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Criminosos desfrutam do dinheiro até hoje

03 de agosto de 2012 0

Mônica Foltran e Julio Cavalheiro viajaram a Israel para conhecer os órfãos. Fotos: Julio Cavalheiro

A repórter Mônica Foltran, que desde o ano passado se interessou pelo tema ao descobrir um grupo de jovens que busca por seus pais biológicos no Brasil, foi a Israel conversar pessoalmente com os adultos que têm, hoje, idades entre 25 e 28 anos.

Em Jerusalem e Tel Aviv, Mônica e o fotógrafo Julio Cavalheiro, também do DC, testemunharam as feridas nunca curadas: jovens em busca de sua verdadeira identidade e pais adotivos impotentes e tristes diante do sentimento de abandono dos filhos que eles adotaram.

Santa Catarina e o Paraná foram os principais polos de atuação das quadrilhas de compra e venda de bebês.

As gangues, extremamente organizadas, continham em seus quadros advogados, juízes, médicos, enfermeiros, funcionários de cartórios e até policiais coniventes.

O esquema foi desbaratado em 1986 pela Polícia Federal, que acabou colocando os líderes na cadeia – onde só permaneceram por um ou dois anos e, hoje, usufruem, inclusive, do dinheiro arrecadado na época.

Continua…

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