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Fuleco de bombacha na Festa do Pinhão

20 de junho de 2014 0

Cópia de Pablo Gomes_Fuleco_Festa do Pinhão_Lages_1

Mascote oficial da Copa do Mundo foi devidamente trajado a caráter para prestigiar o evento em Lages, na Serra Catarinense. Fotos: Pablo Gomes

Mascote oficial da Copa do Mundo foi devidamente trajado a caráter para o evento de Lages, na Serra Catarinense. Fotos: Pablo Gomes

Mascote oficial da Copa do Mundo, o Fuleco se vestiu a caráter para visitar a 26ª Festa Nacional do Pinhão, em Lages, na Serra Catarinense.

O simpático personagem foi levado na noite da última quinta-feira, 19, para a casa do prefeito Elizeu Mattos instalada dentro do Parque de Exposições Conta Dinheiro, onde o evento ocorre até este domingo, 22.

Fuleco fez sucesso entre os visitantes, que não perderam a oportunidade de fotografá-lo.

Pablo Gomes, Lages

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Troca-troca de chefes na SDR de Lages

08 de maio de 2014 0
João Alberto Duarte (D) é o novo indicado pelo governador Raimundo Colombo para assumir a SDR de Lages. Foto: Divulgação

João Alberto Duarte (D) é o novo indicado pelo governador Raimundo Colombo para assumir a SDR de Lages. Foto: Divulgação

Então teremos um novo chefe na Secretaria do Desenvolvimento Regional de Lages?

Certo… Eu estava pensando… Desde que cheguei aqui, há oito anos, já comandaram a SDR de Lages pelo menos nove políticos diferentes, numa média de apenas um por ano.

Lembro que já passaram pelo velho prédio da BR-282: Elizeu Mattos (atual prefeito de Lages), Francisco Küster, Osvaldo Uncini, Cristóvam Cardoso, João Cardoso, Jurandi Agustini, Gabriel Ribeiro, Juarez Mattos (diretor que sempre pega o abacaxi quando muda o secretário) e, agora, João Alberto Duarte, que assume o cargo nesta sexta-feira.

Mas voltando ao meu pensamento… Pra que tanta mudança? Na vizinha São Joaquim, por exemplo, apenas duas pessoas exerceram a função nestes oito anos: Humberto Brighentti (atual prefeito) e Solange Pagani, que ocupa o cargo desde a era LHS.

Não seria um tiro no pé mudar tantas vezes de secretário em Lages? Nada contra nenhum deles, mas não vejo o troca-troca como algo saudável.

Afinal, quando os servidores da SDR, os prefeitos das cidades atendidas e, principalmente, as comunidades, começam a se acostumar com o camarada, ele simplesmente sai e entra outro no lugar, implantando um novo método de trabalho, um novo jeito de tratar as pessoas, de enfrentar os problemas, de encarar o cotidiano, de entender o sistema e lidar com as coisas da vida.

E as afinidades, a parceria e a confiança, extremamente necessárias nesse mundo cheio de cobras venenosas que é a política? Não dá tempo de conquistar…

Tudo bem que o cargo de secretário regional não é eletivo ou efetivo, sendo indicado diretamente pelo governador. Mas a estabilidade é fundamental. Ninguém arruma uma casa tão grande em tão pouco tempo.

É importante garantir a continuidade dos acordos, das negociações, das promessas e, especialmente, do que está em andamento. Ninguém merece ficar à mercê do pensamento e da boa vontade deste ou daquele.

Enfim… um novo secretário vem aí. Que ele consiga o apoio que quer e precisa, que faça um bom trabalho, honre o compromisso assumido, cuide do patrimônio e do dinheiro público, respeite o povo e mereça estar ali. Até o próximo da fila chegar…

Pablo Gomes, Lages

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Observadores de aves voltam a invadir Urupema

02 de maio de 2014 0
Praticantes do birdwatching (turismo de observação de aves), como Lesther Lins (E) e o pai Dario (D) estarão neste fim de semana na cidade mais fria do Brasil. Foto: Alvarélio Kurossu, Agência RBS

Praticantes do birdwatching (turismo de observação de aves), como Lesther Lins (E) e o pai Dario (D) estarão neste fim de semana na cidade mais fria do Brasil. Foto: Alvarélio Kurossu, Agência RBS

Considerada a cidade mais fria do Brasil, a pequena Urupema, de 2,5 mil habitantes e localizada a 50 quilômetros de Lages, na Serra Catarinense, sedia neste fim de semana mais uma edição de um evento que não para de crescer e atrai cada vez mais adeptos do birdwatching, o turismo de observação de aves.

O Festival do Papagaio-Charão chega à sua terceira edição com palestras, aulas de educação ambiental para crianças e as tão esperadas saídas a campo para avistar e fotografar o simpático bichinho. Paralelamente ocorrerá também o 1º Festival do Papagaio-de-peito-roxo.

As atividades começam às 9h30min deste sábado, no Centro de Eventos de Urupema, e se estenderão até as 17h de domingo. Vinhos, produtos coloniais e artesanatos da região estarão à venda no local.

As inscrições são gratuitas, e qualquer pessoa pode participar. A expectativa da organização é de que todos os cerca de 160 leitos da rede hoteleira de Urupema estejam ocupados por turistas de várias partes do país.

Continua…

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Papagaio-charão busca pinhão na Serra de SC

02 de maio de 2014 0
Simpático bichinho sai da Serra Gaúcha para comer pinhão na Serra Catarinense. Foto: Dario Lins, Divulgação

Simpático bichinho voa em bandos de até três mil exemplares. Foto: Dario Lins, Divulgação

Nativo dos campos da Serra Gaúcha, o Papagaio-Charão vive em casais no Rio Grande do Sul. A partir de meados de março, quando o pinhão começa a ficar maduro, ele migra para a Serra Catarinense para comer.

Quando estão reunidos, chegam a voar em bandos de até três mil exemplares. Todos os dias, ao amanhecer, as aves vão para a região de Urupema e Urubici para comer pinhão nas araucárias e, ao entardecer, voltam para a região de Painel e Bocaina do Sul para dormir.

O biólogo Ari Fernando Raddatz, um dos organizadores do evento deste fim de semana e proprietário de uma pousada em Urupema que já se tornou referência nacional em observação de aves, explica que atualmente existem cerca de 25 mil exemplares do Charão vivendo entre as serras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Continua…

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Papagaio-de-peito-roxo corre risco de extinção

02 de maio de 2014 0
Espécie vive na faixa de mata atlântica entre o Rio Grande do Sul e a Bahia. Foto: Dario Lins, Divulgação

Espécie vive na faixa de mata atlântica entre o Rio Grande do Sul e a Bahia. Foto: Dario Lins, Divulgação

O Papagaio-de-peito-roxo vive na faixa de mata atlântica entre o Rio Grande do Sul e a Bahia. Porém, existe em quantidade bem menor que o Charão e está seriamente ameaçado de extinção.

Atualmente, estima-se em apenas três mil exemplares, motivo pelo qual a espécie é alvo de estudos de especialistas e palestras de conscientização nas comunidades onde está presente, uma vez que é comum ser capturado por moradores para ficar trancado em gaiolas.

Em Santa Catarina, o peito-roxo está mais presente nos municípios de Bom Retiro, Painel, Rio Rufino e Urubici, onde faz seus ninhos nas encostas de morros.

E assim como o “primo” charão, nessa época do ano o peito-roxo migra para Urupema a fim de comer pinhão.

Pablo Gomes, Urupema

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Sepultado o corpo de ex-prefeito de Urupema

28 de abril de 2014 0
Nelton Rogério de Souza teve intensa participação na vida política catarinense. Foto: Divulgação

Nelton Rogério de Souza teve intensa participação na vida política catarinense. Foto: Divulgação

Foi sepultado na manhã desta segunda-feira, em Urupema, na Serra Catarinense, o corpo do ex-prefeito da cidade e vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Nelton Rogério de Souza, que morreu na manhã de domingo, no Hospital de Caridade, em Florianópolis, vítima de câncer e complicações cardiorrespiratórias.

Nelton tinha 72 anos e ocupava a vice-presidência da Faesc desde 1997. Ele nasceu em 10 de fevereiro de 1942 em Urupema, filho de Evaldo Pereira de Souza e Neci Fontanella de Souza. Casou-se com Neusa Carmem Formighieri de Souza, com quem teve duas filhas: Maria Cláudia de Souza Moia e Eloísa Cristina de Souza Santiago. Graduou-se pela Escola de Agronomia Eliseu Maciel, de Pelotas (RS).

Nelton teve intensa atividade comunitária, política e sindical. Elegeu-se prefeito de Urupema para o mandato de 1993 a 1996. Presidiu a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) no período de 1979 a 1983. Foi secretário executivo da Acaresc e presidente do Núcleo de Engenheiros Agrônomos do Vale do Rio do Peixe.

Presidiu o Conselho Paritário Produtor/Indústria do Estado de Santa Catarina (Conseleite) e foi um dos principais interlocutores do setor primário da economia barriga-verde.

Acometido de câncer na bexiga há vários anos, submetia-se a um tratamento rigoroso em Santa Catarina e, nos últimos anos, sofreu várias internações hospitalares. Mesmo assim, nunca abandonou suas funções nas instituições onde trabalhava.

* Com informações da MB Comunicação Empresarial/Organizacional.

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Inscrições para a Sapecada até a próxima segunda

16 de abril de 2014 0
Um dos maiores festivais de música da América Latina chega à 22ª edição com mais de 300 composições inscritas. Foto: Alvarélio Kurossu, junho de 2010

Um dos maiores festivais de música da América Latina chega à 22ª edição com mais de 300 composições inscritas. Foto: Alvarélio Kurossu, junho de 2010

Terminam na próxima segunda-feira, dia 21, as inscrições para a 22ª Sapecada da Canção Nativa e a 14ª Sapecada da Serra Catarinense, tradicionais festivais que ocorrem durante a Festa Nacional do Pinhão, em Lages. Neste ano, o evento será de 13 a 22 de junho, no Parque de Exposições Conta Dinheiro.

A organização das Sapecadas já recebeu mais de 300 composições até esta quarta-feira. As inscrições podem ser feitas pelo site www.festadopinhao.com/sapecada e pelos Correios ou pessoalmente na Fundação Cultural de Lages (FCL), que fará plantão durante o feriado para receber os interessados.

A triagem do material será feita nos dias 25, 26 e 27, no auditório da FCL, em encontro aberto ao público. Para cada um dos festivais serão selecionadas 16 canções com melhor pontuação. Na triagem, o júri avaliará letra, melodia e arranjo.

Durante a Festa Nacional do Pinhão também será analisada a apresentação em palco. O corpo de jurados será formado por Rogério Villagran, Maicon Oliveira, Athur Mattos, Angelo Franco, Michel Martins, Ricardo Comassetto e Diego Müller.

Os regulamentos e as canções inscritas e selecionadas para a triagem podem ser conhecidas no site www.festadopinhao.com/sapecada.

* Com informações da assessoria de comunicação da Fundação Cultural de Lages.

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Ceron e Elizeu se encontram após um ano e meio

02 de abril de 2014 0
Antonio Ceron e Elizeu Mattos, cercados pelo vereador João Chagas, se reencontraram em escola de Lages. Foto: Zé Rabelo, Divulgação

Antonio Ceron e Elizeu Mattos, cercados pelo vereador João Chagas, se reencontraram em escola de Lages. Foto: Zé Rabelo, Divulgação

Depois de serem companheiros nos governos de Luiz Henrique da Silveira e Raimundo Colombo, os ex-deputados estaduais Antonio Ceron (PSD) e Elizeu Mattos (PMDB) se enfrentaram na disputa pela prefeitura de Lages em 2012.

O clima entre eles não ficou nada agradável, até porque ambos apoiavam Colombo e, obviamente, queriam a retribuição no pleito municipal. Na campanha, que começou um tanto paz e amor, logo sobraram tiros para todos os lados.

Ceron levou o voto do governador, mas Elizeu levou a melhor na eleição. Pela mínima diferença de apenas 1.302 votos (46.583 contra 45.281), o peemedebista conquistou o direito de administrar Lages por quatro anos. E desde a eleição de 2012, não se tinha notícia de um encontro público entre Ceron e Elizeu.

O mais novo “cara a cara” ocorreu um ano e meio depois, na última terça-feira, em Lages. Ceron acompanhava a comitiva de Colombo na inauguração de um ginásio de esportes de uma escola estadual do Bairro Bela Vista e Elizeu prestigiava o evento como prefeito, até que os dois se cruzaram.

Um rápido cumprimento gentil com aperto de mãos, algumas palavras cordiais, um sorriso e, aparentemente, ficou por isso. Pelo menos em público, nenhum assunto específico foi discutido entre ambos.

Passados 18 meses da eleição, resta saber se o sentimento político e afetivo que prevaleceu entre Antonio Ceron e Elizeu Matos foi o da antiga amizade ou o da recente rivalidade.

Pablo Gomes, Lages

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Começa a colheita do pinhão em Santa Catarina

01 de abril de 2014 0
Semente da araucária terá aumento de produção. Foto: RBS TV Centro-Oeste, Reprodução

Semente da araucária terá aumento de produção. Foto: RBS TV Centro-Oeste, Reprodução

Começou nesta terça-feira e vai até o início do inverno um dos períodos mais aguardados do ano para muitas famílias catarinenses.

A colheita e a venda do pinhão já estão liberadas, e a expectativa fica por conta da produção, em queda nas últimas três safras. A atual, porém, deve marcar o retorno da normalidade e o aumento da quantidade de frutos nas araucárias.

Dados da Secretaria da Agricultura de Lages, na Serra, apontam que a média histórica por safra na região, maior produtora do Estado, é de 250 mil sacos de 50 quilos, o equivalente a 12,5 mil toneladas, ou 12,5 milhões de quilos.

Acontece que nos últimos três anos os números despencaram. Das 12,5 mil toneladas colhidas em 2011, a quantidade caiu para 10 mil em 2012 e 7,5 mil em 2013, numa redução de 40% em apenas três safras.

Já para 2014 a previsão é de que a produção volte a subir e fique em 8,75 mil toneladas, mas ainda 30% abaixo do normal. A expectativa é de que o produtor receba cerca de R$ 3 por quilo no começo da safra e R$ 5 no fim. No mercado, o preço pode até dobrar para o consumidor.

Continua…

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Amadorismo e estudos escassos na atividade

01 de abril de 2014 0

Como a atividade ligada ao pinhão ainda beira o amadorismo, os estudos e os dados relacionados ao cultivo ainda são escassos e imprecisos. Instituições como a Epagri e o Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Udesc, localizado em Lages, investem em pesquisas e já têm informações relevantes.

Porém, muito ainda precisa ser descoberto, principalmente sobre os motivos que levam a produção da araucária a variar tanto de uma safra para a outra.

Alguns agrônomos acreditam que por ser a araucária uma planta nativa, que não recebe manejo e nem a interferência do homem, está sujeita à flutuação de produção.

Observações empíricas no campo indicam que a árvore passa por ciclos de aproximadamente três anos, alternando volumes altos e baixos de pinhão.

Uma das hipóteses para essa alternância é que a planta retira nutrientes do solo e a sua fisiologia regula a produção. Depois, é necessário um período estimado em três anos para a situação voltar ao normal.

— Tem também a polinização e as questões ligadas ao clima, como geadas tardias e estiagem. Nos pinheiros próximos a galpões, onde há esterco dos animais, a produção é maior porque as árvores recebem mais nutrientes. Mas são poucos os estudos que dizem exatamente o que acontece com o pinhão —, diz o agrônomo Raul Cerqueira, responsável pelo escritório da Epagri em Painel, pequeno município de 2,4 mil habitantes, distante 25 quilômetros de Lages e considerado o maior produtor do Estado, com previsão de colher 1,3 mil toneladas neste ano.

Pablo Gomes, Painel

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