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Prefeitura quer punir motorista que arrancou placa

26 de dezembro de 2013 0
Homem arranca a placa para estacionar caminhão em local proibido. Foto: Reprodução RBS TV, Divulgação

Homem arranca a placa para estacionar caminhão em local proibido. Foto: Reprodução RBS TV, Divulgação

A prefeitura de Lages, na Serra Catarinense, quer punir o motorista que arrancou com as mãos uma placa de trânsito para estacionar em local proibido no Centro da cidade.

O ato de vandalismo foi flagrado pela câmera de segurança de um estacionamento e, tão logo foi divulgado no Jornal do Almoço da RBS TV Centro-Oeste nesta quinta-feira, começou a repercutir nacionalmente.

O flagrante ocorreu por volta das 6h30min do último dia 19 na Rua Quintino Bocaiúva, nas proximidades do Terminal Urbano de Lages. As imagens mostram dois caminhões parados em uma vaga destinada exclusivamente ao estacionamento de motocicletas.

Alguns homens conversam na calçada, ao lado dos veículos, até que um deles agarra a placa com os dois braços, arranca inteira e joga para baixo do caminhão.

O veículo tem a logomarca das Lojas Volpato, com sede em Lagoa Vermelha (RS) e duas unidades no Centro de Lages. Porém, as imagens não deixam claro se o homem que arrancou a placa é o motorista do referido caminhão.

Assim que identificar o responsável, a Diretoria de Trânsito da prefeitura (Diretran) encaminhará o caso à Procuradoria Geral do Município (Progem).

O diretor de trânsito, Diego Oliveira, diz que a intenção é instaurar um procedimento a fim de cobrar do responsável os gastos de pouco mais de R$ 100 com a nova placa, instalada já no dia seguinte à depredação.

— Não é pelo valor, mas pelo exemplo —, destaca o diretor de trânsito.

O infrator também receberá uma multa a ser aplicada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente por dano ao patrimônio público.

O valor, segundo o secretário Mushue Hampel, pode chegar a 10 Unidades Fiscais do Município de Lages (UFMLs), o equivalente a R$ 2.385,00, uma vez que cada UFML custa R$ 238,50. A secretaria vai analisar ainda a necessidade de levar o caso à Polícia Civil e ao Ministério Público.

Continua…

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