deve apear (descer do cavalo).

andadura

Figura: O cavalo realiza um circuito demarcado por fenos, que avalia o equilíbrio nas trocas de mãos e patas, potência de execução e submissão às solicitações do ginete.

Volta sobre patas e esbarrada: Na volta sobre patas (foto 1), o ginete faz o animal girar sobre o corpo para um lado e em seguida para o outro. Pode fazer de uma a três voltas. Na esbarrada (foto 2), o ginete acelera o cavalo e solicita ao animal uma freada brusca. O cavalo praticamente “senta” no chão. O movimento é repetido no sentido contrário.

volta sobre patas

Foto 1

esbarrada

Foto 2
Fotos: Jonas Ramos

Mangueira: Trabalho com o gado. O cavalo tem que apartar um dos dois novilhos que estão na mangueira e mantê-lo afastado por 45 segundos do outros bovino. O cavalo tem de arremeter com o peito, ou “pechar” a lateral do novilho apartado.

Prova de campo ou paleteada: Duplas formadas pelo resultado da pontuação perseguem um novilho, que deve ser prensado entre as paletas dos dois cavalos. O nome paleteada é por conta disso.

Em um segundo momento, repete-se a prova de paleteada, de mangueira e acrescenta-se a conhecida como Bayard-Sarmento, prova em que o cavalo realiza uma série de movimentos, como correr, esbarrar e volta sobre patas para um lado e para o outro.

Agende-se

Credenciadora do Freio de Ouro
Quando: até 25 de maio
Local: Parque Nacional da Festa da Uva – Caxias do Sul
Promoção: Núcleo dos Vinhedos

Programação

SEXTA-FEIRA

7h – Início entrada animais Morfologia e Credenciadora
8h – Admissão Morfologia
10h – Morfologia – Início do Julgamento
14h – Reinício Julgamento Morfologia
17h – Admissão da Morfologia Credenciadora

SÁBADO

8h30min – Credenciadora aberta – Início etapa funcional / Freio do Proprietário
14h – Credenciadora aberta/Freio do proprietário
16h30min – Chá para Senhoras
Após as provas: Demonstração de Doma Índia (patrocínio Cabanha Rota dos Tropeiros)

DOMINGO

9h – Credenciadora/ Freio do Proprietário
12h – Premiação Credenciadora e Freio do Proprietário
14h – Campereada

Exposição: Feitas com carvão, imagens retratam o campo

07 de maio de 2015 1

O cavalo, a ovelha, a tapera. E também o cusco, o laço e o campo. Desenhadas com carvão e emolduradas com a madeira que outrora serviu de palanque, imagens que retratam a vida campesina integram a exposição Chama que não se apaga, do artista Anilto Caureo.

Expostas durante o mês de maio no shopping San Pelegrino, em Caxias, elas resgatam as experiências do autor – nada foi inventando, tudo foi vivido ou visto.

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_ São lembranças da infância em Palmeira das Missões _ diz o artista de 48 anos, há mais de 20 em Caxias.

Filho de pais agricultores, o talento nasceu com o guri que surpreendeu a professora ao desenhar a escola em um quadro negro durante um castigo. Em casa, as tintas eram feitas com a fervura de plantas de várias colorações. As imagens do campo – as preferidas – viraram o tema do artista.

As pinturas, feitas a óleo, foram substituídas pelo carvão por acaso, há 10 anos, quando um amigo pediu um quadro de última hora. Dos resquícios do último churrasco, veio a matéria prima. Caureo gostou do que viu.

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_ É mais difícil fazer o sombreado das imagens, mas fica mais rústico _ justifica.

Fã de José Cláudio Machado, o retrato do músico é o único rosto conhecido do público, ao lado da emblemática São Miguel das Missões (fotos ao lado). Quem criou-se no campo, porém, vai se reconhecer nas 12 imagens que compõem a exposição.

Em Caxias, o artista por vocação e eletricista por profissão mantém um cavalo para camperear, relembrar o passado e encher os olhos de campo.

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Fotos: Arquivo pessoal, Divulgação
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O que: Exposição Chama que não se apaga, de Anilto Caureo
Onde: Shopping San Pelegrino (sala 235, 1º andar)
Quando: durante o mês de Maio