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Posts na categoria "Master 1000"

Santo ajuda e Fish decide Master do Canadá

14 de agosto de 2011 0




MATTHEW STOCKMAN/AFP

Agora a coisa complica. Djokovic na final



O santo de Mardy Fish trabalhou bem nesta semana. Os dois principais jogadores do lado da chave dele, Nadal e Murray, não passaram da primeira rodada. Tomas Berdych ficou no caminho perdendo para o sérvio Janko Tipsarevic.

Foi bem esse jogador que pegou o americano nas semi neste sábado. Fish aproveitou a mãozinha que o santo deu e venceu com parciais de 6/3 e 6/4. O problema é que o buraco é mais embaixo neste domingo.

Fish pega Novak Djokovic, o único dos grandes favoritos a sobreviver na competição. Pelo que Nole vem jogando é bom o santo e o anjo da guarda do americano estarem de plantão e com vontade de trabalhar bastante.

Mas Fish já conseguiu algo bem importante. Repetir uma final de Master 1000 na temporada de quadra dura na América do Norte e defender importantes pontos. Ano passado ele decidiu Cincinnati e perdeu para Federer por 2 sets a 1.


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Campeão Soderling agradece a Paris

15 de novembro de 2010 0

* de Felipe Pereira

O sueco Robin Soderling deve se sentir em casa quando chega a Paris. Foi lá que deu a grande guinada da carreira, sendo a única criatura do mundo a ganhar de Rafael Nadal na quadra Philippe Chatrier em Roland Garros 2009. Neste ano os dois se encontraram novamente na final e a vitória foi do espanhol.

No último domingo, Soderling não titubeou na final do Masters 1000 da capital francesa. Tá certo que ficou parecendo que Gael Monfils gastou quase todo seu jogo para bater Federer na semifinal… O francês não foi bem no primeiro set da decisão. Soderling não tinha nada com isso e meteu 6×1. Em seguida, eles foram para o tie break e o sueco levou.

Particularmente, gosto muito do sueco, em especial pela atitude. Ele não se importa muito com quem tá do outro lado da quadra e enfia a mão. Lembra os vikings que saíram da gelada Escandinávia e barbarizaram a Europa. No caso de Soderling, as armas são um saque potente e bons golpes do fundo. Não tem o toque fino do Murray, mas, ao seu jeito, roubou o quarto lugar no ranking do escocês.

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Qual o balanço da temporada de Bellucci?

10 de novembro de 2010 4

O principal tenista brasileiro da atualidade, Thomaz Bellucci, encerrou nesta quarta-feira sua temporada 2010. Não foi lá um fim de ano agradável. Perdeu para o craque Nikolay Davydenko por 2 a 0, inquestionáveis 6/3 e 6/0 em menos de uma hora no Masters de Paris.

Fica, claro, um gosto amargo. Não exatamente por causa dessa derrota, previsível até, mas pelo fim de ano que deixou a desejar. Era fácil apontar que os últimos meses do ano seriam complicados. Só olhar a ascenção que o paulista teve a partir de julho do ano passado e, por consequência, os pontos que teria de defender no fim de 2010. Ainda assim deve fechar o ano um pouco acima do atual 30º lugar no ranking. Não é ruim. Em 2009 terminou em 36º.

Há alguns motivos para lamentos. O mais doloroso deles, talvez, a ainda difícil de engolir derrota para a Índia na Copa Davis, depois de um abandono contra o 113º do mundo. Não esqueçam as quedas em torneios em que poderia ir mais longe (Gstaad, New Haven, US Open, Estocolmo) e a segunda troca de técnico de forma conturbada na carreira.

Mas existem pontos positivos também. Só o fato de Bellucci ter conseguido passar a maior parte do ano flutuando entre os 30 do mundo é forte motivo de comemoração. Consequência disso é poder vê-lo na TV com mais frequência. Podemos botar na conta ainda as boas campanhas em Miami, Barcelona, Roland Garros e o título em Santiago.

É a sua vez. Faça um balanço do desempenho de Bellucci. Escreve aí nos comentários!

Deixadinha: a minha opinião, rapidamente. O ano de Bellucci mostrou, basicamente, o que acontece nas partidas dele. Vai  bem, dá uma desconcentrada, perde oportunidades. Às vezes ganha, às vezes é derrotado. Faltou algo a mais que faltou na temporada. Chegou a vencer tenistas mais bem ranqueados, mas poderia  incomodar muito mais outros que também estavam melhor posicionados que ele. E faltou, claro, colocar o Brasil de novo no Grupo Mundial da Davis. Se a média é 6, dou um 7,5 para o rapaz. Exigente demais?

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O troco e a superioridade de Rafael Nadal

16 de maio de 2010 5

O que será que se passa na cabeça de Roger Federer cada vez que pisa no saibro para enfrentar o monstro Rafael Nadal?

Bom, na minha cabeça passaria uma triste sensação de que, ou jogo tudo que sei e mais um pouco, ou lá vem outra derrota.

Em 21 duelos entre os dois, essa foi a 14ª vitória do número 2 do mundo. Números que não fazem do espanhol um tenista melhor do que o imortal do tênis Roger Federer.

Essa série de vitórias de Nadal só acontece, porque o espanhol chega poucas vezes as finais em quadras rápidas, e, por isso, não está tão sujeito as derrotas para Roger Federer.

Havia exatamente um ano que os amantes do tênis esperavam por mais um duelo entre Rafael Nadal e Roger Federer. Os dois melhores tenistas do século tinham dividido uma quadra de tênis pela última vez justamente em Madri, quando o suíço venceu o Masters 1.000 de 2009 no quintal de Nadal.

Desta vez, a torcida que lotou a Caixa Mágica neste domingo viu o espanhol jogar como os bons tempos de 2008. Nadal devolveu o revés do ano passado e bateu Federer por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6. O tenista de 23 anos não poupou vibração diante de seus compatriotas. Gritou, ajoelhou-se, deitou-se e riu muito após a vitória no saibro madrileno. Merece, não acham?

Bom, vale citar que Federer jogou um ótimo tênis, diferente daquele da semana passada, no saibro de Roma, onde foi eliminado, na primeira rodada, para o inexpressivo letão Ernert Gulbis.

Desta vez, o suíço lutou até o fim, e deve encomodar o espanhol Rafael Nadal em Roland Garros.

*De Lucas Lisboa

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