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Posts de julho 2009

Ela, a boa fase (parte 2)

31 de julho de 2009 0

Daniel causa problemas diplomáticos com a França/Peter Klaunzer, EFE
Ufa. Não sequei ninguém, e as notícias de hoje são ainda melhores que as de ontem, pois Marcos Daniel e Thomaz Bellucci estão na semifinal do ATP 250 de Gstaad, no saibro da Suíça.

O gaúcho Daniel chegou à primeira semifinal de torneio deste nível na carreira após derrotar o francês Florent Serra, por 6/4 e 7/6(1). O rapaz, aliás, é matador de franceses. Tirou Paul-Henri Mathieu, cabeça 8, na estreia, Julien Benneteau e, agora, Serra. Problemas diplomáticos bem no ano da França no Brasil!

Bellucci perdeu o primeiro set por 6/3 e contou com a contusão do alemão Nicolas Kiefer para avançar. A sorte deu aquela piscada para o brasileiro.

Os dois voltam à quadra no sábado. Daniel pega o alemão Andreas Beck, e Bellucci duela contra o russo Igor Andreev.

Côsa linda, não?

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Postado por Rodrigo

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Ela, a boa fase

30 de julho de 2009 0

Bellucci e Daniel: a campanha já é boa, mas pode melhorar/EFE
Tenho lá minhas superstições. Não ia postar nada sobre a vitória dos brasileiros, com medo de estragar. Mas os caras “fizeram o Brasil ficar orgulhoso” como está na capa do site da ATP. Me rendi.

Cinco anos depois, o país tem dois tenistas nas quartas-de-final de um torneio da ATP, o 250 de Gstaad na Suíça. Em duas vitórias importantíssimas, Marcos Daniel derrotou Julien Benneteau e Thomaz Bellucci bateu o bom Stanislas Wawrinka, na casa dele.

Nas quartas, enfrentam Florent Serra e Nicolas Kiefer, respectivamente. Adversários complicados, mas dá para vencer sim.

Fiz um pequeno levantamento da performance de Daniel e Bellucci neste ano para outro post, que perdeu um pouco seu gancho. Então, coloco aqui. Não estão computados os dados desta semana:

Marcos Daniel - 31 anos – 73º no ranking
Em 2009, jogou dez challengers (ganhou três), cinco ATPs 250, um ATP 500 e dois Grand Slams. Quando enfrentou tenistas com ranking pior que o seu, ganhou 23 partidas e perdeu nove. Ao duelar contra jogadores com ranking melhor, venceu cinco e foi derrotado em seis.

Thomaz Bellucci - 21 anos – 119º no ranking
Em 2009, jogou 7 challengers (ganhou um), sete ATPs 250 (foi vice na Costa do Sauípe), dois ATPs 500, quatro Masters 1000 e dois Grand Slams. Também disputou a Davis contra a Colômbia. Quando enfrentou tenistas com ranking pior que o seu, ganhou 19 partidas e perdeu nove. Ao duelar contra jogadores com ranking melhor, venceu cinco e foi derrotado em 12.

Bom, até amanhã. Com boas notícias, espero.

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Postado por Rodrigo

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Começa venda de ingressos para Brasil x Equador

29 de julho de 2009 0

Chegou o momento que muita gente aí estava esperando. Os ingressos para o confronto Brasil x Equador na repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis estão à venda. É uma ótima oportunidade para retornarmos para a elite do tênis. O duelo será no ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, de 18 a 20 de setembro.

Serão vendidos 8 mil ingressos, com preços entre R$ 60 (arquibancada) e R$ 600 (box seat individual). As cadeiras custam R$ 150, a área VIP, R$ 300, e o box seat com seis lugares, R$ 3,6 mil. Os valores são para os três dias. Não haverá venda para dias isolados. Preço justo, na minha opinião.

Dá para comprar no site do Opinião Ingressos (arquibancada está R$ 72, sempre tem uma taxinha nesse tipo de venda), pelo telefone (51) 8549-4910 ou na Confederação Brasileira de Tênis.

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A volta de Davydenko

28 de julho de 2009 2

Esse ventilador era exatamente o que Davydenko precisava para as viagens/Maurizio Gambarini, EFE

Gosto bastante de ver os jogos do russo Nikolay Davydenko. Tem aquele estilo agressivo, veloz, de bater forte e bem do jeito que a bola vem, mas com mais variação do que um James Blake, por exemplo. O russo pode, em um dia inspirado, incomodar bastante os líderes do ranking.

Por isso, fiquei contente em vê-lo novamente conquistar um título, no ATP 500 de Hamburgo, no fim de semana. Venceu o francês Paul-Henri Mathieu por 6/4 e 6/2 e agora está em nono na lista de entradas. Bom retorno, Nikolay.

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Charlene Riva e Myla Rose

25 de julho de 2009 0

Foto de um casal feliz, enquanto não pintam as primeiras imagens das gêmeas/Markus Stuecklin, EFE

Você sabe quem são essas duas garotas do título do post? São a salvação do tênis feminino, ou como disse Andy Roddick, as vencedoras de Wimbledon entre 2029 e 2040.

São as filhas de Roger Federer e Mirka Vavrinec, que nasceram na sexta-feira, saudáveis. Que ano incrível para o tenista número 1 do mundo, não? Certamente repleto de emoções, conquistas e realizações.

Parabéns para o casal e saúde para as meninas!

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Postado por Rodrigo

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Só para dar mais gostinho

23 de julho de 2009 0

As quadras de Monte Carlo/Cenoer Rosa Filho, arquivo pessoal
No último post, falei sobre o tênis visto por cima e coloquei uma foto das quadras onde é disputado o Masters de Monte Carlo. Pois é. O colega aqui de diario.com Felipe Rosa mandou uma foto que o pai dele, o Cenoer Rosa Filho, tirou em julho do ano passado. Demais, né?

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O tênis visto de cima

16 de julho de 2009 1

De cima para baixo: Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e Aberto dos Estados Unidos/Reprodução

Eu queria fazer esse post há algum tempo, mas sempre adiava o download do Google Earth e a busca na internet pelo arquivo com as quadras de diversos torneios da ATP. Baixei um e encontrei o outro.

Acho muito legal observar como é a disposição das quadras e o entorno dos locais onde são disputados os maiores torneios do tênis mundial. Com este plugin do Google Earth é possível fazer isso e viajar virtualmente pelo circuito.

Ok, está desatualizado. Os torneios de segunda grandeza ainda são chamados de Masters Series, uns campeonatos foram rebaixados, outros subiram, alguns apareceram ou sumiram. Mas dá para conhecer bastante. Se ativadas as atualizações feitas por internautas, é um mundo de informação (literalmente).

As quatro imagens aí de cima são dos Grand Slams. As quadras mais importantes têm até modelagem 3D. Para quem não pode ir até o local, quebra um galho.


Essa é a vista aérea do Masters de Monte Carlo. Feio, feio, né? – Crédito: Reprodução

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Davis de surpresas e confirmações

14 de julho de 2009 0

Levy: ninguém contava com a astúcia dele/Pavel Wolberg, EFE

Israel x Rússia — Que surpresa a vitória de Israel sobre a Rússia, não? Está certo que os russos estavam com um time meio capenga, mas seus jogadores têm muito mais tradição e nome do que os israelenses. Mais uma vez ficou provado que só isso não basta.

Do confronto, destaco a participação ótima e inesperada de Harel Levy, que venceu Igor Andreev no primeiro ponto e teve forças para fechar o confronto com vitóra sobre Igor Kunitsyn.

Dudi Sela derrotou Mikhail Youzhny sem deixar dúvidas. O ponto decisivo foi mesmo o das duplas, em que Jonathan Erlich e Andy Ram derrotaram Igor Kunitsyn e Marat Safin. Uma vitória russa poderia dar outro ânimo ao time. Deu Israel em difíceis cinco sets.

República Checa x Argentina — E não é que Radek Stepanek apareceu para jogar simples no último dia? Não fosse ele, talvez os argentinos estivessem comemorando agora. Juan Martin del Potro fez sua parte. A dupla sul-americana foi muito fraca, e Juan Monaco perdeu as duas simples. É, faltou o Nalbandian.

Croácia x EUA — Marin Cilic foi o destaque croata, com duas vitórias em simples. A derrota americana era esperada, apenas o ponto nas duplas, com os irmãos Bryan, era praticamente garantido. Talvez com Andy Roddick a sorte americana fosse melhor. Ivo Karlovic também fez sua parte no triunfo sobre James Blake em cinco sets.

Espanha x Alemanha — O que botaram na água do Philipp Kohlschreiber? O alemão resolveu jogar e quase afundou os espanhois em casa com duas vitórias em simples sobre Tommy Robredo e Fernando Verdasco. A dupla espanhola levou a melhor, assim como Verdasco sobre Andreas Beck. A bomba sobrou para quem? Para o veterano Juan Carlos Ferrero, que fez seu trabalho por 3 a 0 sobre Beck. Ufa. Nadal, é melhor você voltar logo.

Na semifinal, os duelos serão República Checa x Croácia e Israel x Espanha. A minha aposta (e a da maior parte dos internautas do site oficial da Copa Davis) é uma final entre Croácia x Espanha. Qual o palpite de vocês?

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Davis, para mudar os ares

09 de julho de 2009 0

Está claro na foto. É sinal vermelho para os alemães (à direita)/EFE
Foram uns 40 dias que entraram para a história do tênis mundial. Agora é hora de dar aquele respiro, pegar fôlego para encarar a temporada de quadras duras na América do Norte e o carpete europeu.

Nada como uma semana de Copa Davis para marcar essa virada. De sexta a domingo serão disputadas as quartas-de-final da competição entre países. Confira aí como serão os confrontos, com uma análise rápida e, claro, a eterna aposta:

República Checa x Argentina
Onde: Ostrava, na República Checa
Piso: Duro
Análise: As duas equipes não terão seus líderes, pelo menos em simples. Do lado argentino, David Nalbandian ainda se recupera da cirurgia no quadril. Entre os checos, o lamento é pela ausência de Radek Stepanek nas simples, por causa de lesão. Mas disputará a partida de duplas, a princípio. Dessa forma, a Argentina vem com Juan Martin del Potro e Juan Monaco nas simples, contra Tomas Berdych e Ivo Minar. Acredito em vitórias de Berdych sobre Monaco e Del Potro sobre Minar. Mesmo com Stepanek meia-boca, acho que os checos levam nas duplas. A boa fase de Del Potro deve prevalecer sobre Berdych. Aí a questão fica para o quinto jogo, entre Monaco e Minar, se nenhum dos capitães mudar a escalação. Vai que Stepanek resolve jogar? Se ficar mesmo entre Monaco e Minar, fico com o argentino, que faz um ano bom.
Aposta: Argentina vence por 3 a 2. Estou apostando demais em Juan Monaco?

Croácia x Estados Unidos
Onde: Porec, Croácia
Piso: Saibro
Análise: confronto muito difícil de prever o resultado. Os croatas escolheram o saibro para complicar para os americanos, uma vez que os europeus parecem se virar um pouco melhor no piso lento. O destaque do time da casa é, claro, Ivo Karlovic, que tem Marin Cilic como ótimo escudeiro. Os americanos não têm Andy Roddick, que tirou uma folga para se recuperar de dores e do cansaço depois da final de Wimbledon. James Blake e Mardy Fish representam o país nas simples. Nas duplas, os EUA têm os entrosados irmãos Bryan.
Aposta: Croácia vence por 4 a 1. Mas não duvidem se ocorrer um 5 a 0 para os americanos. Nas simples, os jogadores estão em um nível muito próximo, embora ache que Karlovic leve pequena vantagem pela boa fase que passa. O único ponto praticamente garantido é das duplas, com os Bryan.

Israel x Rússia
Onde: Tel Aviv, em Israel
Quadra: Dura
Análise: Israel é o patinho feio destas quartas-de-final. Venceu na primeira rodada a desfalcada Suécia por 3 a 2 e não deve complicar muito a vida da Rússia dos simplistas Mikhail Youzhny e Igor Andreev. Dudi Sela é o único que pode incomodar um pouco, mas não deve ganhar mais do que um ponto e olhe lá. Nas duplas, Marat Safin e Igor Kunitsyn devem fazer jogo disputado contra os bons Jonathan Erlich e Andy Ram.
Aposta: Rússia vence por 4 a 1

Espanha x Alemanha
Onde: Marbella, na Espanha
Piso: Saibro
Análise: A Espanha, mesmo sem Nadal, tem tudo para derrotar a Alemanha com requintes de crueldade em Marbella. No saibro, será difícil incomodar Fernando Verdasco, Feliciano Lopez e os especialistas Tommy Robredo e Juan Carlos Ferrero. Pelos alemães jogam Philipp Kohlschreiber, Nicolas Kiefer, Mischa Zverev e Andreas Beck. A zebra vai ter que ser imensa, da maior espécie possível, para que a campeã Espanha perca este confronto.
Aposta: Espanha vence por 5 a 0

Concordam, discordam? Comentários abertos!

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Federer, Wimbledon e a listinha de metas

05 de julho de 2009 5

Federer irá em busca de voos ainda mais altos?/Gerry Penny, EFE

Pronto. Mais um item da lista de coisas para fazer de Federer foi riscado neste domingo na grama sagrada de Wimbledon. Havia muita coisa em jogo para o suíço na decisão: o retorno ao topo do ranking, a reconquista do torneio, mas, principalmente, era o 15º triunfo em torneios de primeira grandeza.

Para Federer, missão dada é missão cumprida, como diria o pessoal da Tropa de Elite. Poucas coisas faltam ao curriculo desse supercampeão. Ganhar todos os Slams em um ano, talvez. Ou a medalha de ouro olímpica em simples ou mais títulos de Masters. Com ou sem essas conquistas, o nome de Federer é referência e permanecerá assim por muito tempo.

O antigo recorde de títulos de Slam de Pete Sampras, com 14, passou para as mãos talentosas e merecedoras de Federer. Concentrando-se no jogo deste domingo, dá para dizer que o trabalho foi árduo.


Para alguns, com o 15º título de Slam, ninguém mais faz sombra a Federer na história do tênis - Foto: EFE

Andy Roddick engrandeceu o título e o recorde de Federer. Quando todos esperavam um americano pouco eficiente, até conformado com a provável derrota, o que vimos foi um jogador maduro, guerreiro, tático, extremamente concentrado.

Roddick castigou Federer com seus saques na esquerda, esperou a hora certa de bater forte, não teve preguiça de se abaixar para devolver os slices venenosos de Federer. O suíço, por sua vez, sacou ainda melhor. Mas, daquele jeito dele, errou coisas que deveria não ter errado. Deixa. Ele é assim mesmo.

Depois de um 16/14 no quinto set, dizer que Roddick não poderia ter vencido é um absurdo. Poderia por tudo o que jogou durante o campeonato e deveria, não fosse Federer do outro lado da quadra.

Tal qual juiz de futebol que favorece o time grande, os deuses do tênis sopraram mais ventos positivos para Federer, o mito. E é melhor não contrariar esses caras. São eles que moldam a história do esporte com jogos maravilhosos como o deste domingo.


Roddick fez uma das melhores partidas da carreira, mas não conseguiu evitar a queda - Foto: EFE

O jogo

O saque fez a diferença em toda a partida. Foram jogados 75 games (fora os tiebreaks), com apenas três quebras de saque. Duas de Roddick, no primeiro e no terceiro sets, e uma de Federer, que definiu a partida.

Em um torneio assim, nada mais adequado do que dois exímios sacadores chegarem à final. Roddick disparou 187 aces no torneio, contra 127 de Federer. Fora os saques sem resposta e os que preparam muito bem o ponto. É o fundamento mais importante do tênis moderno, ao lado da direita, possivelmente.

Nos poucos momentos de desequilíbrio, Roddick surpreendeu Federer no primeiro set. No segundo, o americano perdeu um set point num voleio ridículo e ressuscitou Federer, que ganhou a parcial. No terceiro, o suíço dominou o tiebreak, sem complicações. No quarto, a quebra a favor de Roddick veio no começo e depois o americano administrou com competência. No quinto, bem… quebra apenas no 30º game para Fedex. Viva o set longo, de emoções sem fim!

Deixadinha: Ô, torneio para ter jogo bom, hein? Ano passado foi um Roger Federer x Rafael Nadal que é considerado o melhor de todos os tempo. Neste ano, um épico entre Federer e Roddick. E tem gente que não gosta de Wimbledon…

Deixadinha 2: Agora, com as coisas mais quentes, é hora de dizer de novo “Volta logo, Nadal!”.

Deixadinha 3: Aos desavisados, o placar do jogo foi 5/7, 7/6(6), 7/6(5), 3/6 e 16/14.

Veja como foi a cobertura em tempo real:

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Postado por Rodrigo

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