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Posts com a tag "gustavo kuerten"

Cinco jogões de Guga Kuerten

23 de agosto de 2010 2

Para dar o pontapé inicial – ou o primeiro saque – para a cobertura da Semana Guga Kuerten aqui no blog, inauguro a série de ‘top 5′ sobre o maior tenista do Brasil em todos os tempos. Até sexta, desfilarão por aqui os cinco maiores adversários de Guga, os principais golpes do manezinho, as mudanças de visual e os títulos mais importantes.

Como toda lista, há polêmicas. Alguns rivais devem ficar de fora, outros grandes jogos podem não aparecer e você pode não concordar com a opinião deste blogueiro aqui. Daí a importância de deixar seu comentário. Para começar, cinco sensacionais jogos de Guga Kuerten, por ordem cronológica. Relembre esses momentos:

Guga x Pete Sampras – Final do Masters Series de Miami 2000
Resultado:
1/6 7/6(2) 6/7(5) 6/7(10) – Sampras vencedor

O impulso para que Guga se tornasse um jogador mais confiante veio no início de 2000. Para chegar à final de um grande torneio de quadra rápida, venceu tenistas como Goran Ivanisevic e o então número 1 do mundo, Andre Agassi. Na final, encontrou a lenda Pete Sampras. O primeiro set foi fácil para o americano, que cedeu apenas um game. A partir do segundo set, iniciou-se uma batalha em que Guga teve de jogar seu melhor e enfrentar parte da dividida torcida de Miami.

Os três últimos sets foram decididos no tiebreak. O último, depois de ter sido marcada uma bola duvidosa a favor de Sampras. Guga reclamou até mesmo após a partida. Jogando de igual para igual contra um dos maiores nomes da história do tênis, ele percebeu que poderia chegar ao topo do ranking.

Guga x Marat Safin – Final do Masters Series de Hamburgo 2000
Resultado:
6/4 5/7 6/4 5/7 7/6(3) – Guga vencedor

No jogo que lhe valeu o primeiro título de 2000, Guga enfrentou talvez seu principal rival no ano 2000, o talentoso russo Marat Safin. Foi uma vitória sofrida, após três horas e 52 minutos de partida e tiebreak no último set, ainda na época em que os Masters tinha jogos com cinco parciais na decisão.

Com o título, Guga tornou-se vitorioso nos quatro principais torneios de saibro da época: Roma e Monte Carlo (1999), Hamburgo (2000) e Roland Garros (1997). Semanas depois, conquistaria seu segundo troféu em Roland Garros.

Guga x Andre Agassi – Final da Masters Cup 2000
Resultado:
triplo 6/4 – Guga vencedor

Guga chegou a Lisboa precisando vencer todas as partidas até a semifinal para se tornar o número 1 do mundo. Mas, com uma lesão, perdeu logo na estreia para Agassi. Buscando recuperação, venceu Magnus Norman e Yevgeny Kafelnikov e passou à semi, onde encontrou Pete Sampras.

Em uma exibição memorável, Guga venceu Sampras de virada e reencontrou Agassi na final do torneio. Uma vitória por 3 a 0 garantiu ao brasileiro o topo do ranking mundial. Para o catarinense, o maior jogo da carreira.

Guga x Michael Russell – Oitavas-de-final de Roland Garros 2001
Resultado:
3/6 4/6 7/6(3) 6/3 e 6/1 – Guga vencedor

Até o jogo de 2001, Michael Russell e Guga nunca haviam se enfrentado, e o americano era apenas o número 122 do ranking. Mas Russell deu um trabalho que o brasileiro não esperava ter àquela altura do torneio.

O atarracado americano surpreendeu a quadra central ao vencer os dois primeiros sets da partida e ter o match point no terceiro. Guga evitou a vitória do rival comandando um ponto longo e venceu a parcial no tiebreak. Mais confiante, ganhou os dois sets seguintes e, depois de três horas e 25 minutos, garantiu a vaga para as quartas-de-final.

Emocionado e agradecido pelo apoio da torcida, Guga desenhou com a raquete um coração no saibro de Roland Garros, o que se tornou sua marca no tricampeonato do slam francês.

Guga x Roger Federer – Terceira rodada de Roland Garros 2004
Resultado:
triplo 6/4 – Guga vencedor

Na metade de 2004, Federer já colecionava títulos de Grand Slam e Masters Series e dominava o topo do ranking. O suíço, favorito à conquista de Roland Garros, encontrou Gustavo Kuerten na terceira rodada.

Guga não estava no auge da sua forma, devido à lesão no quadril, mas impôs seu jogo ao primeiro do mundo. A vitória veio em duas horas e quatro minutos.

Anos depois, Federer admitiu que não jogou mal, mas que Guga realmente foi melhor. “Eu ainda penso que ele era melhor jogador naquele momento no saibro. Ela era muito experiente, sacou muito bem, devolveu muito bem e foi duro me manter na partida”, disse o suíço.

(no vídeo abaixo, o jogo de Roland Garros começa em 1min46seg)

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AO VIVO: Acompanhe o treino do Guga a partir das 14h30min

16 de agosto de 2010 0

Gustavo Kuerten começa na tarde desta segunda, na quadra do Lira Tênis Clube, os treinos para a disputa do jogo contra o russo Yevgeny Kafelnikov, no sábado, 28 de agosto, válido pela Semana Guga Kuerten. E os aficcionados pelo tênis e pelo nosso eterno número 1 do mundo não vão perder nenhuma paralela.

A partir das 14h30min, ao vivo, direto do Lira Tênis Clube você vai poder ver o Guga em ação. Você poderá participar mandando seu comentário através do cover it live

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Guga x Kafelnikov em Floripa

10 de junho de 2010 4

Guga perdidão, à esquerda de Kafelnikov, e no meio das feras em 1999. Reconhece todos? Coloca o nome nos comentários, então

Guga confirmou hoje no seu twitter: o adversário que vai encarar na próxima Semana Guga Kuerten, em 28 de agosto, é o russo Yevgeny Kafelnikov. O freguês “Café no Copo”. Vamos por partes.

“Café no Copo” é óbvio. Deram uma “aportuguesada” forçada no sobrenome do rapaz e a piadinha pegou. Até Guga usou — isso se ele não for o criador da tirada.

Café nos bons temposChamá-lo de freguês é uma provocação. Não dá para dizer que alguém que perdeu sete e ganhou cinco é um freguês. É, no máximo, um bom cliente. O negócio é que quando Guga enfrentava Kafelnikov em Roland Garros era certeza não só de vitória, mas de título. Foi assim nas quartas de 1997, 2000 e 2001.

Não que os jogos tenham sido fáceis. O resultado foi 3 a 2, 3 a 2 e 3 a 1, respectivamente. Mas sempre deu Guga. No saibro, apenas uma derrota para o brasileiro, no longínquo 1996, em Stuttgart, por 2 a 0.

“Café” levou a melhor nas duas últimas disputas, no Aberto dos Estados Unidos de 2001, quando Guga começou a sentir mais a lesão no quadril, e na Masters Cup no mesmo ano.

Será um jogão, sem dúvida, assim como foi Guga x Sergi Bruguera no ano passado. Coisa para fã nenhum de tênis perder. Tá certo que Guga tem problemas com a lesão, está mais velho, e o russo está uma “bola”, ou estava até um tempo atrás. Um pequeno Roland Garros será criado em Floripa. E que a escrita continue firme para o lado brasileiro.

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