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A polícia que todo mundo quer!

27 de julho de 2010 5

Inúmeros são os casos de violência e corrupção praticados por policiais em todo o Brasil.

As notícias são praticamente diárias e, infelizmente, já não chamam mais tanta atenção.

Mas como é bom presenciar e noticiar os bons exemplos.

Como a história de dois policiais militares que agiram como pais de família ao resgatar e conduzir com segurança ao Conselho Tutelar duas crianças que estavam em um grupo de jovens que consumiam bebidas alcoólicas durante a 22ª Festa Nacional do Pinhão, em Lages.

Pois vejamos esse outro ótimo exemplo, que parte também da Polícia Militar e vem ali da pequena cidade de Urupema.

Os seis policiais que atuam no município não são apenas policiais. Eles são amigos dos 2,5 mil moradores.

Não são aqueles trogloditas mal encarados, que vivem com armas em punho, se recusam a cumprimentar as pessoas e, muito menos, a esboçar um sorriso.

Ali em Urupema os seis policiais militares são simpáticos e atenciosos.

Eles são tão queridos por lá que, no último fim de semana, na festa da padroeira do município, as pessoas faziam questão de cumprimentá-los com apertos de mão, abraços e até os respeitosos e cordiais três beijinhos no rosto. E eram correspondidas.

Que maravilha! A polícia amiga do povo, e vice-versa.

É difícil? Os seis policiais militares de Urupema provam que não.

Parabéns! Os senhores são a polícia que todo mundo quer!

Pablo Gomes, Urupema

Crack, nem pensar

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Comentários (5)

  • josé ernani freitas diz: 27 de julho de 2010

    Dois belos exemplos dignos de serem seguidos. O caso de Urupema, em minha opinião,
    reforça a tese de que uma das soluções mais viáveis, para a melhora da segurança, é
    o Policiamento Comunitário. A integração e interação da polícia com a comunidade, traz
    sensível ganho de eficiência nas ações de prevenção à deliquência e/ou na punição dos
    delitos praticados.
    Parabéns aos policiais em questão, de Lages e de Urupema.

  • Junior diz: 28 de julho de 2010

    Conheço os Policiais deste Municipio o qual resido, A maioria è Universitaria, estudam Direito, letras e o Sargento faz Pós Graduação, vejam que é outra visão que os PM tem , embora quando necessario são energicos, porem educados, até mesmo na hora de prender alguem, coisa de cinema; Usam os termos “Com licença” “por favor” obrigado, estamos fazendo isso por esse motivo, “desculpem é nosso trabalho”. E nas horas de folga uma prosa com as pessoas da comunidade, um futebol com a juventude, Maravilha…… Esperamos que continuem assim..

  • Névio Fernandes Filho diz: 28 de julho de 2010

    Com certeza são diferentes. Como o próprio José Ernani muito bem colocou, a polícia comunitária se enquadra neste perfil de interlocutora do Estado com a comunidade. Na revista Veja, saiu uma reportagem sobre um grupo de policiais que executam este trabalho em uma favela do Rio, obtendo resultados extraordinários junto as necessidades da comunidade, e criando um junção de confiança entre os moradores e a polícia, muito diferente do que aparece nos noticiários, com exemplos de terrorismo, violência e agressão aos direitos humanos do cidadão. Se eu me lembro, Lages já teve um trabalho parecido da Policia Militar, que se chamava Policia Interativa, ao obter bons resultados e uma possível mudança no governo, o projeto foi abandonado.

  • josé ernani freitas diz: 28 de julho de 2010

    Acerca do gentil comentário do Névio Fernandes Filho, em que cita meu nome, informo
    que, coincidentemente, uma das razões que me fazem defender o policiamento comunitário,
    foi o depoimento de parentes e amigos, que vivenciaram o fato citado por ele, aí em mesmo,
    em Lages, e que deixou profunda saudade.

  • Névio Fernandes Filho diz: 29 de julho de 2010

    É meu caro José Ernani, a polícia não é um ente do mal. É um aparelho estatal criado para efetivar uma das funções sociais do Estado, no caso, a segurança pública. Esta segurança pública interage com todas as transformações que acontecem com a sociedade, sistemas econômicos, crises mundiais, desempregos, favelização, enfim fatores que a maior parte da população nem conhece, mas quando é assaltada tenta se socorrer com a polícia.
    Tal qual como a saúde, carece de muito investimento, incentivo aos policiais, estrutura e um programa de operalização que não leve em conta as mudanças de governos e interesses, mas, uma política de governo racional.

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