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Um Estado com vocação para produzir papel e celulose...

28 de março de 2011 1

Santa Catarina é referência na produção de papel e celulose. Foto: Guto Kuerten, agosto de 2007

Enquanto o Brasil tem as principais tecnologias do mundo para a produção de celulose e papel fibra longa – utilizado para fabricar embalagens de papelão -, Santa Catarina é referência do setor no país.

São mais de 30 empresas dedicadas à atividade e pelo menos outras 100 de artefatos, como pequenas embalagens para frutas.

E praticamente todas investem constantemente na modernização de seus parques fabris e no aumento da capacidade de produção.

A Trombini, por exemplo, investe R$ 30 milhões na sua unidade catarinense localizada em Fraiburgo, no Meio-Oeste.

A Rigesa está investindo nada menos que 480 milhões de dólares, o equivalente a R$ 800 milhões, em uma nova máquina de papel na sua fábrica de Três Barras, no Planalto Norte, o que ampliará de 272 mil para 435 mil toneladas por ano a capacidade de produção e de 650 para 800 o número de empregos diretos no próximo ano.

A Irani é outra empresa que, com 70% dos seus negócios em Santa Catarina, investe forte no Estado.

Produzindo cerca de 200 mil toneladas de papel e mais de 40 mil de embalagens por ano e com mil funcionários somente nestas duas áreas na unidade de Vargem Bonita, no Meio-Oeste, a companhia está consolidando os ganhos dos últimos grandes investimentos e organiza um novo ciclo para o próximo ano no sentido de aumentar capacidade de produção de papel e celulose, geração de energia e expansões geográficas das embalagens.

_ A produção de celulose e papel fibra longa é a vocação de Santa Catarina. Todas as empresas do setor no Estado estão investindo. E os investimentos são necessários para a sobrevivência das empresas e para suprir as necessidades do mercado, já que há vários anos o setor de papel fibra longa abastece o mercado interno que, por sua vez, também cresce _, diz Flávio Martins, presidente do Sindicato das Indústrias de Celulose e Papel de SC (Sinpesc).

Continua…

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Comentários (1)

  • andre diz: 28 de março de 2011

    E da-lhe destruição da mata nativa, da mata atlântica, das nascentes, da biodiversidade…

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