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Laudo de sanidade mental pode ter relevância

16 de agosto de 2013 0

No dia 21 de junho, a Junta Médica do TJSC emitiu um laudo pericial atestando que Fernando Cordioli não apresenta qualquer sintoma psiquiátrico, e o documento que prova a sanidade mental do juiz pode ter relevância no julgamento.

Desde o seu afastamento, Fernando Cordioli sempre disse que era vítima de perseguição devido ao seu trabalho de combate à corrupção.
A alegação foi negada pelo TJ. Procurado pela reportagem do Diário Catarinense na tarde desta sexta-feira, o juiz disse que não poderia se manifestar a respeito do julgamento. A advogada dele, Ana Cândida dos Santos Echevenguá, não foi localizada por telefone.

Nas alegações finais para a sua defesa, às quais Cordioli renunciou ao sigilo e o DC teve acesso, a advogada tece uma série de elogios ao seu cliente enquanto magistrado e cidadão comum, e alega que ele foi “injustamente afastado preventivamente sem portaria acusatória, sem acórdão e sem o sorteio de um relator para o PAD (Processo Administrativo Disciplinar) na solenidade que o afastou, em 5 de dezembro de 2012”.

Ana Echevenguá conclui afirmando que foram reunidos contra Cordioli “vários procedimentos preliminares, de épocas distintas, sem qualquer conexão probatória entre eles, para causar maior impressão negativa”.

Pablo Gomes, Otacílio Costa

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