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Posts de setembro 2009

Pennetta pimenta

29 de setembro de 2009 1

No vestiário, na quadra, no avião.../Giulio Di Mauro, EFE
De bem com a vida após atingir o melhor ranking da carreira, a italiana Flavia Pennetta, décima do mundo, parece também estar bem resolvida no lado pessoal. Em entrevista ao programa Le Iene Show, da televisão italiana, Flavia falou sobre sexo, doping e homossexualismo no tênis.

Para ela, Tommy Haas é o bonitão do circuito masculino, mas toparia uma `rapidinha` com Marat Safin. Acho que a opinião das leitoras do blog não é muito diferente, certo?

Falou também que já deu um fora em um tenista brasileiro (apostas?), que transou em um vestiário, em quadras e em um avião, durante uma longa viagem.

Revelou que quando namorava com o espanhol Carlos Moya dividiam o quarto durante torneios e não havia abstinência sexual, mas `sexo livre`.

A italiana disse ainda que há homossexualismo no circuito feminino (mas isso não é lá novidade) e que o doping existe. Segundo ela, tenistas só usariam cocaína por divertimento.

É, não é todo dia que se vê uma entrevista assim de uma tenista.

Deixadinha: Ela abriu o jogo, mas não falou qual a posição sexual preferida. Mas o Deixadinha conta com exclusividade! É o… Canguru-Pennetta! (desculpa)

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Postado por Rodrigo

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As reclamações

28 de setembro de 2009 1

Li muitas queixas sobre a estrutura para público e jornalistas na Copa Davis em Porto Alegre, mas não encontrei respostas ou explicações em nenhuma parte. Publico essa queixa que recebi. Vou mandar também para a assessoria de imprensa da Davis, tentando uma resposta:

Quando fui tentar comprar um lanche na sexta-feira à noite no ginásio Gigantinho entre o intervalo entre os dois jogos, deparei-me com alguns problemas. Cinquenta minutos em uma fila gigantesca, lanches gordurosos e a maioria contendo carne (sou vegetariano), superfaturamento de lanches e bebidas, pessoas furando a fila…

Até aí, tudo bem, ainal de contas, estamos no Brasil.

Não satisfeito com essa situação, no sábado resolvi levar de casa meu próprio lanche em uma sacola plástica. Obviamente primeiro verifiquei no ingresso se não havia alguma proibição. Eis o que consta no verso do ingresso:

“Não será permitido o acesso com máquina fotográfica, filmadora ou gravador, garrafas, latas, bebidas alcoólicas, guarda-chuvas, foguetes e bombas de fumaça”

Ao tentar entrar no ginásio no sábado, fui barrado pelos seguranças pois na minha sacola havia itens proibidos. Admito que levei duas garrafinhas de água, pois não queria pagar R$ 1,50 por um copinho de 200 ml de água (de novo, estamos no Brasil, e não nos Emirados Árabes, onde a água vale mais do que o petróleo). Não me importei em colocar as garrafinhas de água na caixa de papelão na qual eles estavam apreendendo os itens proibidos.

Mas, para a minha surpresa, o segurança também me proibiu de entrar com um pacote de bolachas, um de salgadinhos e uma barra de cereal. Não tendo como voltar para a casa para guardar a comida, fui obrigado a deixá-la na tal caixa de papelão.

Percebam bem, o verso do ingresso não diz nada sobre uma possível proibição de lanches apenas de garrafas. Ironicamente, vi muitas pessoas na sexta-feira dentro do ginásio com guarda-chuvas. Bom, máquina fotográfica então nem se fala. Vi inclusive filmadoras de alta resolução por lá. Aliás, também muita gente conseguiu entrar com mateiras dentro do ginásio.

O engraçado é que todos os itens listados como proibidos estão relacionados ou com a proteção dos direitos de exibição do evento, ou então com a questão de segurança. Que mal viu a organizadora do evento nos lanches e nas garrafinhas de água?

A resposta, para mim, é simples: permitir que os torcedores levassem de casa seus próprios lanches e bebidas não alcoólicas diminuiria consideravelmente o lucro do serviço de bar do ginásio, pois certamente depois da sexta-feira ninguém mais iria se arriscar a perder quase uma hora de jogo na fila para comprar um pastel gorduroso.

Mas a questão mesmo é que os lanches não estavam proibidos de acordo com as regras relacionadas no verso do ingresso. A organizadora mudou as regras, no meio do evento, muito provavelmente porque percebeu o problema das filas e imaginou que os torcedores não seriam burros e resolveriam essa questão por conta própria.

Agora vem a parte mais absurda: e o que, afinal, aconteceu com toda a comida apreendida? Bem, depois do jogo de ontem (sábado) fui atrás da tal caixa de papelão. Perguntei a um dos seguranças que me informou que a tal caixa (e tudo o que havia dentro) havia sido jogada no lixo. No lixo!?!? Mas aquilo era comida! Brasil…

Bem, disse ainda o segurança que isso havia sido idéia do “baixinho” da organizadora/produtora local do evento, inclusive ele próprio, o segurança, também se mostrou solidário para com o meu problema e indignado com o fato de a comida ter sido jogada no lixo. Disse ainda que se a “francesa” (responsável pela organização geral da Copa Davis?) ficasse sabendo disso, iria “engolir o baixinho vivo”…

Tenho a certeza de que muitas outras pessoas também se sentiram frustradas por terem sido penalizadas por uma regra inventada no “meio do jogo” e que só faz sentido quando relacionada a interesses econômicos de terceiros (deem uma olhada na tabela de preços do serviço de bar do ginásio [era caro]).

Se por acaso a organizadora/produtora local estiver agora com a consciência pesada, sugiro que destine (BOA) parte da renda de arrecadação dos ingressos para a compra de alimentos para instituições de caridade. É o mínimo.

Espero uma resposta da CBT.

Deixadinha: Pronto, chega de Davis. No próximo post volto ao circuito mundial, que é menos triste.

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Postado por Rodrigo

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Peso

22 de setembro de 2009 0

Alessandro Rodrigues, Poa Press
Encontrei André Sá no voo de volta de Porto Alegre para Santa Catarina, pois o duplista mora em Blumenau. Não sei como ele é pessoalmente, mas pareceu bem quieto e não muito alegre. O peso da derrota no sábado deve ter batido.

Enquanto ele esperava a raqueteira passar pela esteira da bagagem, já em Navegantes, cumprimentei-o.

— Da próxima vez vai, André.

— É, tem que ir — respondeu.

Que assim seja.

Postado por Rodrigo

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A Davis, ainda

22 de setembro de 2009 2

Marcelo Ruschel, Poa Press
Não justifica

O que vou falar agora não justifica a derrota do Brasil para o Equador na Copa Davis, mas não concordo com a escolha do piso de saibro para o confronto.

O Brasil tem mais tradição do que o Equador no tênis? Sim! Tem mais tradição no saibro? Sim! Porém devido as circunstâncias de ter um adversário do gabarito de Nicolas Lapentti, ex-número 6 do mundo e muito mais jogador em todos os sentidos que qualquer brasileiro convocado, a comissão técnica deveria ter arriscado jogar em uma quadra rápida, de cimento e coberta, como a do Ibirapuera.

Assim, apesar das duas derrotas previstas para Nicolas, o Brasil teria vantagem nas duplas, pois Melo/Sá tem ótimos resultados em quadras rápidas e não tão bons no saibro.

As outras duas vitórias viriam normalmente em cima de Giovanni Lapentti, inclusive podendo usar Thiago Alves como um dos simplistas na quadra rápida. O Brasil garantiria o acesso ao Grupo Mundial.

Como já disse no início, isso não justifica a derrota, mas fica aí a minha crítica à comissão técnica.

* Crítica de Lucas Vieira Lisboa, ex-tenista Juvenil

Postado por Rodrigo

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São Nico bota o Equador na elite

20 de setembro de 2009 4

Marcelo Ruschel/POA Press

Nicolas Lapentti viveu seu sonho brasileiro em três dias no sul do país. Se em algum momento pensou em parar de jogar, agora, aos 33 anos, sai de Porto Alegre revigorado, reanimado.

 

Nico merece uma estátua em Quito. O tênis que apresentou durante todo o fim de semana no Ginásio Gigantinho foi digno de top 20, 30. Não fossem as inconstâncias, talvez estivesse mesmo lá.

 

O irmão Lapentti mais velho bateu nossa maior esperança no tênis, Thomaz Bellucci, em três sets na sexta-feira. Foi o motor da dupla que derrotou os “entrosados” Marcelo Melo e André Sá no sábado. Experiente, soube se poupar para vencer Marcos Daniel em um doloroso quinto set no domingo.

 

Equatorianos! Beatifiquem e santifiquem Nico! Ele fez milagres mil em Porto Alegre!

 

O jogo decisivo

Nicolas começou o primeiro set variando bem o jogo, abusando de deixadinhas e bolas profundas. Sem dar chances para Marcos Daniel, abriu 3 a 0. Em seguida, os dois tenistas mal conseguiram confirmar o saque. No total, Nico quebrou três vezes, e Marcos Daniel, duas. Set para Nicolas, 6/4.

 

No segundo, o equatoriano foi ainda mais superior. Deu uma aula de tênis bem jogado. Quebrou duas vezes o saque de Daniel e permitiu uma para fechar em novo 6/4.

 

Nicolas começou a sentir o cansaço no terceiro set. Esse fator, unido à agressividade que Daniel demonstrou, deu o set ao brasileiro por 6/1. O quarto foi pelo mesmo caminho, com placar de 6/2.

 

As energias que Nicolas guardou nos sets anteriores usou na quinta parcial. Voltou jogando um tênis mais parecido com os primeiros sets. Daniel pareceu ter se surpreendido e teve o saque quebrado, devolveu e foi quebrado novamente.

Quando o equatoriano sacava em 5/3, Daniel salvou, na raça, três match points e devolveu a segunda quebra. A quebra derradeira veio no 7/6. Depois, Nico sacou e confirmou a vitória equatoriana.

Mais uma vez, teremos que nos contentar com o Zonal Americano no ano que vem. O Equador está no Grupo Mundial em 2010.

Thomaz Bellucci ainda cumpriu tabela no último jogo, vencendo Julio Cezar Campozano por 2 a 0. Você assistiu?

Deixadinha: O foco deste post foi o bom desempenho de Nicolas Lapentti. Mas, claro, não dá para deixar de lado a atuação no mínimo decepcionante de nossa equipe. Principal ponto negativo foi a dupla Melo/Sá. Não sei se houve salto alto ou clima de já ganhou, mas os dois ficaram devendo naquele “ponto que sempre decide os confrontos”. O Brasil não tem time para um Grupo Mundial, pelo menos não ainda. Não que o Equador tenha. Mas, assim como foi, nosso tombo será menor.

Postado por Rodrigo, de Porto Alegre

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Davis, ponto a ponto - terceiro dia

20 de setembro de 2009 0

O terceiro dia será o decisivo para o confronto entre Brasil e Equador na repescagem da Copa Davis. Acompanhe aqui pelo blog o ponto a ponto do clicEsportes dos jogos entre Marcos Daniel x Nicolas Lapentii e Thomaz Bellucci x Giovanni Lapentti, com meus comentários. Entre e participe!

Postado por Rodrigo, de Porto Alegre

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Domingo de emoções?

20 de setembro de 2009 0

Sabe quando você entra no carro de alguém e ele te pergunta se quer “com emoção ou sem emoção”? O motorista da vez é o gaúcho Marcos Daniel. Ele vai decidir se o domingo será longo, podendo ir até depois da meia-noite, ou curto, acabando lá pelas 19h.

Daniel faz a primeira partida do dia contra o Lapentti mais velho, Nicolas. Se o gaúcho jogar como na sexta-feira, na vitória sobre Giovanni, não vai ser páreo para o melhor tenista equatoriano.

Nico é melhor que o irmão, mais experiente, tem mais jogadas. O que pesa contra ele é o cansaço, pois jogou três sets de simples na sexta-feira e mais cinco de duplas no sábado.

Não vou “apostar” nesta partida, pois não tenho ideia do cansaço de Nicolas. Se ele vier bem, torço muito para o Brasil, mesmo, mas sou pessimista.

Tudo depende de Daniel. Acho improvável uma derrota de Thomaz Bellucci no quinto e talvez decisivo jogo do confronto. Mas a derrota das duplas também era improvável…

Deixadinha: A torcida deu show em alguns momentos do jogo de duplas ontem. Bem melhor que na sexta-feira. Mas falta ainda o apoio incondicional, as cores brasileiras na arquibancada. A força do público será importante.

Postado por Rodrigo, de Porto Alegre

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Complicou tudo

19 de setembro de 2009 6

Alessandro Rodrigues/POA Press

O que eu ouvi nessa semana de “o ponto das duplas é garantido” foi uma barbaridade. Eu achava realmente que o favoritismo era mesmo nosso, mas daí para `garantido` vai um tempo.

Depois da derrota por 3 a 2 nas duplas deste sábado, ficou muito complicada a situação brasileira, que precisa vencer as duas partidas de simples do domingo.

O cansaço dos equatorianos pode pesar, mas tenho certeza que Nicolas Lapentti, que faz a primeira partida, vai novamente jogar tudo o que sabe para cima de Marcos Daniel.

As duplas

O primeiro set foi de domínio brasileiro. Melo e Sá chegaram jogando muito bem e surpreenderam os Lapentti. Firmes no voleio, no saque e na devolução, fecharam em 6/3.

Vacinados contra a qualidade do jogo dos brasileiros, Nicolas e Giovanni elevaram o nível e aproveitaram a única chance de quebra que tiveram no segundo set. Deram o troco em 6/3.

O terceiro ia pelo mesmo caminho, mas Melo e Sá conseguiram devolver a quebra. Só que permitiram a nova quebra no game seguinte. Resultado de 6/4 no placar.

A quarta parcial foi a mais tensa do jogo. No nono game, a derrota brasileira esteve próxima, mas três pontos bem jogados tiraram o break e garantiram o serviço.

A torcida acordou no game seguinte e, mais passionais, os brasileiros conseguiram a quebra decisiva e, consequentemente, o terceiro set. Com certeza, foi um dos grandes momentos do confronto.

O Equador conseguiu a quebra logo no terceiro game do quinto set, o que foi um balde de água fria na torcida. Com esforço, o troco foi dado no sexto game.

Um nono game ruim do sacador Marcelo Melo acabou terminando com a quebra a favor do Equador. Depois, com Giovanni no serviço, os Lapentti fecharam a partida.

No domingo, Marcos Daniel abre os trabalhos às 16h contra Nicolas Lapentti. Depois, vem o duelo entre Thomaz Bellucci e Giovanni Lapentti. Você confere tudo isso aqui no blog e no twitter do Deixadinha!

Postado por Rodrigo, de Porto Alegre

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Davis, ponto a ponto - segundo dia

19 de setembro de 2009 0

Acompanhe aqui embaixo o ponto-a-ponto do jogo de duplas do confronto entre Brasil e Equador pela repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis. O duelo está empatado em 1 a 1, o que torna este jogo ainda mais importante.

O ponto-a-ponto é feito pelo clicEsportes e meus comentários estarão aí embaixo também. Acompanhe e participe!

Postado por Rodrigo, de Porto Alegre

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A nostalgia de Guga

19 de setembro de 2009 0

Embora esteja curtindo um outro momento da vida, a vontade de jogar tênis ainda está nos olhos de Gustavo Kuerten. Na conversa que teve com jornalistas um pouco antes da partida entre Marcos Daniel e Giovanni Lapentti, os bons momentos da carreira encerrada em 2008 foram revividos.

Com a vitória de Juan Martin del Potro no Aberto dos Estados Unidos, Guga lembrou seu primeiro triunfo em Roland Garros.

- Remete a minha trajetória. É algo novo, é bom, diferente do Federer, que ganha sempre. Fico muito feliz porque é uma pessoa boa.

Sobre a Davis, pois afinal é para isso que estamos aqui, Guga relembrou o confronto perdido contra a Espanha, em 1998, também em Porto Alegre, e o troco dado na casa do adversário no ano seguinte.

Relembrou ainda o tempo em que jogava duplas ao lado de Nicolas Lapentti, com quem ganhou Roland Garros juvenil. E uma brincadeira resumiu o espírito do ex-tenista:

_ Se me chamarem, eu estou pronto para jogar! _ disse.

E foi sentar-se junto com toda a equipe brasileira.

Deixadinha: Quando lembrado que vai perder o jogo do Avaí no domingo se ficar assistindo às partidas da Davis, Guga falou: “Pois é. Para ver como o tênis ainda é muito importante para mim. Aqui é maior, é o país inteiro”.

Deixadinha 2: Ele apostou em 3 a 0.

Postado por Rodrigo, Porto Alegre

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