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Propaganda gratuita gerou resultados positivos

14 de fevereiro de 2013 0

Marca da Cooperserra, cooperativa de fruticultores da Serra Catarinense, aparece em quase dois dos 103 minutos do filme. Foto: Pablo Gomes

Questionada sobre o fato pela reportagem do DC, a Cooperserra confirmou que já sabia da exposição de sua marca no filme, e garantiu: a propaganda foi gratuita e espontânea por parte da direção do filme.

O vendedor da cooperativa, Hermes de Lima Macedo, conta que quando o filme foi produzido, em 2009, as cenas do entregador de frutas carregando as caixas da Cooperserra foram gravadas na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), para onde ia 70% da produção da Cooperserra, até então distribuída nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

A cooperativa soube do fato por um cliente, que assistiu ao filme e avisou a entidade, que recebeu a notícia com satisfação.

A exposição da marca na produção cinematográfica proporcionou um grande retorno à Cooperserra. Tanto que, até hoje, segundo o vendedor Hermes, muita gente comenta sobre o filme e compra as maçãs da entidade por este motivo.

É fato que a concorrência aumentou nestes quatro anos que se passaram e, atualmente, a participação da Cooperserra na Ceagesp caiu de 70% para 30%. Porém, isso não significa perda de mercado, segundo o vendedor da cooperativa serrana.

Pelo contrário, pois o que a Cooperserra deixou de vender para a Ceagesp transferiu-se para novos mercados abertos em outros lugares do Brasil, como os estados do Amazonas, Espírito Santo, Maranhão e Mato Grosso.

Atualmente, a Cooperserra congrega 102 produtores dos municípios de São Joaquim, Urupema e Bom Jardim da Serra, que somam um total de 18 mil toneladas por ano da melhor maçã do mundo.

Coisa de cinema!

Pablo Gomes

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