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Brasil Open: Mello joga bem e é o primeiro brazuca a avançar

Mello deve entrar em ação na proxima quarta feira, contra Feijão ou Hanesco
Mello deve entrar em ação na proxima quarta feira, contra Feijão ou Hanesco
Conforme o prometido, o deixadinha estava de olho no jogo de Ricardo Mello. E porque toda essa atenção com o ex top 50?. Porque eu, Lucas, acredito em uma bela atuação do canhoto no Brasil Open e uma excelente temporada.

Bom, chega de frufruzinho e vamos ao que interessa, o jogo. Dessa vez os amantes do melhor esporte do mundo puderam ver a ótima partida pelo Sportv e acompanharam um show do Ricardinho.

Show? não é pra tanto - possívelmente deve estar pensando você leitor. Mas explico. A primeira rodada de um torneio é sempre complicada. Ainda mais pra Mello que vem tentando se recuperar para jogar grandes torneios. O paulista não jogava um ATP a um bom tempo, e veio de um título na quadra rápida.

Você ainda deve estar pensando - Tá, tá, tem isso tudo, mas show não foi. Enfim, para quem joga tênis, sabe que vencer uma partida na estratégia e na inteligência é sempre um show. O italiano Lorenzi é um bom jogador e tem golpes melhores que o de Mello, porém ta longe de ter a mente fria do brasileiro.

O controle de bola, a boa movimentação e o respeito a estratégia de manter a bola funda e na esquerda de Lorenzi foram os pontos chave dessa vitória, que tráz, confiança, moral e o mais importante, tranquilidade pra trabalhar.

Mello abre 2010, mostrando que deve terminar no top 100. Para a alegria de nós brasileiros.

*De Lucas Lisboa

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Bellucci é o cara: Campeão do ATP de Santiago, Top 30, e esperança no Sauípe

Desse jeito voltamos a ter alguém para torcer nos maiores torneio do mundo
Desse jeito voltamos a ter alguém para torcer nos maiores torneio do mundo
Para quem não acompanhou o jogo, o paulista Thomaz Bellucci jogou que nem gente grande, ou melhor, que nem top 10, no saibro chileno. Na além do que eu esperava do nosso melhor tenista. Na madrugada desta segunda-feira ele derrotou o argentino Juan Monaco, por 6/2, 0/6 e 6/4, e conquistou seu segundo torneio de nível ATP. De quebra, garantiu o 28º posto do ranking.

Bellucci sacou bem, se movimentou melhor do que na Austrália e provou que está cada dia mais com a cabeça no lugar para buscar voos mais altos. Como todo bom brasileiro, eu aguardo ansioso pelo Brasil Open, e, desde as épocas de Guga não aguardava tão esperançoso pela atuação de um brasileiro.

O número um do país tem agora uma grande missão, viajava hoje para a Bahia e deve estrear nesta terça-feira contra o bom tenista brasileiro Thiago Alves.

O bola no Aberto do Brasil é mais pesada que a do Chile, e a quadra um pouco mais lenta, além disso o cansaço da viagem e a possível boa atuação de Thiago Alves, devem ser os obstáculos a ser batido por Bellucci. A boa campanha no Brasil é essencial para o resto da temporada do paulista. Ele defende o vice-campeonato, e se cair nas rodadas inicias pode perder preciosas posições do Ranking e não garantir direto sua vaga em alguns Master Series.

O que fica de positivo, é que mais uma vez me pego escrevendo bem de Bellucci, e que, o que todos os acompanhadores do canhoto temiam, era o seu fraco fisíco e sua cabeça, que estão cada dia melhor.

Agora, nos resta torcer para a legião brasileira na Bahia. Hoje tem Ricardo Mello as 21h, e o deixadinha estará de olho.

* De Lucas Lisboa

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Dá para confiar em Thomaz Bellucci

Podem achar que falo meio tarde, mas eu, sempre vacilante no otimismo, afirmo apenas agora: Thomaz Bellucci é um tenista em quem podemos confiar. Aos 22 anos, o brasileiro chegou a um ponto em que, jogando direitinho como está, consegue incomodar muita gente. E papar título, como o da madrugada desta segunda-feira no ATP 250 de Santiago, no Chile.

A confiança, que antes era motivo de críticas por causa de seus altos e baixos, agora está se tornando um ponto forte. Bellucci tem bons golpes e acredita neles. Vai para o voleio sem pestanejar quando necessário e aposta na agressividade.

A cabeça não pira mais por qualquer bobagem. E olha que um pneu como o que tomou no segundo set da final contra o argentino Juan Monaco não é qualquer bobagem. Tem grande potencial destrutivo. Mas no terceiro set lá estava o brasileiro focado para fechar em um duro 6/4.

Os golpes de base estão consistentes, assim como o saque, mas isso já era algo que o rapaz demonstrava nos bons momentos. O ponto é que, agora, os maus momentos são mais raros. Quando pintam, Bellucci está conseguindo contorná-los. Venceu partidas jogando não tão bem assim. E, na sua maior vitória, derrotou o excelente anfitrião Fernando Gonzalez, de virada.

Bellucci não é Federer, nem perfeito ou invencível, longe disso. E, claro, vai ter dias e semanas ruins. É um bom tenista, esforçado, melhorando a cada torneio. Os ótimos resultados começaram a chegar e não devem parar por aí.

Brasileiros, cada vez mais, dá para torcer por Bellucci. Com boas possibilidades de um sorrisão no rosto no final da partida.

Parabéns, rapaz!

Rodrigo Dalmonico

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Fed Cup começa, para variar, sem chance para o Brasil

Roxane deve ser titular na equipe que enfrenta Porto Rico na primeira rodada
Roxane deve ser titular na equipe que enfrenta Porto Rico na primeira rodada
Canadá, Cuba e Porto Rico, teoricamente a torcida brasileira deveria estar esperançosa quanto aos resultados da equipe que vai disputar a Federation Cup pelo Zonal Americano I. Mas, graças ao antigo mau planejamento da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), na época de Nelson Nastás, hoje não temos tenistas que nos dêem essa esperança.

Capitaneado por Carlos Alves, o Brasil irá com força total pra competição, o que infelizmente, não é muita coisa. São elas: a experiente Maria Fernanda Alves, Ana Clara Duarte, Roxane Vaisemberg e Nathália Rossi.

A estréia será diante de Porto Rico, mas a minha precupação é com a equipe Canadense. A preocupação aumenta, ainda mais, ao saber que só se classifica um país. O Canadá jogará com a talentosa Aleksandra Wozniak e Stephanie Dubois, Sharon Fischman e Marie-Eve Pelletier.

As partidas serão disputadas de quadras de terra batida descobertas, em Assunção, no Paraguai. O vencedor da chave disputa vaga na repescagem do Grupo Mundial II.

*De Lucas Lisboa

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Martina Hingis pode voltar ao circuito mundial

Mais uma musa no circuito não seria nada mal né?
Mais uma musa no circuito não seria nada mal né?
A musa suiça Martina Hingis tem acompanhado o retorno bem-sucedido das belgas Kim Clijsters e Justine Henin ao circuito profissional e admite que sente acender umas faíscas.

Mas a ex número 1 do mundo joga um balde de água fria em nós, os marmanjos amantes do tênis e de mulheres bonitas, dizendo que as chances de retorno são remotas, principalmente por causa das viagens.

Com 29 anos, Hingis está de volta da aposentadoria para disputar uma temporada completa do circuito World TeamTennis, a liga de equipes mistas fundada por Billie Jean King, que está em sua 35ª temporada.

Hingis será escolhida por uma das equipes no dia 11 deste mês. Outros nomes deste ano são Serena e Venus Williams, John McEnroe e Maria Sharapova.

Em 2005, Hingis usou o WTT como preparação para sua primeira volta ao tênis e o mesmo fez Clijsters no ano passado, depois de longe do circuito profissional por mais de dois anos.

Será que teremos mais uma grande jogadora de volta ao circuito?

Eu quero ver essa temporada feminina pegar fogo!!

*De Lucas Lisboa

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CBT marca um golaço e investe no tênis fraldinha

O tenista Vitor Castro do Rio Grande do Sul deve ter gostado da notícia
O tenista Vitor Castro do Rio Grande do Sul deve ter gostado da notícia
Sabem que eu sou um defensor árduo do tênis juvenil e critico constante a Confederação Brasileira de Tênis (CBT). Mas dessa vez a entidade deu uma bola dentro e resolveu investir em mais um programa da Federação Internacional voltado ao desenvolvimento de jovens tenistas desde o primeiro contato com a raquete.

A partir deste ano, será implantado o Programa Tennis 10s, voltado a jovens de até 10 anos de idade. O programa visa adequar as quadras e bolas à idade dos jovens tenistas, além do formato de competição que permite participar de vários jogos.

Agora quem tem filho, de cinco anos em diante, pode ficar tranquilo que seu(a) menino(a) irá praticar um esporte seguro e saudável. A utilização das bolas mais lentas ajuda a desenvolver uma técnica mais eficiente e a implementar táticas avançadas que, na maioria das vezes, não seriam possíveis utilizando a bola normal na quadra normal.

À partir de 2012 a Federação Internacional (ITF) exigirá que todos torneios até 10 anos sejam realizados com as bolas e quadras adequadas para a idade.

*De Lucas Lisboa

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Tiago Fernandes e Larri Passos: entrevista da dupla

O Diário Catarinense desta quarta-feira traz uma matéria sobre a nova promessa do tênis brasileiro Tiago Fernandes e as outras crias com potencial da academia do Larri Passos em Camboriú, Litoral Norte de Santa Catarina. Para quem não ligou o nome à pessoa, Larri foi o técnico do Guga.

A reportagem foi feita pelo blogueiro Lucas Lisboa e pelo repórter Jean Balbinotti, com fotos de Guto Kuerten. Vale dar uma lida.

A equipe foi até a fabriqueta de bons tenistas que o Larri mantém na cidade e falou com Tiago, que conquistou recentemente o título juvenil do Aberto da Austrália, em simples. Eles deram uma olhada, ainda, em outros nomes promissores.

O Lucas aproveitou e fez um vídeo com trechos da coletiva do Tiago e do Larri. Olha aí:

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O drama de Rafael Nadal

Ele não parece estar muito feliz por saber que vai ficar um mês de molho em casa vendo filminho
Ele não parece estar muito feliz por saber que vai ficar um mês de molho em casa vendo filminho
Todo mundo sabe que 2009 não foi dos anos mais alegres para o espanhol Rafael Nadal. Principalmente pela derrota precoce em Roland Garros. E parece que 2010 não vai ser diferente. A desistência no Aberto da Austrália e confirmação do agravamento da lesão deixaram o ídolo espanhol um mês de molho para tramento. Fora que o posto de número dois já passa a ser um sonho e se manter no top 8, uma missão.

Podem me chamar de chato, insistente, convencido, mas no fim das contas minhas apostas podem estar certas. Não quero secar o cara, mesmo porque acho ele um DOS caras, se é que entendem. O que me levou a escrever esse post é o simples motivo de tentar explicar a causa da lesão.

Problema de joelho no tenis é mais do que comum, só que, diferente dos outros tenistas o problema de Nadal não está nas pernas e sim nos braços. A técnica do espanhol, pra quem entende o mínimo que seja de tênis, deixa a desejar. O número quatro do mundo, costuma terminar o movimento atráz da cabeça do lado esquerdo - e o certo seria no lado direito. Isso faz com que o tempo de chegada na bola mude e ele tenha que bater mais agachado, machucando os joelhos.

Enfim, como um admirador de um bom tênis, torço para que Nadal volte rápido ao circuito, para jogar seu melhor e tentar bater o gênio Roger Federer.

*De Lucas Lisboa

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A entediante rotina do gênio


A vitória, a fama, o reconhecimento. Roger Federer fatura o quarto Aberto da Austrália e tem uma das melhores chances da carreira de vencer todos os Slams em apenas um ano.

Será que dá?

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O feito histórico de Tiago Fernandes

Quando os brasileiros começaram a cair na chave principal do Aberto da Austrália, o ânimo deu uma caída. Claro que o torneio ainda tinha os grandes jogadores de sempre, com ótimas partidas, mas vai dizer que não é gostoso ter alguém para torcer realmente, como Copa do Mundo.

E então Gulherme Clezar e Tiago Fernandes começaram a despontar na chave juvenil, que sempre é uma infelicidade televisiva só, não passa em nenhum lugar - pelo menos no Brasil. Promessas em dobro para fazer os fãs de tênis desta terra aqui darem uma última chance ao torneio da terra de lá.

Clezar, infelizmente, ficou pelo caminho. Fernandes foi em frente, escancarando seu óbvio crescimento dos últimos meses. Foi à final. Eu, particularmente, estava mais tenso para essa partida do que para qualquer outra final do torneio. Sentimento de Copa, não tenho vergonha de torcer.

Durante a partida - assustadoramente transmitida pela televisão no Brasil - briguei à distância com Tiago. Mas o fato é que nosso representante manteve a concentração, mesmo uma quebra atrás ou sendo quebrado após conseguir a vantagem. Foi fiel à tática, botando o adversário, o australiano Sean Berman, para correr.

Já tinha visto os golpes firmes de Tiago ano passado, durante o Banana Bowl, há quase um ano, em Floripa. Estava mais franzino e menos concentrado do que hoje. Seu adversário na ocasião, o argentino Facundo Arguello, teve um dia iluminado: tudo entrava. Tiago caiu.

Um ano antes disso, o alagoano que treina com Larri Passos fez parceria com Guga em um challenger, também na capital catarinense. Para a idade, causou uma boa impressão, principalmente nos voleios.

Hoje foi melhor. Notícia boa de madrugada, de início de fim de semana, revertida em 7/5 e 6/3 e no primeiro título juvenil de simples em um Slam para o Brasil. O importante - acho que todos os envolvidos têm essa noção - é saber que a conquista não é o destino, mas um passo firme no caminho certo.

Mas que dá uma empolgada, ah, isso dá…

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