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A gente sabe que o “Se” não joga, mas… Se o Guga não tivesse se machucado, até onde ele teria ido?

Será que ele dominaria o circuito sem dar chances para o Nadal?
Será que ele dominaria o circuito sem dar chances para o Nadal?
Todo mundo sabe que o “Se” não conta. Mas volta e meia as pessoas se pegam pensando.

Ah se ela(e) me desse bola…

Ah se eu ganhasse na sena…

ah se eu jogasse como o Federer…

Pois bem. Se você se enquadra na terceira alternativa nem precisa da segunda. Mas não sei de ninguém com esta capacidade. A primeira é mais complicada, mas também é única que quase todo mundo consegue resolver.

No esporte existem dois “Se” que sempre voltam a minha cabeça:

Se o Senna não tivesse morrido

Se o Guga não se machucasse

Fico me perguntando como seria o final da carreira dele. O brasileiro conseguiria se manter no topo. Faria frente a Fedex e Nadal. Ganharia mais Grand Slams.

Acionei meu achômetro e aí vão minhas previsões. Como jamais poderão ser colocadas a prova poderei sustentá-las para o resto da vida. Hoje falarei de quantos Roland Garros acho que o Guga teria levado se o corpo tivesse resistido ao esporte de alto rendimento.

Ninguém me tira da cabeça que se o quadril não fosse para o pau Guga venceria no mínimo mais dois torneios de Roland Garros. Gustavo Kuerten levou os campeonatos de 1997,2000 e 2001. Rafael Nadal debutou em 2005 e iniciou um indiscutível domínio no saibro. No período entre o último título do brasileiro e o primeiro do espanhol tivemos até um vencedor bem mais ou menos.

2002: final espanhola com Albert Costa batendo Juan Carlos Ferrero por 3×1 (6-1 6-0 4-6 6-3)
O campeão não passava de um bom jogador, mas bem ganhável. Ferrero perdera nos dois anos anteriores para Guga.

2003: Ferrero leva o Grand Slam batendo o surpreendente Martin Vernek. O cara veio do nada, teve as duas semanas de melhor tênis da vida dele, chegou a final e voltou para o nada. Foi superado por implacáveis 3×0 (6-1 6-3 6-2)

2004: um crack argentino e um razoável argentino na final. Resultado: zebra. Gastón Gaudio tomou um pneu no primeiro set, mas Guillermo Coria tremeu e entregou a rapadura. O placar foi 3×2 (0-6 3-6 6-4 6-1 8-6)

Este eu tenho certeza que o Guga levava se tivesse com o quadril em dia. Resta lembra que ele chegou as quartas de final, perdeu de 3×1 para o ótimo Nalbandian num tie-break. Tenho certeza que ele ganhava se fosse para negra. Olha está declaração da época

“Joguei o tempo todo com dor. Mas sentia que poderia ganhar o quinto set porque o Nalbandian não estava chegando nas bolas que eu estava chegando”, analisou Guga.

Em seguida, vinha o Gaudio. O pior tenista que já vi ganhar Roland Garros. O Guga ganhava. Final contra o Coria. Ele amarelou contra o compatriota. Imagina contra um tricampeão. Seria um título saborosíssimo. Temperado com dor, superação, dedicação e muito amor ao esporte.

Depois começou a era Nadal. Mas falo disso outra hora. É um confronto que eu gostaria muito de tivesse acontecido. Seria sensacional. Mas o Se não conta.

E você, até onde acha que o Guga poderia ter ido?

*De Maionese

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Para os cuecas de plantão: Nadal e Shakira gravam cenas quentes

Olha aí o lado bom de ser tenista
Olha aí o lado bom de ser tenista
E mais uma vez eu gostaria de estar no lugar de Rafael Nadal. E quem não gostaria? Desta vez, o Rei do Saibro parece estar apenas lesionado para o tênis, porque fora das quadras ele atacou de ator e gravou cenas quentes ao lado da “amiga” Shakira no Clipe Gypsy. As filmagens duraram um dia e meio e foram feitas em Barcelona.

Esta não é a primeira vez que os dois são vistos juntos. A cantora já acompanhou partidas do ex-número 1 do mundo, e foi recebida pelo jogador no vestiário, a partir daí, nao se sabe o que rolou!?.

Até onde se sabe, trata apenas de admiração mútua e amizade, uma vez que Nadal namora com a jovem Francisca Perello, carinhosamente tratada pelo apelido de Xisca, que conhece há muito tempo e só recentemente passou a ser vista com mais freqüência nos jogos, e Shakira tem um relacionamento antigo com Antonito De la Rua.

O videoclip completo poderá ser visto daqui a 10 dias. Mas o deixadinha antecipa e bota apenas um trecho do video, que infelizmente não é nada quente. Agora é esperar ansioso pelo lançamento.

*De Lucas Lisboa

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Carnaval sem surpresas

Se bater Ferrero e chave \
Se bater Ferrero e chave \
Depois do merecido descanso dos escritores deste blog durante o Carnaval, volto dizendo que nenhum resultado foi além do esperado pelos acompanhadores do tênis.

Na reta final do Brasil Open, Mello não consegiu manter o ritmo de suas boas atuações e perdeu para o sólido espanhol Juan Carlos Ferrero, que, mais tarde, bateu o duplista Lukas Kubot e sagrou-se campeão.

No exterior, Verdasco venceu o ATP 500 de San José e cansado perdeu na primeira rodada de Memphis, nada fora do normal.

E segue firme a má fase das duplas brasileiras. Melo e Soares, depois do vice Auckland, mas nada conseguiram e André Sá, ao lado de Tecau, seu parceiro romeno, não consegiu nenhuma vitória. Se o Brasil almeja buscar a elite da Copa Davis e bom contar a vitória nas duplas.

Pra concluir, no último game do último set, ou, para os também amantes do Futebol, aos 45° do segundo tempo, tivemos uma grata surpresa. A primeira vitória do ano do brasileiro Marcos Daniel, parciais de 6/1 e 6/3, para cima do italiano Paolo Lorenzi, 91º do mundo. Daqui a pouco, o número dois do Brasil enfrenta Ferrero, tentando vingar Mello.

A missão é dura, mas eu acredito no Daniel. Ferrero vem cansado e as chances, por incrível que pareça, são grandes.

*De Lucas Lisboa

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Incógnitas marcam as atuações dos brasileiros: Feijão merece a Davis? Quem vai ser o parceiro de Bellucci?

Será que com o Bellucci o Brasil pode voltar ao grupo mundial da Davis?
Será que com o Bellucci o Brasil pode voltar ao grupo mundial da Davis?
Quem nunca viu um jogo de tênis pensando no futuro daqueles atletas? Bom, esse fui eu, na noite de ontem. E muitas perguntas vieram a minha cabeça. Primeiro, por mais quanto tempo Marcos Daniel irá começar a temporada de forma medíocre? Mais um ano chega e ele nós mostra que não consegue vencer no começo da temporada. Segundo, será esse o limite de Thomaz Bellucci? Que atuou em um nível bem melhor que o de Thiago Alves. E para fechar, será que a derrota escondeu para o público o potencial de Feijão?

Vamos as minhas respostas. Para começar quero declarar meu patriotismo. Sou um torcedor fanático do Brasil, tanto na Davis, como em uma possível Copa do Mundo de Tênis, como querem Federer e Nadal. E, por isso, fiquei pensando em quem poderia atuar, e, levar o país a divisão principal.

Cinco nomes vieram a minha cabeça e eu decidir analisar um por um. Thiago Alves, Marcos Daniel, Ricardo Mello, João Souza(Feijão) e Thomaz Bellucci.

Thiago: É um jogador agressivo e temperamental, só funcionaria na quadra rápida e diante da torcida. É uma opção boa para os jogos em casa contra especialistas em saibro, como a Espanha. No saibro, como ontem, mostrou que é fraco e que quando o jogo não está pra ele tem pouco poder de reação.

Marcos Daniel: É um bom jogador, habilidoso, forte e experiente. Mas seu porte físico não é proporcional ao seu jogo, pra quem tem tanto braço e tanto peito, deveria bater mais, ou, se não, ser um pouco mais leve para melhorar a movimentação. Davis, pra ele, só se for em Bogotá, onde ele é Rei.

Mello: Seria hoje, pela experiência, a opção mais viável para ser o companheiro de Thomaz Bellucci. O que é deprimente. Ninguém espera que o Ricardinho vença um jogo difícil e bote o brasil em vantagem. Ele pode fazer o feijão com arroz e ganhar dos fracos.

Feijão: No jogo de ontem, comentei com um amigo meu: - Brasil, elite da Davis em 2012. A derrota não pode esconder o bom nível que vem atuando o jovem de 21 anos. O Feijão é um dos que tem mais tempo e potencial para evoluir. Tem no seu leque de golpes, um saque fenomenal, o que é extremamente necessário no tênis atual. É agressivo, o que eu diariamente cito como qualidade primária para o futuro do esporte. Um pouco mais de experiência em grandes torneios fará dele o jogador ideal, para, junto com Bellucci, levar o Brasil a elite.

Bellucci: Retomando a pergunta do primeiro parágrafo: Seria esse o limite de Thomaz Bellucci? Bom, eu não acho. Top 30 pra ele, é pouco, até o fim desse temporada, ou quem sabe 2011, o Top 15 deve ser o limite. O nível que ele jogou contra o Thiago mostrou que enfrentar um simples “100″ do mundo, está fácil. Dos top 50, tem que ganhar. E dos top 20, dá pra ganhar.

E aí, quem vocês escalariam?

Obs: Amanhã será a apresentação do novo técnico da equipe brasileira da Copa Davis. João Zwetsch (técnico de Bellucci) é o mais cotado.

*De Lucas Lisboa

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Mesmo fora do circuito, Saretta dá um winner e aparece com a Tiazinha

Sarettinha pegador com cara de Top 10
Sarettinha pegador com cara de Top 10
Pelo jeito o ex top 40 Flávio Saretta está em melhor forma do que quando jogava tênis. Ele foi visto e flagrado na inauguração do bar Ringue, em São Paulo, ao lado de Suzana Alves, ex-Tiazinha, lembram? Na noite desta segunda-feira, dia 8, os dois não se desgrudaram e até posaram juntos para fotos. Ah, o amor…

Quem te viu, quem te vê, hein Sarettinha.

*De Lucas Lisboa

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Para os cuecas de plantão: Ana Ivanovic mostra sensualidade em fotos de Biquíni

A sérvia Ana Ivanovic mostrou que pode concorrer com a russa Maria Sharapova, ao posto de musa do coração dos amantes do tênis. A jogadora de 22 anos foi uma das beldades do esporte que posaram para a tradicional ensaio com roupas de banho da revista americana “Sport Illustred”. A edição foi lançada nesta terça.

Meu deus! Que curvas
Meu deus! Que curvas

Essa rede é que tem sorte
Essa rede é que tem sorte

Continuo com injeva dessa rede
Continuo com injeva dessa rede

Em dose dupla pra você
Em dose dupla pra você

E ai o que acharam?

*De Lucas Lisboa

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Brasil Open: Mello joga bem e é o primeiro brazuca a avançar

Mello deve entrar em ação na proxima quarta feira, contra Feijão ou Hanesco
Mello deve entrar em ação na proxima quarta feira, contra Feijão ou Hanesco
Conforme o prometido, o deixadinha estava de olho no jogo de Ricardo Mello. E porque toda essa atenção com o ex top 50?. Porque eu, Lucas, acredito em uma bela atuação do canhoto no Brasil Open e uma excelente temporada.

Bom, chega de frufruzinho e vamos ao que interessa, o jogo. Dessa vez os amantes do melhor esporte do mundo puderam ver a ótima partida pelo Sportv e acompanharam um show do Ricardinho.

Show? não é pra tanto - possívelmente deve estar pensando você leitor. Mas explico. A primeira rodada de um torneio é sempre complicada. Ainda mais pra Mello que vem tentando se recuperar para jogar grandes torneios. O paulista não jogava um ATP a um bom tempo, e veio de um título na quadra rápida.

Você ainda deve estar pensando - Tá, tá, tem isso tudo, mas show não foi. Enfim, para quem joga tênis, sabe que vencer uma partida na estratégia e na inteligência é sempre um show. O italiano Lorenzi é um bom jogador e tem golpes melhores que o de Mello, porém ta longe de ter a mente fria do brasileiro.

O controle de bola, a boa movimentação e o respeito a estratégia de manter a bola funda e na esquerda de Lorenzi foram os pontos chave dessa vitória, que tráz, confiança, moral e o mais importante, tranquilidade pra trabalhar.

Mello abre 2010, mostrando que deve terminar no top 100. Para a alegria de nós brasileiros.

*De Lucas Lisboa

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Bellucci é o cara: Campeão do ATP de Santiago, Top 30, e esperança no Sauípe

Desse jeito voltamos a ter alguém para torcer nos maiores torneio do mundo
Desse jeito voltamos a ter alguém para torcer nos maiores torneio do mundo
Para quem não acompanhou o jogo, o paulista Thomaz Bellucci jogou que nem gente grande, ou melhor, que nem top 10, no saibro chileno. Na além do que eu esperava do nosso melhor tenista. Na madrugada desta segunda-feira ele derrotou o argentino Juan Monaco, por 6/2, 0/6 e 6/4, e conquistou seu segundo torneio de nível ATP. De quebra, garantiu o 28º posto do ranking.

Bellucci sacou bem, se movimentou melhor do que na Austrália e provou que está cada dia mais com a cabeça no lugar para buscar voos mais altos. Como todo bom brasileiro, eu aguardo ansioso pelo Brasil Open, e, desde as épocas de Guga não aguardava tão esperançoso pela atuação de um brasileiro.

O número um do país tem agora uma grande missão, viajava hoje para a Bahia e deve estrear nesta terça-feira contra o bom tenista brasileiro Thiago Alves.

O bola no Aberto do Brasil é mais pesada que a do Chile, e a quadra um pouco mais lenta, além disso o cansaço da viagem e a possível boa atuação de Thiago Alves, devem ser os obstáculos a ser batido por Bellucci. A boa campanha no Brasil é essencial para o resto da temporada do paulista. Ele defende o vice-campeonato, e se cair nas rodadas inicias pode perder preciosas posições do Ranking e não garantir direto sua vaga em alguns Master Series.

O que fica de positivo, é que mais uma vez me pego escrevendo bem de Bellucci, e que, o que todos os acompanhadores do canhoto temiam, era o seu fraco fisíco e sua cabeça, que estão cada dia melhor.

Agora, nos resta torcer para a legião brasileira na Bahia. Hoje tem Ricardo Mello as 21h, e o deixadinha estará de olho.

* De Lucas Lisboa

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Dá para confiar em Thomaz Bellucci

Podem achar que falo meio tarde, mas eu, sempre vacilante no otimismo, afirmo apenas agora: Thomaz Bellucci é um tenista em quem podemos confiar. Aos 22 anos, o brasileiro chegou a um ponto em que, jogando direitinho como está, consegue incomodar muita gente. E papar título, como o da madrugada desta segunda-feira no ATP 250 de Santiago, no Chile.

A confiança, que antes era motivo de críticas por causa de seus altos e baixos, agora está se tornando um ponto forte. Bellucci tem bons golpes e acredita neles. Vai para o voleio sem pestanejar quando necessário e aposta na agressividade.

A cabeça não pira mais por qualquer bobagem. E olha que um pneu como o que tomou no segundo set da final contra o argentino Juan Monaco não é qualquer bobagem. Tem grande potencial destrutivo. Mas no terceiro set lá estava o brasileiro focado para fechar em um duro 6/4.

Os golpes de base estão consistentes, assim como o saque, mas isso já era algo que o rapaz demonstrava nos bons momentos. O ponto é que, agora, os maus momentos são mais raros. Quando pintam, Bellucci está conseguindo contorná-los. Venceu partidas jogando não tão bem assim. E, na sua maior vitória, derrotou o excelente anfitrião Fernando Gonzalez, de virada.

Bellucci não é Federer, nem perfeito ou invencível, longe disso. E, claro, vai ter dias e semanas ruins. É um bom tenista, esforçado, melhorando a cada torneio. Os ótimos resultados começaram a chegar e não devem parar por aí.

Brasileiros, cada vez mais, dá para torcer por Bellucci. Com boas possibilidades de um sorrisão no rosto no final da partida.

Parabéns, rapaz!

Rodrigo Dalmonico

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Fed Cup começa, para variar, sem chance para o Brasil

Roxane deve ser titular na equipe que enfrenta Porto Rico na primeira rodada
Roxane deve ser titular na equipe que enfrenta Porto Rico na primeira rodada
Canadá, Cuba e Porto Rico, teoricamente a torcida brasileira deveria estar esperançosa quanto aos resultados da equipe que vai disputar a Federation Cup pelo Zonal Americano I. Mas, graças ao antigo mau planejamento da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), na época de Nelson Nastás, hoje não temos tenistas que nos dêem essa esperança.

Capitaneado por Carlos Alves, o Brasil irá com força total pra competição, o que infelizmente, não é muita coisa. São elas: a experiente Maria Fernanda Alves, Ana Clara Duarte, Roxane Vaisemberg e Nathália Rossi.

A estréia será diante de Porto Rico, mas a minha precupação é com a equipe Canadense. A preocupação aumenta, ainda mais, ao saber que só se classifica um país. O Canadá jogará com a talentosa Aleksandra Wozniak e Stephanie Dubois, Sharon Fischman e Marie-Eve Pelletier.

As partidas serão disputadas de quadras de terra batida descobertas, em Assunção, no Paraguai. O vencedor da chave disputa vaga na repescagem do Grupo Mundial II.

*De Lucas Lisboa

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