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Posts com a tag "polêmica"

Representante brasileiro em órgão responsável por regras do futebol sobre pênalti de Kannemann: "Fico com o árbitro"

08 de fevereiro de 2017 1

A polêmica do último final de semana no Gauchão ainda não se esgotou. Nos últimos dias, o debate tem sido muito grande em relação ao pênalti no lance envolvendo o zagueiro Kannemann na partida em que o Grêmio perdeu para o Caxias por 2 x 1. Afinal de contas, foi lance de mão na bola ou bola na mão?

Uma coisa é fato. A polêmica não se limitou aos torcedores, foi além das redes sociais, passou por programas de rádio, debates esportivos e agitou até o meio da arbitragem.

O pênalti de Kannemann gerou profundo debate entre árbitros, ex-árbitros, comentaristas e instrutores de arbitragem. Fiz contatos buscando discutir conceitualmente a jogada. Percebi uma divisão de opiniões. Alguns defendendo a marcação do pênalti; outros dizendo que a jogada foi acidental; e há até os que consideram a jogada como “cinzenta”, termo utilizado no meio da arbitragem para definir um lance que não é “preto” nem “branco”.

Decidi, então, consultar o representante sul-americano da IFAB (International Football Association Board), órgão que regulamenta as regras do futebol. Estou falando de Manoel Serapião Filho, ex-árbitro Fifa e atual diretor-presidente da Escola Nacional de Arbitragem da CBF. Ele ressaltou o caráter interpretativo do lance, que permite mais de uma leitura. Porém, disse que aprovou a decisão do juiz gaúcho Jean Pierre Lima.

“Vi o lance e é muito interessante, pois houve o primeiro toque no corpo do jogador, que, a princípio, criaria o elemento surpresa e que excluiria a falta. Todavia, a posição do braço do jogador em clara ação de bloqueio e sem qualquer cuidado, desde seu primeiro movimento, se constitui em elemento para a falta, pois teria sido a causa do toque. Bola dividida. Fico com o árbitro”, argumentou Manoel Serapião Filho.

É lógico que dentro das orientações da Fifa há uma observação que diz respeito ao desvio da bola. Isso em geral caracteriza o fator surpresa. Entendo, porém, que alguns cuidados são necessários por parte dos atletas. O que me chamou a atenção no lance de Kannemann foi a forma como ele saltou para interceptar a jogada. Dessa maneira, ao pular com os dois braços levantados, assume o risco de cometer a infração. Cada lance tem suas características e particularidades. Não compararia o lance de Kannemann com outras jogadas, como um carrinho em ação de bloqueio. Vejo diferenças.

Lance gerou reclamação do técnico Renato ao final do jogo. FOTO: Porthus Júnior/Agencia RBS

Lance gerou reclamação do técnico Renato ao final do jogo. FOTO: Porthus Júnior/Agencia RBS

Pessoalmente, gosto muito de jogadas como essa porque elas ajudam na compreensão de questões interpretativas das regras do futebol. Afinal, a regra não é clara coisa nenhuma.

E cabe dizer que não estou preocupado e não vou entrar em qualquer discussão ideológica ou política que a marcação do pênalti possa ter instigado.

O objetivo aqui é sempre pela análise técnica.

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O primeiro pênalti polêmico do Gauchão 2017

05 de fevereiro de 2017 34

O árbitro Jean Pierre Lima acertou na marcação do pênalti que resultou no primeiro gol da vitória por 2 x 1 do Caxias sobre o Grêmio, nesse domingo (5), no estádio Centenário, pela 2ª rodada do Gauchão. Talvez ele tenha contado com o auxílio do assistente Leirson Peng Martins para tomar a decisão acertada.

Após cruzamento, a bola bate na perna e depois no braço direito do zagueiro Kannemann, antes de ir para a linha de fundo. O defensor salta para interceptar a bola com os dois braços levantados, ou seja, em movimento não-natural. Ao fazer a ação de bloqueio dessa forma, com os braços nessa posição, está assumindo o risco da infração. Por isso, o pênalti deve ser marcado. Essa é a orientação passada aos árbitros para esse tipo de lance. Isso não significa dizer que toda bola que bater no braço resultará em infração.

Jean Pierre foi o árbitro de Caxias x Grêmio. FOTO: Juan Barbosa/Agência RBS

Jean Pierre foi o árbitro de Caxias x Grêmio. FOTO: Juan Barbosa/Agência RBS

Para ilustrar a diferença, sugiro um exercício de imaginação. Se Kannemann estivesse parado, com o braço afastado do corpo e não estivesse fazendo uma ação de bloqueio, o lance teria outra natureza. Se uma bola fosse chutada e, após um desvio, batesse no braço do zagueiro, a jogada seria normal.

A Fifa recomenda que os atletas tenham ação preventiva, sobretudo quando tentam interceptar a bola. De que forma? Colocando os braços para trás ou junto ao corpo, os jogadores estarão mostrando que querem evitar o risco de cometer a infração.

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Lambanças previsíveis da arbitragem no Gre-Nal 411

23 de outubro de 2016 85

Já esperava um protagonismo da arbitragem no Gre-Nal 411. Considerava quase impossível que Francisco Carlos do Nascimento tivesse condições para um bom desempenho técnico e, principalmente, para controlar disciplinarmente o clássico.

Houve dois momentos mais tensos no Gre-Nal, um em cada etapa. Se o árbitro tivesse tido uma decisão mais firme no 1º tempo, aplicando amarelos para William e Bolaños, provavelmente teria evitado a confusão do 2º.

Francisco Carlos do Nascimento teve dificuldades no Gre-Nal. Foto: Divulgação

Francisco Carlos do Nascimento teve dificuldades no Gre-Nal. Foto: Divulgação

A consequência do tumulto da etapa complementar gerou dois absurdos. O primeiro foi a atitude lamentável de Edílson. Por mais de uma oportunidade, o lateral tentou acertar Rodrigo Dourado. Na última, atingiu o volante com um soco no rosto. O vermelho de Edílson foi o fato mais indiscutível do Gre-Nal. O outro absurdo foi a expulsão injusta de Rodrigo Dourado, que ocorreu após muita conversa e muita demora. Edílson foi expulso aos 17 e Dourado recebeu vermelho aos 21 minutos.

Entendo que Vitinho também deveria ter sido expulso. No começo da confusão, após uma falta mal marcada em Valdívia, o zagueiro Kannemann se joga no gramado para agarrar a bola, que está no chão. O atacante colorado, na tentativa de arrancar a bola do defensor, acaba golpeando o argentino por trás. Todo o tumulto acontece depois disso.

Francisco Carlos do Nascimento nunca foi um grande árbitro. Sempre demonstrou dificuldades em jogos mais disputados e tensos. A falta de imposição e de convicção nas decisões do juiz dentro de campo era raridade até mesmo quando ele esteve no quadro da Fifa, posição que deixou de ocupar em 2014. O que aconteceu no empate em 0 x 0 no Gre-Nal 411, nesse domingo (23), na Arena, não foi novidade alguma.

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Quatro polêmicas da arbitragem no Gre-Nal 410

03 de julho de 2016 17

É praticamente impossível um Gre-Nal sem polêmicas envolvendo a arbitragem. Sempre haverá discussão por melhor que seja a atuação do juiz.

Nesse domingo (03), não foi diferente. Alguns lances geraram discussão, embora Dewson Fernando Freitas da Silva tenha tido uma atuação muito segura e tranquila no clássico 410.

Preparo físico e bom posicionamento são virtudes de Dewson. FOTO: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação

Preparo físico e bom posicionamento são virtudes de Dewson. FOTO: Lucas Uebel/Divulgação

No aspecto técnico, o juiz da Fifa deu show. Teve atuação impecável. No disciplinar, andou perto disso, mas teve um erro importante. Falei sobre isso após o jogo. Daria nota 10 para as decisões técnicas e nota 6 para as questões disciplinares. Na média, nota oito para arbitragem.

19/1ºT – Foi falta no Sasha?
Não foi falta. Após o gol do Grêmio, os jogadores do Inter reclamaram de uma infração na origem da jogada. Sasha adiantou demais a bola, tentou escapar de Giuliano e perdeu o equilíbrio. Caiu sozinho no gramado. Não há sequer contato entre os dois jogadores. Lance claro. Acertou a arbitragem.

31/1ºT – Foi pênalti no Gustavo Ferrareis?
Não foi pênalti. Houve uma disputa normal entre Jaílson e Gustavo Ferrareis. Existiu contato entre eles, mas não passou de um choque de jogo. O posicionamento do árbitro ajudou muito para que ele tomasse a decisão certa.

9/2ºT – Rafael Thyere deveria ter sido expulso?
O amarelo ficou barato. Com as travas da chuteira, o zagueiro Rafael Thyere atingiu as costas do meia Seijas. Lance forte. O jogador gremista escapou de levar o vermelho.

Amarelo para Edílson após o jogo
Depois de encerrado Gre-Nal, o lateral-direito Edílson arrancou a bandeira de escanteio e a levou para o fundo do campo para comemorar a vitória perto da torcida. O árbitro deu amarelo para Edílson por conta da atitude. A regra diz que um jogador que, na opinião do árbitro, fizer gestos provocadores, debochados ou exaltados, deverá receber cartão amarelo. O árbitro tem poder de advertir um jogador antes, durante ou depois da partida. Por isso, a decisão da arbitragem foi correta.

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Árbitro do Gre-Nal tem totais condições de "passar o trator" no domingo

01 de julho de 2016 1

Dewson Fernando Freitas da Silva não vive os melhores dias da carreira. Sua melhor fase foi em 2014, quando ainda era aspirante Fifa. Foi o grande destaque da arbitragem daquela temporada. Discreto, mas com personalidade. Tranquilo em campo, mas com decisões firmes. O preparo físico exemplar permitia que deixasse o jogo acelerar sem ficar distante das jogadas.

Apesar de ter feito um Gre-Nal irreparável, aquele dos 5 x 0, o juiz da Fifa já não repetiu em 2015 a regularidade do ano anterior.

Arbitragem ficou em segundo plano no Gre-Nal dos 5 x 0. FOTO: Diego Vara/Agência RBS

Arbitragem ficou em segundo plano no Gre-Nal dos 5 x 0. FOTO: Diego Vara/Agência RBS

Em 2016, a instabilidade é maior. Dewson Fernando Freitas da Silva tem oscilado bastante e cometido erros que não estão à altura de um Fifa.

É um bom árbitro precisando de um grande jogo para retomar a melhor fase. Para usar uma expressão da moda, o árbitro do Gre-Nal 410 tem totais condições de “passar o trator” no domingo. Porém, para que tenha essa imposição disciplinar e técnica em campo precisará, acima de tudo, relembrar os bons momentos de 2014.

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Jogadores da dupla têm grande oportunidade para liderar um Gre-Nal de paz

30 de junho de 2016 2

O último Gre-Nal, realizado no Gauchão 2016, não traz boas lembranças. As consequências do campo acabaram sendo um simples reflexo do que aconteceu fora dele. O jogo foi muito nervoso, tenso, violento e, por vezes, parecia que os jogadores estavam deixando de lado o mais importante: jogar futebol. O Gre-Nal 409 foi muito carregado.

Gre-Nal 409 teve muita polêmica e pouco futebol. FOTO: Lauro Alves/Agência RBS

Gre-Nal 409 teve muita polêmica e pouco futebol. FOTO: Lauro Alves/Agência RBS

Para que tenhamos um cenário diferente desta vez, considero que os jogadores da dupla têm uma grande oportunidade para liderar um Gre-Nal de paz.

Independente de qualquer coisa, acredito que seja fundamental que os atletas não entrem em campo pilhados por fatores externos ou declarações fora do lugar.

Sei que é um jogo tradicional. Sei que o Gre-Nal tem histórico de ser muito disputado. Porém, um jogo pegado é diferente de um jogo violento. Ao mesmo tempo em que precisam fazer de tudo para defender suas cores, os jogadores precisam ter a noção da responsabilidade que têm diante dos torcedores.

Espero que Inter e Grêmio entrem em campo preocupados em jogar futebol no Beira-Rio. Os jogadores não podem esquecer que o que vai acontecer domingo, às 11h, é uma partida de FUTEBOL!

Seria lindo se fosse um jogo disputado, com as características tradicionais que um Gre-Nal sempre teve, mas com futebol de qualidade. Um jogo pegado, mas limpo.

É claro que a arbitragem tem grande responsabilidade no processo e precisará estar focada ao extremo para contribuir com um jogo assim.

Embora Dewson Fernando Freitas da Silva não viva o melhor momento da carreira, é possível dizer que a arbitragem brasileira como um todo passa por uma fase turbulenta dentro de campo. Entretanto, trata-se de um árbitro Fifa e, por aquilo que já demonstrou, Dewson tem totais condições de fazer um grande jogo.

Gosto da escolha de um árbitro de fora para o Gre-Nal 410. Se os jogadores entrarem em campo querendo jogar bola e colaborar ajudará muito para quem vai apitar. Do contrário, podem trazer um árbitro de Marte que não vai resolver.

Boa sorte a todos os envolvidos e que seja um Gre-Nal de paz.

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Arbitragem de Fluminense x Grêmio foi a pior do Brasileirão 2016

11 de junho de 2016 1

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Um lance em dois ângulos: impedimento ou posição legal?

04 de maio de 2016 4

Não é só por aqui que as decisões da arbitragem geram polêmica. O jogo que definiu a classificação do Atlético de Madrid para a decisão da Liga dos Campeões da Europa teve lances que causaram muita discussão. Gostaria de destacar um deles, o que resultou no gol de empate do Atlético de Madrid quando o Bayern de Munique ganhava por 1 x 0.

Em rápido contra-ataque, o Atlético de Madrid precisou de seis toques na bola para que Griezmann estivesse na cara do goleiro Neuer. O gol marcado pelo time espanhol, aos 8 minutos do 2º tempo, fazia com que o time alemão precisasse mais dois gols para garantir a vaga. Não conseguiria.

A polêmica está na posição de Griezmann no momento do passe de Fernando Torres. Impedimento ou lance legal?

Durante a transmissão, num primeiro momento, a televisão mostrou a imagem congelada (foto 1) do momento do passe para esclarecer a jogada. O que você diria se tivesse apenas esse ângulo para analisar a jogada? Impedimento ou lance legal?

FOTO 1

FOTO 1: mostra a primeira imagem disponibilizada pela TV durante a transmissão.

Mais adiante, outra imagem (foto 2) foi apresentada na transmissão. O ângulo é inverso ao primeiro apresentado. E agora? Mantém a opinião que tinha na primeira imagem? Impedimento ou posição legal?

FOTO 2

FOTO 2: mostra uma imagem posterior apresentada pela transmissão de TV.

Um lance, dois ângulos. Vale dizer que na Alemanha e na Espanha a polêmica segue grande sobre o gol. Independente de acerto ou erro da arbitragem, ninguém vai negar que é uma jogada de difícil interpretação.

Nem sempre o fato de termos um replay representa 100% de certeza de que estamos certos. Vale a reflexão.

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A diferença entre os pênaltis contra o Cruzeiro-RS em 2015 e o lance de Ernando diante do Juventude

03 de maio de 2016 23

Tenho sido muito questionado nas redes sociais por conta do lance de bola na mão envolvendo o zagueiro Ernando, do Inter, na primeira partida decisiva do Gauchão 2016. Reforço que o árbitro Leandro Vuaden acertou ao não marcar pênalti para o Juventude.

Braço de Ernando está em posição natural. FOTO: reprodução RBS TV

Braço de Ernando está em posição natural. FOTO: reprodução RBS TV

Os seguidores recorrem aos lances de pênaltis marcados a favor do Inter, em 2015, contra o Cruzeiro-RS, como argumento para a cobrança:

“Em 2015 era pênalti e agora não é”, questionam.

Em respeito aos torcedores do Cruzeiro, escrevo este texto para esclarecer definitivamente a diferença entre os lances.

Primeiro, é preciso dizer que essa história de que toda bola que bate na mão representa uma infração a ser marcada é lenda. Nem todo lance de bola na mão dentro da área é pênalti.

Segundo, os dois lances de pênaltis marcados contra o Cruzeiro-RS, em 2015, são bem diferentes do lance de Ernando, no último domingo (1).

Nos dois pênaltis marcados contra o Cruzeiro, no ano passado, há uma característica semelhante para a marcação do pênalti. Quando um jogador salta para interceptar uma jogada e corta a trajetória da bola com o braço aberto, está assumindo o risco de cometer a infração. Ou seja, mesmo sem a intenção clara de tocar a mão na bola, o atleta está ampliando o raio de ação do corpo e ganhando vantagem. Nos dois lances de 2015, o zagueiro André Ribeiro salta na direção da bola visando interceptar a jogada e alcança esse objetivo com o braço.

No lance de Ernando, diferentemente, o braço está em posição natural. O zagueiro está parado no campo e é surpreendido pelo chute. Em nenhum momento, o defensor colorado dá um carrinho na direção da bola ou tem uma ação de bloqueio na direção do adversário. Se Ernando tivesse feito isso e acabasse interceptando a bola com o braço aberto, estaria assumindo o risco de cometer a infração. Não é o que acontece. Digo mais: observando o lance de Ernando, o braço direito está em posição natural e o esquerdo está aberto. Se a bola tivesse batido no braço esquerdo, a interpretação seria diferente.

Aos que gostam de buscar análises anteriores e comparar opiniões sobre lances parecidos, podem fazer isso aqui no blog e perceberão que há argumentos técnicos para os lances. Aos que simplificam a análise pela cor da camisa, um forte abraço.

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CBF prepara testes para árbitro de vídeo no futebol brasileiro

24 de março de 2016 0

Entenda a presença dos árbitros de vídeos nos jogos. Ele só interferirá na arbitragem em lances capitais que alterem o resultado da partida.

Assista ao vídeo:

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