Num quartinho, nos fundos de um brique, escondido entre o passado e presente, jaz o poeta João Manoel Vargas Madrid. Foi lá, entre um verso e outro, que a repórter Lisiane Lisboa conheceu as façanhas do "pobre louco" - como já escrevera o ilustre de 66 anos e morador do Bairro Restinga, para o qual já criou até um hino. Ora solitário, ora envolvido em projetos comunitários, o "Tio Mano", como é chamado por todos, faz rimas, poesias, hinos e desabafos. Não fez faculdade, mas sabe muito da vida. Apaixonado pelas artes, também é ator. Hoje, encena ser ele mesmo, amparado apenas pelas palavras.
João Manoel está no Retratos de Vida do DG do final de semana.











