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O que gerou as novas eleições

07 de junho de 2010 1

Tudo começou em maio do ano passado, quando o então prefeito José Alciomar de Matia (PSDB) e o vice Ildo Pelozato (DEM), eleitos em 2008 com 1.210 votos, contra 1.117 de Gilson de Lorenzi (PP) e Afonso de Matia (PMDB), foram cassados por compra de votos.

A coligação derrotada moveu uma ação de investigação judicial contra a vencedora, alegando possuir uma gravação de áudio na qual o prefeito oferecia, durante a campanha, R$ 500 por voto a uma família de nove eleitores, num total de R$ 4,5 mil.

A gravação teria sido feita por uma das pessoas a quem o prefeito teria oferecido dinheiro em troca do voto.

Dez dias após a cassação, José Alciomar e Ildo conseguiram uma liminar para permanecer no cargo, mas cinco meses depois, a perda do mandato foi confirmada pela Justiça e José e Ildo perderam suas funções em definitivo.

Assim, o presidente da Câmara de Vereadores, Vanderlei Schons (PSDB), que foi o legislador mais votado do município, com 202 votos, assumiu como prefeito interino.

Nas convenções partidárias de abril, a coligação que havia sido cassada inscreveu Alvadir Roberto Schons (DEM) como candidato a prefeito e Inês Teresinha Pegoraro Schons (PSDB) para vice, enquanto a que havia sido derrotada apresentou André Guarda (PMDB) para prefeito e Gilson de Lorenzi (PP) para vice.

Mas em 18 de maio, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) indeferiu a candidatura de Alvadir por ele ser irmão de Vanderlei, que na ocasião exercia o cargo de prefeito interino.

Assim, Inês passou a ser a candidata a prefeita e Vanderlei foi para vice, enquanto o vice-presidente da Câmara, Arnildo Grassi (PSDB), assumiu como prefeito interino.

Pablo Gomes, Celso Ramos

Crack, nem pensar

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Comentários (1)

  • Névio FernandesFilho diz: 8 de junho de 2010

    Este quadro político em Ceso Ramos parece mais um balaio de gatos, tal a confusão que se instalou no municipio. Dá um bom filme de suspense, daqueles americanos,com mocinhos, contraventores, gangsters, mocinhas em apuros, filme tipo pulp fiction. Ninguém quer largar o poder e até a policia que deveria zelar pela segurança, também quer promoção e holofotes.

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