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Mais pinhão apreendido e R$ 130 mil em multas

06 de abril de 2010 1

Várias pinhas inteiras apreendidas. Foto: Polícia Ambiental, Divulgação

A Polícia Ambiental mantém o cerco aos vendedores de pinhão irregular na Serra Catarinense.

Conforme a legislação brasileira, a semente só pode ser retirada da araucária e comercializada a partir de 15 de abril, mas muita gente insiste em desrespeitar as regras.

No dia 30 de março, no Centro de São Joaquim, os policiais apreenderam 5,5 toneladas de pinhão carregadas em um caminhão com placas de Santo Amaro da Imperatriz.

O vendedor e o comprador serão processados por crime ambiental e devem ser multados em R$ 1,65 milhão cada um.

No último sábado, dia 3 de abril, duas pessoas foram flagradas vendendo a semente em duas barracas montadas na BR-470, em São Cristóvão do Sul.

Com uma delas foram apreendidos 360 quilos (multa de R$ 108 mil) e com a outra foram encontrados 40 quilos (multa de R$ 12 mil).

Já na segunda-feira, dia 5, também em São Cristóvão do Sul, foram apreendidos mais 33 quilos no trevo das BRs 116 e 470. Multa de R$ 9,9 mil para o vendedor.

Ou seja, só entre sábado e segunda-feira, foram apreendidos 433 quilos de pinhão e aplicados R$ 129,9 mil em multas apenas em São Cristóvão do Sul. Todo o alimento apreendido será doado a entidades beneficentes. 

Em uma semana, as operações da Polícia Ambiental somam 5.933 quilos apreendidos e R$ 1.779.900,00 em multas.

Pablo Gomes, São Cristóvão do Sul

Crack, nem pensar

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Comentários (1)

  • Névio S. Fernandes diz: 6 de abril de 2010

    Observa-mos que é um ciclo vicioso e a multa que deveria funcionar como um instrumento pedagógico, não funciona e não alcança os seus objetivos. A sociedade caminha sempre para o seu ideal precípuo, que é o lucro. Martela-mos na mescla tecla, chega a ser chato! A educação ao ser humano seria a solução para esta falta de consciência ambiental.E infelizmente não se tem tempo para a educação, a busca pelo dinheiro nos toma todo o tempo que poderia ser dedicado à atividades altruístas. Estamos passando por uma crise moral sem prescedentes e o nosso discurso moralista e ambientalista não encontra eco.

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