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Posts de março 2011

Shopping a céu aberto chega a cinco cidades de SC; Lages é uma delas

30 de março de 2011 0

Em Lages o projeto será aplicado nas Ruas Correia Pinto e parte da Nereu Ramos, além dos dois calçadões. Foto: Vani Boza

Cinco cidades de Santa Catarina preparam-se para receber uma nova forma de fazer comércio.

Florianópolis, Blumenau, Itajaí, Joinville e Lages serão sedes do projeto Desenvolvimento de Espaços Shopping a Céu Aberto, que prevê parcerias entre a iniciativa privada e o poder público para melhorar as lojas, satisfazer os clientes e ganhar mais dinheiro.

Desenvolvido em âmbito nacional pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o projeto já é aplicado nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. Em Santa Catarina, o lançamento ocorreu nesta quarta-feira, em Lages.

O objetivo é dinamizar o comércio de rua, a partir de melhorias na infraestrutura das cidades, da revitalização do espaço físico das lojas, da gestão de negócios e do bom atendimento.

Em cada cidade selecionada foram definidos locais onde o comércio é mais forte, e é nestes pontos que as ações serão desenvolvidas (ver no quadro os lugares escolhidos).

Além das reformas e ampliações necessárias, será criada uma marca para valorizar e divulgar o grupo.

Isso possibilitará, por exemplo, missões de trabalho, promoções e campanhas publicitárias conjuntas mais eficazes.

É como se fosse um shopping normal, com lojas diferentes ocupando um mesmo espaço, obedecendo a certas regras e envolvidas em um grande nome.

A implantação do projeto ocorrerá aos poucos, a partir da adesão dos comerciantes e das obras necessárias em ruas e calçadas, mas se possível ainda este ano já estará em prática.

Em cada cidade poderão participar, neste primeiro momento, 50 empresas. As interessadas devem procurar o Sebrae ou a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

O custo para aderir ao projeto não é alto frente aos benefícios. Para cada cidade o orçamento está em R$ 480 mil, a serem aplicados em 30 meses.

O Sebrae disponibiliza metade desta verba – R$ 240 mil -, e a outra metade vem dos empresários e entidades.

Os comerciantes podem pagar a sua parte em 24 vezes de R$ 200, num total de R$ 4,8 mil para cada.

_ O projeto tem início e fim, mas as ações continuam. Depois ficará mais fácil para os empresários se organizarem e continuarem a ter sucesso _, diz o coordenador de Comércio e Serviços do Sebrae/SC, Carlos Kinchescki.

Um exemplo da ideia do Shopping a Céu Aberto é a Rua 15 de Novembro, em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí.

O sucesso do projeto é a garantia de vendas pelo aumento de circulação de pessoas nestas áreas, já que o público saberá que há um diferencial ali.

A projeção é de que a cada 12 meses cresçam em 10% a circulação de pessoas e o faturamento das lojas.

Em Florianópolis, o Shopping a Céu aberto será na Rua Vidal Ramos; em Blumenau, na Rua 15 de Novembro; em Itajaí, nas Ruas Hercílio Luz e Stefano José Vanolli; em Joinville, na Rua do Príncipe; e em Lages, na Rua Correia Pinto, em parte da Rua Nereu Ramos (da esquina com a Correia Pinto ao Terminal Urbano) e nos calçadões das praças João Costa e Túlio Fiúza de Carvalho.

Pablo Gomes, Lages

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São Joaquim é cogitada para sediar o Centro Nacional da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo

29 de março de 2011 0

Querida São Joaquim das maravilhas naturais, do frio, da neve, dos vinhos finos e da melhor maçã do mundo é referência nacional. Foto: Pablo Gomes, inverno de 2008

Muita gente brinca com isso, mas sabiam que a nossa querida São Joaquim, das maravilhas naturais, da neve, dos vinhos finos e da melhor maçã do mundo, é cogitada para ser a sede do Centro Nacional da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo?

Sim, é verdade! A CBDG mantém há seis meses bem na capa do seu site oficial uma enquete em que pergunta aos internautas qual o melhor lugar do país para sediar a entidade.

São Joaquim é uma das opções e tem seis fortes concorrentes: Gramado (RS), Monte Verde (MG), Campos do Jordão (SP), Itatiaia (RJ), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).

Desde que a enquete foi aberta já foram feitos quase 200 mil votos, e para nosso orgulho, São Joaquim está na vice-liderança da disputa.

Até esta segunda-feira, a serrana gaúcha Gramado aparece em primeiro, com 117 mil votos, ou 60% da preferência.

São Joaquim vem em segundo, com 75 mil votos, o equivalente a 39%. As outras cidades, juntas, somam apenas dois mil votos, ou nada mais que 1% do total.

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Com mais cuidados e investimentos, São Joaquim e a Serra Catarinense só têm a ganhar

29 de março de 2011 1

São Joaquim tem potencial de sobra para ganhar qualquer concurso, basta receber mais atenção. Foto: Pablo Gomes, inverno de 2008

Entramos em contato por telefone e e-mail com a CBDG, cuja sede fica na cidade do Rio de Janeiro, para saber até quando a enquete fica em seu site e se o resultado terá alguma validade – ou seja, se a cidade vencedora será realmente a sede do Centro Nacional e quando isso ocorreria – ou se é apenas a título de curiosidade.

Não obtivemos resposta. Mas independente disso, só o fato de São Joaquim ser cogitada e de estar em segundo lugar na disputa, à frente de outras importantíssimas cidades brasileiras, é de se comemorar.

Tudo bem que será muito difícil alcançar Gramado, com uma diferença que já passa dos 40 mil votos, mas São Joaquim está bem na foto, e sua posição na enquete confirma que basta um pouco mais de cuidado e investimentos para ser ainda melhor e, quem sabe, num futuro não muito distante, vir a ganhar este e vários outros concursos nacionais.

Entre lá no site da CBDG, o www.cbdg.org.br, vote em São Joaquim e espalhe a notícia.

Parabéns, São Joaquim. Teu povo merece. E até daqui a pouco, pois não demora muito e o frio está aí!

Pablo Gomes, São Joaquim

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Aprenda uma língua internacional planejada por apenas R$ 30

29 de março de 2011 0

Quem deseja ou precisa – atualmente isso é fundamental – aprender uma língua internacional planejada tem uma boa oportunidade em Lages.

A Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) abriu a terceira turma do curso de Esperanto, um idioma que combina várias línguas e é de fácil aprendizagem.

As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de abril no setor de protocolo. Esta também é a data de inicio das aulas, que ocorrerão aos sábados à tarde.

O Esperanto foi inventado para facilitar a comunicação entre os povos sem qualquer tendência cultural, religiosa ou política.

Quem aprende esta língua tem alguns privilégios como viajar pelo mundo todo conhecendo novas culturas, gratuitamente.

_ Os esperantistas recebem, apresentam a vida familiar e cotidiana do país de graça a outro esperantista, como aconteceu no ano passado, quando recebemos na universidade um casal francês”, conta o professor Edvaldo da Silva.

O investimento é de apenas R$ 30 com a taxa de inscrição, e não mensalidade.

Mais informações sobre a cultura esperantista em Lages podem ser encontradas na internet pelo site www.esperanto-uniplac.blogspot.com.

* Com informações da Assessoria de Comunicação da Uniplac

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Em alta, setor de papel e celulose investe ainda mais...

28 de março de 2011 0

Setor de papel e celulose brasileiro investiu US$ 12 bilhões nos últimos 10 anos e investirá mais US$ 20 bilhões na próxima década. Foto: Pablo Gomes

Foram 12 bilhões de dólares investidos nos últimos 10 anos e serão mais 20 bilhões na próxima década.

Seria o mesmo que cada uma das 222 empresas do “clube” investir 9 milhões por ano, ou 750 mil por mês ou 25 mil dólares por dia.

É por isso que o Brasil já é o quarto maior produtor de celulose e o nono entre os fabricantes de papel no planeta.

Enquanto indústrias fecharam e demitiram, bancos faliram e governos entraram em desespero com a crise financeira de 2008 e 2009, o setor de papel e celulose brasileiro não passou imune, mas os efeitos negativos o atingiram de forma bem menos agressiva.

Entre todos os gigantes do mercado mundial, o Brasil foi o único país que não perdeu e, ao contrário, aumentou a produção.

O faturamento do setor cresceu 16% e chegou a R$ 32 bilhões por ano, numa média de R$ 144 milhões por empresa.

E mesmo com a infraestrutura precária no país e as estratégias consideradas injustas por parte da China – maior produtora mundial de papel, que estaria subfaturando os seus preços com subsídios governamentais de US$ 34 bilhões só no ano passado e deixando de pagar, no Brasil, os impostos inseridos nos papeis para fins editoriais (o chamado papel imune, para jornais, livros e revistas) e que, na verdade, não produzem um único exemplar de nada – a indústria brasileira está confiante.

Entre os investimentos de US$ 20 bilhões previstos para os próximos 10 anos estão os consideráveis aumentos, em todo o Brasil, de 45% na área florestal, de 30% na produção de papel e de 57% na fabricação de celulose.

Isso significa que qualquer município, até mesmo fora da atual lista de 539 espalhados por 18 estados onde o setor está presente, pode receber investimentos como a construção de indústrias ou o plantio de florestas. Basta preencher importantes requisitos.

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Terra, florestas e infraestrutura são fundamentais...

28 de março de 2011 0

Florestas plantadas e prontas para serem derrubadas ajudam a definir investimentos no setor. Foto: Guto Kuerten, julho de 2008

É o caso de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.

A cidade de pouco mais de 100 mil habitantes e a 340 quilômetros da capital Campo Grande deixou de ser a capital nacional da agropecuária, com cerca de um milhão de cabeças de gado, para ser a capital mundial da celulose.

Em 2007 começaram a se instalar gigantes do setor em Três Lagoas – a terceira fábrica está se instalando – e, com investimentos de R$ 10 bilhões, a partir de 2014 a cidade terá a maior produção individual do planeta, com 4,3 milhões de toneladas de celulose por ano.

O sonho que vive Três Lagoas é possível por três fatores principais: florestas de eucaliptos já prontas para o corte quando as empresas chegaram, a fartura de terras baratas e produtivas e a logística privilegiada, com rodovias, ferrovias, hidrovia e aeroporto a ser inaugurado neste ano.

_ O que define a locação de investimentos no setor é a disponibilidade de terras, logística, capital e mão-de-obra qualificada, além da negociação entre governos e empresas. Santa Catarina tem tradição e já é bem sucedida no ramo de papel e celulose. Aproximando-se dos grandes investidores, o Estado pode ter ainda mais sucesso, pois tem muito potencial _, diz a presidente executiva da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), Elizabeth de Carvalhaes.

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A maior do Brasil investe pesado em SC...

28 de março de 2011 0

Klabin conta com cinco unidades em quatro municípios catarinenses. Foto: Pablo Gomes, abril de 2008

Santa Catarina está sempre no alvo dos investimentos no setor de papel e celulose.

A principal empresa instalada no Estado é a Klabin, maior produtora, exportadora e recicladora de papeis do país e que conta com cinco unidades em quatro cidades catarinenses – duas em Lages, uma em Correia Pinto, uma em Otacílio Costa e uma em Itajaí.

Depois de anunciar que não faria investimentos pesados no Estado por conta da recuperação da crise financeira de 2008 e 2009, a companhia voltou atrás e investirá em todas as suas unidades.

Em Lages, onde tem 900 funcionários e produz 68 milhões de sacos industriais por mês, a empresa passou a operar desde agosto do ano passado com uma nova linha de fabricação que proporciona ganhos em produção e qualidade.

Ainda em Lages, a Klabin vai adquirir uma linha completa de sacos multifolhados que deve começar a produzir já no primeiro semestre deste ano, aumentando em até 10% a produtividade de sacos industriais.

Em Otacílio Costa, onde tem 1,2 mil funcionários e produz 370 mil toneladas/ano de papel para caixas de papelão, a empresa investirá R$ 35 milhões em uma caldeira de biomassa com capacidade de gerar 50 toneladas/hora de vapor para reduzir os gastos com energia, já que economizará R$ 15 milhões por ano ao substituir o óleo combustível pela biomassa, proveniente de madeira da própria região. A caldeira entrará em funcionamento ainda este ano.

Também em Otacílio Costa serão investidos outros R$ 35 milhões na reforma da linha de evaporação a fim de economizar vapor e ganhar produtividade.

Em Correia Pinto, onde tem 380 funcionários e produz 160 mil toneladas por ano de celulose, a Klabin vai adquirir uma nova caldeira de biomassa para implantação no próximo ano e vai investir R$ 12 milhões na reforma da caldeira de recuperação.

Já em Itajaí, onde conta com 350 colaboradores e produz 55 mil toneladas por ano de caixas de papelão, será instalada neste ano uma nova impressora que resultará em melhores soluções gráficas e num acréscimo de 10% na produção.

Além destas ações pontuais em Santa Catarina, a Klabin vai investir R$ 120 milhões no plantio de 20 mil hectares e manutenção florestal e outros R$ 8 milhões na aquisição de módulos de colheita, máquinas e equipamentos florestais.

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Um Estado com vocação para produzir papel e celulose...

28 de março de 2011 1

Santa Catarina é referência na produção de papel e celulose. Foto: Guto Kuerten, agosto de 2007

Enquanto o Brasil tem as principais tecnologias do mundo para a produção de celulose e papel fibra longa – utilizado para fabricar embalagens de papelão -, Santa Catarina é referência do setor no país.

São mais de 30 empresas dedicadas à atividade e pelo menos outras 100 de artefatos, como pequenas embalagens para frutas.

E praticamente todas investem constantemente na modernização de seus parques fabris e no aumento da capacidade de produção.

A Trombini, por exemplo, investe R$ 30 milhões na sua unidade catarinense localizada em Fraiburgo, no Meio-Oeste.

A Rigesa está investindo nada menos que 480 milhões de dólares, o equivalente a R$ 800 milhões, em uma nova máquina de papel na sua fábrica de Três Barras, no Planalto Norte, o que ampliará de 272 mil para 435 mil toneladas por ano a capacidade de produção e de 650 para 800 o número de empregos diretos no próximo ano.

A Irani é outra empresa que, com 70% dos seus negócios em Santa Catarina, investe forte no Estado.

Produzindo cerca de 200 mil toneladas de papel e mais de 40 mil de embalagens por ano e com mil funcionários somente nestas duas áreas na unidade de Vargem Bonita, no Meio-Oeste, a companhia está consolidando os ganhos dos últimos grandes investimentos e organiza um novo ciclo para o próximo ano no sentido de aumentar capacidade de produção de papel e celulose, geração de energia e expansões geográficas das embalagens.

_ A produção de celulose e papel fibra longa é a vocação de Santa Catarina. Todas as empresas do setor no Estado estão investindo. E os investimentos são necessários para a sobrevivência das empresas e para suprir as necessidades do mercado, já que há vários anos o setor de papel fibra longa abastece o mercado interno que, por sua vez, também cresce _, diz Flávio Martins, presidente do Sindicato das Indústrias de Celulose e Papel de SC (Sinpesc).

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O que é e para que serve a celulose...

28 de março de 2011 3

Celulose é uma "sopa" de madeira que dá origem ao papel. Foto: Alvarélio Kurossu, julho de 2008

Celulose é uma “sopa” de madeira. A tora, picada, é colocada em um “caldeirão” e as fibras da madeira são fervidas e dissolvidas.

Estas fibras, que são a celulose, ficam separadas e, com elas, é feita uma camada de forma organizada. É esta pasta que dará origem ao papel.

Lembrando que fibras longas – a especialidade de Santa Catarina – têm mais resistência ao rasgo e ao arrebentamento e servem para a fabricação de caixas de papelão para embalagens.

Já as fibras curtas rasgam facilmente e são utilizadas para fazer papel de imprimir e escrever.

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O setor de papel e celulose no Brasil...

28 de março de 2011 0

* 222 empresas em 539 municípios de 18 estados;

* 2,2 milhões de hectares de florestas plantadas para fins industriais (169 mil em Santa Catarina);

* 2,9 milhões de hectares de florestas preservadas;

* Produção de papel e celulose (volume) em 2010 (até novembro): 21,8 milhões de toneladas;

* Exportações (volume) em 2010 (até novembro): 9,5 milhões de toneladas;

* Exportações (valores) em 2010 (até novembro): US$ 6,1 bilhões;

* Importações (volume) em 2010 (até novembro): 1,7 milhão de toneladas;

* Importações (valores) em 2010 (até novembro): US$ 1,7 bilhão;

* Saldo positivo das exportações frente às importações (volume) em 2010 (até novembro): 7,8 milhões de toneladas;

* Saldo positivo das exportações frente às importações (valores) em 2010 (até novembro): US$ 4,4 bilhões;

* Faturamento no ano: R$ 32 bilhões;

* Impostos pagos no ano: R$ 2,2 bilhões;

* Investimentos nos últimos 10 anos: US$ 12 bilhões;

* Investimentos nos próximos 10 anos: US$ 20 bilhões;

* Empregos: 115 mil diretos (68 mil nas indústrias e 47 mil nas florestas) e 575 mil indiretos.

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