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Posts com a tag "lançamento"

Das vezes que pensei escrito: o novo CD de Fábio Soares

14 de dezembro de 2015 0

Fábio Soares não foi criado no campo, mas cresceu ouvindo Irmãos Bertussi, Teixeirinha e Gildo de Freitas. Dentro do CTG, descobriu-se o talento de um artista completo: é intérprete, instrumentista e compositor, facetas que aparecem no segundo disco solo que lança na próxima sexta-feira, durante o 4º Entrevero da Serra. Das vezes que pensei escrito traz 15 músicas, todas com letras e melodias dele ou em parceria com outros músicos.

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Sem guitarras e baterias, sobressai-se a toada e o dedilhado do violão, que se encontram com o acordeon, o violoncelo, e até mesmo com o cavaquinho, como em Xote Véio Gaúcho. Com chamamés, chamarras e milongas, por vezes nativista e outras romântico, Fábio não tem medo de ser contemporâneo. Entre as participações especiais, está a de Luiz Marenco (O Tempo), Tatiéli Bueno (Este é o Lugar), Gustavo Padilha e do próprio irmão, Lucas Soares, de 17 anos.

– Procuro a minha melodia e trago canções com um apelo mais romântico. Sou da cidade, não tenho como escrever o que não vivi. O que tenho são minhas reflexões – garante.

Reflexões que aparecem em 26 poemas escritos por ele e que integram o encarte do álbum, na verdade um livro de 60 páginas, ilustrado com imagens da fotógrafa Tatiéli Sperry. Os versos, rabiscados desde a adolescência, ganharam nos últimos anos as redes sociais.

– Quero tirar as pessoas do conforto. Tenho o emocional à flor da pele – explica.
Contemporâneo na música, antigo na estampa: a bombacha de favo, o colete transpassado e o lenço amarrado por fora da camisa, bem junto ao pescoço, dão-lhe ares de passado. Sem estereótipos, assim é  Fábio Soares.

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Fotos: Tatieli Sperry

4º Entrevero da Serra

- Quando: 18 de dezembro, às 20h30min
- Onde: CTG Rincão da Lealdade (BR-116, junto em frente à UCS)
- Atrações: Show de lançamento do CD Daz vezes que pensei escrito, de Fábio Soares, concursos e premiação do troféu Destaques da Serra
- Ingressos: Antecipados R$ 20 / na hora R$ 30 -
- Informações (54) 9987-5709

Grupo Canteriando lança novo CD em Caxias

19 de novembro de 2015 0

Protagonista dos bailes, a gaita abre espaço para a voz e o violão no som do grupo Canteriando, que lança na próxima sexta o CD Meus Recuerdos, pelo Financiarte.

São 13 canções, todas inéditas, sendo 12 autorais, que priorizam arranjos vocais, ganham o toque da flauta e dão à música sulina um tom contemporâneo, presente desde a formação do conjunto, em 2007. A prova disso é que o acordeom não dá as caras em todas as músicas: está presente em nove delas, de forma suave, como pano de fundo.

A diferença entre o primeiro CD, Canteriando para viver, de 2010, e Meus Recuerdos, é o amadurecimento. Em cinco anos, o quarteto formado por Adolfo Kaiser Neto (voz e violão), André Encarnação (voz), Adelar Palavro (baixo) e Joni Boeira (voz e violão), voltou-se ainda mais para o atual.

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Foto: Tatieli Sperry

– São músicas nativistas com uma visão mais moderna e com mais melodia. Ainda assim, nossa inspiração são os mais antigos, Noel Guarany, o extinto grupo vocal Caverá. Dos tempos atuais, aparece Pirisca Grecco – explica Adolfo.

É o que se vê em canções como Meus Recuerdos (que dá nome ao CD), Raízes, A carreira e Gerações. Essa última, sobre as brincadeiras de antigamente, ganhou a participação de filhos e sobrinhos do quarteto, inclusive da flautista Natália Boeira, filha de Joni.

O álbum, com produção musical de Lazaro Nascimento, tem seis músicos convidados, entre eles os acordeonistas Luciano Vidor, Robison Boeira e Manoel Cassiano.

SERVIÇO

Lançamento do CD Meus Recuerdos, do grupo Canteriando: sexta-feira, dia 20, às 20h30min, no Teatro Municipal Pedro Parenti, em Caxias do Sul. O ingresso é um quilo de alimento (a ser doado ao Lar do Idoso)

Tatiéli Bueno lança primeiro CD solo em Caxias

19 de outubro de 2015 0

Sensibilidade é um álbum pensado para correr o Brasil e todos os detalhes de sua produção indicam isso. O cenário escolhido para a sessão de fotos, por si só, tem apelo nacional: o cânion Fortaleza, do Parque Nacional de Aparados da Serra. É naquele horizonte que surge Tatiéli Bueno.

Sem vestido de prenda e desapegando-se de estereótipos, ela cria um estilo próprio no trajar e, especialmente, no cantar. Por isso, Gaudêncio Sete Luas, Chamamecero, Vira Virou e Um dia, clássicos do regionalismo, ganham ares contemporâneos, com pitadas de blues e jazz. A eles, juntam-se Cordas de Espinho e Horizontes, inéditas no repertório da cantora. É um retorno às próprias origens.

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– Foram influências logo que eu comecei a cantar. Todo o contato com os compositores fui eu mesma que fiz. São músicas de raiz, mas com uma linguagem nova, que podem ser escutadas por alguém em São Paulo, por exemplo, que vai reconhecer que falamos do gaúcho, mas de uma forma menos engessada – explica.

O álbum será lançado na próxima quarta, no Teatro Municipal Pedro Parenti, em Caxias do Sul. Tatiéli não vai sozinha: estarão no palco Rafael de Boni no acordeom, Nino Henz no contrabaixo acústico, Rodrigo Zorzi na bateria, Vagner Oliveira e Lazaro Nascimento (também produtor musical do trabalho) nos violões e Luiz Marenco.

Sim, ele faz participação especial no CD e cantará ao lado de Tatiéli no show. É dele a primeira música que ela cantou para um público, em 2003, em um rodeio na cidade de Encantado, de nome Dobrando Os Pelegos.

– Marenco é uma das minhas inspirações. Nos encontramos em shows e ficamos bons amigos. Ele é muito simples, muito acessível – elogia.

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Ao receber o convite para participar de Sensibilidade, Marenco aceitou: arriscou sem nem saber a música, brinca a cantora. Um Pouco Mais ao Sul, de Neco Machado, foi a escolhida, cujo refrão traduz o conceito do álbum: somos “brasileiros mais ao sul deste país”.

AGENDE-SE

Quando: 21 de outubro

Hora: 20h30min

Local: Teatro Municipal Pedro Parenti, na Casa da Cultura

Ingresso: R$ 10 – na bilheteria do teatro ou diretamente com a produção da cantora

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Fotos: Tatieli Sperry, Divulgação

João Luiz Corrêa lança novo CD

06 de outubro de 2015 0

Em Porto Alegre, nesta quarta, às 21h, João Luiz Corrêa & Grupo Campeirismo lançam, no Clube Farrapos, o CD Pra quem Vive de Bombacha, com 24 músicas inéditas. Tem milonga, chamamé, valsa e, claro, muita vaneira, ao estilo do grupo.

O show terá convidados especiais: Gildinho, do grupo Os Monarcas; Edson Dutra e Daniel Hack, do grupo Os Serranos; Gaúcho da Fronteira, Cristiano Quevedo, Erlon Péricles, Chiquito & Bordoneio e Grupo Minuano. O ingresso antecipado é R$ 25 e na hora, R$ 30. Informações pelo telefone (51) 3382.8000.

Divulgação/João Luiz Corrêa

Foto: João Luiz Corrêa, divulgação

 

Curiosidades da carreira de Luiz Marenco

28 de agosto de 2015 0

Neste domingo, Luiz Marenco vem a Caxias no que promete ser um dos grandes shows deste ano: o lançamento do CD Sul, projeto resultado da parceria com o letrista Sérgio Carvalho Pereira. A coluna conversou com Marenco e trouxe detalhes da carreira às vezes desconhecidos do público:

- Sul
Música regional, 14 faixas, independente, R$ 25 (CD com livreto de 24 páginas) ou R$ 70 (livro de 160 páginas com o CD encartado)

- O lançamento
30 de agosto (domingo), às 20h, no teatro da Universidade de Caxias do Sul (UCS), em Caxias. Ingressos antecipados a R$ 40 (no Galpão do Tio Ci). Na hora, R$ 80.

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Foto: Daniel Marenco, Divulgação

O novo CD, Sul
“É um disco independente, sem nenhum vínculo com gravadora. Resolvi gravar com poemas do Sérgio, meu primeiro parceiro musical. Esse CD me emociona pela parceria que temos juntos, pela maturidade dos poemas dele. É um disco intimista, a gente sabe a história de cada música.”

Antes da música
“Já fiz um pouco de cada coisa. Fui peão caseiro de fazenda, empacotador do antigo supermercado Real. Fui garçom do bar Tertúlia (em Cassino, Rio Grande). Foi ali que conheci o Sérgio. Ele tinha um grupinho de música e fazia um espetáculo de música nativista. Um dia eu estava lá e o pessoal sabia que eu gostava de cantar. Aí disseram: ‘convida esse cara para cantar, depois tu diz se presta’. Larguei a bandeja e fui pro palco.”

Vaidade
“Todo mundo tem sua vaidade. Dentro da minha estampa tenho certa vaidade também. Não consigo cantar sem lenço, chapéu e pala. Procuro trazer o gaúcho antigo na minha roupa. Ele (o gaúcho) sempre foi vaidoso. Pode ver que tem umas flores bordadas no meu jaleco.”

A barba
“Comecei com bigode, depois cavanhaque e agora a barba. Me transporta a esse gaúcho antigo. A estampa foi se moldando e fui deixando. Uns dizem que fico mais velho, outros mais bonito. Mas eu deixo porque gosto dessa recordação, não por achar bonito ou feio.”

Quando não está cantando
“Fico no meu rincão, na cidade de Santana da Boa Vista. É bem pequena, tem oito mil habitantes. Lá as pessoas se olham, perguntam pelos teus. Tu chega no mercado e se está sem dinheiro paga depois… As pessoas se conhecem, têm outros valores”.

Naturalidade
“Tem gente que acha que nasci em Bagé, porque vivi um tempo lá. Outros em Piratini ou Itaqui, porque os Marencos são de lá. Mas eu nasci e morei até os seis anos em Porto Alegre. Estudei até a oitava série. Depois fui morar com o meu avô, fui pra fora (em São Jerônimo). Naquele universo do campo fui sentindo coisas que não sentia. E junto daquilo eu ouvia Noel Guarany, Jayme Caetano Braun. Assim eu resolvi cantar e sempre procurei cantar o que sentia”.

Conheça a milonga que dá nome ao CD de Luidhi Moro Müller

21 de agosto de 2015 0

Gauchada, vejam a beleza da letra de Florzita, Regalo de um Domador. A milonga dá nome ao novo CD de Luidhi Moro Müller, que será lançado nesta sexta no Paiol Espaço Nativo.

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Foto: Rodrigo Oliveira, Divulgação

 

FLORZITA, REGALO DE UM DOMADOR – MILONGA
L: Henrique Fernandes / M: Juliano Moreno

 

Neste tranco de regresso

Colhi flores pra te dar…

Que se mantém florescidas

Até encontrar seu lugar…

 

E repousar junto às tantas

Que lhe ofertei em desvelo,

Pra se fazer lua cheia

Na noite dos teus cabelos…

 

Flor que nasce c’oa a beleza

E a singeleza da aurora.

Florzita que as primaveras

Desabrocham campo a fora…

Flor que o campo por regalo

Aquerenciou junto à terra,

Adornando os corredores

E a solidão das taperas…

 

Mais de mês que ando ausente

Pois me ajustei de domero…

No que termino esta changa

Volto em trote chasqueiro…

 

E distancio a saudade

A cada légua que venço,

Levando a flor prometida

“Enroladita” num lenço.

 

O mesmo lenço que guarda

Teu perfume embalsamado,

E as despedidas na estrada

Acenando do povoado.

E nele todo o carinho

Que o peito de um domador

Pode amansar na chegada

Fazendo ninho pra flor…

 

Gostou? Então escute a milonga De Alma Inteira, que iniciou a parceria de Luidhi Moro Müller com Henrique Fernandes, letrista de 11 das 12 canções do álbum. A melodia é de Luidhi.

Comece o dia com Jéssica Thomé

16 de julho de 2015 0

Vamos começar esta quinta-feira com uma boa música? Nossa Gente, que dá nome ao novo CD de Jéssica Thomé. São 12 músicas, todas instrumentais, sendo sete de autoria própria. A inspiração são as vivências serranas e o anseio de ver a música regional valorizada.

Nossa Gente, o novo CD de Jéssica Thomé

06 de julho de 2015 0

Discípula de Paulo Siqueira e Fernando Gomes e admiradora de Albino Manique e os Irmãos Bertussi, a guria de 24 anos lança neste sábado o segundo CD da carreira, intitulado Nossa Gente, pela Gravadora Acit. O lançamento, em Fazenda Souza, reponta as origens interioranas da acordeonista. São 12 músicas, todas instrumentais, sendo sete de autoria própria. A inspiração são as vivências serranas e o anseio de ver a música regional valorizada, como a canção que dá nome ao CD.

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– No meu primeiro álbum eu fiz uma música chamada Maniqueira, em homenagem a Albino Manique. Agora chegou a vez d’Os Bertussi, com Bertusseira. Também Vanerão do Nadyr é referente ao meu avô, que conseguiu o primeiro acordeom para eu tocar, aos 11 anos – lembra.

Várias são as diferenças entre os dois trabalhos da carreira. Enquanto Simplicidade, de 2010, traz canções cantadas e arranjos com violões, contrabaixo e bateria, o de 2015 é só instrumental e mescla a gaita ao piano e ao violino.

Jéssica respira música o dia inteiro: é professora de escola estadual, dá aulas particulares, ministra oficinas de música e cursa Licenciatura em Música na UCS. Nem sempre foi assim. Até o ano passado, trabalhava como assessora de comissões da Câmara de Vereadores. Logo que começou a tocar, ainda teve que enfrentar o preconceito de um mundo que ainda relutava em ver as mãos femininas dedilhando os teclados.

– Logo que comecei a participar de concursos de gaita em rodeios cheguei a escutar que gaita não era coisa de mulher. Depois, aos 15, 16 anos, quando passei a ganhar as competições, conquistei respeito – lembra.

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Fotos: Petter Campagna, Divulgação

Confira a nova música de Joca Martins

23 de abril de 2015 0

Liga esse rádio é a nova música de Joca Martins. A letra é de Rodrigo Bauer e a melodia do próprio Joca. Os arranjos são de Negrinho Martins e ao trabalho somam-se ainda as participações dos músicos Geovane Marques e Luciano Fagundes.

Rádio ligado é a alma viva do galpão! Confira o vídeo e a letra:

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Foto: Juliana Spanevello, Divulgação

Liga esse rádio

Nasci pra fora e me conservo na campanha,
mas o silêncio não “me gusta” nem um pouco…
Por isso mesmo é que esse rádio me acompanha,
e eu, sem ele, já estaria quase louco!

Eu sou bagual, mas “tô” por dentro das “notícia”…
Levo o meu rádio nos “arreio” aonde eu for!
Eu sei do tempo, dos “rodeio” e da polícia;
e, quando posso, ligo para o locutor!

Liga esse rádio! Liga esse rádio!
Liga esse rádio e dá volume, meu irmão!
Liga esse rádio! Liga esse rádio!
Rádio ligado é a alma viva do galpão!

Meu rádio velho é companheiro legendário,
nele eu escuto esse pessoal que eu admiro…
Alegra as horas dos meus mates solitários!
Liga esse rádio! É aí que eu me refiro!

Escuto tudo o que ele diz, de orelha cheia:
Se eu “tô” sem pilha e falta luz, a ”cosa empaca”
Que eu só desligo quando ele se fresqueia
e “às vez” inventa de tocar um  “bate – estaca”!

Bastidores: gravação do novo CD d'Os Monarcas

02 de março de 2015 1

Olha aí, gauchada! Os Monarcas estão em Caxias para a gravação no novo CD “Abraço Fandangueiro”, produzido pela Acit. Nesta terça, o dia no estúdio foi reservado para gravação da bateria e do contrabaixo, com as participações dos músicos Vanclei da Rocha e Guilian Siqueira. Entusiasmado, o gaiteiro e líder do grupo, Gildinho, acompanhou as gravações.

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Foto: Arquivo pessoal, divulgação