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Fraudes em licitações renderiam R$ 6,7 milhões

16 de maio de 2012 1

O suposto esquema criminoso de fraudes em licitações praticadas em pelo menos quatro prefeituras de Santa Catarina – Anita Garibaldi, Cerro Negro e São Joaquim, na Serra, e Porto Belo, no Litoral, – poderia ter rendido muito mais dinheiro aos suspeitos se não tivesse sido descoberto a tempo.

Por bem pouco, os valores desviados dos cofres públicos não dobraram, e isso dificultaria ainda mais o ressarcimento por parte dos responsáveis, mesmo estando mais ricos.

Os promotores de Justiça Samuel Dal-Farra Naspolini, que iniciou as investigações em maio de 2011, em São Joaquim, e Joel Rogério Furtado Júnior, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) de Lages, contam que, entre 2009 e 2011, teriam sido fraudadas pelo menos 15 licitações, com um total de R$ 3,7 milhões já desviados.

Em dezembro, o Gaeco começou a monitorar ligações telefônicas dos investigados e descobriu que uma nova fraude de R$ 3 milhões estava prestes a ser concretizada.

O suposto golpe só não foi colocado em prática porque o departamento jurídico da prefeitura de São Joaquim não autorizou o pagamento e, assim, a prefeita Marlene de Fátima Kayser da Rosa (PP), que assumiu o cargo em janeiro após a cassação de José Nérito de Souza (PSD), não fez a homologação.

_ Foi muita sorte, porque os valores pagos somariam R$ 6,7 milhões, e o ressarcimento aos cofres públicos é um dos fatos mais difíceis _, diz o promotor Joel.

Continua…

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Comentários (1)

  • ANTONIO ROGERIO MATOS diz: 17 de maio de 2012

    PARABENS MAIS UMA VEZ AO MINISTÉRIO PUBLICO, ESSA TURMA JOVEM,DE PROMOTORES DE JUSTIÇA, COMPETENTES E DO BEM É NOSSA MAIOR E MELHOR ESPERANÇA, DE QUE TEREMOS SEMPRE ALGUEM CUIDANDO EFETIVAMENTE DO INTERESSE PUBLICO. AINDA DÁ PARA ACREDITAR QUE AS COISAS HOJE ESTÃO DIFERENTES.

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