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Polícia investiga suposta agressão de professora a estudantes na escola

22 de abril de 2010 1

A Polícia Civil investiga um suposto caso de agressão de uma professora contra dois alunos em São Joaquim.

Os dois estudantes, de 11 anos, afirmam que foram agredidos e ameaçados. Já a professora admite que os repreendeu, mas não agrediu.

O fato ocorreu na terça-feira, na escola estadual Rocha Pombo. A professora, que leciona a disciplina de Língua Portuguesa de 5ª a 8ª série, há 16 anos é efetiva na instituição e é considerada uma boa profissional, teria entrado na sala de aula da 3ª série para tirar satisfação com os dois alunos, que teriam xingado o seu filho, de nove anos e que estuda na mesma turma.

Em entrevista à RBS TV, um dos garotos afirmou que a professora o atirou contra a parede e o outro disse que seu braço chegou a sangrar quando ela o agarrou com força.

A professora, por sua vez, admitiu que sua atitude não foi a mais certa e que deveria ter procurado os pais do garoto, a quem, inclusive, pediu desculpas.

Mas nega que tenha agredido os meninos e afirma que apenas exigiu que eles não ofendessem mais o seu filho.

As famílias dos dois garotos - que são primos, pararam de ir às aulas e querem trocar de escola porque estariam constrangidos - registraram boletim de ocorrência na delegacia por lesão corporal contra criança.

Os meninos farão exame de corpo de delito no Instituto Geral de Perícias (IGP), em Lages, e se for constatado que a professora cometeu crime, o caso será encaminhado ao Ministério Público, que pode oferecer ação penal contra ela.

Na esfera administrativa, a direção da escola relatou o fato à Gerência Regional de Educação de São Joaquim, que nesta sexta-feira se reunirá com o seu departamento jurídico para verificar quais providências devem ser tomadas.

Pablo Gomes, São Joaquim

Crack, nem pensar

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Comentários (1)

  • Névio Fernandes diz: 23 de abril de 2010

    Pelo relato apresentado, a professora admite que se excedeu em sua ação de repreender os garotos. Mas por outro lado caberia ao mestre a arte de ensinar conhecimento aos alunos e aos pais a educação básica e o respeito ao outro. Hoje observamos a inversão dos valores, em parte peo mavanço crescente da informação e ao processo globalizante da humanidade. Buscamos na rua, hábitos nem sempre saudáveis e companhias que não irão agregar valores ao nosso crescimento humano. Coitado do prefessor que, com salários nem sempre compatíveis, stresse a flor da pele, tem que continuar a ministrar conhecimentos em locais e à alunos nem sempre interessados.

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