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Posts na categoria "roger federer"

Del Potro conquista vitória suada contra Gasquet, e jogo do francês complica as projeções do ATP Finals

05 de novembro de 2013 0

Por Vinicius Schmidt

É incrível como alguns jogadores não param de me surpreender neste ano. Um deles jogou ontem, perdeu, mas me alegrou pelo tênis apresentado. Apesar da derrota, Richard Gasquet bateu de frente contra um gigante – na altura e na bola que joga -, Juan Martin Del Potro, e o resultado, apesar de esperado, mudou um cenário que parecia certo na minha cabeça.

Grupo B do ATP World Tour Finals, composto por Gasquet, Del Potro, Djokovic e Federer. Naturalmente, Novak Djokovic seria o líder deste grupo e deixaria os outros três se estapeando para conquistar a segunda vaga, que tende a ir para Roger Federer. Mas com o jogo mostrado na noite de ontem pelo francês, coloco em dúvida uma possível classificação do suíço.

Projetando que Djoko vença todas, e sabendo que Delpo já tem uma vitória, Federer precisaria bater Gasquet e decidir a vaga contra o argentino, mas derrubar o francês não será fácil. Tanto Richard quanto Roger têm um estilo de base segura, com golpes angulados de aproximação à rede, onde matam o ponto com voleios precisos. Ou seja, equilíbrio no papel e vantagem para o ex-melhor do mundo, de quem conhecemos bem o talento. Porém, com a vontade/energia que Gasquet mostrou no duelo de ontem, brigando em cada ponto, acredito que ele posso complicar a vida de muita gente, inclusive de Federer, que sofre com problemas de fôlego.

Assim, seguiria sendo decisivo o duelo entre Del Potro e Federer, com cara de final de Grand Slam. O argentino dependeria só de si, e já mostrou que tem sim aquele bom tênis de outros tempo, mesmo com um ano irregular. Perder para Roger ainda poderia classificar o argentino, mas ele dependeria do saldo de sets (sim, as regras deste torneio contam até com saldo de sets).

Vencer Gasquet era sim obrigação, mas da maneira que foi, num 2 sets a 1 (parciais 6-7 (4) 6-3 7-5) deixa dúvidas se o hermano terá cacife para classificar. Enquanto isso, Gasquet segue melhorando e pouco a pouco me calando – já que mantenho a opinião de que ele é um alienígena neste torneio.

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ATP World Tour Finals começa hoje com Rafael Nadal como franco favorito

04 de novembro de 2013 0

Por Vinicius Schmidt

Os oito melhores tenistas do mundo em 2013 estarão, a partir de hoje, disputando um título moral, uma conquista simbólica de “melhor tenista do ano”. O ATP World Tour Finals, que acontece em Londres, contará com a elite do tênis atual, e com certeza os jogos devem ser de encher os olhos.

O favorito, claro, é Rafael Nadal. Atropelou os adversários neste ano, foi de longe o que mais pontuou e ainda reassumiu o topo do ranking. A queda para David Ferrer, na semifinal do Masters 1000 de Paris, parece um tropeço casual, que não vejo como grande problema.

Novak Djokovic chega forte com o título na França, e é o candidato direto à derrubar o espanhol. Roger Federer mostrou que pode incomodar, principalmente se jogar como no primeiro set contra Djoko em Paris. A nota ruim da competição fica para Andy Murray, ausente por uma lesão nas costas, dando lugar à Richard Gasquet.

Entre possíveis zebras, como Gasquet ou Stanislas Wawrinka, monstros do favoritismo e tenistas que precisam provar que podem mais, o torneio vai fechar o ano com chave de ouro.

Confira os números dos tenistas em 2013:

Rafael Nadal – Espanha
Ranking: 1
Títulos em 2013: 10
Pontos conquistados: 12.030
Nadal não tomou conhecimento de seus adversários neste ano, atropelou até o então número 1 do mundo e reassumiu o posto. Grande candidato ao título, terá que lidar com a pressão do favoritismo.

Novak Djokovic – Sérvia
Ranking: 2
Títulos em 2013: 6
Pontos conquistados: 10.610
Correndo atrás do touro que o atropelou durante o ano, Djokovic é o segundo favorito, o cara que pode bater Nadal. Tem ao seu lado a experiência de ter vencido o torneio no ano passado.

David Ferrer – Espanha
Ranking: 4
Títulos em 2013: 2
Pontos conquistados: 5.800
O rei da corrida por fora, craque em ser a zebra. David Ferrer se mantém no top 5 do ranking sem conquistar muitos títulos, e raramente é uma ameaça. Pode mostrar que tem força para brigar pelo topo caso vença.

Juan Martin Del Potro – Argentina
Ranking: 5
Títulos em 2013: 4
Pontos conquistados: 5.055
Desaparecido em 2012, após uma lesão no punho, o argentino voltou com tudo em 2013. Finalista do torneio em 2009, ele vive mais um ótimo momento na carreira e pode incomodar.

Thomas Berdych – Rep. Tcheca
Ranking: 6
Títulos em 2013: 0
Pontos conquistados: 3.980
O tcheco não vive seu melhor ano, e mesmo sem vencer um torneio no ano conseguiu marcar presença no torneio. Tem que se aproveitar do fator zebra para tentar surpreender.

Roger Federer – Suíça
Ranking: 7
Títulos em 2013: 1
Pontos conquistados: 3.805
Garantindo sua presença na competição no último torneio, o Masters de Paris, Federer não lembra nem de perto o tenista que dominou o circuito nos anos 2000. Tem a chance de buscar sua redenção, além do sétimo título do ATP Finals.

Stanislas Wawrinka – Suíça
Ranking: 8
Títulos em 2013: 1
Pontos conquistados: 3.330
Vivendo durante toda sua carreira até aqui nas sombras do compatriota, Wawrinka pode passar de vez Roger Federer no ranking neste torneio. Estreante na competição, o nervosismo pode ser um complicador.

Richard Gasquet – França
Ranking: 9
Títulos em 2013: 3
Pontos conquistados: 3.300
Gasquet entrou no torneio pela desistência de Andy Murray, e é um ponto fora da curva. Apesar da boa temporada que teve neste ano, nunca conseguiu se livrar do status de promessa.

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Eu já sabia

17 de agosto de 2011 0

Falei para vocês que Federer contra Del Potro seriam um bom jogo. Mas tenho que admitir que essa era fácil de acertar. Pudemos ver que o suíço deu de ombros para a derrota frente Tsonga (que perdeu hoje, mundo louco esse) e jogou daquele jeito que gostamos de ver.

Há várias coisas no jogo dele que dão gosto de sentar na frente da televisão (se pudesse ser na arquibancada melhor ainda). A que mais aprecio e apareceu ontem é a variação. Federer domina todos os golpes. Ele pode mandar uma bola com spin, depois uma reta e slices venenosos.

Aliás, essa bolinha baixa ainda incomoda Del Potro. Não é de hoje que ela deixa o argentino louco por ter de flexionar tanto os joelhos do alto de seu 1,98 metro. Outra coisa que é bom ver em Federer é a variação de saque. Muita gente saca até mais forte que ele, mas poucos fazem mais aces ou tem mais serviços não devolvidos.

São Poucos os jogadores que curto mesmo ver. Um deles é o Del Potro e qualquer dia falo os motivos. Vamos esperar uma vitória para dizer em momento mais adequado.

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Jogão nesta terça-feira à noite

16 de agosto de 2011 0

As vezes os sorteios são ingratos com alguns favoritos e colocam verdadeiras pedreiras na primeira rodada. Do ponto de vista do desafiante também dá para dizer que faltou sorte porque o cara tinha chance de ir longe, mas logo de cara pega um dos candidatos ao título.

Este é o cenário do jogo entre Roger Federer e Juan Martin Del Potro nesta terça-feira. Não dá para não lembrar da final do US Open de 2009. A partida está prevista para às 21h30min. Acredito que o suíço vença porque o argentino ainda não retornou ao nível de 2009.

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Tops voam em Wimbledon

23 de junho de 2011 0



Até agora os três primeiros do ranking passearam na grama de Wimbledon. Nadal como sempre está mais agressivo que no saibro. As bolas são mais retas (considerando o padrão Nadal claro). A coisa tá tranquila e não houve sustos como nas duas primeiras rodadas de Roland Garros.

Djokovic também atropelou os adversários. O sérvio continua naquela fase pré França. A sobra fisicamente somada a regularidade conhecida e bolas profundas fazem a vida dele mais fácil

Roger Federer em Wimbledon

Wimbledon começa fácil para os três primeiros do ranking

. Federer é outro que entrou em quadra para treinos de luxo. Não considero Ivan Mannarino, número 55 do mundo, um rival fraco. Mas ele deu um baile.


Por sinal, na primeira rodada estava pensando. Para um tenista de ranking mediano que sonha em chegar na segunda semana de um Grand Slam pegar o suíço na estreia de Wimbledon ou Nadal em Paris deve ser uma senhora frustração. Ambos venceram seis vezes os torneios nas superfícies que dominam. Azar de gente como o cazaque Mikhail Kukushkin que encarou Federer na estreia em Londres possivelmente com a passagem de volta marcada.

Agora o suíço faz um jogo interessante na terceira rodada. Pega o gordo David Nalbandian, jogador com uma esquerda cruzada muito boa e excelente controle de bola. Anos atrás eu levaria em conta a vitória do argentino, mas hoje, depois da séria lesão no quadril seguida de problemas musculares, não cogito esta hipótese.

Minha bola de cristal avisa que Nadal e Djokovic seguirão sua rotina de vitórias e passarão a segunda semana. Mas minhas previsões podem falhar. Acreditava numa vitória por 3×0 de Soderling sobre Lleyton Hewitt. Pensava que o saque poderoso e as bordoadas que o sueco disparo do fundo de quadra seriam suficientes para a vitória. Até foram, mas com muito mais custo do que o imaginado.
O australiano, ganhador de Wimbledon em 2002, soube levar a partida e abriu 2×0 enrolando o adversário. Se não tem os golpes poderosos do rival, ele consegue uma regularidade muito boa, é super inteligente e possui uma senhora força mental. O sufoco pode custar caro para o número 5 do ranking que defende as quartas em 2010.

Afinal, falamos de um Grand Slam. São jogos de cinco sets num campeonato de duas semanas. Para Hewitt, ficou a boa impressão de ter feito frente para um jogador top 10.


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Contra todas as adversidades Nadal triunfa

05 de junho de 2011 0

Gente aconteceu de novo e não sei porque ainda nos espantamos com mais um título de Rafael Nadal em Roland Garros. Este foi o sexto e ninguém com a cabeça sadia afirma que é o último. E que semana o espanhol viveu. Dada como certa a perda do topo do rankikg, vindo de três derrotas para Djokovic, chegando pressionado e pela primeira vez sem ser franco favorito para o Aberto da França.

Nadal deu a volta em tudo isso e num começo claudicante. Neste domingo levantou a taça dos mosqueteiros de novo. A diferença de performace entre a primeira e a segunda semana do espanhol são gritantes. Nos três primeiros jogos fez muitos erros não forçados, coisa que não combina em nada com o histórico dele. Mas conforme era exigido, respondia aos desafios e avançava mais uma rodada.

No final, deu tudo certo da maneira que sempre acontece. Nadal parecia uma parede onde tudo que vem volta. É impressionante como muitas bolas que seriam vencedoras ou sobrariam no meio da quadra com qualquer jogador voltam fundas e cheias de efeito quando são batidas pelo espanhol.

O aspecto tático também chama atenção. Ele sabe que a esquerda de uma mão de Federer é ponto fraco do suíço e executa a estrategia com maestria. Erros da base, falta de controle nos golpes preguiça em posicionar o corpo na hora de bater na bola não existem no mundo dele. O resultado, mais uma taça sendo mordida.

Nadal não é excepcional somente por isso. Ele em perfeita consciência do que pretende e mostra uma determinação ímpar para execução e principalmente evolução. Todo anos o espanhol acrescente alguma coisa ao jogo. O que falar da melhora absurda no saque. O tenista de Mallorca sabe que não pode parar e não se acomoda. Sorte do tênis. E se

Nadal igualou um recorde hoje Federer bateu outro recorde. É isoladoo jogador com mais vice-campeonatos na história de Roland Garros. Por quatro vezes ele levou aquela bandeja para casa. Até domingo, ele dividia o posto com Jaroslav Drobný. Nascido em Praga, capital da República Tcheca, ele perdeu as finais de 1946, 1948 e 1950. O último defendendo o Egito.








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Tudo ao normal em Paris

23 de maio de 2011 0


Claro que torcíamos para Ricardo Mello, mas podemos dizer que o primeiro dia dos brasileiros em Paris foi como esperado. Bellucci venceu e o número 2 do país caiu diante de um top 10. Mello começou mal o jogo. Muitos erros e pouco primeiro saque em quadra. Acontecia tudo ao contrário do que deveria para ele ter uma chance.

Ao invés de longas trocas de bola balançando Fish, o ponto se definia rápido. Depois ele reagiu, mas o americano se impôs. Diria que o prêmio de participação da primeira rodada de 15 mil euros é um belo consolo.

Bellucci teve um jogo equilibrado contra um adversário que gosta de bater na bola. Venceu e agora pega o italiano Andreas Seppi. Sei que o cara é do saibro, mas acredito que se o brasileiro mantiver o foco deverá levar. Gasquet venceu e continua em rota de colisão com o Bellucci. Se ocorrer, será interessante ver como o canhoto se vira diante de um jogador tão habilidoso.

Falando de outros jogos, Federer conseguiu não se enrolar e Djokovic atropelou. Tô curioso para ver como o Soderling jogará. Se a bolinha tá andando mais vai ajudar o cara que tem um saque tão bom. E a velocidade do jogo permite aquele swing bem amplo que ele tem.


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Djokovic alcança primeiro objetivo do ano

23 de março de 2011 0

Novak Djokovic deve ter riscado o primeiro objetivo do caderninho ao vencer a semi final contra Federer. Desde então é dele o segundo posto do ranking. No dia seguinte teve mais. Vitória de virada contra Rafael Nadal.

O triunfo sobre o espanhol é bastante significativo porque todos sabem que ele nunca entrega o osso. Conseguir virar numa final é algo para quem está jogando muito. Gente transbordando confiança e certa de que pode alcançar qualquer coisa. Desta maneira o sérvio segue invicto.
Logo logo, essas pessoas apaixonadas por estatísticas vão dizer qual é o recorde histórico de vitórias seguidas e quais nomes consagrados Djokovic deixou para trás com a série atual. Queria que eles levantassem em seus arquivos como eram as rodadas dos torneios duas décadas atrás. Fiquei impressionado com a quantidade de jogos fáceis nas primeiras rodadas.
Já faz tempo que ouvimos comentários de que os jogadores de posições intermediárias do ranking parecem não acreditar na vitória contra os tops. Além de entrarem derrotados, parecem que nem chegam a dar 100% em quadra. Em Indian Wells ficou parecendo aqueles campeonatos europeus de futebol. Uns times lá em cima brigando pelo título e o restante num limbo danado torcendo para perder de pouco.
Tomara que as coisas sejam diferente em Miami. O cenário é de um torneio a nível do mar e onde o piso tem ficado mais lento ano após ano. A princípio deve ser mais difícil para Federer e bom para Nadal. Nole parece estar voando em qualquer quadra.
Mas isso será colocado a prova na temporada de saibro. Poderemos ver se ele adquiriu regularidade para enfrentar Nadal nas intermináveis trocas de bola. Se conseguir, as chances dele virar número aumentam porque Nadal tem uma montanha de pontos a defender.
A vitória do sérvio também aliviou um pouco a barra do Federer. Ficou provado que é ele que tá jogando muito e que as três derrotas seguidas não representam que ele tá jogando menos.
Mas uma coisa que não entendo no suíço é porque aceitar o jogo imposto por Djokovic. Federer tem todos os golpes e sabe que o adversário vai explorar a esquerda. Fico imaginando porque raios ele não decide os pontos rápido. Nem que para isso seja preciso botar mais pressão subindo a rede com mais regularidade.
Falando do Bellucci, fez o que esperávamos. Ganhou do cara com ranking pior e perdeu para um top 10. Só achei ruim porque no confronto com Berdych ele fez bem menos que esperávamos.


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Baita vitória

27 de janeiro de 2011 1

Novak Djokovic mandou muito bem nesta quinta-feira. Ele atropelou o homem considerado o melhor jogador da história do tênis. Tudo que o suíço tentou o número três do mundo respondeu com golpes ainda melhores.

Ele cobriu a quadra com qualidade, resistiu aos ataques do adversário e várias vezes saiu da defesa para o ataque e venceu o ponto. O sérvio mandou no tie-break do primeiro set com muita autoridade. Partiu para cima e mostrou que queria vencer.

Resta lembrar que ele chegou a quadra com a receita decorada. Atacou a esquerda do Federer e ali construiu uma imensidão de pontos. Teve umas oito madeiradas. Mas mesmo na troca de bolas na pancadaria contra a poderosa direita do suíço Nole levou vantagem muitas vezes.

Também foi visível que o sérvio enfrentou e venceu os próprios nervos. Djokovic começou o jogo com duplas faltas e permitiu um break point logo de cara. Quando se encaminhava para vitória permitiu uma quebra no final do terceiro set dando uma senhora oportunidade para Federer voltar ao jogo. Mas em todas as vezes soube fechar a porta na cara do suíço.

Djokovic conseguiu pressionar muito o adversário. Exigiu tudo de Federer, o que levou o nível técnico do jogo lá para cima. Se mantiver a precisão nos golpes e a força mental vai muito forte para final.

Na outra semi-final torcerei por Andy Murray. Acho o escocês um baita jogador e quem sabe um título dessa envergadura dê o empurrão final para ele jogar num nível ainda mais elevado e fazer do campeonatos eventos ainda melhores.

No feminino, gostei da vitória da chinesa Na Li. Confesso que torci para a número um do mundo. Acho que Caroline Wozniacki tem jogo para vencer um Grand Slam. Mas a chave do jogo estava na raquete da adversária.

No primeiro set os ataques de Na Li não foram suficientes para derrubar a dinamarquesa. No restante da partida a história mudou e pela primeira vez uma chinesa disputa a final de um Grand Slam. Torcerei por ela.

Mas vai ser difícil. Do outro lado da quadra está Kim Clijsters. Só para lembrar, ela faturou os dois últimos torneios de peso: US Open e o Master feminino. Na minha opinião, a belga é favorita. Não jogou tudo que esperamos dela, mas fez o suficiente durante o Australian Open. Sem falar que a chinesa é estreante em finais de Grand Slam e a oponente conhece muito bem o caminho das pedras.


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Nadal x Federer nesta quarta

21 de dezembro de 2010 0

Pra quem já está com saudades de ver os melhores do tênis mundial em ação a ESPN transmite ao vivo uma partida exibição entre o número um do ranking, Rafael Nadal, e o recordista de Grand Slams, Roger Federer, nesta quarta-feira, às 16h.

O confronto será na Espanha e tem caráter filantrópico. Vai reverter dinheiro para o continente africano. Os dois já se enfrentaram na terça-feira e o suíço levou a melhor. É verdade que começou atrás, mas virou e fechou com parciais de 4-6; 6-3 e 6-3.

Independente de não darem tudo de si jogar contra o maio rival é uma bela pré-temporada porque o Australian Open tá na batendo na porta. Os privilegiados que tiverem de folga hoje podem ver a partida que tem chances de ser a final do primeiro Grand Slam de 2011.

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