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Mão na bola: regra mudou sem mudar

03 de outubro de 2014 6

A reunião técnica da arbitragem realizada, nessa quinta-feira (02), no Rio de Janeiro, na sede da CBF, foi esclarecedora. O assunto do encontro foi a polêmica em torno da regra de “mão na bola”, que vem causando intenso debate nas últimas rodadas do Brasileirão 2014. A atividade foi comandada por Jorge Larrionda, que é instrutor da Fifa e da Conmebol. Ele mostrou praticamente 30 vídeos com situações de mão na bola e apresentou as corretas interpretações.

Jorge Larrionda comandou reunião na CBF. Foto: Diori Vasconcelos / Rádio Gaúcha

Jorge Larrionda comandou reunião na CBF. Foto: Diori Vasconcelos / Rádio Gaúcha

Assim como Sérgio Corrêa, presidente da Comissão de Arbitragem (CA-CBF), o ex-juiz uruguaio fez questão de destacar de que a regra NÃO mudou. Então, qual o motivo de tanta polêmica se tudo ficou como era antes?

A questão pontual é a seguinte: a regra mudou sem mudar. De fato, o texto da regra 12 não sofreu qualquer alteração. A modificação está em novas orientações, algo que impacta diretamente a interpretação de quem apita, mas não resulta em mudança no “papel”. Se você está confuso, fique tranquilo. Vamos por partes. Primeiro, é fundamental destacar o que diz o texto inalterado da regra de “mão na bola”:

“Tocar a bola com a mão implica a ação deliberada de um jogador fazer contato na bola com as mãos ou os braços. O árbitro deverá considerar as seguintes circunstâncias:

* o movimento da mão em direção à bola (e não da bola em direção à mão).
* a distância entre o adversário e a bola (bola que chega de forma inesperada).
* a posição da mão não pressupõe necessariamente uma infração.
* tocar a bola com um objeto segurado com a mão (roupa, caneleira, etc.) constitui uma infração.
* atingir a bola com um objeto arremessa do (chuteira, caneleira etc.) constitui uma infração.”

Reparem que o texto deixa margem ampla para subjetividade. Por isso, é que as orientações e interpretações aparecem e são difundidas aos árbitros. Deveriam estar no papel, assim como a regra (mas isso é assunto para outro post). Agora, afinal, quais são essas orientações e interpretações?

Tentei classificá-las de quatro maneiras:

1) Movimento natural: os braços fazem parte dos jogadores. Ninguém pode imaginar os atletas sem eles. Ou seja, há momentos em quem haverá contatos naturais de “bola na mão” e não haverá infração. Especialmente, quando um jogador já está posicionado em uma faixa de campo e é surpreendido por uma bola repentina ou desvio em um companheiro ou adversário. Segue o jogo!

Lance normal: jogador faz movimento natural e bola bate no braço (1). FOTO: reprodução

Lance normal: movimento natural e bola bate no braço (1). FOTO: reprodução

2) Movimento não-natural/ação deliberada: geralmente será o mais “escandaloso”, gritante. Trata-se daquela situação em que o jogador claramente não precisava posicionar o braço muito aberto na jogada. Um atacante que salta para impedir um chute do zagueiro, ou vice-versa, por exemplo, e levanta os braços acima da cabeça, não precisaria disputar a bola nesses moldes. Por mais que não possa adivinhar onde o adversário chutará a bola, por vezes, ele tem essa atitude na malandragem. Vai que cola? Pode até colar, mas não deve. A infração deve ser marcada.

Pênalti: jogador faz movimento não-natural na disputa de bola. FOTO: reprodução

Pênalti: jogador faz movimento não-natural na disputa de bola (2). FOTO: reprodução

3-A) Ampliação do volume do corpo: esse é o ponto central da polêmica. Aqui está a essência da mudança. Nessa situação, na maioria das vezes, o jogador até não tem a intenção em tocar a bola com as mãos. Por exemplo, um atleta que faz um movimento de carrinho, dentro da grande área para cortar um cruzamento de um jogador que está chegando na linha de fundo. No momento em que salta no gramado, ele acaba abrindo o braço, algo que é até normal pela forma como cai no solo. No entanto, se a bola cruzada tocar no braço, a infração deverá ser marcada. Segundo Jorge Larrionda, a Fifa entende que “esse jogador está ampliando o seu volume de corpo com o braço aberto e está assumindo o risco de ganhar uma vantagem com esse movimento”. Além disso, a intenção desse atleta, ao dar o carrinho, era de fazer um bloqueio da bola. Portanto, se ele faz isso utilizando o braço, alcançou esse objetivo de forma irregular. Confira os exemplos nas imagens abaixo:

Jogador está ampliando volume do corpo com o braço (3-A). FOTO: reprodução

Pênalti: jogador amplia volume do corpo com o braço (3-A). FOTO: reprodução

Ao saltar com braço aberto, jogador assume risco (3-A). FOTO: reprodução

Pênalti: ao saltar com braço aberto, jogador assume risco (3-A). FOTO: reprodução

3-B) Ação preventiva dos atletas: essa última observação nada mais é do que uma derivação da anterior. Diz respeito a uma orientação passada por Jorge Larrionda para os atletas que estava presentes na reunião e que deve ser espalhada para os outros que não estavam. É fundamental que os jogadores tratem de “mostrar que não estão assumindo o risco de ampliação do volume do corpo ao disputar uma bola”. Ou seja, recolher os braços junto ao corpo, por exemplo. Desse modo, estarão deixando claro para o árbitro que tiveram uma atitude de precaução na jogada. Tentaram evitar esse “risco” e, a partir desse cuidado, não podem ser punidos.infração não deverá ser marcada.

Jogador recolhe braços junto ao corpo para não correr risco. FOTO: reprodução

Lance normal: recolhe braços junto ao corpo para evitar risco (3-B). FOTO: reprodução

A reunião técnica contou com a presença dos árbitros escalados para apitar os jogos da 26ª rodada, neste sábado (04), véspera de eleição. A CBF também convocou a presença de atletas dos clubes da Série A. No total, 12 equipes tiveram ao menos um representante, mas apenas cinco enviaram jogadores: Índio, do Inter, Fábio Santos, do Corinthians, Serginho, do Criciúma, Uendel, do Sport, e Tinga, do Cruzeiro.

Arbitragem pede socorro e CBF atende

28 de setembro de 2014 6

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou, nesse domingo, uma ótima medida para buscar o esclarecimento da situação que vem causando grande polêmica no futebol brasileiro: mão na bola ou bola na mão, como queiram.

Lances de mão na bola causa polêmica no Brasileirão. FOTO: reprodução SporTV

Lances de mão na bola causa polêmica no Brasileirão. FOTO: reprodução SporTV

A Comissão de Arbitragem da CBF convocou os representantes da imprensa e os capitães dos 20 clubes participantes da Série A do Brasileirão 2014 para uma reunião técnica que será realizada na próxima quinta-feira (02), às 15h, no auditório da entidade.

Na reunião, os árbitros sorteados para a 26ª rodada da competição, que será quase toda realizada no sábado, em virtude das eleições, e mais 30 instrutores de arbitragem vão debater e analisar de maneira didática as Regras do Futebol, em especial as orientações da FIFA referentes à mão na bola. A entidade vai apresentar 26 vídeos de situações do campeonato, além de outros oito analisados pela FIFA como decisões corretas de nossas competições.

Espero que a CBF continue tendo iniciativas como essa. Debater a regra, buscar esclarecimento e tentar alcançar uma ideia de uniformidade com relação ao que os árbitros decidem dentro de campo. O fato é que a regra não está nada clara. Quem apita precisa estar orientado e a linha de atuação, especialmente no que diz respeito a situações que causam polêmica, precisa ser transparente para todos os que transmitem ou, de alguma forma, acompanham a maior competição do país.

A arbitragem pediu socorro e (que bom) a CBF está atendendo e buscando uma forma de resolver o problema.

Héber Roberto Lopes é reprovado em teste físico da Fifa

28 de agosto de 2014 6

O árbitro Héber Roberto Lopes, de 42 anos, que apita pelo estado de Santa Catarina, foi reprovado em teste físico da Fifa. A prova, realizada nessa terça-feira, no Rio de Janeiro, contou com a participação de árbitros do quadro internacional e de aspirantes Fifa. Além de Héber Roberto Lopes, o assistente Cleriston Clay Barreto Rios, de Sergipe, também não conseguiu aprovação. De acordo com o instrutor físico CBF/FIFA, Paulo Camello, o objetivo do teste é verificar a condição física de momento, mas também projetar a composição do quadro da Fifa para a próxima temporada.

Embora considere pouco provável, há quem diga que o insucesso pode provocar a saída de Héber do quadro internacional para o ano que vem. Reitero: é quase impossível. Acredito que ele deverá afastado de algumas escalas para focar a preparação para um novo teste. A CBF já tem duas vagas abertas no quadro da Fifa. Os paulistas Paulo César de Oliveira, que virou comentarista da Globo, e Wilson Seneme, que aposentou o apito e virou membro da Conmebol, ainda não conhecem seus substitutos.

Héber foi o único árbitro reprovado no teste da Fifa. FOTO: Fernando Gomes/Agência RBS

Héber foi o único árbitro reprovado no teste da Fifa. FOTO: Fernando Gomes/Agência RBS

A reprovação de Héber Roberto Lopes passa pelo fato de que o árbitro não vinha apresentando uma condição física ideal, especialmente depois da Copa do Mundo. Ele havia demonstrado uma evolução na última temporada. Estava “fininho” no ano passado e no começo de 2014 manteve. Porém, apresentou falta de ritmo depois do Mundial. Estava visivelmente mais pesado. Não foi o único. A “parada” da Copa parece ter sido levada ao pé da letra por vários árbitros.

Nesse contexto, imagine um árbitro que não está na sua melhor forma, sendo submetido ao rigoroso teste da Fifa, num dia de muito calor no Rio de Janeiro e depois de apitar um jogo tenso no domingo (Grêmio 2 x 1 Corinthians). Imaginou? Pois é, a chance de reprovação aumenta bastante. Aliás, Héber não foi o único árbitro que apitou no domingo e precisou fazer o teste na terça-feira. Não é o contexto ideal e valoriza ainda mais o esforço dos que foram aprovados, casos dos gaúchos Leandro Vuaden e Anderson Daronco.

ENTENDA O TESTE
Como funciona o teste físico da Fifa? Os árbitros precisam fazer um mínimo de 20 tiros de 150 metros em 30 segundos cada. O detalhe é que entre um tiro e outro, eles têm um período de 35 segundos de recuperação em caminhada de 50 metros. Ou seja, imaginem o seguinte: a pista atlética tem 400 metros. Os árbitros correm 150 metros em até 30 segundos. Depois, precisam “recuperar” caminhando outros 50 metros em 35 segundos. Então, eles já partem para mais um tiro de 150 metros em 30 segundos. Finalizando, já começam nova “recuperação” caminhando outros 50 metros em 35 segundos. Esse processo é repetido até que o árbitro consiga completar um mínimo de 20 tiros (10 vezes a circunferência da pista atlética). Isso sem falar nos seis tiros curtos de 40 metros, em um tempo máximo de 6,2 segundos e com intervalo de um minuto entre eles. Ou seja, o teste não é nada fácil.

ASSISTA AO VÍDEO DIVULGADO PELA CBF DE COMO FOI O TESTE FIFA:

Comissão de arbitragem da Fifa cede pressão e atende exigência da CBF

07 de julho de 2014 1

A escolha do árbitro Marco Rodríguez, do México, para apitar a partida entre Brasil x Alemanha, nesta terça-feira, às 17h, no Mineirão, teve como fator decisivo uma exigência da CBF. Os dirigentes brasileiros fizeram forte pressão para que a comissão de arbitragem da Fifa não colocasse um juiz europeu no comando da semifinal. A atuação do espanhol Carlos Velasco Carballo foi utilizada como argumento para a solicitação, que deu resultado.

Rodríguez é um árbitro muito experiente. Aos 40 anos, a Copa do Mundo de 2014 já é a terceira do currículo. Ele também participou dos últimos dois Mundiais e comandou duas partidas em cada.

Marco Rodríguez expulsou Marchisio em Uruguai 1 x 0 Itália. FOTO: Vassil Donev/EFE

Marco Rodríguez expulsou Marchisio em Uruguai 1 x 0 Itália. FOTO: Vassil Donev/EFE

O que surpreende na escalação dele para apitar Brasil x Alemanha é o fato de que já esteve envolvido em uma partida polêmica nesta Copa. Ele era o árbitro no jogo da mordida de Suárez em Chiellini, quando a Itália foi derrotada pelo Uruguai, por 1 x 0. Além desse confronto, ele também apitou a vitória da Bélgica sobre a Argélia, por 2 x 1.

O “Pequeno Drácula”, como é conhecido Marco Rodríguez em função da aparência, tem como característica ser rigoroso no aspecto disciplinar, algo que vem sendo um problema na Copa de 2014. Se levarmos em conta dos seis jogos apitados por ele nos três Mundiais em que esteve presente, somaremos cinco cartões vermelhos.

A outra semifinal, entre Holanda x Argentina, terá um árbitro da Turquia no comando. Cuneyt Çakir apita o jogo de quarta-feira, às 17h, no Itaquerão.

BRASIL X ALEMANHA – 17H – MINEIRÃO
Árbitro: Marco Rodríguez (México)
Assistente: Marvin Torrentera (México)
Assistente: Marcos Quintero (México)
4º árbitro: Mark Geiger (EUA)

HOLANDA X ARGENTINA – 17H – ITAQUERÃO
Árbitro: Cuneyt Çakir (Turquia)
Assistente: Bahattin Duran (Turquia)
Assistente: Tarik Ongun (Turquia)
4º árbitro: Jonas Eriksson (Suécia)

 

Lances violentos de zagueiro do Novo Hamburgo provocam debate na Comissão Estadual de Arbitragem

23 de janeiro de 2014 9

As entradas violentas do zagueiro Luis Henrique, do Novo Hamburgo, no confronto contra o Inter, nessa quarta-feira, pela 2ª rodada do Gauchão 2014, provocaram alguns reflexos imediatos. A Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol do Rio Grande do Sul (CEAF-RS) decidiu colocar os lances em debate na primeira reunião técnica, que terá a presença dos árbitros que atuam na competição. O encontro está marcado para a próxima terça-feira (28), às 19h, e também servirá para que outras jogadas sejam discutidas e os erros registrados não se repitam.

O árbitro Luis Teixeira Rocha não será punido ou afastado, mas terá sua atenção chamada por não ter sequer advertido o defensor depois de lance que era para vermelho direto. A decisão de preservar o juiz de 33 anos é um voto de confiança, pois há o entendimento de que ele vinha apresentado bom desempenho até o jogo dessa quarta, quando teve problemas na condução disciplinar do confronto Novo Hamburgo 1 x 2 Inter. Teixeira é visto como um árbitro de potencial no quadro gaúcho e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

VEJA O LANCE NO LINK ABAIXO:
Zagueiro do Novo Hamburgo merecia vermelho por pontapé em jogador do Inter

A conduta do zagueiro Luis Henrique também será conferida mais de perto pela arbitragem. A ordem é para que lances parecidos com os dessa quarta não passem em branco novamente. Aliás, o jogador parece que não se arrependeu da jogada. Nesta quarta-feira, postou a seguinte mensagem em sua conta no Facebook:

Luis Henrique foi criticado por lance e postou mensagem em resposta. FOTO: Reprodução/Facebook

Luis Henrique respondeu críticas em rede social. FOTO: Reprodução/Facebook

 

Escala de arbitragem da 1ª rodada do Gauchão 2014

17 de janeiro de 2014 0

O primeiro sorteio da arbitragem para o Gauchão 2014 coloca dois árbitros promissores nos jogos da dupla Gre-Nal. Diego Almeida Real é quem apita a partida entre Inter x São Luiz, neste sábado, às 17h, no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo. Já o confronto entre São José x Grêmio, domingo, às 17h, no estádio Passo D’Areia, em Porto Alegre, terá comando de Luis Teixeira Rocha.

Aos 32 anos, Diego Almeida Real faz parte do quadro da CBF e apitou o primeiro jogo da Série A do Brasileirão no ano de 2013. A estreia foi na vitória do Criciúma sobre o Náutico, por 3 x 0. Tamém no quadro da CBF, Luis Teixeira Rocha tem 33 anos. Em 2013, atuou na Série A apenas como quarto árbitro e assistente adiciconal, além de ter comandado partidas das Séries C e D. Ambos são apostas do quadro gaúcho e vem tendo um crescimento no cenário nacional nos últimos anos.

Diego Real comanda São José x Grêmio. Foto: Porthus Júnior/Agência RBS

Diego Real comanda Inter x São Luiz. Foto: Porthus Júnior/Agência RBS

CONFIRA A ESCALA DE ARBITRAGEM DA 1ª RODADA DO GAUCHÃO 2014:

Inter x São Luiz – sábado – 17h
Árbitro: Diego Almeida Real
Assistente 1: José Franco Filho
Assistente 2: Lúcio Flor
4º árbitro: Charles Martins Lemos

Esportivo x Pelotas – sábado – 17h
Árbitro: Francisco de Paula dos Santos Silva Neto
Assistente 1: Rafael da Silva Alves
Assistente 2: Charles Lorenzetti
4º árbitro: Douglas Schwengber da Silva

São José x Grêmio – domingo – 17h
Árbitro: Luis Teixeira Rocha
Assistente 1: Marcelo Bertanha Barison
Assistente 2: Júlio César dos Santos
4º árbitro: Lucas Horn

Lajeadense x Passo Fundo – domingo – 18h
Árbitro: Fabrício Neves Corrêa
Assistente 1: Tatiana Jacques de Freitas
Assistente 2: Paulo Ricardo Conceição
4º árbitro: Vinicius Gomes do Amaral

Brasil de Pelotas x Cruzeiro – domingo – 18h
Árbitro: Anderson Daronco
Assistente 1: José Eduardo Calza
Assistente 2: Antônio César Domingues Padilha
4º árbitro: Daniel Santos Noronha

Aimoré x Novo Hamburgo – domingo – 19h
Árbitro: Leandro Vuaden
Assistente 1: Alexandre Kleiniche
Assistente 2: Júlio César Espinoza de Freitas
4º árbitro: Lucas Matheus da Silva

Veranópolis x Caxias – domingo – 19h
Árbitro: Márcio Chagas da Silva
Assistente 1: José Javel Silveira
Assistente 2: Alduíno Mocelin
4º árbitro: Fábio Souza de Souza

Juventude x São Paulo-RG – domingo – 19h30
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima
Assistente 1: Carlos Henrique Selbach
Assistente 2: Maurício Coelho Silva Penna
4º árbitro: Marco Aurélio Nunes Magalhães

Comissão de Arbitragem faz força-tarefa na última rodada do Brasileirão 2013

08 de dezembro de 2013 0

A rodada final do Brasileirão 2013 recebe atenção especial da Comissão de Arbitragem da CBF, que preparou uma força-tarefa para os confrontos decisivos. Os jogos estão marcados para 17h deste domingo e o primeiro objetivo é evitar qualquer tipo de atraso. Outro detalhe é que os árbitros, assistentes, adicionais, quartos e quintos árbitros e delegados especiais começaram a preparação dois dias antes das partidas, em regime de concentração. Foram vistos vídeos e resumos das partidas envolvidas.

CBF escala sete árbitros e dois delegados em cada um dos jogos decisivos do Brasileirão 2013

03 de dezembro de 2013 0

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a escala de arbitragem para a última rodada do Brasileirão 2013. Os jogos decisivos de domingo apresentaram uma novidade. As equipes que comandarão as partidas não serão formadas por seis, mas por sete árbitros. Além disso, os heptetos serão observados por dois delegados, que ficarão de olho em todas as ocorrências dos confrontos. O objetivo da entidade é dar atenção especial para as últimas definições do campeonato.

Cada um dos duelos terá um árbitro central, dois árbitros assistentes (bandeirinhas), dois árbitros assistentes adicionais (árbitros de gol), um 4º árbitro e um 5º árbitro, além dos dois delegados da CBF.

Os dois jogos de sábado, que não valem nada na competição, terão equipes formadas por seis árbitros, observados por um delegado, assim como ocorreu ao longo de toda a competição.

Os jogos da dupla Gre-Nal serão comandados por juízes mineiros. Inter x Ponte Preta terá Alício Pena Júnior. A partida entre Portuguesa x Grêmio será apitada por Émerson de Almeida Ferreira.

INTER x PONTE PRETA
Árbitro: Alicio Pena Junior – MG (ESP)
Árbitro Assistente 1: Rodrigo Pereira Joia – RJ (FIFA)
Árbitro Assistente 2: Edilson Frasao Pereira – TO (CBF-1)
Quarto Árbitro: Francisco de Paula dos Santos Silva Neto – RS (CBF-2)
Árbitro Assistente Adicional 1: Sebastiao Rufino Ribeiro Filho – PE (CBF-2)
Árbitro Assistente Adicional 2: Marcos Vinícius de Sá dos Santos – MG (CBF-2)
Delegado: Vayran da Silva Rosa – SC
Delegado: Edson Rezende de Oliveira
Quinto Árbitro: Neuza Ines Back – SC (ASP-FIFA)

PORTUGUESA x GRÊMIO
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira – MG (CBF-1)
Árbitro Assistente 1: Fabio Pereira – TO (FIFA)
Árbitro Assistente 2: Marrubson Melo Freitas – DF (ESP)
Quarto Árbitro: Thiago Duarte Peixoto – SP (CBF-2)
Árbitro Assistente Adicional 1: Cleisson Veloso Pereira – MG (CBF-1)
Árbitro Assistente Adicional 2: Renato Cardoso da Conceição – MG (CBF-1)
Delegado: Jose Alexandre Barbosa Lima – RJ
Delegado: Dionisio Roberto Domingos
Quinto Árbitro: Marco Antônio de Mello Moreira – GO (CBF-1)