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Posts na categoria "Roland Garros"

Contra todas as adversidades Nadal triunfa

05 de junho de 2011 0

Gente aconteceu de novo e não sei porque ainda nos espantamos com mais um título de Rafael Nadal em Roland Garros. Este foi o sexto e ninguém com a cabeça sadia afirma que é o último. E que semana o espanhol viveu. Dada como certa a perda do topo do rankikg, vindo de três derrotas para Djokovic, chegando pressionado e pela primeira vez sem ser franco favorito para o Aberto da França.

Nadal deu a volta em tudo isso e num começo claudicante. Neste domingo levantou a taça dos mosqueteiros de novo. A diferença de performace entre a primeira e a segunda semana do espanhol são gritantes. Nos três primeiros jogos fez muitos erros não forçados, coisa que não combina em nada com o histórico dele. Mas conforme era exigido, respondia aos desafios e avançava mais uma rodada.

No final, deu tudo certo da maneira que sempre acontece. Nadal parecia uma parede onde tudo que vem volta. É impressionante como muitas bolas que seriam vencedoras ou sobrariam no meio da quadra com qualquer jogador voltam fundas e cheias de efeito quando são batidas pelo espanhol.

O aspecto tático também chama atenção. Ele sabe que a esquerda de uma mão de Federer é ponto fraco do suíço e executa a estrategia com maestria. Erros da base, falta de controle nos golpes preguiça em posicionar o corpo na hora de bater na bola não existem no mundo dele. O resultado, mais uma taça sendo mordida.

Nadal não é excepcional somente por isso. Ele em perfeita consciência do que pretende e mostra uma determinação ímpar para execução e principalmente evolução. Todo anos o espanhol acrescente alguma coisa ao jogo. O que falar da melhora absurda no saque. O tenista de Mallorca sabe que não pode parar e não se acomoda. Sorte do tênis. E se

Nadal igualou um recorde hoje Federer bateu outro recorde. É isoladoo jogador com mais vice-campeonatos na história de Roland Garros. Por quatro vezes ele levou aquela bandeja para casa. Até domingo, ele dividia o posto com Jaroslav Drobný. Nascido em Praga, capital da República Tcheca, ele perdeu as finais de 1946, 1948 e 1950. O último defendendo o Egito.








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É isso que o povo gosta

25 de maio de 2011 0

Thomaz Bellucci teve uma atuação de tenista top. Venceu rápido e com larga vantagem. Como foi bom ver o brasileiro jogando com bastante agressividade e consistência dominando completamente a partida. Melhor ainda por se tratar de uma partida de Grand Slam.

Só o status do campeonato já confere um brilho maior, mas há outros fatores que valorizam o desempenho. O brasileiro precisou manter a concentração por três sets, o que exige maior força mental. Não basta uns minutos de inspiração. O aproveitamento de 100% dos breaks points indica que soube aproveitar as chances.



O fato da bola dele andar mais que a de Andreas Seppi ajudou um bocado, mas igualmente importante foi não abrir nenhuma porta para o italiano gostar do jogo. O único game em que o adversário teve chance de quebrar ocorreu no terceiro set e não se materializou. Escrevi que esperava uma vitória, mas ela veio de maneira mais fácil que imaginava. Melhor assim.



Agora o brasileiro enfrenta Richard Gasquet, jogador que vem bem na temporada. Todos lembram que bateu Federer não tem 15 dias. Mas o francês tem suas fraquezas. O emocional deixa o rapaz na mão, principalmente em Rolang Garros. Acredito que se Bellucci começar bem o cara se enrola sozinho. Mesmo que isto não aconteça o canhoto tem bola para vencer.



A esquerda de Gasquet é ótima, mas vai bater de frente com o poderoso e pesado forehand de Bellucci. Saque, sou mais o do brasileiro. Vai ser um duelo da habilidade do francês contra a  força do brasileiro.


Susto de Nadal

Mudando de assunto. Tenho certeza que Nadal não gostou de disputar cinco sets na estreia, o público achou bem divertido. Eu aproveitei o momento, mas confesso que vi um texto que planejo colocar no blog no domingo sobre a disputa do espanhol com Djokovic perdendo completamente o sentido.



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Tudo ao normal em Paris

23 de maio de 2011 0


Claro que torcíamos para Ricardo Mello, mas podemos dizer que o primeiro dia dos brasileiros em Paris foi como esperado. Bellucci venceu e o número 2 do país caiu diante de um top 10. Mello começou mal o jogo. Muitos erros e pouco primeiro saque em quadra. Acontecia tudo ao contrário do que deveria para ele ter uma chance.

Ao invés de longas trocas de bola balançando Fish, o ponto se definia rápido. Depois ele reagiu, mas o americano se impôs. Diria que o prêmio de participação da primeira rodada de 15 mil euros é um belo consolo.

Bellucci teve um jogo equilibrado contra um adversário que gosta de bater na bola. Venceu e agora pega o italiano Andreas Seppi. Sei que o cara é do saibro, mas acredito que se o brasileiro mantiver o foco deverá levar. Gasquet venceu e continua em rota de colisão com o Bellucci. Se ocorrer, será interessante ver como o canhoto se vira diante de um jogador tão habilidoso.

Falando de outros jogos, Federer conseguiu não se enrolar e Djokovic atropelou. Tô curioso para ver como o Soderling jogará. Se a bolinha tá andando mais vai ajudar o cara que tem um saque tão bom. E a velocidade do jogo permite aquele swing bem amplo que ele tem.


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E agora José...

09 de maio de 2011 0

Por um momento pareceu que ia dar. Acredito que todos pensaram que Bellucci venceria Djokovic no sábado, acabaria com a série invicta do melhor tenista em atividade e assombraria o mundo. A coisa mudou quando o sérvio encontrou um buraco na esquerda do adversário.

De qualquer maneira foi uma semana incrível. Resta saber o que será daqui para frente. Há dois caminhos a percorrer. O primeiro é o seguido por Robin Soderling. O sueco ganhou de Nadal em 2009 e desde então fincou o pé entre os melhores. Levou torneios, incluindo Master 1000, e fez boas campanhas em Grand Slam.

Soderling usou aquele jogo como trampolim e manteve o nível apresentado naquela semana em Paris. Soube colocar na cabeça que era capaz de enfrentar os melhores. Se transformou em outro jogador.

A outra possibilidade para Bellucci é percorrer o caminho de Xavier Malisse. O belga chegou as semi-finais de Wimbledon em 2002 e despontava como jogador de grande potencial. Mas não conseguiu manter o ritmo. Cometeu uma série de bobagens e por diversas razões caiu no ostracismo.

Aquelas duas semanas em Londres não serviram como divisor de águas. Ficaram como uma boa lembrança, nada mais. Malisse não conseguiu aproveitar da maneira que poderia. Este é o caminho que Bellucci não deve seguir.

Pelo menos em Rolando Garros o brasileiro deve chegar com a moral em alta. Na estreia de Roma pega um quali. Depois ninguém menos que Rafael Nadal. Somente uma lambança na primeira rodada partida ou uma derrota achapante diante do número um do mundo podem derrubar o ânimo.

Mas isto serve para o curtíssimo prazo. Avaliando mais para frente a interrogação permanece. Ela só será desfeita a medida que a temporada se desenrolar. O comportamento da torcida também será interessante de acompanhar. Se os resultados não virem logo vai voltar aquela chuva de críticas. E recomeçara o Fla Flu nas caixas de comentários dos blogs da vida.

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Nome na história

10 de novembro de 2010 0

* por Maionese Pereira

Tava conversando com meus botões quando me peguei viajando sobre quando podemos dizer que um tenista entrou para história do esporte. Não sou nenhum Einsten, na real tô bem longe disso, mas cheguei à conclusão de que é relativo.

Peguemos o exemplo do Roddick. Ganhador de Grand Slam, liderou o ranking, está entre os dez melhores há anos. Mas ele não é um mito nos Estados Unidos. Também pudera, o país tem Sampras e Agassi, só pra ficar nos mais recentes.

O Marcelo Rios tem resultados menos expressivos, mesmo assim é uma lenda. Baghdatis é o cara no Chipre. Um tenista com os resultados do Ferrer seria muito comemorado no Brasil. Na Espanha, é ofuscado por um cara com nome de artista, um tal de Rafael.

Bem, acho que consegui me explicar.

Mas a coisa não é tão relativa assim. Existem fatos objetivos que comprovam que determinado jogador escreveu o nome na história do tênis. Um exemplo é Roland Garros. Numa parte do estádio estão escritos os nomes dos vencedores femininos e masculinos de cada ano. Três vezes aparecem as palavras Gustavo Kuerten. Quando isso acontece, o sujeito está sim no hall da fama do esporte.

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O monstro da terra batida ataca novamente

06 de junho de 2010 1

Impecável, Rafael Nadal dominou o sueco Robin Soderling e venceu pela quinta vez o Grand Slam de Roland Garros. Eu juro que tinha essa frase pronta no meu Ctrl C. Era só colar e esperar a final do torneio francês acabar para publicar.

Hoje mais cedo, fazendo um minuto a minuto do jogo, aqui mesmo no blog, li pessoas comentando: “se o Nadal jogar bem, não tem pra ninguém”; “Vou torcer pro Soderling para o jogo ter graça”, e todas esses internautas que comentaram isso comigo tinham razão.

Nadal é um monstro no saibro, é o touro Miúra. Quando ele entra em quadra é para aniquilar e, geralmente, aniquila; como hoje contra o ótimo tenista sueco Robin Soderling.

6/4 6/2 6/4 e Rafa campeão sem perder nenhum set, naquele que é o torneio mais difícil de saibro do mundo!

Além de tudo, ele fez o “slam do saibro”, vencendo todos os grandes torneios da temporada na terra batida e, de quebra, desbancou Roger Federer e assumiu o posto de número 1 do mundo.

É, acho que no saibro, ou melhor, na terra batida, ele é realmente um monstro.

*De Lucas Lisboa

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Acompanhe e comente a grande final de Roland Garros entre Nadal e Soderling

05 de junho de 2010 1

O espanhol Rafael Nadal desafia neste domingo seu algoz de Roland Garros em 2009. O sueco Robin Soderling chega pela segunda vez à final do Grand Slam francês, desta vez com o feito de ter batido o número 1 do mundo, Roger Federer.

Acompanhe e comente em tempo real este grande duelo a partir das 10h. O blogueiro Lucas Lisboa vai comentar a partida. Na hora do jogo, clique abaixo para participar.

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Guga feliz com presença de Federer em premiação

01 de junho de 2010 3

Guga Kuerten foi premiado nesta terça-feira com o Phillipe Chatrier Award, uma das principais homenagens, senão a principal, que um tenista pode receber. Não é novidade, já estava aqui.

O legal é que ele e o irmão, Rafael Kuerten, tuitaram durante e após o evento em Paris. Pelo microblog, o tricampeão dedicou o prêmio ao pai, Aldo, e ao irmão Guilherme, que morreram em 1985 e 2007, respectivamente.

E ficou muito feliz com a presença de Roger Federer. O que não deve ter sido nada fácil para o suíço depois da derrota de hoje para o sueco Robin Soderling, por 3 a 1. O tweet do Guga:

Emocionante a homenagagem q recebi hoje! Mto legal a presença do Federer pra prestigiar ainda mais! Dedico ao meu Pai e meu irmao Gui! Dmais

Rafael, depois de dizer que estava chorando e agradecer a Deus por ter vivido esse dia, contou que Guga elogiou Federer e Federer elogiou Guga. Escreveu, também, que outros grandes tenistas, como Mary Pierce, Andres Gomes e Albert Costa, prestigiaram o brasileiro.

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Mais forte, mais rápido, mais focado. Mas... Nadal

31 de maio de 2010 0

Dois anos atrás, em Roland Garros, Bellucci e Nadal enfrentaram-se na primeira rodada. 7/5 6/3 6/1 para o espanhol… Bellucci era um moleque, lento das pernas, cabeça nas nuvens, tinha apenas bons golpes.

Hoje a situação é diferente; a permanência do número 1 do Brasil no Top 30, a vitória sobre o Top 15 Ivan Ljubicic e o avanço à quarta rodada do Grand Slam francês são provas de que temos um novo Bellucci; mais forte, mais rápido e mais focado.

Porém, enfrentar Nadal é um torneio à parte. O espanhol não é um tenista comum. É o “Rei do Saibro”, é o melhor nesse tipo de piso. Ele não está mais rápido, mais forte e mais focado; ele é o mais rápido, o mais forte e o mais focado.

E até por toda essa qualidade de Nadal, Bellucci só tem a comemorar. A semana foi excelente; oitavas de final no primeiro ano entre os melhores é um bom resultado, e ser eliminado para o provável campeão do torneio também não é nada mal.

O jogo

Nadal fez um primeiro set politicamente correto. Como de costume usou bolas altas e fundas e atacou quando tinha o brasileiro 100% dominado. Já Bellucci sentiu a pressão da quadra central. O paulista entrou afobado, querendo mostrar serviço, dando “tiro” para tudo quanto é lado. Acertou em apenas dois games e por isso o primeiro set terminou 6/2 para o espanhol.

No segundo set, para esperança da torcida brasileira, a história mudou. Um novo Bellucci entrou na quadra. A esse Bellucci que eu me refiro nos três elogios do título do post. Forte, rápido e focado, variando as jogadas, atacando na hora certa, pressionando Nadal, que aposto que teve medo de perder o segundo set e deixar o brasileiro crescer no jogo. Só que, na hora de fechar o set, mais uma vez, prevaleceu a inexperiência de Bellucci. Ah! Porque não a experiência de Nadal? Quem viu o décimo primeiro game do segundo set, viu Nadal errar duas bolas e Bellucci três. Era um game que o brasileiro poderia ter vencido, faltou tranquilidade para jogar como momentos antes. Nadal sacou, e confirmou 7/5.

Já naquele que seria o último set do jogo, a partida continuou equilibrada. Bellucci mostrou confiança no saque e nos golpes da base.  Teve até breakpoint contra, mas o brasileiro conseguiu levar o jogo até o quatro a quatro, quando, mais um vez, Nadal quebrou o saque do brasileiro e confirmou seu serviço para fechar. 6/4 e rumo ao penta.

*De Lucas Lisboa

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Acompanhe e comente Bellucci x Nadal

30 de maio de 2010 5

A Salma Hayek tá fazendo isso para quem não vai acompanhar o jogo no Deixadinha. Ok, só uma desculpa para mostrar a foto dela neste domingo em RG...Thomaz Bellucci faz nesta segunda-feira aquele que deve ser o jogo mais importante de sua carreira até o momento. O brasileiro, 29º do ranking mundial, enfrenta o Rei do Saibro Rafael Nadal, segundo colocado, na quadra central de Roland Garros, a Phillipe Chatrier.

Acompanhe e comente em tempo real este grande duelo, por volta das 10h. Os blogueiros Rodrigo Dalmonico e Lucas Lisboa vão comentar. Na hora do jogo, clique abaixo para participar.

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