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Situação incomum para a Polícia Ambiental

30 de novembro de 2009 1

Os policiais ambientais não escondem a surpresa ao serem atacados a tiros durante um trabalho de rotina e que não resultaria, a princípio, na prisão de ninguém, a não ser na apreensão de quatro redes de pesca, que foi, na verdade, o que aconteceu.

_ A repórter dizia que eram tiros para nos assustar, mas infelizmente, eram para nos acertar, pois foram vários disparos em nossa direção _, lembra o soldado Adão. 

_ Era um patrulhamento preventivo contra a pesca predatória, e não tínhamos nenhuma suspeita de flagrar ninguém. Os tiros certamente foram disparados contra a embarcação, e isso é algo muito grave que precisa ser esclarecido. Foi um fato nada comum, principalmente em se tratando de Polícia Ambiental, cujo trabalho, teoricamente, é mais tranquilo _, diz o comandante da Polícia Ambiental de Lages, tenente Frederick Rambush.

_ Ninguém atira do nada contra policiais, e não é todo dia que isso acontece. Queremos saber quem e por que fez isso. Também talvez seja hora de revermos nossos conceitos sobre proteção aos policiais _, diz o tenente-coronel Zinder José Cardoso, da Polícia Militar de Lages.

Postado por Pablo Gomes, Lages

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Comentários (1)

  • Névio Fernandes diz: 30 de novembro de 2009

    Infelizmente, tanto a caça predatória como a pesca são comuns na região. Os predadores sempre tiveram um ambiente favorável a isso, com a complacência da população e autoridades Animais como o tatu, abundantes outrora na região estão praticamente extintos.Padecemos ainda da falta de informação, da consciência ambiental, do individualismo exagerado. A vinda da Polícia Ambiental disciplinou um pouco esta degradação ambiental, patrocinada pelo próprio lageano sem o espírito ambientalista, em voga.

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