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Posts na categoria "ATP Finals"

Soares / Peya sofrem, vencem a primeira e resultados embolam o grupo B do ATP Finals

06 de novembro de 2013 0

Por Vinicius Schmidt

Bruno Soares e Alexander Peya não estão mostrando o tênis que os colocou como número dois do mundo, mas o que importa é vencer. Por 2 sets a 1 (parciais de 3-6 6-4 10-5 no super tiebreak), eles bateram a dupla espanhola Marcel Granollers e Marc Lopez, e deram um passo importante para a classificação no ATP World Tour Finals.

Isso porque Leander Paes e Radek Stepanek perderam para outros espanhóis, David Marrero e Fernando Verdasco – que surpreendentemente lideram o grupo B com duas vitórias. Assim, o duelo de Soares / Peya contra Marrero / Verdasco, que fecha a fase de grupos, pode garantir a classificação e a liderança para o brasileiro com uma vitória, porém uma derrota elimina a dupla.

O prolema, acredito, está nas atuações do austríaco, que seguem destoando do comum. Alexander Peya está sacando mal, e em muitos momentos decisivos tem exitado, deixando a responsabilidade de matar o ponto sempre para Bruno Soares. Se conseguirem elevar seus níveis, Soares e Peya podem devem se classificar.

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Djokovic vence na estreia e tem caminho aberto para classificação no ATP World Tour Finals

06 de novembro de 2013 0

Por Vinicius Schmidt

O maior desafio de Novak Djokovic nesta fase de grupos do ATP World Tour Finals era contra Roger Federer. A vitória sólida, por 2 sets a 1 (parciais de 6-4 6-7 (2) 6-2), se encaminhou de maneira mais difícil do que imaginei, mas acabou sendo boa para o sérvio.

Federer impôs um jogo de precisão, com bolas firmes  do fundo, slices longos e muita troca rápida de direção. Este tipo de jogo, de correria, favorece Djoko, e a resposta disto veio com a quebra e a vitória no primeiro set. Roger Federer errou muito, e isto tem que ficar registrado, já que a partir do momento que calibrou a mão, o suíço cresceu no jogo

No segundo set, seguiu a estratégia do início do jogo, e uma queda no jogo de Nole deu a vitória no tiebreak para Federer, depois de ter salvo o match point. Em alguns momentos, era possível ver em quadra o bom e velho maior campeão de Grand Slams da história, aquele Federer com vontade de vencer.

O terceiro set foi o que me levou a dar a classificação quase certa ao sérvio. Dominante, ele atropelou Federer, que chegou ao ponto de não ter reações, de ficar entregue ao jogo do adversário. Este Novak Djokovic, que não toma conhecimento dos adversários e fez de Ferrer sua mais recente vítima, se aparecer nos próximos confrontos passa de fase invicto.

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Del Potro conquista vitória suada contra Gasquet, e jogo do francês complica as projeções do ATP Finals

05 de novembro de 2013 0

Por Vinicius Schmidt

É incrível como alguns jogadores não param de me surpreender neste ano. Um deles jogou ontem, perdeu, mas me alegrou pelo tênis apresentado. Apesar da derrota, Richard Gasquet bateu de frente contra um gigante – na altura e na bola que joga -, Juan Martin Del Potro, e o resultado, apesar de esperado, mudou um cenário que parecia certo na minha cabeça.

Grupo B do ATP World Tour Finals, composto por Gasquet, Del Potro, Djokovic e Federer. Naturalmente, Novak Djokovic seria o líder deste grupo e deixaria os outros três se estapeando para conquistar a segunda vaga, que tende a ir para Roger Federer. Mas com o jogo mostrado na noite de ontem pelo francês, coloco em dúvida uma possível classificação do suíço.

Projetando que Djoko vença todas, e sabendo que Delpo já tem uma vitória, Federer precisaria bater Gasquet e decidir a vaga contra o argentino, mas derrubar o francês não será fácil. Tanto Richard quanto Roger têm um estilo de base segura, com golpes angulados de aproximação à rede, onde matam o ponto com voleios precisos. Ou seja, equilíbrio no papel e vantagem para o ex-melhor do mundo, de quem conhecemos bem o talento. Porém, com a vontade/energia que Gasquet mostrou no duelo de ontem, brigando em cada ponto, acredito que ele posso complicar a vida de muita gente, inclusive de Federer, que sofre com problemas de fôlego.

Assim, seguiria sendo decisivo o duelo entre Del Potro e Federer, com cara de final de Grand Slam. O argentino dependeria só de si, e já mostrou que tem sim aquele bom tênis de outros tempo, mesmo com um ano irregular. Perder para Roger ainda poderia classificar o argentino, mas ele dependeria do saldo de sets (sim, as regras deste torneio contam até com saldo de sets).

Vencer Gasquet era sim obrigação, mas da maneira que foi, num 2 sets a 1 (parciais 6-7 (4) 6-3 7-5) deixa dúvidas se o hermano terá cacife para classificar. Enquanto isso, Gasquet segue melhorando e pouco a pouco me calando – já que mantenho a opinião de que ele é um alienígena neste torneio.

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Wawrinka leva o primeiro duelo do ATP Finals e dá mostras do que vem por aí no torneio

04 de novembro de 2013 0
Foto: BEN STANSALL / AFP

Foto: BEN STANSALL / AFP

Por Vinicius Schmidt

Em 2h25min, Stanislas Wawrinka mostrou que pode passar de fase, bateu Tomas Berdych por 2 sets a 1 (parciais de 6-3 6-7 e 6-3) e deu início ao torneio em grande estilo. O suíço aparece como segundo favorito num grupo A mais fraco, que deve ser dominado por Rafael Nadal e tem ainda David Ferrer, concorrente direto com Wawrinka.

O jogo foi bom, com trocas fundas de bola, como esperado, e saques potentes de Berdych. Apesar do tcheco ter um bom estilo de jogo, ele sofre com a lentidão de seus movimentos de perna, o que é um prato cheio para Wawrinka. O suíço poderia ter dominado o jogo com sua solidez na base e facilidade para trocar a direção da bola, mas uma lesão na coxa o incomodou, principalmente no segundo set, e o adversário aproveitou para soltar a mão no saque e levar no tie-break.

Na velha máxima de ‘clássico é clássico’, dificilmente veremos uma lavada na competição. Os oito melhores do mundo em 2013 têm, por si só, cacife para garantir bons jogos, mas a briga para conquistar o último título do ano dá uma certeza ainda maior de equilíbrio total.

Stanislas Wawrinka aparece para mim como candidato a segunda vaga deste grupo, que deve ser decidida contra David Ferrer num jogo de grandes expectativas.

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ATP World Tour Finals começa hoje com Rafael Nadal como franco favorito

04 de novembro de 2013 0

Por Vinicius Schmidt

Os oito melhores tenistas do mundo em 2013 estarão, a partir de hoje, disputando um título moral, uma conquista simbólica de “melhor tenista do ano”. O ATP World Tour Finals, que acontece em Londres, contará com a elite do tênis atual, e com certeza os jogos devem ser de encher os olhos.

O favorito, claro, é Rafael Nadal. Atropelou os adversários neste ano, foi de longe o que mais pontuou e ainda reassumiu o topo do ranking. A queda para David Ferrer, na semifinal do Masters 1000 de Paris, parece um tropeço casual, que não vejo como grande problema.

Novak Djokovic chega forte com o título na França, e é o candidato direto à derrubar o espanhol. Roger Federer mostrou que pode incomodar, principalmente se jogar como no primeiro set contra Djoko em Paris. A nota ruim da competição fica para Andy Murray, ausente por uma lesão nas costas, dando lugar à Richard Gasquet.

Entre possíveis zebras, como Gasquet ou Stanislas Wawrinka, monstros do favoritismo e tenistas que precisam provar que podem mais, o torneio vai fechar o ano com chave de ouro.

Confira os números dos tenistas em 2013:

Rafael Nadal – Espanha
Ranking: 1
Títulos em 2013: 10
Pontos conquistados: 12.030
Nadal não tomou conhecimento de seus adversários neste ano, atropelou até o então número 1 do mundo e reassumiu o posto. Grande candidato ao título, terá que lidar com a pressão do favoritismo.

Novak Djokovic – Sérvia
Ranking: 2
Títulos em 2013: 6
Pontos conquistados: 10.610
Correndo atrás do touro que o atropelou durante o ano, Djokovic é o segundo favorito, o cara que pode bater Nadal. Tem ao seu lado a experiência de ter vencido o torneio no ano passado.

David Ferrer – Espanha
Ranking: 4
Títulos em 2013: 2
Pontos conquistados: 5.800
O rei da corrida por fora, craque em ser a zebra. David Ferrer se mantém no top 5 do ranking sem conquistar muitos títulos, e raramente é uma ameaça. Pode mostrar que tem força para brigar pelo topo caso vença.

Juan Martin Del Potro – Argentina
Ranking: 5
Títulos em 2013: 4
Pontos conquistados: 5.055
Desaparecido em 2012, após uma lesão no punho, o argentino voltou com tudo em 2013. Finalista do torneio em 2009, ele vive mais um ótimo momento na carreira e pode incomodar.

Thomas Berdych – Rep. Tcheca
Ranking: 6
Títulos em 2013: 0
Pontos conquistados: 3.980
O tcheco não vive seu melhor ano, e mesmo sem vencer um torneio no ano conseguiu marcar presença no torneio. Tem que se aproveitar do fator zebra para tentar surpreender.

Roger Federer – Suíça
Ranking: 7
Títulos em 2013: 1
Pontos conquistados: 3.805
Garantindo sua presença na competição no último torneio, o Masters de Paris, Federer não lembra nem de perto o tenista que dominou o circuito nos anos 2000. Tem a chance de buscar sua redenção, além do sétimo título do ATP Finals.

Stanislas Wawrinka – Suíça
Ranking: 8
Títulos em 2013: 1
Pontos conquistados: 3.330
Vivendo durante toda sua carreira até aqui nas sombras do compatriota, Wawrinka pode passar de vez Roger Federer no ranking neste torneio. Estreante na competição, o nervosismo pode ser um complicador.

Richard Gasquet – França
Ranking: 9
Títulos em 2013: 3
Pontos conquistados: 3.300
Gasquet entrou no torneio pela desistência de Andy Murray, e é um ponto fora da curva. Apesar da boa temporada que teve neste ano, nunca conseguiu se livrar do status de promessa.

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Faltou garrafa pra vender

02 de dezembro de 2010 0

Vou comentar a participação de um jogador que gosto bastante no circuito, o americano Andy Roddick.

O cara não tem os melhores golpes de fundo, mas evoluiu bastante quando firmou parceria com o técnico Larry Stefanki no começo de 2009. Fez até final de Wimbledon, onde perdeu no set longo pro Federer. Neste ano, chegou no ATP Finals na última vaga e logo de cara quase bateu o Nadal. A partir deste momento vislumbrei o melhor dos cenários.

O cara jogou demais. Dominou o primeiro set, teve chances de vencer e perdeu no detalhe para o tenista de maior força mental do circuito. O cenário a frente se desenhava promissor. Ele enfrentaria o Tomas Berdych na rodada seguinte.

A partida começou com ambos confirmando o serviço e na hora da decisão set point para o americano no saque adversário. Pensei comigo mesmo que ele matava. Na hora da decisão predominaria o mais experiente. E no set seguinte haveria uma quebra a favor de Roddick que administraria a vantagem com o potente serviço até fechar o jogo.

Na última rodada, pegaria o Djokovic, contra quem liderava o confronto direto por 5×2. Que nada. Ele perder as oportunidade de quebrar o Berdych, tomou a quebra no game seguinte e viu o set de abertura parar nas mãos do adversário. No segundo set, atuou sem intensidade e perdeu. Contra o Djokovic nova apresentação abaixo do esperado.

Deu adeus ao torneio sem uma vitória e pior ainda, jogando bem menos que o esperado. Fiquei decepcionado.


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Antídoto

02 de dezembro de 2010 0


Desculpe a demora em escrever sobre o ATP Finals, mas sou repórter de polícia e a coisa esquentou lá no Rio de Janeiro. Vim sonhando com um plantão sossegado para eu ficar vendo o jogo nem que fosse de canto de olho. Passei a tarde desesperado escrevendo e entrevistando.

Aí demorou um pouco para eu conseguir ver o mínimo do jogo pra dar uma opinião. E não precisei assistir o jogo todo para perceber que o Federer encontrou o antídoto. Aquela bola cheia de rosca que quicava e subia horrores na esquerda dele pareceu não incomodar. O suíço pareceu não se incomodar e sentou a mão.

O fato de Rafael Nadal não estar 100% também ajudou. Mas o próprio tenista assumiu que a derrota não poderia ser atribuída a isso. Concordo com ele. Quando um jogador entra em quadra assume toda a responsabilidade.

O resultado também incendeia a próxima temporada. Que todos os jogadores, com exceção de franceses e sérvios, descansem e voltem renovados para a próxima temporada.



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Djokovic e a volta "dos pirata"!

26 de novembro de 2010 1

Djokovic, nesta sexta, em Londres:

Os Trapalhões, há muito tempo, por aqui:

Em tempo: Djokovic fez uma referência ao problema que teve na partida de anteontem, contra Nadal, em que teve problemas com sua lente de contato e pediu atendimento médico.

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Ao normal

23 de novembro de 2010 0

* por Felipe Pereira

Sem surpresas os jogos do Grupo A no ATP Finals. Djokovic bateu um errático Berdych. Para ganhar do sérvio, não dá para cometer tantos erros não-forçados. Nem foi preciso o número três do mundo jogar tudo o que sabe, apenas esperar o checo mandar a bola para fora ou na rede.

A outra partida foi bem emocionante. Tinha apostado no espanhol e quando cheguei na redação tomei um susto. Roddick um set à frente e com break a favor. Mas Nadal é Nadal. Deu um jeito de virar o jogo mesmo sem jogar tudo que sabe.

Hoje, foi surpreendente a facilidade com que o Federer bateu o Murray. O suíço ganhou o primeiro set, mas isso não queria dizer nada. Não foi uma única vez que ele começou na frente e tomou a virada. Mas na segunda parcial, a diferença de performace entre eles aumentou. Aquela passada quando o Murray partiu pro saque e voleio foi sensacional.

À tarde, ganhou quem tinha mais garrafa para vender. Tem tudo para dar Murray e Federer nesse grupo, mas como estamos falando de grande jogadores um dia ruim pode por tudo a perder. Não que eu ache que isso vá acontecer.

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Falando de ATP Finals

22 de novembro de 2010 0


Miroslava observa seu amado, Federer. E é bom mesmo ele ganhar do Ferrer para fugir da surra em casa


* por Felipe Pereira

Bem diferente a iluminação da O2 Arena. Eu gostei muito. Deve ser genial jogar naquelas condições. O detalhe da assinatura a laser do jogador ao entrar na quadra também é bem legal.

Quanto aos jogos, sem surpresas. O Federer bater o Ferrer não é novidade. Já havia acontecido 10 vezes. Quanto ao Soderling e o Murray, esperava mais. Mas o escocês conseguiu controlar os pontos de fundo de quadra. Ele estava sempre na bola para devolver os ataques do adversário. Restou ao sueco subir para rede pra diminuir o tempo de reação do oponente. Nesta hora faltou voleio e vimos um festival de passadas. As devoluções de dentro da quadra feitas pelo Murray também causaram estragos. 

Ficou bem difícil pro Sordeling e pro Ferrer passarem neste grupo.

Hoje, estreiam os atletas do Grupo A:

Djokovic x Berdych

Nadal x Roddick

Considero o espanhol o mais favorito de todos. A quadra mais lenta deve facilitar a devolução do saque, principal arma do americano.

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