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Posts de janeiro 2010

O feito histórico de Tiago Fernandes

30 de janeiro de 2010 5

Quando os brasileiros começaram a cair na chave principal do Aberto da Austrália, o ânimo deu uma caída. Claro que o torneio ainda tinha os grandes jogadores de sempre, com ótimas partidas, mas vai dizer que não é gostoso ter alguém para torcer realmente, como Copa do Mundo.

E então Gulherme Clezar e Tiago Fernandes começaram a despontar na chave juvenil, que sempre é uma infelicidade televisiva só, não passa em nenhum lugar – pelo menos no Brasil. Promessas em dobro para fazer os fãs de tênis desta terra aqui darem uma última chance ao torneio da terra de lá.

Clezar, infelizmente, ficou pelo caminho. Fernandes foi em frente, escancarando seu óbvio crescimento dos últimos meses. Foi à final. Eu, particularmente, estava mais tenso para essa partida do que para qualquer outra final do torneio. Sentimento de Copa, não tenho vergonha de torcer.

Durante a partida – assustadoramente transmitida pela televisão no Brasil – briguei à distância com Tiago. Mas o fato é que nosso representante manteve a concentração, mesmo uma quebra atrás ou sendo quebrado após conseguir a vantagem. Foi fiel à tática, botando o adversário, o australiano Sean Berman, para correr.

Já tinha visto os golpes firmes de Tiago ano passado, durante o Banana Bowl, há quase um ano, em Floripa. Estava mais franzino e menos concentrado do que hoje. Seu adversário na ocasião, o argentino Facundo Arguello, teve um dia iluminado: tudo entrava. Tiago caiu.

Um ano antes disso, o alagoano que treina com Larri Passos fez parceria com Guga em um challenger, também na capital catarinense. Para a idade, causou uma boa impressão, principalmente nos voleios.

Hoje foi melhor. Notícia boa de madrugada, de início de fim de semana, revertida em 7/5 e 6/3 e no primeiro título juvenil de simples em um Slam para o Brasil. O importante – acho que todos os envolvidos têm essa noção – é saber que a conquista não é o destino, mas um passo firme no caminho certo.

Mas que dá uma empolgada, ah, isso dá…

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Finais históricas agitam o Australian Open

29 de janeiro de 2010 2

É galera o primeiro Grand Slam da temporada está acabando em grande estilo. Se o começo do ano já está assim imagina o resto da temporada?. E três imprevisíveis finais movimentam esse final de semana na Australía.

Olha a cara de preocupação da norte-americanaA belga irá precisar dessa concentração para bater SerenaNo feminino: A cabeça de chave número um Serena Willians enfrenta a ex-aposenta belga Justine Henin. Essa é uma das poucas situações que a primeira do ranking não é favorita. Se querem saber a minha opinião, aposto em Henin. A baixinha fez uma campanha impecável, arrasou na semi-final e vem embalada do vice campeonato de Brisbane, competição que marcou seu retorno. Outro motivo da minha aposta é o estilo de jogo de Henin. A belga costuma movimentar a adversária e variar bem os efeitos, tirando a bola da linha de cintura das tenistas, o que dificulta a pancadaria de Serena. Agora, é esperar para ver.

O suiço tenta seu 16 caneco de Slam. Será que ele consegue?Ao contrário do adversário, Murray tem a pressão de vencer o primeiro Grand Slam.No masculino: Vou confessar que estou ancioso para ver esta final. Posso estar errado, mas acho que esta vai ser uma das melhores finais da história dos Grand Slams. Quem está acompanhando o britânico Andy Murray no torneio entende do que eu estou falando. Murray vem atropelando e jogando um tênis de altíssimo nível. Já Federer, que bateu Tsonga em três sets agora pouco, sem comentários. Se jogar um pouco do que sabe essa final vai entrar para história.

Jogando diante da torcida, o australiano tenta seu primeiro Grand SlamTiago é o brasil na final de um Grand SlamNo juvenil: No dia do aniversário de Tiago Fernandes, quem ganhou um presente foi o brasil, que terá alguém para torcer na final do Austrálian Open. O alagoano venceu o francês Gianni Mina, cabeça de chave número dois, por 4/6, 7/6 (7/2) e 6/2 e decidirá o título à meia-noite deste sábado contra o local Sean Berman. Este seria o primeiro título brasileiro no Grand Slam australiano. Nem Maria Ester, nem Guga conseguiram este feito. Vamos Tiago, estamos na torcida!

*De Lucas Lisboa

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Em Grand Slams, a história é diferente

27 de janeiro de 2010 1


O que se espera de um líder do ranking? Que seja superior, que mostre porque está ali, que não desista, que saiba jogar todo tipo de torneio. Nesta madrugada tivemos algumas demonstrações disso.

Serena Williams tomou um baile de Victoria Azarenka no segundo jogo da quadra central. No primeiro, já tinha visto a surpreendente vitória de Na Li sobre sua irmã, Venus. A história parecia se repetir. Na arquibancada, a mamãe Williams já pensava em qual shopping ia passear com as filhotas após as derrotas.

Sabe quando você está jogando videogame com um amigo e ele, que está tomando uma surra, fala “agora acabou a brincadeira”? Geralmente não muda nada no videogame. Quando se fala de Serena, é melhor acreditar. Após ser ofuscada por uma bela partida de Azarenka, perder o primeiro set e estar com 0/4 no segundo, a norte-americana decidiu parar de brincar.

Serena levantou o rosto e desceu a mão em todas as bolas. Devolução ou não, era tudo pancada funda e veloz. Azarenka pirou. Perdeu uma sequência de games no segundo set, em que foi derrotada por 7/6 e, depois do baque, não teve cabeça no terceiro. Um intimidante 6/2 para Serena. Um líder de ranking não abaixa a cabeça.

Em seguida, na mesma quadra entraram Nikolay Davydenko e Roger Federer. O russo vinha com moral. Não é fácil ganhar uma partida de Federer. Menos ainda, vencer duas seguidas. Derrotar o suíço em Grand Slams é tarefa hercúlea. Não é por nada que o rapaz coleciona 23 semifinais seguidas nesse tipo de torneio.

Davydenko veio apoiado nessas vitórias seguidas. E até teve uma boa expectativa quando conseguiu vencer o primeiro set por 6/2. Só que jogo de cinco sets é um bicho totalmente diferente, já ouvi alguém falar (perdão pela falta de crédito). E é um bicho totalmente domesticado por Federer.

Alguma dúvida de quem é este ser que atrai boa parte dos olhares em uma quadra de tênis?
A exemplo de Serena, Federer elevou o nível. Mandou 6/3, 6/0 (!) e 7/5. Um líder do ranking não joga com números, joga apesar deles, ou melhor, não liga para estatísticas. E, se ligasse, poderia dizer que antes de perder duas partidas seguidas já tinha vencido 12 vezes o Davydenko.

Foi uma noite de líderes do ranking mostrarem por que merecem estar no topo.

Vem por aí

Com a derrota de Novak Djokovic para Jo-Wilfried Tsonga em cinco sets, as semifinais estão definidas, com Andy Murray x Marin Cilic (às 6h de quinta) e Roger Federer x Jo-Wilfried Tsonga (na sexta).

No feminino, Serena Williams enfrenta Na Li, e Justine Henin pega Jie Zheng. Pela lógica, tudo caminha para uma final entre Serena e Henin. Mas tênis feminino também é um bicho diferente. É parecido com futebol, surpreendente, mas raramente empolgante.

A programação dos jogos
A chave masculina
A chave feminina

Deixadinha: o Brasil tem dois tenistas nas quartas-de-final da chave juvenil, Tiago Fernandes e Gulherme Clezar. Os meninos são bons e favoritos em seus jogos. Já é hora de começar a sonhar com uma final brasileira?

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Cilic é um guerreiro e merece respeito

26 de janeiro de 2010 0

Marin Cilic vem focado para vencer o Aberto da AustráliaTrês temas me indagavam a pensar: como vou abrir este post?. Um era a decadência de Rafael Nadal, o outro o jogão entre Davydenko e Federer e o terceiro a raça e talento do croata Marin Cilic. Revendo os lances da vitória do croata sobre Andy Roddick ontem, escolhi começar por ele e deixar os outros para apenas um registro. Daqui a pouco vocês vão entender e concordar com essa escolha.

Dois motivos foram essenciais para essa decisão: Primeiro, Cilic precisou de 3h50min para superar o cabeça-de-chave número 5, somando mais de 18 horas em quadra no primeiro Grand Slam da temporada.  Em qualquer esporte o começo da temporada é complicado, ter esse vigor físico é surpreendente e mostra que ele estará mais do que pronto para aguentar o resto do longo ano. Segundo motivo, prefiro abrir e discorrer sobre um assunto bom, promissor, e não um triste como as contusões de Nadal ou algo que ainda não veio a acontecer como o jogo entre Federer e Davydenko.

Para fazer jus ao título, digo que ele merece respeito. Respeito de campeão, respeito que alguém que pode chegar ao topo do ranking e que hoje já está jogando no nível dos melhores.

Eu avisei:
Não me deram ouvidos quando eu disse que o espanhol Rafael Nadal vem escada abaixo, que o número dois do mundo iria ter um ano difícil, correndo o risco de até deixar o Top 8. Graças as contusões que lhe perseguem. Os fãs de Nadal me criticaram e afirmaram que o ano seria de vitórias. Ele já está a nove meses sem título, vamos ver até quando vai essa secura. Ah! que fique claro, não estou criticando o tênis de Nadal, apenas sei da gravidade de suas lesões.

Juvenis continuam bem:

Guilherme Clezar e Tiago Fernandes vêm representando bem o país na chave juvenil. Eles juntos somam quatro vitórias em simples e estão nas oitavas de final. Fernandes tem pela frente o norte-americano Mitchell Frank, cabeça de chave número quatro. Já Clezar, cabeça de chave número 10, enfrenta o vencedor do jogo entre o alemão Dominik Schulz e o sueco Kalle Averfalk. Um título como esse pode acarretar em alguns patrocínios e facilitar o futuro dos garotos. Então vamos torcer!

Jogão:
Quem gosta de tênis deve estar no aguardo pelo jogo entre Roger Federer e Nikolay Davydenko. Além de Federer lutar pelo número 1 do mundo, ele quer devolver os dois recentes reveses que sofreu do embalado adversário. Eu, apesar de ser um fã de Davydenko e torcer para ele contra quase todos os tenistas do circuito, dessa vez, aposto em Federer. Vou torcer para o Russo, mas duvido que o Suíço perca três partidas seguidas.

Henin:
Como é gostoso ver as melhores de volta. Clijsters e Henin entraram no circuito para fazer as melhores voltarem a temer o topo. A primeira já venceu o US Open e a segundo pode vencer o Australian Open, o que as irmãs Willians vão pensar disso?

*De Lucas Lisboa

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Poderiam Melo e Pennetta estar vivendo um romance?

26 de janeiro de 2010 0

Com esse corpinho ela deve mesmo estar fazendo sucesso no circuitoBrasileiro que é brasileiro não desiste nunca! Boa Girafa!!Estava cá pensando com os meus butões e lendo o melhor Blog de tênis do Brasil (Deixadinha), quando relembrei um post escrito pelo saudoso Rodrigo Dalmonico sobre uma entrevista com a italiana Flavia Pennetta.

No final do ano passado, no programa Le Iene Show, a Italiana revelou que deu um fora em um tenista brasileiro. Logicamente as especulações surgiram junto das apostas, mas nada foi descoberto. Poucos tenistas brasileiros corriam os maiores torneios, dentre eles os mineiros Marcelo Melo e André Sá, na época parceiros de duplas.

Agora depois da poeira ter baixado, Pennetta surgiu jogando duplas no Aberto da Austrália, ao lado de Melo, o que mostrou que alguma amizade eles têm.

O que veio rapidamente a minha cabeça? Na época o duplista  levou um fora, mas como bom brasileiro que é, não desistiu e agora deve estar conquistando o coração da fera italiana. Tanto com as vitórias na Austrália, como com todo seu charme de girafa.

Esse negócio ta virando um zoológico, é a mulher Canguru-Penneta com o Girafa, o que pode nascer disso? Um Cangurafa-perneta (Tá, eu sei que foi fraca, mas eu tentei).

*De Lucas Lisboa

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O técnico do Nadal sabe o que diz

25 de janeiro de 2010 0

É como já dizia o meu pai: Família unida jamais será vencidaO excelente técnico Toni Nadal, tio do espanhol Rafael Nadal, provou, mais uma vez, que entende o que está fazendo. Após a bela estratégia adotada contra o sacador Ivo Karlovic, onde o número dois de mundo se focou em devolver com Slices o melhor golpe do adversário, Toni incentivou seu sobrinho a atacar o britânico Andy Murray, número 4 do mundo, durante todo o tempo na partida das quartas-de-final do Aberto da Austrália.

Murray é sem duvida o que vem atuando melhor no primeiro Grand Slam do ano. O britânico está a dois anos no “quase” em relação a vencer um dos quatro maiores torneios do mundo. E está pressão pelo título pode atrapalhar na hora da decisão. Isto somado com o jogo ofensivo de Nadal devem ser a arma perfeita para vitória do espanhol.

A idéia de Toni é simples de análisar. Se o seu pupilo jogar esperando o erro de Murray estará decretando sua derrota. O número quatro do mundo erra pouco e ataca bem, se comandar os pontos, vai fazer o Nadal correr até cansar, e acabará decidindo o jogo no quinto set. Quinto set que é esperado com ansiedade pelos críticos.

Enfim, independente que qualquer especulação, é promessa de um grande jogo, eu é que não vou perder essa.

* De Lucas Lisboa

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Aberto da Austrália: Brasil com esperança da chave juvenil

23 de janeiro de 2010 2

Será que o bom saque do Clezar fará a diferença na quadra dura da Austrália? Espero que sim.Realmente a vida dos brasileiros no primeiro Grand Slam do ano nào foi nada fácil. Na chave de simples e duplas o jogo da acabou. Restou apenas torcer para o Melo nas duplas mistas, e, agora, para o futuro do brasil na chave juvenil.

Os dois representantes na chave das jovens promessas, são o gaúcho Guilherme Clezar e o alagoano Tiago Fernandes, cabeças-de-chave número 10 e 24, respectivamente.

Uma raposa felpuda me contou que a preparação dos dois meninos foi feita para que o ano seja de belas atuações nos Grand Slams e de transação para o circuito profissional, jogando futures e challengers. O número 16 do ranking de 18 anos da ITF, Clezar abre campanha diante do bom tenista britânico Jack Carpenter. Eu já vi Carpenter jogar e vou antecipar para vocês. Ele tem apenas 16 anos, e uma ótima movimentação, mas os golpes ainda não tem muita firmeza. Clezar deve confirmar e passar a segunda rodada.

Já Tiago Fernandes é o 24º mais bem posicionado e será o cabeça-de-chave 14 na Austrália. O alagoano terá como primeiro desafiante o francês Cedric Commin, número 85. Que eu, infelizmente, nunca vi jogar para poder comentar.

Como já é de praste, vamos tocer!

*De Lucas Lisboa

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Sampras e Agassi no Brasil em maio

21 de janeiro de 2010 3

Depois do livro de Agassi esse clima de amizade não deve existir mais!/Vincent Yu/AP

Pra quem achou que os reis do tênis não se enfrentariam mais após a públicação do polêmico livro de Agassi, se enganou. Os norte-americanos Pete Sampras e Andre Agassi, já marcaram três duelos para o mês de maio, começando por Porto Rico e terminando no Brasil, ainda sem cidade definida.

Voltando a história do livro, Agassi fez duras críticas a Sampras chamando o adversário de tantas finais de “monótono, pouco inspirado e sem entusiasmo”. Há poucos dias, Sampras disse ter ficado magoado com essas mensagens.


Será que o jogo terá uma rivalidade especial?
Quem vocês acham que ganha?

Eu apostei em Agassi, o alemão em Sampras!
E está valendo uma caixa de cerveja.

Postado por Lucas Lisboa

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Game Over para as duplas do Brasil na Austrália

21 de janeiro de 2010 0

Será que dupla Melo/Soares entrosa até a Copa Davis?/Agência AP
É, as coisas realmente não foram bem para o tênis brasileiro no Aberto da Austrália. Com execessão das esperançosas atuações de Thomaz Bellucci, só restou decepção. Nem as duplas, modalidade onde vinhamos conseguindo bons resultados nos últimos anos tivemos vitórias.

A derrota de Marcos Daniel ao lado do austríaco Daniel Koellerer para o sueco Simon Aspelin e o australiano Paul Hanley era esperada, mas não de forma tão humilhante, como foi o 6/1 6/2.

A dupla Bellucci/Sá era uma incognita, mas todo mundo sentiu que poderia dar certo pelas boas atuações que tiveram em Brisbane. Porém o azar da chave fez com que eles enfrentacem os bons duplistas norte-americanos Eric Butorac e Rajeev Ram e, mesmo assim, perderam em um jogo apertado com apenas uma quebra em cada set. Essas quebras, para variar, foram no saque de André Sá, que mais uma vez, vem fazendo a diferença para a vitória dos adversários.

A maior tristeza do dia ficou por conta da eliminação dos mineiros Bruno Soares e Marcelo Melo, que eram cabeça 16 e enfrentaram os argentinos Leonardo Mayer e Horacio Zeballos, que nem especialistas em duplas são.

Agora, restam as duplas mistas. Soares joga ao lado Su-Wei Hsieh, de Taipé, mas tem pela frente os cabeças 3 Bethanie Mattek-Sands e Bob Bryan. Já Melo escolheu a italiana Flavia Pennetta e jogará contra Monica Niculescu e Julian Knowle.

Desta vez, não sei se adianta torcer.

Postado por Lucas Lisboa

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Hocevar e Santoro - Destaques do dia na Austrália

19 de janeiro de 2010 0

Aposentado, e de cabeça erguida. Sem mais palavras./Agência EFE

Passando rapidamente para relatar os destaques do segundo dia do Aberto da Austrália.

Federer: Apesar da bela atuação do Russo Igor Andreev, Federer mostrou que não perde para nenhum tenista fora do top 8. Independente do dia e do jogo. Como disse o Alemão, outro escritor deste blog, no fim ele sempre acaba ganhando.

Bellucci: Depois de 27 horas e quatro paralisações o número 1 do país finalmente venceu. Ele entra em quadra hoje por volta das 11h30min contra o americano Andy Roddick. O cabeça de chave número 7 é favorito, mas o brasileiro tem chance, vamos torcer.

Hocevar: Mostrou coragem, garra e principalmente personalidade. O Hewitt jogava em casa, na quadra de sua preferência e tem muito mais jogo que o brasileiro. Mesmo assim, em seu primeiro Grand Slam, Hocevar não acovardou-se e tentou jogar. Sua bola é típica de um jogador de quadra lenta, alta e funda, coisa que não funciona na rápida. Foi uma bela experiência e valeu a nossa torcida.

Marcos Daniel: Realmente o ano não começou bem para o número 2 do país. Eu havia comentado que ele teria que jogar bem para vencer o Falla, que é um bom tenista. E, mais uma vez, como em São Paulo, teve uma atuação apagada. Para completar ao sair da quadra ainda brigou com uma torcedora e pode ter que pagar 10 mil dólares.

Santoro: Deixei para o final do post, os comentários sobre essa lenda do tênis. Sou um tanto quanto suspeito para falar sobre o Santoro, pois acompanhei de perto e com os olhos brilhando boa parte da carreira dele. Todos sabemos que a cada dia que passa a força vem sendo o principal recurso do tênis. Mesmo assim, quem acompanhou o jogo de ontem, viu o mágico Santoro, aos 36 anos, e com um jogo refinado (sem força) fazer frente a um dos favoritos ao título, o croata Marin Cilic. Agora ele está devidamente aposentado, sendo único tenista que jogou Grand Slams em quatro décadas diferentes.

Reclamação: Quem decidiu acordar as 6h da manhã para acompanhar a estréia do Hocevar em um Grand Slam, se decepcionou com a transmissão da ESPN, que transmitiu o fraco jogo feminino entre Oudin e Kudryavtseva. Para quem não sabe a ESPN que passa no brasil é uma emissora latino-americana e, por isso, deveria transmitir jogos do argentinos, brasileiros, e países da América Latina. Enfim, fica aqui a crítica. E, para variar, só me restou acompanhar o jogo pela internet.

Postado por Lucas Lisboa

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