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Posts de agosto 2011

Guga na Globo

22 de agosto de 2011 0

Guga vai por em prática o que aprendeu no curso de Artes Cênicas da Udesc. Vai estrear logo na maior emissora do país, a Globo. De acordo com o Ancelmo Góis, colunista do jornal O Globo, ele fará uma participação na próxima novela das 6h que deve ir ao ar em setembro.

Claro que não fará um monólogo de Shakespeare. Vai atuar com Fernanda Vasconcellos que na trama é uma tenista profissional. Ou seja, ele vai atuar num mundo que conhece bem. Aquele papo de laboratório para montar a personagem não será necessário. Só para lembrar, ele não é o primeiro, nem será o último esportista a participar de gravações na Globo. Lembro que o Ronaldinho contracenou com a então namorada Suzana Werner na Malhação.

Deve haver outros. Vocês lembram de algum?

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Eu já sabia

17 de agosto de 2011 0

Falei para vocês que Federer contra Del Potro seriam um bom jogo. Mas tenho que admitir que essa era fácil de acertar. Pudemos ver que o suíço deu de ombros para a derrota frente Tsonga (que perdeu hoje, mundo louco esse) e jogou daquele jeito que gostamos de ver.

Há várias coisas no jogo dele que dão gosto de sentar na frente da televisão (se pudesse ser na arquibancada melhor ainda). A que mais aprecio e apareceu ontem é a variação. Federer domina todos os golpes. Ele pode mandar uma bola com spin, depois uma reta e slices venenosos.

Aliás, essa bolinha baixa ainda incomoda Del Potro. Não é de hoje que ela deixa o argentino louco por ter de flexionar tanto os joelhos do alto de seu 1,98 metro. Outra coisa que é bom ver em Federer é a variação de saque. Muita gente saca até mais forte que ele, mas poucos fazem mais aces ou tem mais serviços não devolvidos.

São Poucos os jogadores que curto mesmo ver. Um deles é o Del Potro e qualquer dia falo os motivos. Vamos esperar uma vitória para dizer em momento mais adequado.

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Jogão nesta terça-feira à noite

16 de agosto de 2011 0

As vezes os sorteios são ingratos com alguns favoritos e colocam verdadeiras pedreiras na primeira rodada. Do ponto de vista do desafiante também dá para dizer que faltou sorte porque o cara tinha chance de ir longe, mas logo de cara pega um dos candidatos ao título.

Este é o cenário do jogo entre Roger Federer e Juan Martin Del Potro nesta terça-feira. Não dá para não lembrar da final do US Open de 2009. A partida está prevista para às 21h30min. Acredito que o suíço vença porque o argentino ainda não retornou ao nível de 2009.

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Larri reclama de Bellucci

16 de agosto de 2011 0


Mesmo em má fase, Verdasco bate Bellucci em dois sets



Outra vez Bellucci foi irregular. Outra vez teve chances apesar do mau desempenho e não aproveitou. Depois da partida, o jogador chega na entrevista e fala que não teve consistência e mesmo assim desperdiçou as oportunidades que apareceram.

Resultado final. Fernando Verdasco 6/3 7/6 (7/4). Poderíamos dizer que ele já identificou o problema e agora vai trabalhar para melhorar. Acontece que já ouvimos esta conversa antes e os erros se repetem. Complicado.

A novidade foi Larri Passos bufando do lado de fora da quadra. Não foi a primeira. Já houve reclamação em outra partida que não me lembro. Na ocasião, ele bateu com o dedo na cabeça numa clara menção que faltou pensar.

Na segunda-feira a reclamação ocorreu no seguinte cenário. O brasileiro já tinha desperdiçado dois set points no serviço de Verdasco. Ele nem chegara a devolver o saque. Bellucci foi para o tié-break e abriu 4 a 1 e no ponto seguinte eles começaram a trocar bola do fundo de quadra.

O adversário estava sob pressão e todo mundo sabe que Verdasco comete erros quando acuado. Mas Bellucci resolveu tentar mudar a direção da bola num backhand e mandou longe.

O técnico atirou o boné no chão bastante irritado. O único mini break foi embora e a derrota chegou.

Agora começam a surgir rumores que a parceria será desfeita. Espero que não. Seria péssimo para Bellucci. E não acredito que Larri sairia sem terminar uma temporada de trabalho.

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Santo ajuda e Fish decide Master do Canadá

14 de agosto de 2011 0




MATTHEW STOCKMAN/AFP

Agora a coisa complica. Djokovic na final



O santo de Mardy Fish trabalhou bem nesta semana. Os dois principais jogadores do lado da chave dele, Nadal e Murray, não passaram da primeira rodada. Tomas Berdych ficou no caminho perdendo para o sérvio Janko Tipsarevic.

Foi bem esse jogador que pegou o americano nas semi neste sábado. Fish aproveitou a mãozinha que o santo deu e venceu com parciais de 6/3 e 6/4. O problema é que o buraco é mais embaixo neste domingo.

Fish pega Novak Djokovic, o único dos grandes favoritos a sobreviver na competição. Pelo que Nole vem jogando é bom o santo e o anjo da guarda do americano estarem de plantão e com vontade de trabalhar bastante.

Mas Fish já conseguiu algo bem importante. Repetir uma final de Master 1000 na temporada de quadra dura na América do Norte e defender importantes pontos. Ano passado ele decidiu Cincinnati e perdeu para Federer por 2 sets a 1.


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Tsonga bate Federer outra vez. Nadal fora

12 de agosto de 2011 0




Tsonga achou a fórmula para bater Federer



Somente um espanhol nas quartas do Master de Montreal e não é o Nadal.

Um único suíço também e não é Federer.

Falemos primeiro de Federer contra Tsonga. Parece que o Francês achou a fórmula para bater o recordista de Grand Slam. O jogo desta quarta-feira foi bem parelho até o começar o terceiro set. A partir deste ponto o francês sobrou e fechou com parciais de 7/6(7×3),4/6 e 6/1.

Como o cometarista da Sportv frisou na transmissão, no set final Federer insistiu nas paralelas de direita e tomou cada bordoada na cruzada de dar dó. O saque de Tsonga também esteve em dia e a combinação de ambos deixou o suíço sem resposta.

É preciso ressaltar que Tsonga foi muito sólido na defesa e tudo que chegava voltava. Por último, ele não tremeu diante de Federer. Aquela coisa de titubear na hora do break point ou o braço pesar no momento de sacar para fechar não apareceram.

No outro lado da rede Federer cometeu uma série de erros não-forçados de direita, algo incomum para ele.

Nadal não passa da estreia

A derrota de Nadal foi mais supreendente por ser diante de um tenista menos tarimbado, na estreia, com chances desperdiçadas de fechar e um apagão no tié-break. Só para lembrar o resultado final foi vitória de Ivan Dodig por 1/6,7/6(7×5),7/6(7×5).

O espanhol nunca foi de dar sopa para o azar, mesmo assim perdeu dois tié-breaks . Antes, o espanhol sacou em 5/3 e não conseguiu fechar a partida.

Assim o jogo chegou ao 6/6 do terceiro set e Nadal não jogou bem. Ficou bem abaixo do que pode produzir e foi eliminado. Depois o espanhol disse que o Ivan Dodig foi muito agressivo e as bolas dele entraram.

Tá certo. Mas o adversário só cresceu com os vacilos de Nadal. O mais curioso é que do top 4 só sobrou Djokovic.

Antes de terminar, o único espanhol vivo no Canadá é Nicolas Almagro. O suíço é Stanislas Wawrinka.


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Bellucci saca mal e perde

10 de agosto de 2011 0

Daí o Olavo, subeditor de esportes pede desculpa pelo trocadilho e diz que o Bellucci tá engasgado com o Gasquet. Pois então, o brasileiro perdeu de novo. Na minha avaliação três fatores foram cruciais. O mais fácil de identificar foi o saque, fundamento que faltou.

Numa quadra rápida trabalhar com o primeiro serviço é essencial. O baixo índice de aproveitamento (59%) prejudica muito a estratégia e permite que o adversário coloque pressão. Começar mal também atrapalhou, mas pior que ainda é começar cambaleante e seguir abaixo do nível.

Para finalizar, ainda acho que Bellucci perde muitas chances nas partidas. Na estreia contra Golubev ele teve vários break points e nada de aproveitar. Chegou a não devolver segundo serviço. Conseguiu contornar a situação porque o adversário era inconstante e inconsequente. Mas para ganhar de caras top 20 como o Gasquet é preciso ser cirúrgico nas oportunidades. Nesta quarta, ele teve dois breaks no primeiro game e depois mais nada.

Wozniacki fora

E a número um do ranking feminino sucumbiu na estreia contra a italiana Roberta Vinci, 22 do mundo, por 6/4 e 7/5. Mais incomum que a líder do circuito cair na primeira partida foi o número de erros não forçados da dinamarquesa que fechou em 35. Conhecida pela regularidade, ela cometeu ainda sete duplas-faltas.

Para completar o dia atípico, Wozniacki abriu 5/1 no segundo set e perdeu absurdos seis games seguidos e permitiu a virada. A derrota no segundo set foi construída pela italiana graças a erros d adversária.

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Guga: "Que Moya venha um pouco mais ameno"

09 de agosto de 2011 0

Guga revelava um inconformismo bem humorado durante a cerimônia de lançamento da 3ª Semana Guga Kuerten, ontem. “Estão me arranjando sempre um adversário mais difícil que o anterior. Primeiro o Bruguera, depois o Kafelnikov, agora o Moya, que estava jogando este ano ainda!”, ‘reclamou’. Certamente Moya estará melhor preparado que Kafelnikov. Quem viu o russo sabe.

O catarinense derrotou seus dois convidados anteriores no jogo-exibição da Semana Guga Kuerten, Sergi Bruguera e Yevgeny Kafelnikov. Na fase profissional, foi vitorioso contra Moya pela Copa Davis em 1998 em Porto Alegre (3 a 2). Mais que um “péssimo anfitrião”, um visitante cruel. Voltou a bater Moya na Davis em 1999, dessa vez na Espanha, e aprontou no ATP de Mallorca, terra natal do amigo: faturou o título de virada e empurrou o vice para o gringo, que nunca foi campeão do torneio.

Por outro lado, uma das vitórias valeu muito para o espanhol. “Acho que ele nao trocaria essas partidas que eu ganhei pelo jogo que ele ganhou de mim em Indian Wells, quando ele foi número 1 do mundo. Foi o momento que ele teve, a oportunidade. Ele ficou duas semanas como número 1 do mundo. Então deve estar satisfeito, apesar de eu ter ganho mais. A única que ele possa estar empenhado talvez seja essa que eu ganhei dele lá em Mallorca. Eu espero que ele não venha pra cá com essa intenção, de ganhar de mim aqui na minha casa, que ele venha um pouco mais ameno”, torce Guga, aos risos.

Os dois vão se enfrentar em 8 de outubro, às 20h30, na Arena Multiuso de São José.

Quase iguais

Na solenidade e nas entrevistas, Guga reafirmou a ótima relação que tem com o contemporâneo Moyá e destacou que até são parecidos – não fisicamente, claro. Fato. E aí vai uma pequena brincadeira. Moya nasceu em 27/08/1976, Guga, 14 dias depois. Um na Ilha de Mallorca, outro na Ilha de Santa Catarina. Ambos são leoninos, portanto. Os dois têm a mesma altura (1,90m), são destros, tornaram-se profissionais em 1995, conquistaram 20 títulos no circuito mundial cada e venceram 64% de seus jogos. São queridos no circuito.

A balança pesa a favor de Guga ao levarmos em conta Grand Slams (3 a 1 para o brasileiro), as semanas como número 1 do mundo (43 a 2 para Guga), conquistas em Masters (5 a 3), Masters Cup (1 a 0), confrontos diretos (4 a 3, 5 a 3 se considerarmos challengers), títulos em dupla (8 a 0), premiação em torneios (US$ 1,3 milhão a mais para Guga), influência no tênis…

E tem Sampras final do ano?

A possível exibição Guga-Sampras no final do ano já foi ventilada. Guga falou: “A tendência é essa, a gente está com muito interesse que ele venha, eu, principalmente. Fico em cima do muro, quero, mas na hora dá um ansiedade maior. É gostoso reviver esses momentos. Ano passado, com Agassi, foi fenomenal. Tomara que dê certo. Neste ano não estou dando tanta bobeira. Disseram que o Sampras viria em agosto, setembro, então tenho treinado com mais frequência, antecipei os treinamentos”. Mais uma partida imperdível.

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Semana Guga Kuerten: ele faz, todos abraçam

08 de agosto de 2011 0

É notável a capacidade que Guga Kuerten tem em concentrar investimentos e parceiros ao redor de seu nome, uma marca de valor inquestionável. Uma combinação clara de carisma, talento, resultados formidáveis e bom assessoramento. Estar ligado à marca Guga é certeza de boa imagem. O lançamento da Semana Guga Kuerten 2012 2011, hoje, foi mais um exemplo. O tenista agradecia a participação de apoiadores e patrocinadores neste seu sonho de diminuir as barreiras para a popularização do tênis e apresentar o esporte a crianças. Empresas e entidades davam as mãos satisfeitas por estarem juntos nessa. Abre portas, esse nome Gustavo Kuerten.

Dessa forma, Guga + investimento, o evento chega consolidado à terceira edição e apresenta novidades. Tudo vai rolar entre 6 e 16 de outubro. A Copa Guga Kuerten passa a contar pontos para a Federação Internacional de Tênis. Nas categorias 14 e 16 anos, o torneio fará parte do Circuito Cosat, que é a Confederação Sul-Americana. No 18, vale pontos para o Circuito Junior.

Outro destaque é a realização do torneio de cadeirantes, que certamente apresentará nova realidade aos curiosos e amantes de tênis. Estão programadas ainda as ilhas de mini-tênis pela cidade, palestras, clínicas, cursos de capacitação e atividades socioambientais – dentro da onda verde, serão plantadas árvores para neutralizar as emissões de carbono da Semana. O jogo-exibição será contra Carlos Moya, mas sobre isso falaremos no próximo post.

Para Guga, a Semana foi o primeiro passo para saltos mais ambiciosos em busca da formação de uma cultura de tênis, a exemplo do que fez o vôlei. O Projeto Olímpico do tenista com Larri Passos, a Confederação Brasileira de Tênis e o Ministério do Esporte é um deles. Anunciado no final de julho, deve beneficiar inicialmente 14 jovens tenistas com grande potencial, sob coordenação da dupla tri de Roland Garros. É a meninada que começou a jogar tênis quando Guga ergueu o troféu do Slam francês, como lembrou o ex-número 1 na entrevista.

“Nas duas edições anteriores do torneio identificamos diversos jogadores que vão fazer parte desta equipe, treinadores que também vão estar em conjunto. Conseguimos aproximar a Confederação, assim como ter a confiança dos órgãos públicos, principalmente o Ministério do Esporte, para mostrar que a gente está envolvido com o tênis para contribuir. Financeiramente não preciso mais buscar benefícios no tênis. Eu tenho um desejo muito forte, uma chama de continuar provocando coisas boas no tênis e principalmente contagiando as pessoas. Esse é o grande desafio”, explica Guga.

Nem tanto. Contagiar, definitivamente, é muito fácil para ele.

Ainda - na cerimônia de lançamento da Semana, o catarinense e presidente da Confederação Brasileira de Tênis, Jorge Lacerda, levantou a bola (toss??) para transformar Floirpa na Capital Brasileira do Tênis. Bem que podia, né?

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Rogerinho consegue virada incrível

05 de agosto de 2011 0

Não foi dia dos sonhos para o tênis brasileiro. Feijão e Ricardo Mello não conseguiram chegar as final em Kitzbuhel (Áustria) e Campos do Jordão, respectivamente. Mas a sexta-feira não foi só de derrotas. Sá e Ferreiro estão nas finais de duplas em Kitzbuhel, Bia Haddad, 15 anos, chegou a final em São Paulo e Rogerinho está na final em Campos do Jordão.

E as vitórias dos homens foram emocionantes. Os duplistas precisaram salvar dois match points. Rogerinho fez ainda mais e esteve a um ponto da derrota em quatro ocasiões_ duas delas no saque do rival. Mesmo assim conseguiu virar. O brasileiro enfrentava o argentino Brian Dabul. A primeira vez que a vaca pareceu ir para o brejo foi no saque do próprio Rogério Dutra Silva.

E pior, os match points apareceram depois de duas duplas-faltas no 40/40 quando ele sacava em 3/5. Eu fiquei com muita raiva e o cara do meu lado falou que merecia perder. Rogerinho continuou lutando e salvou o game. Pressionou o adversário e levou o jogo para o tie-break. Depois de brigar por 2h45min ele fechou a partida em 7/6 (7-1), 2/6 e 7/6 (7-3).

A mudança no panorama da partida aconteceu quando o brasileiro viu que as coisas caminhavam pro lado errado. Na iminência de perder ele partiu para o ataque e conseguiu intimidar Dabul que confessou. Muitas palmas para ele.

A festa não está completa na serra paulista porque o sul-africano Izak van der Merwe deu uma de mala e estragou os planos de Ricardo Mello. Venceu por 7/6 (7-3) e 6/4 evitando a final brasileira.

Sufoco também nas duplas

Sá e Ferreiro pegaram a parceria formado pelo russo Igor Andreev e o espanhol Daniel Gimeno Traver. A partida foi decidida no super tie-break e acabou 7/6 (7-5), 6/7 (3-7) e 12-10. Antes de carimbarem a vaga na final os brasileiros precisaram salvar dois match points. Agora eles encaram o italiano Daniele Bracciali e o mexicano Santiago Gonzalez que são cabeça 4.

Adolescente entre as mulheres

Promessa para tirar a mulherada das posições intermediárias, a jovem Bia Haddad chegou a final de um torneio profissional na terceira competição que participa. Um feito, sem dúvidas. Mas ela fez ainda mais e já faturou o título de duplas. A mocinha promete.

Feijão para nas semis

Não deu para João Feijão Souza chegar a primeira final de um campeonato nível ATP. Ele foi derrotado pelo holandês Robin Haase por 6/1, 6/7 (3) e 6/4. A eliminação não apaga a semana sensacional que ele teve. Rompeu a barreira do 100 melhores do mundo. Eu que havia falado do rapaz justamente sobre este assunto queimei a língua. Que bom. Agora é ter cabeça fria para montar um calendário adequado porque o novo posto permite inscrição nos ATPs 250 menos concorridos. O sucesso nestes torneios é chave para ele deixar de vez os challengers.

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