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Posts de setembro 2011

Off Road na veia

28 de setembro de 2011 2

Vani Boza

Vani Boza

No velho e robusto Willys, seguem o proprietário do jipe, o aposentado Nazareno José Rocha (popular Berruga) e Sérgio Sachet Junior, empresário do ramo de turismo, de Urubici. No ‘Amarelinho’ ou ‘Gema de Ovo’, o Troller, seguimos eu, o proprietário Edson João da Costa e o locutor Alex Machado. Vamos em busca do caminho que será percorrido pelos competidores da competição Raid, no sábado.

Aventura. Essa é a palavra que define nosso dia. Lama no cabelo, no rosto, na calça, e nos pés, sem comentários. Rio, atoleiros, muito verde e muito contato com a natureza. Um passeio radical, com características de interior e da serra.

Por várias vezes atolamos. O Willys nos guinchou, rimos e continuamos em frente. Descidas íngremes e subidas puxadas e cheias de pedras. Os 4 X 4 mostram sua força e nós, nossa coragem de continuar.
No final, água e comida. Depois de pouco mais de três horas de adrenalina, o percurso para a competição foi definido.

As emoções e sensações off road que sentimos na tarde dessa terça-feira, quem quiser poderá sentir no sábado. Detalhe: a natureza, a lama e o espírito aventureiro são essenciais nesse passeio raid.

Montanhas, estradas de terra e lama, rios, mata fechada, atoleiros, morros e muito contato com a natureza. Que tal dar um passeio e poder curtir com tudo isso? Melhor ainda, poder fazer isso com toda a família ou com os amigos no seu 4 X 4. Ótimo não? É isso que o Viva Serra, que está acontecendo em Urubici, vai proporcionar nesse sábado. E para participar bastam três requisitos: ter um 4 X 4, querer conhecer as belezas da Serra Catarinense e, principalmente, ter espírito aventureiro. Você vem?

Continua…

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Passeio para qualquer 4 X 4

28 de setembro de 2011 0

Dentre três modalidades de passeio para 4 X 4, uma delas, o Passeio Ligth tem como objetivo principal proporcionar um passeio contemplativo. Não é necessário ter experiência, pois o trajeto não terá obstáculos naturais, ao contrário, esse passeio é realmente uma oportunidade para conhecer a serra de um jeito diferente, porém com total segurança.

Segundo o promotor de eventos e organizador dos passeios off road, Edson João da Costa, o Passeio Ligth é uma ótima oportunidade de apreciar as belezas da Serra, usufruindo da força e segurança que tem um 4 X 4.
_ Uma câmera fotográfica não pode faltar na bagagem, pois o que não faltam são belas paisagens para se fotografar _, afirma Edson.

O Passeio Ligth vai passar por várias serras e seguirá até a Serra do Rio do Rastro, onde os participantes terão acesso ao Mirante da Serra do Rio do Rastro, uma das paisagens mais fascinantes da Serra Catarinense. Em dias de sol, do mirante é possível se ver o mar. Um passeio totalmente seguro e turístico.

Para quem já tem experiência com jipes e gosta de se aventurar em rally, ou esportes similares, que envolvam muita adrenalina e cenários naturais com muitas dificuldades, o Passeio Radical é com certeza a melhor opção. Os obstáculos naturais são as características mais marcantes do percurso desse passeio. O roteiro será bem diferente do Passeio Ligth. Para participar do Passeio Radical, é necessário ter experiência e um carro preparado para muita lama e dificuldades pelo caminho. Pneus especiais (off road agressivo) e guincho são indispensáveis e, além disso, os participantes devem estar preparados para enfrentar muitos atoleiros, pedras e lama, muita lama.

O Passeio Raid é similar ao Passeio Radical, porém, os obstáculos são mais leves e o passeio é, na verdade uma competição de regularidade, que vale pela 5ª Copa Catarinense de Jipe Road. Para participar da competição é necessário ter um carro preparado e experiência com jipe. No percurso os competidores se depararão com travessias em rios, subida de serra que chegará a 1300 metros, atoleiros e obstáculos naturais. É uma competição para quem gosta de se aventurar e mergulhar na natureza sem medo de ser feliz.

Continua…

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Serviço

28 de setembro de 2011 0

Passeio Ligth

· Saída: 9h;
· Custo: R$200 + 20 kg de alimento não perecível (carro com duas pessoas, incluso duas camisetas e almoço. Adicional de R$50 para cada ocupante a mais no carro);
· Distância: aproximadamente 140 km;
· Tempo do passeio: de 6 a 7 horas;
· Trajeto:
1) Urubici;
2) Localidade de Vacas Gordas;
3) Localidade Campos de Santa Bárbara;
4) Bom Jardim da Serra (almoço);
5) Mirante Serra do Rio do Rastro;
6) Retorno.

Passeio Radical

· Saída: 9h;
· Custo: R$200 + 20 kg de alimento não perecível (carro com duas pessoas, incluso duas camisetas e almoço. Adicional de R$50 para cada ocupante a mais no carro);
· Distância: aproximadamente 25 km;
· Tempo do passeio: de 6 a 7 horas;
· Trajeto:
1) Urubici;
2) Serra do Católico;
3) Partes altas do entorno de Urubici;
4) Serra dos Bitus;
5) Retorno.

Passeio Raid

· Largada do primeiro carro: 10:01 (um carro por minuto);
· Custo: R$130 + 20 kg de alimento não perecível (direito a duas camisetas);
· Distância: aproximadamente 60 km;
· Tempo do passeio: de 3 a 4 horas;
· Trajeto:
1) Urubici;
2) Comunidade São Francisco;
3) Serra da Goiabeira;
4) Serra da Água Fria;
5) Serra dos Borges;
6) Campestre;
7) Retorno.

Inscrições e informações:

www.scracing.com.br
contato@racingsc.com.br
Edson: 47 9980-8743

Vani Boza, Urubici

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Pátria das Bergamotas (e agora das pipocas) em festa

23 de setembro de 2011 7
A arquibancada do Tio Vida recebeu 1.320 pessoas em plena quinta-feira e na 3ª Divisão do Estadual. Prova de amor entre time e torcida. Foto: Vani Boza

A arquibancada do Tio Vida recebeu 1.320 pagantes em plena quinta-feira e na 3ª Divisão do Estadual. Prova de amor entre time e torcida. Foto: Vani Boza

Só faltou o gol. Talvez o pênalti perdido no primeiro tempo ou aquele chutão por cima da trave cara a cara com o goleiro no fim do segundo tivessem resolvido a questão, mas futebol é assim mesmo, e o Colorado Lageano não conseguiu sair do empate em 0 a 0 diante do time do Caçador, na noite de quinta-feira, no Estádio Municipal Vidal Ramos Júnior.

O que se viu foi um Inter aguerrido, disposto a abrir o placar, ampliá-lo e consolidar mais três pontos na tabela da competição, no caso, a sofrível 3ª Divisão do Campeonato Catarinense ou, no nome “científico”, Divisão de Acesso.

E daí se é a terceirona? Tomadas as devidas proporções, o Inter de Lages assemelha-se aos grandes times populares do Brasil, como Corinthians, Flamengo e a dupla Grenal, pois consegue carregar multidões até nos piores momentos.

A arquibancada do Tio Vida foi um espetáculo à parte. Foram 1.320 pagantes com “aquelas camisas vermelhas” (alô, Maurício Neves de Jesus, tua obra fará história quando o Inter voltar ao lugar de onde nunca deveria ter saído) gritando, pulando, fazendo ola e, ainda que em vão, porque não alcançavam, jogando pipoca (em substituição às históricas cascas de bergamota) no bandeirinha, que ouviu de tudo durante as duas horas de jogo.

Tudo bem que o início da partida atrasou 20 minutos pela falta de ambulância – de novo!!! – e que o banheiro feminino do estádio – eu não entrei, mas minha mulher foi e me falou – estava sem latas de lixo e com um monte de papel higiênico no chão.

Mas deu boa. O público compareceu – renda de R$ 10,5 mil, dos quais, segundo o presidente Brequinho, sobraram R$ 4,6 mil para o Inter, pois o restante foi para a Federação -, e o empate não foi o pior resultado, considerando que o Colorado tem quatro pontos em dois jogos e está em segundo lugar na tabela (confira a classificação logo abaixo).

O povo gostou do que viu, e o time também, tanto que ao fim do jogo, alguns atletas foram em direção à torcida, que os aplaudiu em pé e gritou “Inter, Inter”.

O próximo desafio do colorado é contra o Jaraguá, em Jaraguá do Sul, na quarta-feira, dia 28. Em casa, o Inter volta a jogar no domingo, 2 de outubro, contra o Oeste, de Chapecó. Estaremos lá!

Força, Leão da Serra! E que aquelas camisas vermelhas continuem a servir de exemplo para Santa Catarina, numa relação mais que apaixonada com uma torcida, uma região. Afinal, uma relação de 62 anos não enfraquece tão fácil assim…

Em tempo: clique aqui e confira a coluna que o jornalista lageano Patrick Cruz mantém lá de São Paulo sobre o Inter de Lages no site futebolsc.com.

Pablo Gomes, Lages

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Confira a classificação do Estadual

23 de setembro de 2011 0

POSIÇÃO / EQUIPE / PONTOS / JOGOS

1º / Oeste (Chapecó) / 06 / 02

2º / Internacional (Lages) / 04 / 02

3º / Pinheiros (Itajaí) / 03 / 01

4º / Jaraguá (Jaraguá do Sul) / 03 / 02

5º / Caçador (Caçador) / 01 / 02

6º / Biguaçu (Biguaçu) / 00 / 01

7º / Maga (Indaial) / 00 / 02

A tabela completa no site da Federação Catarinense de Futebol

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Enchente ainda atormenta famílias na Serra

22 de setembro de 2011 0
Em Otacílio Costa, só de canoa para chegar a algumas residências. Foto: Vani Boza

Em Otacílio Costa, só de canoa para chegar a algumas residências. Foto: Vani Boza

Uma das maiores enchentes da história de Santa Catarina continua a causar transtornos em algumas cidades mesmo depois de duas semanas sem chuvas fortes.

Otacílio Costa e Correia Pinto, na Serra, ainda têm casas debaixo d’água e famílias desabrigadas.

A situação mais crítica é em Otacílio Costa, município de 16,3 mil habitantes onde pelo menos três rios transbordaram em três bairros e três localidades do interior.

As águas do Canoas, do Desquite e do Areia saíram do leito e atingiram 232 casas no auge das cheias.

Foram contabilizadas 866 pessoas desalojadas e 317 desabrigadas, que precisaram buscar refúgio em oito abrigos públicos.

O maior rio, o Canoas, que passa no meio da cidade, chegou a 9,07 metros no dia 11, e na tarde desta quinta-feira ainda estava em 7,35 metros.

Assim, pouca coisa mudou, e 182 casas continuavam parcialmente inundadas, com cerca de 300 pessoas desabrigadas ou desalojadas.

Entre elas, o pensionista Evaldo Küster, de 71 anos, que há 41 mora com a esposa, de 74, em uma casa humilde no Bairro Pinheiros.

Nesta quinta-feira ele ainda limpava a residência, que está vazia e com um forte cheiro de animais mortos impregnados no interior.

_ Há 11 anos construí essa casa porque a anterior eu já tinha perdido em uma enchente. E agora provavelmente precisarei no mínimo fazer uma grande reforma, porque está com muitos estragos _, lamenta Evaldo, que está abrigado com a mulher no porão da casa de um parente.

Na quarta-feira, após dez dias, a prefeitura de Otacílio Costa retirou a passarela improvisada sobre a ponte que liga o Bairro Fátima, o mais populoso do município, com cerca de seis mil moradores, ao Centro da cidade.

O andaime foi construído para que a comunidade não ficasse totalmente isolada, já que a ponte ficou coberta d’água.

Só que mesmo assim, alguns moradores ainda estavam ilhados, como a dona de casa Maria do Carmo Paes, de 51 anos, que até a tarde desta quinta, só podia sair ou chegar com canoa ou pulando as cercas das residências vizinhas.

_ Se a água baixar mais quero voltar amanhã (hoje) para a minha casa, pois estou há 15 dias fora.

Em Correia Pinto, cidade de 14,7 mil habitantes e onde três rios transbordaram e atingiram 143 casas, seis continuavam com água no Bairro Nossa Senhora Aparecida porque o mesmo Rio Canoas, cujas águas passam por Otacílio Costa, ainda está fora do leito em alguns pontos.

Duas famílias permaneciam em abrigo público até a tarde desta quinta.

Pablo Gomes, Otacílio Costa e Correia Pinto

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Serra Catarinense entra em festa até o fim do ano

22 de setembro de 2011 1

A região mais fria do Brasil está em festa. E a coisa vai longe. Começa neste sábado e segue até os últimos dias do ano o maior evento que a Serra Catarinense já viu em termos de impulsão do turismo e valorização da natureza, cultura e gastronomia local.

O Viva Serra vai envolver diretamente três cidades, mas muitas outras deverão ser beneficiadas com as ações.

Urubici, São Joaquim e Lages realizarão festivais que pretendem incluir de vez a região na lista das mais assediadas do Brasil justamente quando os turistas pouco a visitam, já que a primavera é considerada pelo trade turístico local a época mais fraca do ano.

Como o inverno se “vende” por si só, com temperaturas congelantes, geada e neve, fenômenos que atraem milhares de pessoas todos os anos, o objetivo do projeto é valorizar a Serra fora da estação mais fria do Brasil.

Urubici, com o Festival da Primavera; São Joaquim, com a Vitrine Cultural; e Lages, com o Festival Gastronômico, vão investir em seus valores em três etapas, todas em sequência.

A primeira será em Urubici, cidade de 10,7 mil habitantes conhecida pelas histórias, belezas naturais, cascatas, cavernas e montanhas que formam um dos maiores conjuntos de cânions do mundo.

Deste sábado a 16 de outubro, nos finais de semana, o Festival da Primavera dará ênfase às atrações artísticas, passeios de quadriciclo, encontro de motociclistas, rali, corrida, competição de voo livre, montanhismo, atividades radicais, turismo rural, ecoturismo e gastronomia, com mostras de vinhos, produções gastronômicas e degustações.

Continua…

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Arena para duas mil pessoas e entrada gratuita

22 de setembro de 2011 0

Com acesso gratuito, a Arena Viva Serra, com 3,5 mil metros quadrados e capacidade para duas mil pessoas, no centro de Urubici, abrigará um mini-shopping de produtos regionais, lounge, pista de patinação, café bistrô, vinheria, área vip e palco para shows.

Entre as atrações mais esperadas deste primeiro fim de semana estão a Família Lima, que no sábado vai apresentar o seu instrumental e tecnológico “1, 2, 3, 4, 5”; e o Grupo Tholl, que no domingo apresentará “Exotique”, com malabaristas, acrobatas, equilibristas e palhaços em um espetáculo de cores e luzes.

Já no segundo fim de semana o show principal ficará por conta da dupla Sérgio Reis e Renato Teixeira, com o trabalho “Amizade sincera”.

O presidente da Santa Catarina Turismo (Santur), Valdir Rubens Walendowsky, vê o Viva Serra como uma grande oportunidade para a promoção da Serra Catarinense a partir da execução de ações nas suas três cidades indutoras do turismo.

Para Valdir, será a chance de mostrar ao público externo que a Serra não é só inverno, e que há muito para curtir nas demais estações.

_ O inverno é o carro-chefe, mas a Serra Catarinense é muito mais que frio. Com este evento, que será incluído no calendário do Estado, pretende-se atrair gente do Brasil inteiro. Talvez não nesta primeira edição, mas ao longo dos anos, com melhoramentos e aperfeiçoamentos. Tinha é que começar, e isso está acontecendo e o país vai saber logo.

O Viva Serra tem realização da Serra Catarinense Convention & Visitors Bureau (SCCVB), co-realização da RBS Eventos, promoção da RBS TV e apoio do governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL/SC).

Pablo Gomes, Urubici

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Barracas usadas em catástrofes em todo o mundo chegam aos desabrigados da grande enchente em SC

19 de setembro de 2011 1

Kits de sobrevivência já beneficiaram mais de um milhão de pessoas em 100 países. Fotos: Shelter Box, Divulgação

Kits de sobrevivência já beneficiaram mais de um milhão de pessoas em 100 países. Fotos: Shelter Box, Divulgação

A enchente que deixou Rio do Sul em estado de calamidade pública colocou a cidade numa lista mundial de vítimas de catástrofes.

Uma organização internacional com sede na Inglaterra e que atua em todo o planeta ofereceu ajuda humanitária aos atingidos pela tragédia no Alto Vale do Itajaí, e já nesta semana os desabrigados terão acesso ao que mais precisam: um lugar para viver.

A Shelter Box (caixa de abrigo) é uma Organização Não Governamental (ONG) sem fins lucrativos ligada ao Rotary Club International e que distribui kits de sobrevivência cujo principal item é uma barraca com capacidade para 10 pessoas, resistente a ventos, chuvas e temperaturas extremas e durabilidade de até seis meses.

Desde 2000, quando foi criado, o programa já beneficiou um milhão de pessoas em mais de 100 países afetados por conflitos, vulcões, enchentes, furacões, tsunamis e terremotos.

No Brasil, onde está presente há pouco mais de um ano com sede em São Caetano do Sul (SP), a shelter box já foi usada por mais de 15 mil pessoas que perderam suas casas em enchentes e deslizamentos de terra no Nordeste e no estado do Rio de Janeiro em 2010 e 2011.

Fabricada por uma empresa da Escócia, cada caixa custa cerca de 1 mil dólares (R$ 1,7 mil) e é custeada pela ONG, que sobrevive de doações em dinheiro e destina 90% à compra e distribuição dos kits.

Desde sua fundação, a Shelter Box já arrecadou 70 milhões de dólares, dos quais, 100 mil foram doados por brasileiros.

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Custo zero para as famílias e a prefeitura

19 de setembro de 2011 0

Toda a logística, do transporte à montagem das barracas, é providenciada pela organização internacional. Fotos: Shelter Box, Divulgação

Toda a logística, do transporte à montagem das barracas, é providenciada pela organização internacional. Fotos: Shelter Box, Divulgação

As caixas são distribuídas sem nenhum custo às famílias e aos governos das regiões atingidas pelos desastres.

Toda a logística, do transporte à montagem das barracas, é providenciada pela ONG. A única atribuição do poder público é identificar as famílias que precisam do benefício.

Em Rio do Sul, 258 famílias, num total de 913 pessoas, continuavam em 23 abrigos até este domingo. O número de desalojados – nas casas de parentes e amigos – chegava a quatro mil.

O prefeito Milton Hobus acredita, no entanto, que aproximadamente 500 famílias não conseguirão voltar para as suas casas, ou porque os imóveis estão comprometidos ou ficam em áreas de risco.

O representante da ONG na Inglaterra, David Hatcher, que esteve em Rio do Sul neste fim de semana para apresentar o programa, diz que neste momento existem 242 kits disponíveis no Brasil, e todos serão destinados a Rio do Sul.

As caixas devem chegar à cidade até quarta-feira, e a prioridade é que as barracas sejam instaladas no ambiente familiar das pessoas.

Não havendo essa possibilidade, caso os locais sejam áreas de risco, a sugestão é que sejam criados acampamentos coletivos em estádios de futebol ou outros lugares que disponham de banheiros e energia elétrica, já que as barracas não contam com estas opções.

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