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Experiência em animal empolga os humanos

30 de setembro de 2010 0

Acadêmico do quarto ano de Medicina da Uniplac, Samuel Antonio Freitas é um dos pesquisadores da folha do cambará. Foto: Alan Pedro

Os estudos iniciaram há quase três anos e, há alguns dias, chegaram a uma importante etapa, pois foi comprovado cientificamente o que os leigos já suspeitavam muitos anos atrás: a folha do cambará tem poder contra problemas abdominais e respiratórios.

Foram colhidos 150 quilos de folhas da árvore em uma fazenda no município de Bom Retiro e, deste total, obteve-se 80 miligramas do princípio ativo da planta.

Um porquinho-da-índia, utilizado desde o século 19 pelos cientistas como modelo para sugerir os efeitos dos sistemas gastrointestinal e respiratório dos humanos, serviu de cobaia respeitando as normas da medicina.

Em laboratório, partes do intestino do animal foram retiradas e são mantidas vivas em cubas com um líquido que contém todas as propriedades do plasma sanguíneo.

Contrações intestinais (cólicas) são simuladas com mediadores químicos provenientes de proteínas produzidas pelo corpo humano.

Estes mediadores são inseridos nas partes do intestino e, depois, é aplicado o extrato da folha do cambará.

E aí está a grande conquista. A partir de um software específico, os pesquisadores constataram que a atividade antiespasmódica no intestino é maior com a aplicação do extrato da folha do cambará.

Em outras palavras: o secular remédio popular da Serra Catarinense tem o efeito que todos esperavam.

_ Não existe comparação do extrato da folha do cambará com medicamentos, e sim, com um padrão que simula o ambiente humano. E o resultado é positivo _, diz Samuel Antonio Freitas, acadêmico do quarto ano de Medicina e um dos pesquisadores do projeto.

Continua no post abaixo…

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