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Em entrevista, presidente do MTG avalia a própria gestão

14 de janeiro de 2016 0

Após 17 anos empregados exclusivamente ao tradicionalismo, sendo os últimos dois na presidência do MTG, Manoelito Savaris entregou o cargo semana passada (quando tomou posse o tradicionalista Nairo Callegaro) para se dedicar, como define, a um ano sabático: no dia 29 de fevereiro, embarca para a Itália para resgatar a história da própria família, que deve ser contada em livro. Nesta entrevista, ele avaliou a própria gestão, opinou sobre temas polêmicos e falou sobre os rumos da tradição. Acredita que o maior desafio do seu sucessor é, internamente, manter a unidade do movimento. Externamente, é o tiro de laço que deve nortear os principais debates, especialmente em Brasília.

A própria gestão

“Eu tinha 11 objetivos e cumpri todos. O primeiro era o equilíbrio financeiro do MTG. Outro era a criação do Festival Gaúcho de Danças (Fegadan), em Caxias. Criar um evento do nada é extremamente complicado. Investimos R$ 50 mil em cada ano. Criamos o primeiro Fegachula. Do que eu gostaria de ter feito, está ter começado a montar a primeira escola tradicionalista. Em 1996, foi aprovado em um Congresso Tradicionalista a determinação de que o MTG deveria implantar escolas de primeiro e segundo grau, uma escola normal, mas com matérias de folclore e tradição. Não consegui por falta de dinheiro. Temos até um lugar, a sede da 1ª RT”.

Recomposição do MTG (quando assumiu a presidência, em 2014, Savaris disse que o MTG estava dividido e que era preciso se recompor)

“Não tenho a mínima dúvida de que o MTG se recompôs. Qual a oposição dentro do MTG? Não tem. Quando assumi era 60% de um lado e 40% de outro. Foi assim que eu comecei 2014. Dos 30 coordenadores regionais, 12 estavam contra mim. A primeira coisa que eu fiz foi conversar com esses 12, de que agora a gente tinha que se ajudar. Por que havia dois grupos? Questão de gestão, de má administração. Hoje eu digo que não há condições de montar uma chapa de oposição porque não tem oposição”.

Dívidas pagas e dinheiro em caixa

“Quando eu entrei em 2014, o MTG tinha R$ 180 mil em dívidas. Deixo a presidência dois anos depois com R$ 80 mil em caixa. Ainda levei o Rio Grande do Sul para Piratuba/SC (no Rodeio Nacional dos Campeões) pagando tudo, R$ 110 mil. Fiz reforma no prédio do MTG, gastei R$ 80 mil. Tive que pagar uma conta da Fecars, em Viamão, de R$ 70 mil. O que eu fiz? Reduzi despesas. Demitimos funcionários, cortamos o pagamento de despesas com alimentação em viagens. O MTG pagava o aluguel de um apartamento para o presidente, em Porto Alegre. Passei a pagar esse aluguel. É uma questão da forma de ver a instituição”.

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Foto: Diogo Sallaberry

Dançarinos x tradicionalistas

“Se formamos dançarinos ou tradicionalistas dentro dos CTGs? O mais importante é formar cidadãos. Gente que saia do CTG e saiba enfrentar a vida, seja trabalhadora e honesta. Mais do que a questão cultural ou tradicional, estamos cuidando da questão social, dando às famílias um ambiente de bom convívio. Barbosa Lessa escreveu em 1954, em “O sentido e o valor do tradicionalismo”, o seguinte: um pequeno grupo vai entender a finalidade e o valor, mas a grande maioria será executora. Temos seminários, concursos, palestras com o objetivo de melhorar a questão cultural, mas o mais importante é que o jovem está lá (no CTG) e que vai levar conceitos de responsabilidade, de disciplina pelo resto da vida”.

Tiro de laço

“O dia em que o laço virar só um jogo, ele não se sustenta. A história mostra isso. Se for só um jogo precisa estar pilchado? Não. Muito já se debateu sobre o uso do relho, por exemplo. O que prevalece: quem olhar para o homem a cavalo tem que dizer: lá vai um gaúcho. Se o homem está sem espora, sem faca, sem relho, de bombacha duvidosa. . que gaúcho é esse? No momento que se tirarem essas referências não é mais tradição. A briga do tiro de laço será em Brasília. Há vários projetos tramitando lá, inclusive um que prevê a proibição de qualquer atividade em que haja perseguição de animais, inclusive tiro de laço. Tem outro que reconhece o laço como patrimônio cultural do Brasil e isso dará um fôlego para o tiro de laço. Se não vermos o laço como cultura, como vamos justificar correr atrás de um boi em uma cancha?”

Vaca mecânica

“Oficialmente, o MTG autorizou a vaca mecânica para treinos, mas na prática não é só treino. Como se vai tratar isso? Isso não é tradição. Eu concordei que abrissem para treinos porque hoje não tem mais gado. Eu acho que daqui 20, 30 anos vai ser só vaca mecânica. O gado está caríssimo. Hoje para se fazer um rodeio se paga entre R$ 7 e R$ 8 a volta da rês. Ninguém tem dinheiro para bancar isso. A vaca mecânica vai acabar se consolidando por falta de opção, mas é claro que não é tradição. No momento que não tiver mais gado, interessa que as pessoas continuem a cavalo? Interessa porque se tirar o cavalo do gaúcho se tira a essência cultural. As cavalgadas ajudam a manter isso, mas tem gente que precisa do aspecto competitivo. Só que para usar a vaca mecânica em rodeios é preciso criar um cultura de segurança. Tem que ‘eliminar’ o motociclista, essa vaca tem que correr em um trilho. Vai inibir divergências sobre se o motociclista foi mais rápido, mais devagar”.

Narradores

“Temos 186 narradores. Doze deles questionaram o movimento, o regulamento do Departamento de Narradores. Quantos ficaram nessa bronca: quatro. Isso é oposição? Não, são descontentes. Eles enxergam a função de narrador como profissão (o MTG ganhou duas ações na Justiça, uma em que um narrador de rodeios pedia vínculo empregatício e outra em que um narrador pedia anulação de cláusula do Regulamento do Departamento de Narradores, que proíbe que seus integrantes narrem rodeios estranhos à instituição). Para o MTG não é profissão. Por que narrador é profissão e patrão de CTG, juiz, laçador, não? Sei que para muitos é a profissão, mas o movimento não pode oficializar isso”.

CPI Semana Farroupilha

“Eu prestei depoimento duas vezes (a CPI investigava as contas do Acampamento Farroupilha de Porto Alegre, relacionadas aos anos de 2009 a 2013). Foram seis meses de CPI, pediram documentos, ouviram pessoas e a conclusão dá vontade de rir: em documento, escrevem sobre ausência de testemunhas, de documentos importantes. Que testemunhas? Que documentos? Eles não conseguiram um depoimento que mostrasse alguma irregularidade. Não conseguiram provar nada”.

2015: um ano difícil para o MTG

30 de dezembro de 2015 0

Dois mil e quinze foi um ano difícil, e muitas lideranças legalmente constituídas foram postas à prova, inclusive o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). Há tempos o MTG vinha sendo questionado sobre os seus regramentos, sobre a sua ideologia e a sua forma de organização. Só que neste ano os episódios foram parar na Justiça, com a CPI do Acampamento Farroupilha e outras duas ações, uma pedindo vínculo empregatício de um narrador de rodeios e outra pedindo anulação de cláusula do Regulamento do Departamento de Narradores.

Durante seis meses, a CPI investigou as contas do Acampamento Farroupilha entre 2009 e 2013, mas não conseguiu provar nenhuma ilegalidade, alegando “ausência de testemunhas, falta de documentos e pouco tempo para análise da documentação”. No caso do processo movido pelo narrador de rodeios Gustavo Leite de Oliveira, que pedia vínculo empregatício com a instituição, a Justiça concluiu que a função exercida era eventual. Oliveira foi um dos narradores suspensos pelo MTG por participarem de eventos da Federação Gaúcha de Laço. A Justiça ainda reconheceu a legitimidade do Regimento Interno do Departamento de Narradores e a vedação para seus integrantes narrarem rodeios estranhos à instituição (cláusula que motivou suspensões e processos como o de Oliveira).

A decisão da Justiça sobre os episódios foi vista pelo MTG como “três importantes vitórias”. Judicialmente sim, mas a verdade é que a polêmica gerou conflitos, decepções, divisões e desgastes.

Deivis Bueno - aldeia dos anjos

Foto: Deivis Bueno, divulgação

Desgastes que afetaram também a credibilidade do maior festival de arte amadora da América Latina, o Encontro de Arte e Tradição (Enart). A divulgação de uma planilha incorreta com as notas dos grupos de danças tradicionais força A tirava das mãos do CTG Aldeia dos Anjos (de Gravataí) o troféu de grande campeão e o dava ao segundo lugar, o CTG Tiarayú (de Porto Alegre). As planilhas originais foram recontadas e confirmaram a primeira colocação ao Aldeia. Porém, na categoria Trova Estilo Gildo de Freitas, a revisão das notas mostrou que Aldori Moreira Tito, de Alegrete, que havia ficado em terceiro lugar, era o verdadeiro campeão. A organização do Enart havia contratado a empresa Sys Soluções em Informática, de Lagoa Vermelha, para a fazer a soma das notas. Ficou feio.

Em editorial, o presidente do MTG, Manoelito Savaris, escreveu que “quem se dispõe a ser o primeiro da fila, o chefe, sabe que está sujeito a responder por coisas que ele não fez, mas que algum subordinado ou vinculado a ele fez. (…)O que interessa? Houve um erro no Enart, o evento é de responsabilidade do MTG, e o presidente do MTG é o responsável. Simples assim. Pois assumo a responsabilidade. Assumo a culpa.” Em tom de desabafo, ele admite que não era assim que pretendia deixar a presidência do movimento.

A questão é bem maior do que assumir ou não a culpa. Estamos falando de um movimento que deveria integrar, e não separar. O novo gestor do MTG será escolhido no próximo 10 de janeiro, no Congresso Tradicionalista, em Bento Gonçalves.

Conheça as representantes da 25ª RT no estadual de prendas

21 de maio de 2015 0

Duas prendas são as representantes da 25ª RT na Ciranda Cultural de Prendas que começa nesta quinta-feira na cidade de Rio Grande.

O concurso elege as primeiras prendas estaduais, que serão conhecidas neste sábado após uma verdadeira maratona: prova escrita sobre História, Geografia e Folclore do Rio Grande do Sul, prova artística (cantar, declamar ou tocar, e dançar uma dança tradicional e uma de salão), mostra folclórica e prova oral.

Para quem não conhece, o concurso tem três fases: interna, quando os CTGs elegem suas primeiras prendas; regional, quando são escolhidas as representantes das 30 regiões tradicionalistas e, finalmente, estadual. Conheça quem são as nossas representantes:

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Foto: Daniele do Amaral, Divulgação

Liengred Barbosa Cardoso (foto acima), 17 anos, 1ª Prenda Juvenil da 25ª RT, é a prova que ser gaúcho é muito mais do que nascer no Rio Grande do Sul.

Nascida em Salvador (BA), foi adotada aos oito meses por um casal caxiense durante uma viagem. Ganhou dois irmãos e duas irmãs mais velhas.

No concurso, declamará a própria história nas estrofes da poesia Descendência, de Elton Saldanha, que retrata a cultura negra. Versos já cantados por ela na fase interna e regional do concurso.

– É uma poesia que mostra a força dos negros e da minha própria mãe. É uma homenagem. Com relação à minha naturalidade, revelada durante o concurso regional, não encontrei nenhum preconceito – explica.

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Foto: Julio César Dal Monte/Studio Dal Monte, Divulgação

Com 11 anos, Vitória Teresinha Albuquerque Bartelle, 1ª Prenda Mirim da 25ª RT, enfrenta uma preparação digna de adulto: desde janeiro, estuda mais de três horas por noite os aspectos relacionados à prova escrita. Há um ano, tem professores particulares de declamação e dança de salão.

Leva para o concurso a dança de salão Bugio, o Xote de Carreirinha como dança tradicional e a cultura religiosa ao falar de Nossa Senhora de Caravaggio.

Integrante do CTG Ronda Charrua, o gosto pela dança motivou o ingresso no concurso. Tão logo foi eleita prenda da região, informou à família: iria ao estadual.

– Dançar é o que mais gosto. O que me deixa mais nervosa é a prova escrita, que vale mais – diz.

Conheça os peões farroupilhas do Estado

21 de abril de 2015 0

Lourenço Nunes leva para Portão o título máximo do 28º Entrevero Cultural de Peões. Ele já havia sido Guri Farroupilha do Rio Grande do Sul, gestão 2011/2012.

Na categoria mirim, Bernardo Damião Cossetin, consagrou-se o primeiro Piá Farroupilha do Estado, já que o concurso para esta categoria surgiu este ano.

CATEGORIA PIÁ

1º PIÁ – Bernardo Damião Cossetin – 9ªRT – Ijui

2º PIÁ – Leônidas Augusto da Silva – 20ªRT – Horizontina

3º PIÁ – Gabriel Ktuger Macht – 3ªRT – Giruá

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CATEGORIA GURI

1º GURI – Tiago Luigi Gadagnin Radin – 11ªRT – Nova Bassano

2º GURI – Guilherme Henrique B. Nervo – 7ªRT – Agua Santa

3º GURI – Victor matheus M. da Conceição – 4ªRT – Alegrete

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CATEGORIA PEÃO

1º PEÃO – Lourenço de Oliveira Nunes – 15ªRT – Portão

2º PEÃO – Marco Antonio S. Saldanha Jr – 4ªRT – Alegrete

3º PEÃO – Jardelino Neto Santos Coelho – 9ªRT – Tupaciretã

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Fotos: Divulgação/MTG

Concurso estadual: bastidores dos representantes da 25ª RT

18 de abril de 2015 0

Que orgulho, gauchada! Felipe Bernardi Zorzo, 14 anos, Guri da 25ª RT, e Guilherme Suzin, 11, 2º Piá da 25ª RT, são os nossos representantes no 17º Entrevero Cultural de Peões, que começou nesta sexta e segue sábado em Marau, e que elege os representantes estaduais. Neste sábado, ocorriam as provas campeiras : encilhar o cavalete, cevar o mate e laçar vaca parada.

Aqui, confira os bastidores do que acontece no concurso com os nossos peões!

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Descontração antes da prova artística, com Guilherme ao violão.

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Guilherme, com os representantes da 25ª RT. Atrás dele, os pais dele.

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Aqui, piás, guris e peões concentrados para a apresentação ao público.

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Apresentação da prova oral.

Fotos: Arquivo pessoal, divulgação

Bastidores do concurso estadual de peões

18 de abril de 2015 0

Felipe Bernardi Zorzo, 14 anos, Guri da 25ª RT, e Guilherme Suzin, 11, 2º Piá da 25ª RT, são os nossos representantes no 17º Entrevero Cultural de Peões, que começou nesta sexta e segue sábado em Marau, e que elege os representantes estaduais.

Aqui, confira os bastidores do que acontece no concurso com os nossos peões!

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Guilherme e Felipe na missa na Igreja Cristo Rei.

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Aqui, os guris na despedida dos atuais peões e guris estaduais!

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Fotos: Arquivo pessoal, divulgação

Nos minutos que antecederam a prova escrita, os guris posam para mais uma foto.

Boa sorte, meninos!

Concurso estadual: Piá e Guri representam 25ª RT

17 de abril de 2015 0

As exigências são muitas: conhecer a história e geografia do Rio Grande do Sul, Tradição e Folclore, cantar e declamar, dançar e saber as lidas do campo. Não é por acaso que nos últimos meses Felipe Bernardi Zorzo, 14 anos, Guri da 25ª RT, e Guilherme Suzin, 11, 2º Piá da 25ª RT, enfrentam uma rotina digna de vestibulandos e concurseiros. Após meses de preparo, eles representam a região no 17º Entrevero Cultural de Peões, que começou nesta sexta e segue sábado em Marau, elege os representantes estaduais.

Felipe, com aulas à tarde do 1º ano do Ensino Médio, reserva os outros turnos para os estudos da prova escrita, apresentação oral, treino de declamação, canto e dança. Nos finais de semana, ocorriam os treinos para as provas campeiras. Felipe deverá encilhar um cavalo e executar uma prova de rédea. Além disso, deverá mostrar aptidões para fazer charque, churrasco, chimarrão e emalar (dobrar) a capa. Tudo para garantir que as novas gerações aprendam as lidas de galpão.

- O mais fácil foi o contato com o cavalo. Não tive medo. O mais difícil foi aprender a fazer o charque.

Felipe Bernardi Zorzo - Airton Nery / Nery Fotografias

Foto: Airton Nery / Nery Fotografias

Mesmo assim, Felipe arrisca entregar o segredo para uma boa peça de charque:

- Se quer ele mais seco, tem que esperar sair bem o sangue e a água e secar na sombra o dia inteiro. Para que insetos não pousem sobre ele, tem que colocar o charque na rua às cinco da manhã, quando ele perder o brilho.

Foi a dança tradicional que motivou Felipe, com oito anos, a ingressar no CTG. Aos poucos, ele foi se envolvendo com o canto e a declamação.

- Estou ansioso, mas não vou com medo. Cada um tem que dar o seu melhor e o que eu quero é aprender.

Ansioso também está Guilherme Suzin, que entrará para a história da região como o primeiro Piá a concorrer ao recém lançado concurso estadual da categoria. Guilherme agregou os estudos, ensaios e lidas do campo a uma rotina que já era uma maratona: estuda de manhã, participa de contraturno à tarde, com aulas de inglês, computação e atividades esportivas, faz aulas de individuais de salão. Na música, mostrou aptidão: toca violão e flauta.

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Foto: Julio Cesar Dal Monte/Studio Dal Monte

- Eu pretendo continuar com o violão. Meu maior ídolo é Teixeirinha. Das canções dele, minha preferida é Coração de Luto – diz o guri que só dormia escutando música gaúcha quando menor.

Ainda que tenha ingressado no CTG porque queria aprender chula, aos sete anos, ele assistiu ao ensaio de uma invernada e gostou do que viu. A intimidade com a lida campeira surgiu com os concursos. No Estadual, ele vai cevar o mate, encilhar o cavalete (como se encilhasse um cavalo) e laçar vaca parada.

25ª RT se consagra como a grande campeã da Fecars

23 de março de 2015 2

Buenas, gauchada! O vento tem soprado a favor dos nossos laçadores. A 25ª RT volta da Festa Campeira do Rio Grande do Sul (Fecars) como a grande campeã. Entre os prêmios está o troféu Laço Seleção. O evento ocorreu em Santa Cruz do Sul neste final de semana.

A 25ª RT já venceu três grandes festas em um ano: 26ª Fecars (2014), Rodeio Nacional dos Campeões em Santa Catarina e a 27ª Fecars (2015). César Oliveira e Rogério Melo já diziam em canção: “Talento, fibra e coragem não se compra e nem se empresta”.

Confira os campeões da Serra!

27ª FESTA CAMPEIRA DO RIO GRANDE DO SUL – FECARS

LAÇO SELEÇÃO – TROFEU ALFREDO JOSÉ DOS SANTOS
1º Lugar: 25 ª Região Tradicionalista –
CASSIANO PALMEIRA MARQUES – PL LAÇADORES DA QUERÊNCIA
MAICON JOENIR FORTES – PL LAÇO FORTE
VALMIR DE ANDRADE CORREA – CTG ANGELO FRANCISCO GUERRA
ALAN DA SILVA FERRAZ – PL POTREIRO DA SERRA
JEAN GARCIA VIANA – PL UNIDOS PELA TRADIÇÃO
ELIZANDRO DA SILVEIRA – DC PRESILHA SERRANA
LEONARDO GOBBI TRINDADE – CTG VELHO MATEUS
LUCAS VANAZ – PL RODEIO TEATINO
JOSÉ CLAUDIO DE ANDRADE – CTG HERANÇA GAUDÉRIA
LUAN ANGELO DA SILVA – CTG HERANÇA GAUDÉRIA

LAÇO PATRÃO
3º Lugar: Gilson Boff – PL Veteranos – Caxias do Sul – 25ª RT

LAÇO COORDENADOR
2º Lugar: Raul Elior Pereira Teles – DC Os Carreteiros – Caxias do Sul – 25ª RT

LAÇO PAI E FILHO
2º Lugar: Pedro Geraldo Macedo de Lima e Pedro Henrique de Aguiar de Lima – CTG Herança Gaudéria – Caxias do Sul – 25ª RT

LAÇO RAPAZ/PRENDA DUPLA
3º Lugar: Eduardo Keller de Oliveira e Matheus Marques – DC Ginetes da Tradição – Caxias do Sul – 25ª RT

VACA PARADA PIAZITO INDIVIDUAL
1º Lugar: Leonardo Pereira Camelo – CTG Estancieiros do Laço – Caxias do Sul – 25ª RT

CHASQUE
1º Lugar: 25ª RT

LAÇO CONSELHEIRO DE REGIÃO
1º Lugar: Jó Arse – CTG Herança Gauderia – Caxias do Sul – 25ª RT
2º Lugar: José Nicanor Castilhos de Oliveira – DC Ginetes da Tradição – Caxias do Sul – 25ª RT

LAÇO AUTORIDADE
3º Lugar: Alceu Barbosa Velho – Prefeito Municipal de Caxias do Sul – 25ª RT
TETARFE INDIVIDUAL
3º Lugar: CTG Herdeiros da Tradição – 25ª RT

OUTROS CAMPEÕES DA SERRA

LAÇO CAPATAZ
1º Lugar: Alan Soares – PL Sinuelo do Cerrito – São Francisco de Paula – 27ª RT

LAÇO DIRETOR CAMPEIRO DE RT
1º Lugar: Raul Reis – PL João de Barro – São Fco. de Paula – 27ª RT

LAÇO BRAÇO DE OURO
1º Lugar: Diogo Reis Medeiros – PL. Sinuelo de São Chico – São Francisco de Paula – 27ªRT
2º Lugar: Ariane da Silva Soares – PL Sinuelo do Cerrito– São Francisco de Paula – 27ªRT

LAÇO BRAÇO DE DIAMANTE
2º Lugar: Alan Soares – Pl Sinuelo do Cerrito – São Francisco de Paula – 27ª RT

LAÇO GERAÇÃO
1º Lugar: Gecio da Luz, Jair Prestes da Luz e Cassiano Menegola da Luz – CTG Vinte e Nove de Setembro – Cambará do Sul – 27ª RT

LAÇO PRENDA DUPLA
1º Lugar: Ariane da Silva Soares – PL Sinuelo do Cerrito e Bruna Teixeira dos Reis – PL Lajeado Bonito – São
Francisco de Paula – 27ª RT

LAÇO PEÃO
1º Lugar: Diogo Reis Medeiros – PL Sinuelo de São Chico – São Francisco de Paula – 27ª RT

LAÇO RAPAZ/PRENDA DUPLA
2º Lugar: Romulo Trindade – CTG Baio Ruano – Cambará do Sul e Fernando Zanatta – PL Saiqui – Canela – 27ª RT

LAÇO CONSELHEIRO DE REGIÃO
3º Lugar: Dauro Soares – Bento Gonçalves – 11ª RT

VACA PARADA PIAZITO DUPLA
1º Lugar: Pedro Henrique Fanton – CTG Pousada do Imigrante – Nova Bassano e Guilherme Barreto –
CTG Presilha da Serra – Bento Gonçalves – 11ª RT

TRUCO CEGO
1º Lugar: CTG Encosta da Serra – 11ª RT
2º Lugar: CTG Encosta da Serra – 11ª RT

Feggart terá de mudar de nome

10 de março de 2015 0

Houve entendimento: o Festival Gaúcho e Gastronômico de Arte e Tradição (Feggart) terá apoio do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG).  A decisão foi tomada em reunião no sábado entre os organizadores do festival e a diretoria do movimento. Porém, um detalhe: no próximo ano, os organizadores terão de encontrar outro nome para o festival.

Confira a nota enviada à imprensa. E vocês, o que acharam?

 

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Campeões nacionais são gaúchos

09 de março de 2015 0

O time dos cinco homens da foto consagrou-se campeão nacional do Laço Seleção Autoridade no 17º Rodeio Nacional de Campeões, que ocorreu em Piratuba (SC), em fevereiro.

São eles da esquerda para a direita: Arcênio da Silva Brandli (Uruguaiana), Celso Lopes (Rolante), José Araújo (Canela), Nicanor Castilhos (Caxias do Sul) e Luis Araújo (Nova Santa Rita). Eles representaram o Rio Grande do Sul. Parabéns, laçadores!

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Foto: Arquivo pessoal, Divulgação