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Grande final

28 de novembro de 2011 0
O grupo Garagem 21 se apresentou na sexta-feira no Teatro Marajoara.

O grupo Garagem 21 se apresentou na sexta-feira no Teatro Marajoara.

Hector Lopez Girondo, do Teatro de la Plaza, de Buenos Aires se apresentou no sábado. FOTOS: VANI BOZA

Hector Lopez Girondo, do Teatro de la Plaza, de Buenos Aires se apresentou no sábado. FOTOS: VANI BOZA

Na sexta-feira, 25, o grupo Garagem 21, de São Paulo, SP, apresentou o espetáculo Sessenta minutos para o fim, uma comédia que arrancou gostosas gargalhadas do público. A peça foi inspirada na obra de Fernando Arrabal e Samuel Beckett e contou a história de dois atores condenados por um coelhinho super simpático e azul, a realizar uma apresentação a um público, que para a tristeza dos dois, nunca aparece.

Bira Honorato, de 35 anos, e Paulo Campos, 40, interpretam os dois atores, que mantem uma relação de amizade, cuidado e mal-humor, um para com o outro. Keli Viacelli, 30, fica com a responsabilidade de interpretar o simpático coelho.

O grupo se apresentou pela segunda vez no Fetel e afirmou ser um prazer enorme poder voltar ao festival, que segundo eles é diferente dos demais, pela estrutura oferecida e organização.

Os três, apaixonados por teatro, afirmam que fazer isso é o que mais amam na vida. Para Bira é paixão; para Paulo e Keli é poder por meio da arte mudar algo na vida de quem vê o espetáculo.

No sábado, Hector Lopez Girondo, de 53 anos, do Teatro de la Plaza, finalizou as atividades do Fetel com um espetáculo maravilhoso intitulado Histórias com desperdícios. A peça contou a história de um catador de lixo em sua rotina diária. Depois de encontrar um rádio no lixo, o catador passa a transformar sucata em cenários, e, com esses cenários passa a criar histórias que transformam sua realidade.

Hector disse que já havia mandado vários trabalhos seus para o Fetel, mas essa é a primeira vez que participa e está muito feliz com isso. Segundo ele a iniciativa de Lages é maravilhosa para a região, que ainda tem poucos eventos desse segmento.

Há 30 anos Hector trabalha com teatro, que é sua paixão e fonte de renda. Ele disse que poder viver do que se ama fazer é um privilégio para poucos.

_ Não sei o que seria fazer outra coisa da minha vida. Minha vida e minha família foram formadas no teatro, não consigo viver sem essa arte _, afirmou o ator.

Continua…

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