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Profissionais da saúde emitiam recibos falsos

17 de dezembro de 2013 0
Delegado José Elói Werner Júnior (E), delegado Allan Dias (C) e o auditor fiscal Eduardo Zamparetti (D) explicaram os detalhes do caso em coletiva de imprensa. Foto: Pablo Gomes

Delegado José Elói Werner Júnior (E), delegado Allan Dias (C) e o auditor fiscal Eduardo Zamparetti (D) explicaram os detalhes do caso em coletiva de imprensa. Foto: Pablo Gomes

O caso começou a ser apurado há sete meses, depois que a malha fina da Receita Federal estabeleceu vínculos fiscais entre os envolvidos.

Durante as investigações, foi constatado que um escritório de contabilidade de Curitibanos estaria recrutando profissionais da saúde que trabalham ou já trabalharam na cidade para participar do esquema.

Os delegados Allan Dias e José Elói Werner Júnior e o auditor fiscal Eduardo Zamparetti explicam que fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais cobravam caro para emitir recibos de serviços que jamais prestaram a clientes do escritório de contabilidade.

Assim, ao apresentar à Receita Federal os comprovantes de elevados gastos com saúde, estas pessoas conseguiam reduzir o valor do Imposto de Renda a pagar ou aumentar a restituição.

_ Os profissionais da saúde só emitiam os recibos falsos mediante pagamento. Havia recibos de até R$ 10 mil. Os clientes compensavam esse gasto na redução ou restituição do Imposto de Renda. São pessoas de classe média alta, pois não vale a pena correr o risco por um rendimento baixo _, diz o auditor fiscal da Receita Federal, Eduardo Zamparetti.

Continua…

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