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Uniplac nega informação divulgada por candidata e ameaça tomar providências caso seu nome seja utilizado para promoção pessoal

24 de setembro de 2010 1

Uniplac não quer o uso indevido do seu nome e da sua imagem para promoção pessoal. Foto: Alvarélio Kurossu

Uma nota encaminhada para a imprensa no início da tarde desta sexta-feira pela campanha da candidata a deputada federal Carmem Zanotto (PPS) gerou um certo desconforto em uma das principais instituições de ensino superior de Santa Catarina, a Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), com sede em Lages.

O texto enviado pela assessoria de Carmem diz que a candidata declarou, em reunião com a comunidade no Bairro Coral, que a Uniplac terá três residências médicas e aplicará ainda este ano, a partir de novembro, as primeiras provas das especialidades – Cirurgia Geral e Clínica Médica, com atuação dos alunos no Hospital Tereza Ramos; e Ortopedia, para atuação no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres.

A Uniplac emitiu nota oficial negando a informação sobre a abertura de residências médicas na instituição.

A universidade alega que não será a responsável pela aplicação das provas a partir de novembro, ao contrário do que afirmou a campanha de Carmem Zanotto.

Diz ainda que é apenas parceira, e não promotora das residências, que são de responsabilidade dos dois hospitais em questão.

Questionada no fim da tarde pelo Diário Catarinense sobre a nota oficial da Uniplac, a assessoria de Carmem Zanotto admitiu o equívoco e confirmou que as residências médicas não serão promovidas pela universidade, mas pelos hospitais.

Por fim, a Uniplac destaca em sua nota oficial que, neste momento, “não tomará nenhuma medida jurídica quanto ao caso, mas salienta que, se houver por parte da candidata a utilização do nome da universidade para sua promoção, a instituição tomará as medidas cabíveis”.

Pablo Gomes, Lages

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Comentários (1)

  • Névio Fernandes Filho diz: 26 de setembro de 2010

    Isto prova a grande imaturidade e ao mesmo tempo a safadeza de nossos politicos, em que tentam demonstrar que as coisas acontecem porque eles pedem e querem. Com isso granjeam a admiração da população.
    Já se tornou normal na política promessas que não vão ser cumpridas depois do término das mesmas eleições, resta pensar que o povo saia do comodismo abtual e exerça o sufrágio com crítica pertinente.

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