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Posts de agosto 2010

O que é Roger Federer?

31 de agosto de 2010 4

Nem vem, Fedex. A gente sabe que você não gasta um pingo de suou para fazer essas coisas

A segunda-feira no Aberto dos Estados Unidos (US Open) já caminhava para terminar muito bem, principalmente para os brasileiros. Vá lá, houve algumas surpresas, como a derrota de Lleyton Hewitt para Paul Henri Mathieu, o fato de Robin Soderling precisar de cinco sets para despachar o desconhecido Andreas Haider Maurer e Ana Ivanovic ter vencido.

Aí pinta Roger Federer. Sacando muito. Atacando muito. Poucas vezes vi o cara tão agressivo quanto durante a partida da noite desta segunda contra o argentino Brian Dabul. Loucura. Dominou a partida, colocou a bola em todos os pontos da quadra, fez 18 aces. Monstro.

E então Federer dá um voleio, Dabul alcança e devolve com um lob. A bolinha passa sobre a cabeça de Federer, e ele resolve correr. Quem assistiu a este lance no ano passado, pensou: “ah, não… ele não pode… não vai consegu… ele fez. De novo.”

Dê o play abaixo e babe. O resumo da obra está na cara do Dabul.

“Fazer o quê?”

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US Open: 100% Brasil

30 de agosto de 2010 0

Salve salve internautas que têm bom gosto e leem o Deixadinha. Que dia para tênis brasileiro na primeira rodada do US Open, hein!?

Primeiro, o Ricardinho Mello enfrentou um cara muito parecido com ele e mostrou que a experiência faz a diferença. O alemão Bjorn Phau é baixinho, rápido, passador e tem um saque bem do meia boca. O cara é o Mello alemão.

Então já que a coisa tava meio igual, eu sou mais o nosso tenista. O campineiro jogou demais, correu muito(pra variar) e trocou bola com Phau durante 3h12min até vencer por 3 sets a 1, parciais de 6/4, 7/5, 4/6 e 7/6 (7/4).

A vitória deve valer pro Ricardinho uma vaga no Top 70.

Agora na segunda rodada, ele enfrenta o espanhol Juan Carlos Ferrero.

Desculpem o pessimismo, mas agora complicou a coisa toda. Mesmo sendo comentarista, não consigo me abster do fato de ser torcedor e por isso acho que Mello tem alguma chance com o ex-número 1 do mundo Ferrero. Mas, se tivesse que apostar meu misero salário, jamais apostaria no brasileiro. Me resta apenas torcer.

Horas depois foi a vez de Thomaz Bellucci confirmar o favoritismo e vencer o convidado Tim Smyczek, número 184 do mundo, por 6/3, 7/5 e 7/6 (8/6).

Bellucci é a grande esperança brasileira. Cabeça de chave número 26, muitos apostam em uma grande campanha do paulista que o leve para perto do Top 10. Eu sou um desses que acredita.

Ele não fez uma grande partida, errou muito e perdeu o foco algumas vezes. Mas mostrou que os golpes que ele tinha dificuldade estão melhores, como o voleio e a deixadinha, segundo este, com o qual ele maltratou o americano.

Agora ele pega o perigoso sul-africano Kevin Anderson. Podem apostar, vai ser dureza! O cara joga muito nas quadras rápidas e, se o Bellucci não jogar melhor do que jogou hoje, não vai vencer.

Amanhã ainda temos o Júlio Silva. Perto do meio-dia ele enfrenta o uruguaio Pablo Cuevas na quadra 17.

O Cuevas é uma revelação estilo Del Potro. Bate firme e gosta de comandar os pontos. Mas não tem experiência nenhuma. Pra mim o Julinho tem boas chances e eu até arrisco apostar nele.

Vou torcer não só porque ele é brasileiro, mas também porque ele merece todo o sucesso do mundo. Humildade é virtude de poucos!!

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Finais da Copa Guga Kuerten

29 de agosto de 2010 1

Acompanhe na manhã deste domingo as finais da Copa Guga Kuerten, que ocorrem no Lagoa Iate Clube (LIC), em Florianópolis. Para participar da cobertura em tempo real, clique na imagem abaixo.

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Acompanhe Guga x Kafelnikov em tempo real - #semanaguga

27 de agosto de 2010 0

Chegou o dia! Depois de um duelo de encher os olhos entre Guga Kuerten e Sergi Bruguera no ano passado em Florianópolis, o maior tenista do Brasil enfrenta agora o grande rival Yevgeny Kafelnikov, em São José, pela Semana Guga Kuerten.

Para conferir mais detalhes do duelo, clique aqui e confira o infográfico.

A partir das 20h deste sábado, Lucas Lisboa e Rodrigo Dalmonico vão acompanhar a partida direto do Centro Multiuso de São José. Você fica por dentro do jogão – e pode comentar – no aplicativo abaixo.

Para participar, clique na imagem às 20h de sábado:

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A beleza e a força do tênis feminino

26 de agosto de 2010 0

Referência em jornalismo em todo o mundo, The New York Times sempre prepara algo especial quando o US Open se aproxima. O material publicado para antecipar esta edição é simplesmente demais. Eles filmaram com câmera de superslow (aquelas supercâmeras que andam usando nas transmissões esportivas) algumas tenistas tops do circuito executando golpes.

Se em quadra já é bonito de ver, com toda a produção feita pelo site ficou ainda melhor. Roupas diferenciadas, ângulos incríveis. É possível observar toda a expressão no rosto das tenistas. O título resume a história: Women who hit hard (Mulheres que batem forte, em tradução simples).

Além dos vídeos, há uma galeria de fotos muito bonitas, a exemplo desta aí de cima, e um artigo de seis páginas sobre como a força mudou o tênis feminino.

Você confere esse senhor material em vídeo, fotos e texto

A dica veio do colega de redação Felipe Rosa.

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Os cinco maiores adversários de Guga

25 de agosto de 2010 1

Sei que no tênis não tem substituição, mas aqui no Deixadinha tem. E para continuar a série top 5 do Guga, sai Rodrigo Dalmonico e entro eu, Lucas Lisboa.

É hora de falar sobre os cinco maiores adversários do nosso querido manezinho. Missão difícil? Quase impossível.

Mesas de bar, amigos, colegas de trabalhos, horas, dias e só agora cheguei em uma conclusão daqueles que, pra mim, foram os mais importantes adversários da carreira de Guga.

Então vamos ao que interessa.

Quinto lugar – Lleyton Hewitt (ao lado)

Se você lembra, certamente se morde de raiva daquelas atuações do diabo loiro australiano na Copa Davis aqui em Florianópolis. Estava tudo a favor do Brasil. Guga, saibro, torcida… e deu Hewitt. Aquele confronto tirou o Brasil da elite da competição, para onde, até hoje, o time verde-amarelo não conseguiu voltar.

Além de tudo isso, que já é bastante, Hewitt foi o cara que surgiu no circuito para desbancar de vez o brasileiro do topo do ranking mundial.

Quarto lugar – Marat Safin (acima, à esquerda)

“Ele foi um cara que me desafiou muito a evoluir meu tênis, eu tive que adaptar uma série de coisas. Tive que jogar não da maneira que eu gostava de jogar.” Essa foi uma da declarações de Guga sobre Safin. Preciso falar muito mais?

Dois anos de rivalidade, grande jogos e duelos pelo topo do Ranking. Enquanto Hewitt foi o cara que veio para desbancar Guga, Guga foi o cara que deu uma segurada na ascenção de Safin.

Terceiro lugar – Yevgeny Kafelnikov (acima, à direita)

Plagiando o coblogueiro e amigo Rodrigo Dalmonico, chamar de freguês alguém que perdeu sete e ganhou cinco é uma provocação. Ele é, no máximo, um bom cliente.

A história de Guga com Kafelnikov tem uma coisa meio Mãe Diná: sempre que o nosso manezinho enfrentava o russo em Roland Garros, pimba, era título. Foi assim nas quartas-de-final de 1997, 2000 e 2001.

Por toda a importância que Roland Garros tem para o circuito mundial, para o Guga e para nós, torcedores, Kafelnikov, obrigado por existir, perder e ganhar essa medalha de bronze na minha lista.

Segundo lugar – Juan Carlos Ferrero (acima, à esquerda)

Quando Guga entrou em quadra contra o espanhol Juan Carlos Ferrero, em Roland Garros 2000, parecia que seria fácil. Ferrero era magrinho, não devia dar muito problema. Resultado, um jogo de semifinal muito difícil, de cinco sets.

Guga perdeu três das cinco partidas contra o espanhol, mas ganhou duas semifinais de Roland Garros, 2000 e 2001, torneios que terminaram com título do brasileiro.

Primeiro lugar – Magnus Norman (acima, à direita)

Guga perde a liderança para Magnus Norman. Essa foi uma das poucas manchetes que me fez chorar.

Complicado, mas uma vez que se chega no topo do mundo, sair dele é triste. E o Guga no posto de número 1 do mundo era como se cada um de nós brasileiros fôssemos os melhores tenistas do mundo; dava até para tirar um sarro com os argentinos.

Aí pintou Magnus Norman, que tirou Guga do topo. Isso foi nos anos 2000, enquanto Guga defendia o Brasil na Davis, Norman vencia o torneio de Bastad e assumia o ranking.

Era o troco. Seis meses atrás, Guga tinha vencido o sueco na final de Roland Garros.

Para completar a história cruzada desses dois mágicos do tênis, Norman teve o mesmo problema que Guga no quadril, só que mais grave, e em 2004 teve que abandonar o esporte.

Primeiro lugar com estrelinhas para Magnus Norman.

O que acharam da lista? Quem vocês acham que foram os principais adversários da história do ídolo Gustavo Kuerten.

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Assista ao bate-bola entre @gugakuerten e @meligeni - #semanagugakuerten

25 de agosto de 2010 0

Gustavo Kuerten (@gugakuerten) e Fernando Meligeni (@meligeni) treinaram na manhã desta quarta-feira no Lagoa Iate Clube (LIC), em Florianópolis, sob o olhar de Larri Passos. Para Guga, uma boa correria na preparação para o jogo de sábado, contra o russo Yevgeny Kafelnikov, na Arena Multiuso de São José.

Assista a um trecho do bate-bola (o vídeo dá umas travadas, coisa de conexão e equipamento):

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Guga para adultos e crianças

25 de agosto de 2010 0

É curiosa a abordagem das crianças a Guga. No mínimo, um bom exercício para entender o que se passa na cabeça dos pequenos. Alguns certamente já ouviram os pais falarem daquela figura magra que jogava (joga? veremos sábado) muito daquele esporte que tem a raquete e a bolinha. Outros devem se aproximar motivados por aquele instinto infantil de ‘opa, isso tem cheiro de brincadeira, tô dentro’.

O espírito da Semana Guga Kuerten é uma junção dessas duas coisas. A instalação das miniquadras em shoppings e na Praça XV, em Florianópolis, onde o tenista esteve nesta terça-feira, atrai pequenos curiosos, carregados pelos pais ou não. E, mostrando naquela quadrinha minúscula um esporte que na TV aberta pipoca raramente, alguma criança pode puxar a blusa do pai e dizer que ‘gostou da brincadeira que o tio magro e alto mostrou e quer jogar mais vezes’. Primeiro set para Guga.

Carismático como um moleque arteiro, Guga se dá bem no meio das crianças. É abraçado, puxado, quase derrubado, como dá para ver no vídeo abaixo. Dentro e fora de quadra é difícil confundir seu sorriso. Fácil entender porque ele escolheu a molecada para começar seu trabalho de apoio ao esporte.

Mais uma vez, é game, set, match para o tricampeão.

Só falei das crianças, né? Sobre os mais velhos, dê uma lida na reportagem feita por Cristiano Rigo Dalcin, da editoria de Esportes do DC. Retrato de admiração e reconhecimento pelo atleta, mas também pela pessoa.

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Murray também quer brincar de Federer

24 de agosto de 2010 1

E Murray olhou e disse: “Latinha na cabeça? Pfff… Coisa de principiante”. E foi andando pela cidade mostrando seus truques. Compare o vídeo abaixo de truques de Andy Murray com a mágica de Federer, no vídeo mais abaixo ainda.

E o Federer:

Ok, Federer é mito, e Murray, um excelente jogador. Mas genial mesmo é a turma que faz esses virais…

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Cinco 'looks' de Guga Kuerten

24 de agosto de 2010 1

Continuando a série de posts lembrando a carreira de Guga Kuerten, hoje é dia de um post ‘fora de quadra’, bem ao estilo Meninas Vodca. São cinco “looks” que o catarinense desfilou pelas quadras. Direto ao assunto:

1997 – o clássico (foto acima, à esquerda)

Foi com esse visual que Guga apareceu para o mundo, no distante Roland Garros de 1997. Enquanto se destacava dentro de quadra pela ousadia e por vitórias sobre grandes tenistas, também chamava a atenção pelas cores da roupa mais marcante da carreira, o jeito de moleque e o cabelo desarrumado sob a faixa. Um Guga mais maduro revisitou o clássico no jogo exibição do ano passado contra Sergi Bruguera – o adversário derrotado na final de 1997.

2000 – o exótico (foto acima, à direita)

Tendo que usar roupas mais sóbrias, como o branco pedido por Wimbledon, Guga abusou no cabelo. Moral ele tinha. Na época, era líder do ranking mundial e tinha acabado de conquistar Roland Garros pela segunda vez. As tranças de Guga chegaram até a terceira rodada do slam inglês. Telvez por esse desempenho ruim elas não apareceram mais…

2000 – o comportado (foto acima, à esquerda)

Se o visual diferenciado não deu certo, o oposto funcionou bem. Com cabelo curto, mais arrumado (apesar da barba por fazer, uma certa superstição durante torneios), Guga venceu Pete Sampras e Andre Agassi na Masters Cup, faturou o título e consolidou a posição de melhor da temporada. O que fica bem mesmo é a bandeira brasileira ali.

2004 – o reduzido (foto acima, à direita)

Para levantar seu segundo troféu do Brasil Open, Guga apareceu com o cabelo raspado. Durou algum tempo, e em várias fotos o corte está bem mais rente que esse aí. O visual derrubou três argentinos nos três últimos jogos do ATP brasileiro em 2004.

2008 – o bárbaro

No último ano como profissional, cabelos e barba cresceram e lá ficaram. No momento em que esteve um pouco longe dos holofotes, Guga testou um visual bárbaro, disfarçado pelo grandes óculos escuros da foto abaixo.

Bonus track – 2001 – o boneco

Enquanto Guga vencia o ATP de Buenos Aires, em Florianópolis a escola de samba Protegidos da Princesa faturava o título do Carnaval depois de 14 anos de jejum. O tema foi justamente o tenista catarinente, que não desfilou e foi representado pelo boneco ao lado, de ‘look’ é… hum… diferente. E Guga perdeu a cabeça. Falo do boneco, que atravessou a avenida só do pescoço para baixo.

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