Leopoldo Miranda, 62 anos, perdeu o filho caçula, Vinicius, 12 anos, para a violência. O menino, que sonhava em ser jogador de futebol, levou um tiro no peito, disparado por outro menino de 14, e morreu no campinho ao lado de casa, na Vila Farrapos, na Capital. O autor disse que foi acidental. Testemunhas teriam visto o atirador apontar a arma e disparar duas vezes. Inconformado, Leopoldo acompanha a investigação. Prefere acreditar que o filho esteja apenas adormecido. "Durma em paz, Vini!", escreveu na cruz colocada em homenagem na praça onde fica o campinho. Enquanto isso, a violência permanece sonâmbula, atormentando os sonhos dos cidadãos.






Trágico. Não há palavras que possam expressar essa dor. A foto é a tentativa mais aproximada.