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Instável e cara, Brava pode perder espaço

12 de fevereiro de 2014 1
Proposta da Brava é operar o voo de Lages a São Paulo em um avião Embraer 120 para 30 passageiros. Foto: Brava Linhas Aéreas, Divulgação

Proposta da Brava é operar o voo de Lages a São Paulo em um avião Embraer 120 para 30 passageiros. Foto: Brava Linhas Aéreas, Divulgação

O prefeito de Lages deixa claro que não quer correr o risco de a cidade ficar sem voos a São Paulo por ainda mais tempo caso aposte as suas fichas em uma companhia que não lhe dê segurança e regularidade.

A Brava Linhas Aéreas, que operou em Lages por duas ocasiões com voos a Florianópolis e parou por falta de demanda – a última vez no segundo semestre do ano passado -, pretende criar um voo diário para São Paulo nos próximos meses em um avião para 30 pessoas.

O problema, conforme disse o próprio presidente da Brava, Jorge Barouki, em entrevista concedida no início deste mês ao DC, é que essa linha depende de um investimento mínimo de R$ 1,5 milhão, e ele não teria como gastar todo esse dinheiro sozinho.

Barouki cobrou ajuda financeira do governo do Estado, que negou ter prometido à empresa o almejado suporte.

_ Tenho que dar vida ao nosso aeroporto, mas para isso preciso trazer empresas grandes e ter segurança e regularidade. Queremos ir para São Paulo e fazer conexão para qualquer lugar. Não posso correr o risco de ficar mais 10 anos sem voos para São Paulo _, conclui o prefeito Elizeu

Mattos.
Pablo Gomes, Lages

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Comentários (1)

  • Claudio Louzada diz: 22 de fevereiro de 2014

    O impasse aeroportuário em Lages poderia ser quebrado pela prefeitura. Não há pista de pouso eficiente porque não há linha regular. Não há linha regular porque não há pista de pouso eficiente, com isso a cidade sofre a vários anos.
    Os problemas em Lages são de falta de infraestrutura adequada a realidade atual vivida pelas modernas empresas regionais. O potencial da cidade é Incrível mas a falta de infraestrutura também o é! As aeronaves regionais cresceram para 70 lugares, necessitando agora pista maior em torno de 1.700m.
    A pista de Lages não é alinhada ao vento predominante e as operações de pouso e decolagem são mais “difíceis” com o vento de través, a pista ideal deveria ter 45m de largura.
    Lages sofre com as intempéries climáticas o que compromete a regularidade dos voos. Nenhum empresário gosta de ter sua aeronave retida em aeroporto fechado, essa aeronave está comprometendo o seu faturamento diário. Lages precisa ter aproximações baseadas em GPS para facilitar as operações aéreas.
    A prefeitura de Lages “vende” a cidade da seguinte forma: meu aeroporto é este (de 30 ultrapassados anos), não ofereço nada. Se você (empresa aérea) quer vir, venha!
    Acredito que unindo os municípios do entorno, a grande solução seria um aeroporto regional no município de Correia Pinto. O local oferece todas as melhores características para a construção de um aeroporto nos moldes modernos exigidos atualmente, segurança e integridade para os passageiros e aeronaves.
    Lages não protegeu a área do aeroporto, hoje não pode crescer.
    Claudio Louzada 57, é consultor do modal aéreo.

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