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Posts de março 2009

Férias

30 de março de 2009 1

Caros fãs do tênis e do blog,

O Deixadinha ficará sem atualizações constantes até o início de maio. O motivo? Férias para este que vos escreve. Isso não significa que deixarei de acompanhar o que rola no mundo do tênis. Às vezes, quando algo importante acontecer, vou dar uma atualizada aqui no blog e no twitter do Deixadinha.

Fiquem ligados e até maio!

Deixadinha: Zé Pereira venceu pela segunda vez consecutiva a Copa Gerdau na categoria 18 anos, batendo o americano Tennys Sandgren (que nome adequado, não?), por 2 a 1. O brasileiro já mostrou que é eficiente como juvenil, vale a torcida para que vingue também entre os profissionais.

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Impressões sobre o Banana - Eles

26 de março de 2009 1

O belga Reuter faturou o torneio masculino/Marcelo Ruschel, POA Press

Alto nível. Em uma avaliação geral, dá para dizer que o torneio masculino do Banana Bowl 18 anos em Florianópolis teve alta qualidade. A proximidade de data e local com a Copa Gerdau e outros torneios da gira Cosat fizeram com que o Banana estivesse recheado de atletas promissores.

Uma das coisas mais gostosas de se acompanhar um campeonato juvenil é isso, tentar apontar aqueles jogadores que vão vingar, conversar sobre os caminhos do tênis com entendidos ou não tão entendidos, ouvir os comentários do pessoal que espera os jogos acabarem para aproveirar as quadras do clube para jogar, bem ou mal.

E nessa de Mãe Dinah, tive algumas boas impressões sobre atletas. É impossível assistir ao suficiente de todos os jogos, ou seja, não vou falar de toda a galera. Vamos a alguns destaques:

Gianni Mina (FRA) – O francês foi o jogador com maior potencial que vi no Banana Bowl. É forte, determinado (virou alguns sets durante o torneio), sabe mudar seu jogo quando precisa, passando de defensivo para ofensivo e vice-versa, e tem uma boa variação de jogadas. Firme na rede. O saque ainda precisa melhorar um pouco. Perdeu a final para Yannik Reuter. Só pude ver o primeiro set, mas o francês entrou perdido no jogo, se mexendo mal na quadra. O rapaz tem mais um ano de juvenil pela frente.

Yannik Reuter (BEL) – Este chegou de mansinho, sem fazer barulho como muitos de seus adversário. Foi eliminando um a um e, quando todos viram, estava na semifinal. Na parte da final que assisti, apresentou um jogo sólido no fundo de quadra, dos dois lados, e botou Mina para correr. Levantou o troféu. É seu último ano como juvenil. Depois, tem tudo para entrar no circuito profissional.

Facundo Arguello (ARG) – O rapaz é mais um da série “Argentinos Encardidos do Esporte”. Brigador, chato pacas dentro de quadra e confiante no seu jogo. Na bela vitória sobre o brasileiro Tiago Fernandes, chegou perto do treinador e disse: “Estoy jugando mucho”. Bate muito forte dos dois lados. Quando necessário, consegue variar o jogo, mas ainda é um pouco instável. Se as coisas dão errado no começo, demora a voltar para a partida. Tem mais um ano no juvenil.

Andrea Collarini (ARG) – Cabeça 1, o argentino tem boa variação de jogo, mas não soube atuar contra Mina, que o deixou preso no fundo de quadra, praticamente levantando as bolas. Perdeu a cabeça. O saque talvez seja o melhor golpe, mas o destaque é para a consistência. Também tem mais um ano de juvenil.

Tiago Fernandes (BRA) - O brasileiro com mais futuro, talvez. Bom na rede, firme no fundo, mas ainda precisa melhorar a movimentação e a tática. Levou um baile de Arguello e não conseguiu fazer nada para contornar a situação. Mas Tiago ainda é novo, fez 16 neste ano, e deve melhorar. Já escrevi sobre ele no antigo Deixadinha.

José Pereira (BRA) – O Zé é o brasileiro mas bem rankeado. Não tem nenhum grande golpe, costuma jogar bem atrás da linha, devolvendo muito e arriscando pouco. Foi irritante a dificuldade que teve para fechar a partida contra o argentino Renzo Olivo, na segunda rodada. Olivo quase caía no chão com cãimbras e conseguia ganhar seus games. Seu forte é a regularidade, combindada com a determinação.Com essas duas qualidades, chegou ao quarto posto do ranking. Está defendendo o título na Copa Gerdau nesta semana e disputa seu último ano como juvenil.

Christian Lindell (SUE) – Brasileiro, mas é naturalizado sueco. Foi o primeiro jogador que me impressionou, na vitória sobre o bom Evan King na segunda rodada. Tem bons golpes de fundo e um saque que é uma pedrada. Está no último ano como juvenil e ainda peca pela falta de concentração em alguns momentos. Dispara muitos palavrões. Mas tem futuro.

Duilio Beretta (PER) – O peruano fez a campanha mais impressionante do torneio ao furar o qualifying e chegar na semifinal. Não assisti com muita atenção seus jogos, mas o rapaz é um bom jogador de saibro, com consistência no fundo de quadra. Tem ainda mais um ano de juvenil.

Esses são apenas alguns bons jogadores do torneio. Alguns devem chegar bem ao profissional, outros não e há ainda quem pode simplesmente desistir do tênis. Acontece. Mas é uma galera para ficar de olho. Por enquanto, vejam vídeos das finais e de entrevistas feitos pela galera da CBT.



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Impressões sobre o Banana - Elas

25 de março de 2009 0

Camila Silva, a vencedora entre as garotas/Marcelo Ruschel, POA Press

No Banana Bowl 18 anos aqui em Florianópolis assisti a mais jogos masculinos do que femininos, mas ainda assim posso fazer algumas observações sobre o torneio.

O fato mais marcante para mim entre as garotas é a precocidade das tenistas. Uma pequena análise das quadrifinalistas, para não se prolongar muito, revela isso:

— Kristina Mladenovic (França), cabeça 1, nasceu em 14/05/1993 (15 anos).
— Emi Mutaguchi (Japão), nasceu em 30/09/1993 (15 anos)
— Eugenie Bouchard (Canadá), nasceu em 25/02/1994 (15 anos)
— Madison Keys (Estados Unidos), nasceu em 17/02/1995 (14 anos)
Camila Silva (Chile), nasceu em 30/10/1992 (16 anos) – CAMPEÃ
— Akiko Omae (Japão), nasceu em 29/01/1993 (16 anos)
— Silvia Njiric (Croácia), nasceu em 09/07/1993 (15 anos)
Veronica Cepede Royg (Paraguai), nasceu em 21/01/1992 (17 anos)

Vale lembrar que o torneio é de categoria 18 anos. Então é de assustar que uma garota como Madison Keys já esteja disputando o último nível antes do profissional. Olhe bem, ela completou 14 anos no começo deste ano. Chegou a ganhar set jogando contra a 139ª do mundo em torneio profissional.

Todas as quadrifinalistas, exceto as sul-americanas Camila Silva e Veronica Cepede Royg poderiam jogar a categoria 16 anos. São fortes e têm golpes pesados. No masculino, nenhum dos jogadores que chegaram às quartas-de-final tinha menos de 16 anos.

Isso pode significar várias coisas. Que a evolução é forçada, que a técnica não chega tão apurada ao profissional e o nível diminui, que as jovens encaram muito cedo a responsabilidade de uma carreira. Ou pode ser também um processo natural.

Mas não há como negar que a popularidade de atletas e a perspectiva de fama e dinheiro fascinam, principalmente os jovens. E sempre há quem quer crescer junto com the next big thing do tênis mundial.

Curiosamente, as duas sul-americanas são as mais velhas. Indicativo de que aqui as coisas andam mais lentamente neste sentido, não acham?

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Dentro das quadras, o tênis que as meninas apresentaram foi de bom nível, composto quase que totalmente de golpes fortes do fundo de quadra. Nada muito diferente do que é atualmente apresentado no profissional.

Um ponto positivo é que as duplas faltas foram menos constantes. Entretanto, algumas jogadoras pareciam se livrar logo da bola na hora do serviço e preferiam se garantir nas pancadas de esquerda e direita.

Trabalhei na redação no domingo e, infelizmente, não vi a campeã Camila Silva jogar. Fã de Martina Hingis, a chilena vem fazendo ótimas campanhas nos últimos torneios sul-americanos. É atualmente a 14ª do ranking juvenil.

Camila deve ter atuado bem, pois bateu na decisão a francesa Kristina Mladenovic, cabeça-de-chave número 1. Assisti a um pedaço de um jogo de Kristina. É consistente no fundo de quadra, com potencial. Mas, claro, precisa de experiência, como todas ali.

Destaque também para a croata Silvia Njiric, lutadora e com boa direita, e para a americana Madison Keys, que está jogando em altíssimo nível para quem fez 14 anos no começo de 2009.

Precoces, precoces… Guardem bem a carinha da Camila Silva e das meninas aqui embaixo. Daqui a pouco elas devem estar pintando nos grandes torneios profissionais.


Crédito: Todas as fotos são de Marcelo Ruschel, POA Press 

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Campeão onde o vento faz a curva (na bola)

23 de março de 2009 4

Morder tantos troféus deve fazer mal para os dentes/Paul Buck, EFE
O vento que soprou em Indian Wells neste domingo foi de incomodar até quem assistia à final do Masters 1000 entre Rafael Nadal e Andy Murray. A bola saía da raquete, quicava e desviava uns 20, 30 centímetros para os lados. O tenista tinha que calcular a distância e aí colocar um bom golpe. Tarefa para poucos.

Murray se atrapalhou e perdeu por 6/1 e 6/2. Jogo estranho, não dá para usar como parâmetro para comparar os jogadores. Nesse vídeo dá para ver bem o (d)efeito do vento:

Quem também se atrapalhou com as intempéries foi Ana Ivanovic, que resolveu dar as caras novamente na final de um torneio importante. Pena (para ela) que a russa Vera Zvonareva se adaptou melhor e venceu por 7/5 e 6/2.

Nada que tire o mérito do título de Nadal e Zvonareva, lógico. Lembro da vez em que eu estava jogando tênis nas quadras da Universidade Federal de Santa Catarina pouco antes da chegada do furacão Catarina ao Estado. O jogo foi terrível. De fechar os olhos. Essa coisa de adaptação é para quem entende mesmo.

O ano vai passando, e Nadal continua mordendo troféus. Os ventos de Indian Wells não são, mesmo, os ventos da mudança.

Música para o post: Biquini Cavadão – Vento Ventania

Deixadinha: Ah, amanhã devo fazer um post sobre coisas que vi no Banana Bowl. Tomara que dê tempo!

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Fiquem de olho no twitter

20 de março de 2009 1

Vou na sexta-feira dar mais uma conferida no Banana Bowl 18 anos em Florianópolis. Prestem atenção no twitter do Deixadinha para algumas atualizações a partir das 10h, 10h30min.

A programação está aqui.

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Enquanto isso, Indian Wells

19 de março de 2009 0

Bobeou? Dançou/Paul Buck, EFE
…segue fervendo. Fiquei surpreso ao ligar a tevê às 5h30min e ver que ainda estava passando o jogo de oitavas-de-final entre Rafael Nadal e David Nalbandian. E ainda mais surpreso ao ver que Nalba tinha faturado o primeiro set.

Mas é aquele negócio: não dá para perder cinco match points contra Nadal. É caixão. O espanhol venceu no tie-break e atropelou um Nalbandian desmotivado no terceiro set.

Assim, ótimas quartas-de-final definidas com Nadal x Juan Martin del Potro, Novak Djokovic x Andy Roddick, Ivan Ljubicic x Andy Murray e Fernando Verdasco x Roger Federer. Este último jogo vai ser o bicho, não acham? O Verdasco já falou que acredita ter condições de vencer Fedex.

No feminino, uma semifinal está definida com Victoria Azarenka x Vera Zvonareva. A outra será entre Ana Ivanovic (de volta?) ou Sybille Bammer e Agnieszka Radwanska ou Anastasia Pavlyuchenkova.

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Sobraram oito no Banana

19 de março de 2009 0

Querem aprender a secar um jogador? Falem comigo. O que aconteceu? O Christian Lindell perdeu para o peruano Duilio Beretta por duplo 6/3. Faz parte.

Bom, o sono prevaleceu e me prendeu na cama nesta manhã. Acabei não indo ao Banana Bowl na Lagoa da Conceição, em Floripa. Mas devo ir na sexta-feira, dia de quartas-de-final.

Apenas um brasileiro ainda está vivo. É o jovem promissor Tiago Fernandes, que vencia a partida por 6/3 e 3/0 contra Bruno Semenzato quando o rival desistiu. Zé Pereira caiu diante do bom francês Gianni Mina por 2 a 1. No feminino, a favorita Kristina Mladenovic, da França, atropelou mais uma adversária.

Feminino
Kristina Mladenovic (FRA) d. Cecilia Costa (CHI) 6/1 6/2
Emi Mutaguchi (JPN) d. Alexandra Krunic (SBR) 7/6(4) 6/1
Eugenia Bouchard (CAN) d. Jana Cepelova (SKV)  6/1 6/3
Akiko Omae (JPN) d. Chantal Skamlova (SVK) 6/4 6/0
Camila Silva (CHI) d. Mallory Burdette (USA) 6/4 6/1
Madison Keys (USA) d. Aleksandrina Naydenova (BUL) 6/4 7/6(2)
Silvia Njiric (CRO) d. Gabriela Coglitore (VEN) 6/3 6/1
Veronica Cepede (PAR) d. Nicole Bartnik (USA) 7/5 6/2 

Masculino
Gianni Mina (FRA) d. Jose Pereira (BRA) (SC) 6/4 2/6 7/5
Tiago Fernandes (BRA) (SC) d. Bruno Semenzato (BRA) (SC) 6/3 3/0 des.
Duilio Beretta (PER) d. Christian Lindell (SWE) 6/3 6/3
Yannik Reuter (BEL) d. Guilherme Clezar (BRA) (RS) 6/4 6/4
Facundo Arguello (ARG) d. Juan Gomez (COL) 6/1 6/4
Filip Horansky (SVK) d. Agustin Velotti (ARG) 7/6(3) 6/1
Kevin Konfederak (ARG)  d. Mitchell Frank (USA) 6/0 6/3
Andrea Collarini (ARG) d. Gaetan Lonvinfosse (BEL) 6/3 6/2

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Banana Bowl é show!

19 de março de 2009 1

Zé Pereira ganhou no preparo físico/Marcelo Ruschel/ Poa Press
Pô, que clima legal o do Banana Bowl 18 anos em Florianópolis. Passei a tarde inteira lá fazendo a cobertura pelo twitter do Deixadinha, espero que tenham acompanhado e gostado.

É muito bom estar no meio de uma galera que vive o tênis, que joga com muita garra, que não quer perder de jeito nenhum. Um pessoal que está lutando pelo futuro, pelo sonho no esporte, seja ele em inglês, espanhol, português, russo, sueco ou outra língua.

Claro que não consegui ver todos os jogos. São nove quadras, com partidas simultâneas. Sem chance. Mas procurei me focar em alguns jovens que parecem promissores.

Conferi um pouco da partida de Tiago Fernandes, pupilo do Larri Passos. Já sabia que ele é um bom jogador, mas confesso que me impressionou mais da primeira vez. Teve alguma dificuldade para derrotar seu adversário, o venezuelano Jesus Bandres. Ainda assim, é uma das maiores esperanças brasileiras, pois tem dois anos de juvenil pela frente (está com 16).

Nosso jovem mais bem rankeado, José Pereira, está prestes a se profissionalizar. Enfrentou um bom adversário, o argentino Renzo Olivo, e se complicou porque não conseguiu aproveitar o péssimo momento físico do rival. Olivo pediu atendimento do fisioterapeuta várias vezes por causa de cãimbras, mal corria, chegou a sacar por baixo e ganhou seus games. Mas não segurou as pontas até o final. Sorte do Zé, que tem no preparo físico sua principal arma.

Quem fez boa atuação entre os brasileiros, com raça e determinação, foi Bruno Semenzato. Ele bateu o belga Arthur de Greef por duplo 6/3. Ótimo resultado, excelente jogo. Bruno e Tiago se enfrentam já na quinta-feira. Bom de assistir.

Entre os gringos, destaque para o francês Gianni Mina, que tem o perfil físico do Gael Monfils. Mina tem golpes fortes, saque potente e cobre bem a quadra. Presença poderosa.

Facundo Arguello, da Argentina, também merece destaque. Raçudo que só ele e com patadas de esquerda e de direita impressionantes para alguém do seu tamanho.

Mas o jogador que mais me impressionou foi o brasileito naturalizado sueco Christian Lindell. O jogo do garoto fascinou quem assistiu à partida na subestimada quadra 7. Venceu com propriedade um adversário forte, bem melhor rankeado, o americano Evan King.

Lindell tem tudo para `dar jogador`, como se diz. Saque forte, golpes de base fortes, procura as linhas toda hora e, se precisa, sabe dar uma deixadinha ou outro toque sem peso.

Entre uma gafe e outra deste que vos escreve, como pensar que o cara treina na Suécia (tsc tsc tsc), bati um papo com o rapaz de 17 anos após a partida, pouco depois de um dos juízes do torneio falar para ele maneirar nos palavrões. O guri é gente finíssima, confere aí:


Tenho sono, mas acho que vou acompanhar os jogos desta quinta-feira. O dia promete. A programação está no blog oficial do torneio.

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Cobertura do Banana Bowl no Twitter

18 de março de 2009 0

Ô, tchurma, vou nesta quarta-feira conferir um pouco do Banana Bowl na Lagoa da Conceição, em Floripa, por volta das 11h30min. Marquei uns jogos na tabela para acompanhar. Vou fazer comentários no twitter do Deixadinha, no endereço www.twitter.com/deixadinha. Fiquem ligados lá ou aqui do lado, na barra da direita do blog, e deem um F5 (atualizar) de vez em quando.

Vou tentar assistir a esses jogos:

Jesus Bandres (VEN) x Tiago Fernandes (BRA)
Renzo Olivo (ARG) x José Pereira (BRA)
Gabriel Dias (BRA) x Mitchell Frank (USA)
Kristina Mladenovic (FRA) x Jessica Regula (USA)
Duillio Beretta (PER) x Julien Obry (FRA)
Andrea Collarini (ARG) x Garret Brasseaux (USA)
e algumas duplas com os jogadores citados

O critério para minhas escolhas é simples: prioridade para brasileiros e cabeças-de-chave. Alguns jogos são no mesmo horário, aí eu decido na hora. ACOMPANHEM O TWITTER!

Abraço!

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O presente e o futuro

17 de março de 2009 0

Guga cumprimenta Gabriel Dias sob os olhares de Zé Pereira, no Banana Bowl/Divulgação/CBT
Dois torneios legais agitam esta semana. Um, como todos deve estar acompanhando, é Indian Wells. O primeiro Masters 1000 do ano começou esperançoso para os brasileiros, com uma boa vitória de Thomaz Bellucci sobre Janko Tipsarevic. Depois, veio Fernando Verdasco e acabou com nossa alegria. O paulista se perdeu no segundo set, e o espanhol manteve a boa fase.

No mais, algumas surpresas pequenas. Os quatro grandes não tropeçaram. O que me surpreendeu um pouco foi a derrota precoce de Gael Monfils para o grandalhão John Isner. Estou começando a achar que a ida de Monfils a Acapulco comprometeu um pouco seu início de temporada, apesar do vice no México, não acham?

A queda de Radek Stepanek frente a Sam Querrey também merece destaque, mas acho que se deu muito mais pelo cansaço do checo depois de um início de temporada muito bom.

Jeremy Chardy bater Mardy Fish? Normal. Dificilmente o americano repetiria o vice do ano passado. Ou seja, vai cair. Ivan Ljubicic derrotou Gilles Simon. Zebrinha. Mas Simon não está mantendo o mesmo nível de 2008.

E, pô, assisti ao jogo do Andy Roddick contra o Daniel Koellerer, e o austríaco não aprontou nada, ou quase nada. Quase pedi de volta o dinheiro da energia elétrica usada na tevê. Ainda assim, o cara conquistou o público.

Futuro

O outro torneio bom de acompanhar nesta semana é o Banana Bowl, no Lagoa Iate Clube (LIC), em Florianópolis. Confesso que ainda não fui lá para assistir, pretendo ir nesta quarta-feira, quando a coisa começa a esquentar.

É o futuro do tênis, afinal. Principalmente o brasileiro. É para ficar de olho em José Pereira no seu último ano de juvenil, Gabriel Dias, o melhor do país no Aberto da Austrália, Tiago Fernandes, ótima promessa, entre outros.

Se até o Emilio Sanchez deu as caras por lá, por que que a gente não vai, né?

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Postado por Rodrigo

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