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Produção brasileira cai em dias de jogo da seleção canarinho pela Copa do Mundo

30 de junho de 2010 1

Ocasiões em que o Brasil quase não produz: fins de semana, feriados, Carnaval e jogos da seleção canarinho pela Copa do Mundo.

É impressionante como o brasileiro leva a sério o Mundial de futebol. E está muito claro que o país fica praticamente improdutivo nas cerca de duas horas em que as camisas amarelas estão em campo, contando os momentos antes e pós jogo.

Pois pensando nisso, o Diário da Serra fez um levantamento “muito importante”.

Na segunda-feira, teoricamente o dia mais movimentado da semana, o Brasil jogou pelas oitavas-de-final da Copa contra o Chile. Felizmente, com vitória brasileira por 3 a 0.

O jogo começou às 15h30min e acabou por volta das 17h30min. Ou seja, quem tinha que trabalhar até as 18h, só no dia seguinte.

Assim, no período entre 15h30min e 18h, o e-mail profissional de Pablo Gomes recebeu 15 mensagens. Pouco, bem pouco para uma segunda-feira.

Então resolvemos fazer a comparação com o mesmo período de terça-feira, quando não tinha jogo do Brasil pela Copa.

E o e-mail não parava. Das 15h30min às 18h, foram 50 mensagens, mais que o triplo do dia anterior.

Ou seja, pelos nossos cálculos, em dias de jogo do Brasil pela Copa do Mundo, mesmo em plena segunda-feira, a produção do país cai 70% (50 e-mails antes, 15 depois, 35 a menos, compreendido?).

É claro que o levantamento do Diário da Serra não tem validade nenhuma e é uma brincadeira, apesar de ter um fundinho científico.

Mas é fato. E já dá para ter uma boa ideia do que a nação perde vendo a seleção pela TV.

E viva o e-mail. E viva a matemática. E viva a Copa. E viva o Brasil!

Pablo Gomes, Lages

Crack, nem pensar

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Comentários (1)

  • Nevio Fernandes Filho diz: 30 de junho de 2010

    No Brasil há esta glamuralização pelo futebol, a adoração pelos ídolos e se os times perdem os torcedores também ficam depressivos e sofrem de maneira sem igual. Isto põem em amostra todas as nossas carências, traumas, desejos, a igualdade com os ídolos, a obsseção pelos seus altos salários e a nossa inferioridade perante eles. Vamos analisar o caso do Ronaldinho Gaúcho que esteve há poucos dias em Florianópolis, aonde ele ia, também o acompanhava um séquito de admiradores, seguranças e fãs enlouquecidos. Ele fechou um hotel para ter privacidade e uma boite famosa para uma festa para 50 convidados especiais e alugou uma van cheia de mulheres bonitas para entreter seus convidados. Vinhos caros. bebidas e mulheres loiras, não morenas, pois um jovem negro que alcança o sucesso para demonstrar o status adquirido a loira é o símbolo de alcance social. ‘E claro que Florianópolis, como província ainda, se deslumbrou com tal figura gastadeira e os convites foram disputados a tapa. Não sou contra jogadores receberem salários pela sua profissão, mas não tão altos, mal exemplos para nossos filhos que ao verem bebidas, mulheres e festas, com certeza irão escolher serem jogadores de futebol. Será que os professores, cientistas não mereceriam também terem salários compatíveis com o grau de cultura e o esforço empreendido em anos de estudo. Com certeza a população não rasgaria torcidas por professores ou cientistas não há glamour nisso, mas continuaremos a ver jogadores inconsequêntes mostrando maus exemplos a nossos jovens.

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