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Posts com a tag "Copa do Mundo"

Árbitro de Copa do Mundo apita Atlético-MG x Inter

06 de maio de 2015 3

O árbitro escalado para comandar Atlético-MG x Inter, pela fase de ida das oitavas da Libertadores, já foi considerado o número 1 da Conmebol e tem larga carreira internacional. Quem apita a partida, nesta quarta-feira, às 22h, no estádio Independência, em Belo Horizonte, é o colombiano Wilmar Roldán, de 35 anos. Ele será auxiliado pelos compatriotas Wilmar Navarro e Cristian de la Cruz. O 4º árbitro será Imer Machado, também da Colômbia.

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Roldán apitou finais da Libertadores 2012 e 2013. Foto: Conmebol/Divulgação

Roldán apitou finais da Libertadores 2012 e 2013. Foto: Conmebol/Divulgação

Em 2014, Wilmar Roldán foi um dos árbitros sul-americanos na Copa do Mundo e comandou duas partidas no Brasil. Uma delas foi a vitória da Argélia sobre a Coreia do Sul, por 4 x 2, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Ele também tem no currículo a marca de duas finais de Libertadores em dois anos seguidos. Em 2012, apitou o segundo jogo entre Corinthians x Boca Juniors, quando o time brasileiro venceu por 2 x 0. O mesmo aconteceu no ano de 2013. Roldán era o árbitro da partida de volta entre Atlético-MG x Olímpia, no Mineirão. O título novamente foi brasileiro.

Árbitro de elite da Conmebol, Wilmar Roldán passou a integrar o quadro da Fifa em 2008, aos 28 anos. Ele é o principal árbitro da Colômbia desde que Óscar Ruiz encerrou a carreira. É conhecido por ter personalidade forte e por ser muito rigoroso. Nos 13 jogos apitados em 2014, mostrou 68 amarelos (média 5,23) e seis vermelhos (praticamente um a cada dois jogos). Na Libertadores 2015, Roldán apitou duas partidas.

Em jogo de três gols, árbitro da Copa erra nos três

02 de agosto de 2014 66

Sandro Meira Ricci, árbitro que representou o apito brasileiro na Copa do Mundo, cometeu erros nos três gols da partida entre Vitória x Grêmio, que terminou 2 x 1 para a equipe baiana. O juiz não conseguiu repetir as grandes atuações que teve no Mundial de 2014 no jogo do Barradão, nesse sábado, pela 13ª rodada do Brasileirão. Aliás, os equívocos vão além de Sandro. A equipe de arbitragem foi muito mal como um todo.

Sandro Meira Ricci teve atuação apagada. FOTO: Grêmio/Divulgação

Sandro Meira Ricci teve atuação apagada. FOTO: Grêmio/Divulgação

Aos 10 minutos, no 1º tempo, Barcos abre o placar. É importante destacar que o argentino estava em posição legal (este é um acerto do assistente Marcelo Van Gasse), mas domina a bola com auxílio do braço esquerdo. A posição do árbitro dificulta a percepção de que o gol é irregular. Seria fundamental a participação do assistente Marcelo Van Gasse e, principalmente, do assistente adicional Émerson Luiz Sobral (PE), que estava ao lado do gol. O lance é muito parecido com o gol de Hulk, que foi anulado pelo árbitro Howard Webb no jogo entre Brasil x Chile, nas oitavas de final da Copa.

Já no 2º tempo, aos 13 minutos, o atacante Caio empata a partida para o Vitória. O problema é que o atacante fez falta em Pedro Geromel. Ele fez carga com os braços e praticamente subiu nas costas do zagueiro. Sandro e seus assistentes entenderam como jogada normal, mas o defensor foi atropelado.

Mais tarde, aos 30 minutos, Sandro Meira Ricci marcou pênalti inexistente em favor da equipe baiana. Após cruzamento na área, Dinei viu que não chegaria na bola, sentiu o contato de Edinho e caiu sozinho. O volante não agarra e nem empurra o adversário. Não há um movimento faltoso que justifique a queda daquela maneira. Errou Sandro, errou também o adicional Émerson Luiz Sobral, errou a equipe de arbitragem.

Se não foi uma atuação para ser esquecida, que seja lembrada apenas para que os erros não sejam repetidos.

Sandro Meira Ricci apita decisão da Libertadores 2014

01 de agosto de 2014 0

Depois do ótimo desempenho na Copa do Mundo 2014, o árbitro Sandro Meira Ricci está em alta. A Conmebol confirmou, nesta sexta-feira, que o brasileiro será o responsável por conduzir a grande decisão da Libertadores 2014. O juiz da Federação Pernambucana de Futebol apita o jogo de volta entre San Lorenzo-ARG x Nacional-PAR, que será disputado na Argentina, no dia 13 de agosto. Sandro será auxiliado pelos paulistas Émerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gasse. O 4º árbitro será o carioca Péricles Cortez.

Esta será a quinta vez em que um árbitro brasileiro apita a decisão da Libertadores. Sandro se junta a outros três nomes: José Faville Netto/SP (1972), José Roberto Wright/RJ (1986 e 1991) e Arnaldo Cezar Coelho/RJ (1988).

Sandro Ricci foi o árbitro brasileiro na Copa de 2014. FOTO: Thomas Eisenhuth/EFE

Sandro Ricci foi o árbitro brasileiro na Copa de 2014. FOTO: Thomas Eisenhuth/EFE

Antes disso, porém, Sandro Meira Ricci segue atuando no Brasileirão 2014. Neste sábado, ele apita o jogo entre Vitória x Grêmio, às 21h, no Barradão.

No domingo, às 18h30, a partida entre Inter x Santos, será comandada por Wilton Pereira Sampaio (GO).

VITÓRIA X GRÊMIO – SÁBADO – 21H
Árbitro: Sandro Meira Ricci – PE (FIFA)
Assistente 1: Émerson Augusto de Carvalho – SP (FIFA)
Assistente 2: Marcelo Van Gasse – SP (FIFA)
4º árbitro: Cosme Iran Sabino Araujo – BA (CBF-2)
Adicional 1: Paulo Schleich Vollkopf – MS (CBF-1)
Adicional 2: Émerson Luiz Sobral – PE (CBF-2)

INTER X SANTOS – DOMINGO – 18h30
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO (FIFA)
Assistente 1: Fabrício Vilarinho da Silva – GO (FIFA)
Assistente 2: Bruno Raphael Pires – GO (CBF-1)
4º Árbitro: Luis Teixeira Rocha – RS (CBF-1)
Adicional 1: André Luiz de Freitas Castro – GO (ESP-2)
Adicional 2: Bruno Rezende Silva – GO (CBF-2)
Delegado: José Mocellin (RS)

Italiano apita final da Copa do Mundo de 2014

11 de julho de 2014 0

A Fifa confirmou, nesta sexta-feira, a arbitragem para a final da Copa do Mundo de 2014. O italiano Nicola Rizzoli, 42 anos, será o responsável por apitar a partida entre Alemanha x Argentina, neste domingo, às 16h, no Maracanã. Ele será auxiliado pelos compatriotas Renato Faverani e Adrea Stefani.

Rizzoli apitou três jogos neste Mundial. Mostrou nove cartões amarelos, nenhum vermelho e apitou média de 23 faltas por partida. Ele começou a Copa comandando a goleada da Holanda sobre a Espanha, por 5 x 1. O resultado do jogo acabou o ajudando, pois os espanhóis saíram na frente no placar após um pênalti mal marcado em Diego Costa. Também esteve em campo nas vitórias argentinas sobre a Nigéria, por 3 x 2, e Bélgica, por 1 x 0.

Rizzoli será terceiro italiano a apitar final de Copa. Foto: Dennis Sabangan/EFE

Rizzoli será terceiro italiano a apitar uma final de Copa. Foto: Dennis Sabangan/EFE

No currículo, o juiz italiano conta com duas finais nas competições mais importantes do seu continente. A decisão da Liga Europa 2010 (Atlético de Madrid 2 x 1 Fulham) e a final da Liga dos Campeões 2013 (Bayern de Munique 2 x 1 Borussia Dortmund). Em 2011, trabalhou no Mundial de Clubes. Apitou, inclusive, a vitória do Santos sobre o Kashiwa Reysol, por 3 x 1. Também atuou na Eurocopa 2012 e na Copa do Mundo sub-20, em 2013, na Turquia.

Será a terceira final de Copa apitada por um árbitro italiano. O primeiro foi Sérgio Gonella, que comandou Argentina 3 x 1 Holanda, em 1978. O segundo foi Pierluigi Collina, que trabalhou em Brasil 2 x 0 Alemanha, em 2002.

E uma outra curiosidade. A duas seleções finalistas desta Copa jogaram em Porto Alegre e o árbitro da final também apitou na capital gaúcha.

ALEMANHA X ARGENTINA – 16H – DOMINGO
Árbitro: Nicola Rizzoli (Itália)
Assistente 1: Renato Faverani (Itália)
Assistente 2: Adrea Stefani (Itália)
4º árbitro: Carlos Vera (Equador)

Japonês estará no jogo entre Brasil x Holanda, mas não apita

10 de julho de 2014 0

O duelo entre Brasil x Holanda, neste sábado, às 17h, terá um árbitro africano no comando. Quem apita é Djamel Haimoudi, da Argélia, que também apitou a disputa do terceiro lugar na Copa das Confederações de 2013. O juiz de 43 anos será auxiliado por Redouane Achik e Abdelhak Etchiali.

Porém, a grande curiosidade na escala confirmada pela Fifa é de que o japonês, que marcou o pênalti inexistente no atacante Fred na estreia da Seleção Brasileira, estará na partida. Yuichi Nishimira será apenas o 4º árbitro. Aliás, ele não apitou mais no Mundial depois do desastroso desempenho no jogo de abertura. A Fifa até tentou sustentar e defender que Nishimura foi bem na partida entre Brasil x Croácia. Tudo não passou de discurso político. Os fatos mostraram isso.

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Haimoudi vai para o quarto jogo na Copa de 2014. FOTO: Divulgação/Fifa

Haimoudi vai para o quarto jogo na Copa de 2014. FOTO: Divulgação/Fifa

BRASIL X HOLANDA – 17H – SÁBADO
Árbitro: Djamel Haimoudi (Argélia)
Assistente: Redouane Achik (Marrocos)
Assistente: Abdelhak Etchiali (Argélia)
4º árbitro: Yuichi Nishimura (Japão)

Comissão de arbitragem da Fifa cede pressão e atende exigência da CBF

07 de julho de 2014 1

A escolha do árbitro Marco Rodríguez, do México, para apitar a partida entre Brasil x Alemanha, nesta terça-feira, às 17h, no Mineirão, teve como fator decisivo uma exigência da CBF. Os dirigentes brasileiros fizeram forte pressão para que a comissão de arbitragem da Fifa não colocasse um juiz europeu no comando da semifinal. A atuação do espanhol Carlos Velasco Carballo foi utilizada como argumento para a solicitação, que deu resultado.

Rodríguez é um árbitro muito experiente. Aos 40 anos, a Copa do Mundo de 2014 já é a terceira do currículo. Ele também participou dos últimos dois Mundiais e comandou duas partidas em cada.

Marco Rodríguez expulsou Marchisio em Uruguai 1 x 0 Itália. FOTO: Vassil Donev/EFE

Marco Rodríguez expulsou Marchisio em Uruguai 1 x 0 Itália. FOTO: Vassil Donev/EFE

O que surpreende na escalação dele para apitar Brasil x Alemanha é o fato de que já esteve envolvido em uma partida polêmica nesta Copa. Ele era o árbitro no jogo da mordida de Suárez em Chiellini, quando a Itália foi derrotada pelo Uruguai, por 1 x 0. Além desse confronto, ele também apitou a vitória da Bélgica sobre a Argélia, por 2 x 1.

O “Pequeno Drácula”, como é conhecido Marco Rodríguez em função da aparência, tem como característica ser rigoroso no aspecto disciplinar, algo que vem sendo um problema na Copa de 2014. Se levarmos em conta dos seis jogos apitados por ele nos três Mundiais em que esteve presente, somaremos cinco cartões vermelhos.

A outra semifinal, entre Holanda x Argentina, terá um árbitro da Turquia no comando. Cuneyt Çakir apita o jogo de quarta-feira, às 17h, no Itaquerão.

BRASIL X ALEMANHA – 17H – MINEIRÃO
Árbitro: Marco Rodríguez (México)
Assistente: Marvin Torrentera (México)
Assistente: Marcos Quintero (México)
4º árbitro: Mark Geiger (EUA)

HOLANDA X ARGENTINA – 17H – ITAQUERÃO
Árbitro: Cuneyt Çakir (Turquia)
Assistente: Bahattin Duran (Turquia)
Assistente: Tarik Ongun (Turquia)
4º árbitro: Jonas Eriksson (Suécia)

 

Lesão de Neymar é culpa do árbitro espanhol e principalmente da Fifa

04 de julho de 2014 32

A fratura em uma vértebra de Neymar no confronto diante da Colômbia, nessa sexta-feira, deve servir de reflexão para o juiz espanhol Carlos Velasco Carballo e para a arbitragem em geral. A forma como ele conduziu a questão disciplinar na partida foi horrorosa. Diria mais. Acredito que a Copa do Mundo de 2014 ficará marcada pela forma desastrosa com que as questões disciplinares foram administradas. Os jogadores batem, batem e batem. A arbitragem, por orientação da Fifa, conversa, conversa, conversa e no último caso é que mostra o amarelo.

Os números ilustram esse fracasso. O Mundial do Brasil tem média de 2,84 amarelos. Foram 165 cartões em 58 jogos. Para se ter uma ideia, a Libertadores de 2013 teve média de 5,06 amarelos por confronto. E todos sabem que na competição sul-americana os árbitros têm o perfil de deixar o jogo correr, permitir o contato e segurar os cartões. A média de amarelos do Brasileirão também fica perto disso. Quase o dobro do que observamos na Copa. Até mesmo uma competição da Europa tem número superior de advertências. O que não consigo entender é o que faz com que a comissão de arbitragem da Fifa passe esse tipo de orientação justo em sua principal competição. Durante quatro anos as questões disciplinares são conduzidas de uma maneira por árbitros de todo o mundo e somente na Copa isso se modifica. Qual a explicação?

Na vitória do Brasil sobre a Colômbia, por 2 x 1, o árbitro Carlos Velasco Carballo teve três oportunidades claras de mostrar amarelos no 1º tempo. Aos 12 minutos, Fernandinho atinge, com o joelho, a coxa do meia James Rodríguez. Aos 29, sem bola, Gutiérrez chuta David Luiz na altura do quadril. Aos 44 minutos, Zuñiga (o mesmo que atingiu Neymar) deu uma entrada com a sola da chuteira no joelho de Hulk. O que o árbitro fez nas três situações? Conversou, conversou e conversou. Em nenhum momento uma postura firme foi mostrada por parte do juiz. Não sei se isso poderia evitar a pancada desleal em Neymar. Porém, tenho quase certeza de que controlaria um pouco mais os jogadores. Mostraria um limite para os atletas do que é e do que não é permitido no campo. Talvez um amarelo mostrado para Zuñiga no lance do 1º tempo fizesse o jogador pensar melhor antes de dar a joelhada maldosa nas costas de Neymar. Porém, o jogador colombiano saiu de campo sem receber qualquer advertência que não fosse verbal.

Zuñiga deu joelhada nas costas de Neymar. FOTO: Mauricio Dueñas/EFE

Zuñiga deu joelhada nas costas de Neymar. FOTO: Mauricio Dueñas/EFE

Estou aqui falando da fratura em uma vértebra que tira Neymar do Mundial e o árbitro sequer deu amarelo para o lateral Zuñiga, mas a lesão poderia ser de qualquer outro jogador. Poderia estar até lembrando, por exemplo, da entrada que o francês Matuidi deu e causou a fratura da tíbia e do perônio do nigeriano Onazi na partida das oitavas de final. O fato é que o pior erro da arbitragem na Copa não foi um pênalti não marcado ou um gol mal anulado. O que mais lamento foi a forma como a questão disciplinar foi conduzida em toda a competição. Que sirva de aprendizado já para os jogos finais.

Fifa define árbitro de Brasil x Colômbia e coloca argentino para apitar França x Alemanha

02 de julho de 2014 1

A arbitragem para os dois jogos que abrem a fase de quartas de final da Copa do Mundo de 2014 foi divulgada, nesta quarta-feira. A Fifa designou o espanhol Carlos Velasco Carballo, 43 anos, para comandar o jogo entre Brasil x Colômbia. Já o confronto entre França x Alemanha terá o argentino Néstor Pitana, 39 anos, no apito. As duas partidas serão na sexta-feira. O duelo europeu ocorre às 13h, no Maracanã, no Rio de Janeiro, e o clássico sul-americano será às 17h, no Castelão, em Fortaleza.

Carlos Carballo comanda Brasil x Colômbia. FOTO: Ali Haider/EFE

Carlos Carballo comanda Brasil x Colômbia. FOTO: Ali Haider/EFE

Carlos Carballo está longe de ser o principal nome entre os árbitros europeus escalados para a Copa do Mundo. Ele também não é o mais experiente, apesar da idade. Tem no currículo uma decisão de Liga Europa, em 2011. Na atual temporada, apitou seis jogos da Liga dos Campeões, entre eles o empate entre Manchester United x Bayern de Munique, em 1 x 1. Nesta Copa do Mundo, trabalhou em duas partidas. A vitória do Uruguai sobre a Inglaterra, por 2 x 1, e a vitória da Bósnia sobre o Irã, por 3 x 1. Mostrou quatro amarelos e marcou 66 faltas por confronto. O número de amarelos é baixo, mas as faltas superam a média da Copa do Mundo (na casa de 26 por partida).

Néstor Pitana apita França x Alemanha. FOTO: Jeon Heon-Kyun/EFE

Néstor Pitana apita França x Alemanha. FOTO: Jeon Heon-Kyun/EFE

Já Néstor Pitana vai para o quarto jogo na Copa do Mundo. Os outros três foram: Honduras 0 x 3 Suíça; Estados Unidos 2 x 2 Portugal; e Rússia 1 x 1 Coréia do Sul. O argentino média de dois amarelos e 27 faltas por confronto.

BRASIL X COLÔMBIA – 17H – CASTELÃO
Árbitro: Carlos Velasco Carballo (Espanha)
Assistente 1: Roberto Alonso Fernandez (Espanha)
Assistente 2: Juan Yuste (Espanha)
4º árbitro: Svein Oddvar Moen (Noruega)

FRANÇA X ALEMANHA – 13H – MARACANÃ
Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
Assistente 1: Hernán Maidana (Argentina)
Assistente 2: Juan Pablo Belatti (Argentina)
4º árbitro: Jonas Eriksson (Suécia)

Missão cumprida?

30 de junho de 2014 0

O árbitro Sandro Meira Ricci elevou o conceito da arbitragem brasileira no cenário mundial com o desempenho que teve nos três jogos apitados na Copa do Mundo de 2014. Ele e os assistentes, Émerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gasse, tiveram ótimas atuações. O trabalho do trio renderia apenas pequenos reparos. Nesta segunda-feira, na vitória da Alemanha sobre a Argélia, por 2 x 1, no Beira-Rio, em Porto Alegre, não foi diferente.

Sandro, Émerson e Marcelo representam a arbitragem do Brasil na Copa. FOTO: Armando Babani/EFE

Sandro, Émerson e Marcelo formam trio do Brasil na Copa. FOTO: Armando Babani/EFE

Agora, tudo dependerá da sorte, ou até do azar. Se a Seleção Brasileira avançar para a fase semifinal, a participação de Sandro em uma outra partida está praticamente descartada. Em caso de eliminação, o juiz do Brasil é um importante candidato a estar em campo novamente. Porém, o que Sandro, Émerson e Marcelo fizeram nessa Copa já é sinônimo de missão cumprida. Espero que os representantes brasileiros na fase semifinal e na decisão estejam com a bola nos pés e não com o apito na mão.

Sandro Meira Ricci volta a apitar jogo da Copa em Porto Alegre

29 de junho de 2014 0

Sandro Meira Ricci está escalado para apitar o terceiro jogo na Copa do Mundo de 2014. O árbitro vai comandar o confronto entre Alemanha x Argélia, nesta segunda-feira, às 17h, no Beira-Rio, pelas oitavas de final. Ele terá como assistentes os compatriotas Émerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gasse. O 4º árbitro será Walter López, da Guatemala.

O brasileiro volta a apitar em Porto Alegre e vai atuar pela segunda vez em um jogo da Alemanha. Na 1ª rodada, Sandro apitou a vitória da França sobre Honduras, por 3 x 0, na capital gaúcha. Na 2ª rodada, o juiz trabalhou no empate entre Alemanha x Gana, em 2 x 2. Nessas duas partidas, ele mostrou oito amarelos e marcou 55 faltas.

Sandro Ricci chega ao terceiro jogo na Copa de 2014. FOTO: Thomas Eisenhuth/EFE

Sandro Ricci chega ao terceiro jogo na Copa de 2014. FOTO: Thomas Eisenhuth/EFE

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Estava claro que Sandro Meira Ricci teria a oportunidade de apitar um terceiro jogo na Copa. Cheguei a escrever sobre isso, a partir do grande desempenho que ele teve nos dois outros jogos. Não foi por acaso que o árbitro do Brasil fechou a primeira fase como melhor árbitro deste Mundial.