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Posts na categoria "Mundo"

Isaac custou US$ 2 bilhões

04 de setembro de 2012 0

O furacão Isaac, que varreu o Caribe e o sul dos Estados Unidos na semana passada, causou prejuízos estimados em US$ 2 bilhões, segundo estimativas preliminares de agências de seguros e avaliadores de risco.

Esse valor coloca o Isaac na 11ª posição entre os furacões mais onerosos, embora o prejuízo tenha sido relativamente modesto. Por exemplo, o 10° colocado, o furacão Irene, de agosto de 2011, deixou um rombo de US$ 4,38 bilhões.

Nenhum dos dois se compara ao Katrina, de 2005, o mais devastador de todos os furacões. Além de 1,8 mil mortos, o Katrina deixou um prejuízo estimado em US$ 48,2 bilhões, quase o dobro do segundo da lista, o Andrew, de 1992, que provocou danos avaliados em US$ 25,3 bilhões.

Mais sinais do El Niño

28 de junho de 2012 0

Os sinais do retorno do fenômeno climático El Niño, caracterizado pela aquecimento anormal das águas do Pacífico equatorial, são cada vez mais evidentes.

Uma nova imagem da região central do Pacífico, com base em dados coletados entre os dias 20 e 26 de junho, revela um aquecimento de até 2°C acima da média da temperatura das águas da superfície do oceano (a área em vermelho na figura acima, que se estende da costa oeste da América do Sul e avança para o centro do Pacífico).

Até três meses atrás, a mesma ainda sofria um resfriamento das águas, o que caracteriza a ocorrência do La Niña, o principal responsável pela longa estiagem que afetou o Rio Grande do Sul desde o final do ano passado. O El Niño provoca um efeito inverso: excesso de chuva no Estado, além de temperaturas acima da média.

Por enquanto, as previsões ainda apontam para a normalidade climática no Rio Grande do Sul nos próximos meses.

O Boletim de Prognóstico Climático para o trimestre julho, agosto e setembro, divulgado na manhã desta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), indica igual probabilidade de chuva nas categorias normal, abaixo do normal e acima do normal.

As temperaturas serão típicas de inverno, segundo o relatório, com períodos de declínio mais acentuado.

Verão espanhol

27 de junho de 2012 0

Nada como as férias. Em Barcelona, a praia lotou em plena terça-feira, com milhares de pessoas esquecendo por algumas horas a devastadora crise econômica do país  e se socorrendo das águas do Mediterrâneo para suportar o calor e curtir as delícias do verão espanhol.


El Niño em gestação

22 de junho de 2012 0



O La Niña (em branco) durante sua aparição em 1997: fenômeno climático no Pacífico Equatorial está associado a excesso de chuva no Rio Grande do Sul


Responsável por chuvas acima da média no Rio Grande do Sul, o evento climático El Niño continua em gestação no Pacífico Equatorial e a maioria dos modelos climáticos já sinaliza o desenvolvimento das condições necessárias para a ocorrência do fenômeno (que se caracteriza pelo aquecimento anormal das águas do oceano) no decorrer do trimestre entre julho e setembro.

Mas ainda é cedo para prever as consequências do La Niña para o regime de chuvas do Estado. Uma previsão elaborada em conjunto pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e pelos centros estaduais de meteorologia prevê igual probabilidade de distribuição das precipitações entre as categorias abaixo, normal e acima da normal climatológica.

A previsão também sinaliza que o trimestre terá temperaturas típicas de inverno, podendo, em alguns períodos, ocorrer acentuado declínio devido às incursões de massas de ar frio, assim como episódios de geada.

70 graus de separação

02 de maio de 2012 0

Em Varsóvia, na Polônia, moradores tiram o "mofo" do inverno nas praias do Rio Wesla


Montanha-russa parece ser uma definição apropriada para peripécias climáticas a que os europeus estão submetidos em 2012.

Menos de três meses depois de suportar, em fevereiro, uma onda de frio avassaladora, com tempestades de neve inclementes e temperaturas de -40°C que provocaram a morte de mais 700 pessoas em todo o continente, a Europa agora vive um período de calor incomum para a época — a primavera ainda vai pela metade no Hemisfério Norte.

Em países como Áustria, Hungria, Polônia e outros, maio começou registrando temperaturas acima dos 30°C  que afeta pessoas e cães. Haja água e óculos escuros.

Foi preciso muito água para suportar o calor de 30°C em Viena, na Áustria



Até o cão precisou de óculos escuros para se proteger do sol abrasivo de Budapest, na Hungria



Parques de calor

02 de maio de 2012 0

Uma das alternativas mais promissoras para a geração de energia limpa, os parque eólicos podem afetar a temperatura do local em que se situam.

Um estudo realizado em uma "fazenda de vento" no Estado americano do Texas, publicado pela revista Nature Climate Change, constatou que as áreas  próximas às turbinas eólicas apresentaram um aquecimento durante a noite.

O estudo foi feito a partir de dados coletados por satélites da Nasa que medem desde o espaço as radiações infravermelhas emitidas pela superfície do planeta, e apresenta conclusões semelhantes a uma pesquisa de 2010.

Os cientistas acreditam que o efeito é provocado pelo aquecimento das turbinas, que liberam ar quente ao nível do solo. Outra possibilidade é que as hélices das turbinas, ao girar, misturam ar quente e ar frio, levando assim parte do calor para o solo.

De acordo com o estudo, o aquecimento observado foi de cerca de 0,7ºC por década, mas as mudanças não ocorreram de forma idêntica em todas as áreas próximas às fazendas eólicas.

Foto premiada

17 de abril de 2012 0

Um ano depois que os jurados decidiram que nenhuma foto merecia a distinção, o jornal Tuscaloosa News, do Alabama, foi anunciado com vencedor do Prêmio Pulitzer na categoria "breaking news" (noticiário do dia) pela cobertura do monstruoso tornado que atingiu a cidade de Tuscaloosa em 27 de abril de 2011. O Pulitzer é o principal prêmio da imprensa dos EUA.

Foto The Tuscaloosa News, Dusty Compton, AP

Foto legal

17 de abril de 2012 0

A luz solar abre caminho entre as nuvens sobre o Lago Genebra, na Suíça

Seca faz Inglaterra proibir uso de mangueiras

06 de abril de 2012 0

Depois dos dois anos mais secos já registrados na história do país, a população do sul do Inglaterra está proibida, desde quinta-feira, a usar mangueiras, numa tentativa já quase desesperada de reduzir o consumo de água.

Quem for flagrado regando o jardim, lavando o carro ou enchendo a piscina será processado e multado em até mil libras, cerca de R$ 3 mil. O uso de baldes e regadores de mão continua liberado — por enquanto.

O "veto à mangueira" e outras restrições ao uso de água valerão por tempo indeterminado e afetarão cerca de 20 milhões de pessoas que vivem em uma região que inclui a capital, Londres, além dos condados de Kent e Sussex.

Os moradores também estão sendo orientados a tomar banhos mais rápidos, a ligar máquinas de lavar roupa e louça apenas se elas estiverem no máximo de sua capacidade, a evitar o desperdício e a usar a água com "sabedoria". Se possível, também rezar para que chova.

Depois de um inverno com índice de chuvas excepcionalmente baixo, os britânicos precisam desesperadamente de precipitações acima da média em abril, sob risco de ver a situação se agravar muito durante o verão que está chegando e ver a seca — e as restrições ao uso de água — se espalhar para o restante da Inglaterra, além do País de Gales e da Escócia.

O nível de muitos rios ingleses está abaixo do registrado em 1976, quando o país teve uma das piores secas de sua história. Alguns reservatórios, como o de Bewl, em Kent (foto acima), estão com 50% de sua capacidade, quando deveriam estar com 90%.

Uma das principais preocupações das autoridades é a possibilidade da seca afetar o abastecimento de água em Londres durante a realização dos Jogos Olímpicos, entre 27 de julho e 12 de agosto de 2012, quando milhões de turistas visitarão a capital britânica.

Temporal açoita o Japão

03 de abril de 2012 0

Fechou o tempo no Japão nesta terça-feira.

Um temporal com ventos fortes o suficiente para virar caminhões atingiu o oeste do país, incluindo cidades importantes como Osaka e a capital, Tóquio, onde mais de 400 voos foram cancelados no aeroporto de Haneda. Também foi necessária a interrupção do serviço de trens em parte do país e muitas empresas recomendaram a seus funcionários que ficassem em casa, devido ao caos no sistema de transporte e no trânsito.

Os vento chegaram a 100 km/h na região de Tóquio, e a mais de 130 km/h no sudoeste do país. Foi emitido um alerta para as zonas costeiras, por há previsão de ondas de até 10 metros.