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Pouca vogal e muita qualidade

28 de março de 2012 0
Duca Leindecker (E), da banda Cidadão Quem, e Humberto Gessinger (D), dos Engenheiros do Hawaii, formam dupla há dois anos e fizeram um show memorável no último sábado. Foto: Jorge Tadeu, Prefeitura de Caçador, Divulgação

Duca Leindecker (E), da banda Cidadão Quem, e Humberto Gessinger (D), dos Engenheiros do Hawaii, formam dupla há dois anos e fizeram um show memorável no sábado. Foto: Jorge Tadeu, Prefeitura de Caçador, Divulgação

Humberto e Duca estão juntos neste projeto há dois anos e formam a menor banda do rock gaúcho.

Aliás, o rock gaúcho é, para mim, o melhor do Brasil. Não tem igual. O da Bahia teve o inesquecível Raul Seixas. O de Pernambuco teve o “homem-caranguejo” Chico Science e sua fantástica Nação Zumbi.

O de Brasília também é muito bom, com músicas que falam de drogas, mazelas sociais, sociedade, política e corrupção.

Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude são alguns dos exemplos mais bem sucedidos da Geração Brasília que conquistou o país na década de 80.

Mas o rock gaúcho, além de tudo isso, fala também da gente, da vida, do cotidiano, daquilo que vemos e sentimos todos os dias e que os caras conseguem traduzir em música.

Não é “dança da motinha, eguinha pocotó ou lá lá lá lê lê lê que vai rolar não sei o quê”.

É material de qualidade, com inteligência, empolgação e emoção.

E era em busca disso que eu fui a Caçador.

Continua…

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