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Cadê o cinto?

17 de janeiro de 2011 1

Cometendo infração, os motoristam andam tranquilamente sem o uso do cinto de segurança. Foto: Vani Boza

Em dez minutos de observação na esquina da Rua Presidente Nereu Ramos com a Correia Pinto, em Lages, das 14h15 às 14h25, foram flagrados 18 motoristas transitando sem o uso do cinto de segurança. Trinta e dois outros motoristas estavam usando o cinto.

Foram abordados dois dos que não estavam usando o cinto. Um deles disse que sempre usa e que justamente hoje esqueceu de colocar. _ Eu só ia até ali _ disse o outro. Nenhum dos dois quis se identificar.
Dados da Polícia Militar de Lages mostram que das 254 tipificações de infração, o não uso do cinto de segurança está em 8º lugar como multa mais aplicada.

_ Todo mundo acha que pode fazer o que bem quer _, diz o 2º Sargento da PM, Marino Heineck. Ele afirma que o problema de Lages é a falta de cultura no trânsito. As pessoas não percebem que o não uso do cinto é prejudicial a elas mesmas.

Dados dos meses de dezembro de 2010 a 14 de janeiro mostram que 1203 multas foram aplicadas por não uso do cinto de segurança pelo condutor do veículo e 886 pelo não uso do passageiro.

Segundo o sargento, o policiamento rotineiro é feito 24h por dia e o motorista flagrado sem cinto é multado na hora pelo PM. O que não se pode é ter um controle de 100% das pessoas que transitam com essa irregularidade, pois não há policiais suficientes para tamanha fiscalização.

Vani Boza, Lages.

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Comentários (1)

  • josé ernani freitas diz: 17 de janeiro de 2011

    O não uso do cinto de segurança, deve ser punido, assim como, outras infrações previstas
    no Código Brasileiro de Trânsito, para humanizar um pouco mais a tráfego em nossas vias
    urbanas e estradas em geral.
    Eu, no entanto, não me conformo com gravíssimos comportamentos, como por exemplo,
    ciclistas com famílias inteiras em cima de uma bicicleta, na contramão, por entre carros, ou
    ultrapassando os veículos de forma muito arriscada.
    Nesses casos, as autoridades ficam de mãos atadas, porque a legislação é falha, ou porque
    não há forma de multar, por problemas de identificação, o que, aliás ocorre também com
    pedestre irresponsável.

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