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Posts na categoria "Bom Jardim da Serra"

Cortaram a energia na Serra do Rio do Rastro

23 de abril de 2013 0

Aproximadamente a metade dos 249 postes que iluminam os 6,9 quilômetros concreto está com as lâmpadas apagadas. Foto: Guto Kuerten, setembro 2012

Se a iluminação é gerada pela energia eólica, então a natureza deve estar cobrando muito caro pela “porção” de vento, a ponto de cortar a luz da Serra do Rio do Rastro, um dos pontos turísticos mais conhecidos de Santa Catarina, entre Lauro Müller e Bom Jardim da Serra.

O sistema de iluminação foi inaugurado em 2002, e a energia é proveniente da força dos ventos por um aerogerador instalado no alto da montanha, onde existe uma usina eólica.

Vez ou outra, algumas lâmpadas dos 249 postes instalados ao longo do trecho de 6,9 quilômetros de concreto, de um total de 10 da serra, aparecem queimadas.

Mas nada como agora. Dá para estimar, sem exagero, que perto da metade, se não mais, está apagada. Passar à noite pela serra, um lugar de visibilidade geralmente baixa, pista estreita e cheia de curvas fortes, é mais perigoso do que prazeroso neste momento.

Pablo Gomes, Bom Jardim da Serra/Lauro Müller

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Maçã da Serra de SC em evidência no cinema

14 de fevereiro de 2013 0

Personagem principal do filme, entregador de frutas trabalha com maçã produzida na Serra Catarinense. Foto: Pablo Gomes

Assistindo a um ótimo filme brasileiro esta semana pela TV por assinatura, me deparei com uma cena que me fez pular da cama, tamanha a surpresa – aliás, grata surpresa – e orgulho.

O filme em questão era Os Inquilinos, produzido em 2009 e dirigido pelo cineasta paranaense Sérgio Bianchi, que conta a história de um casal e seus dois filhos pequenos que moram em um bairro pobre de São Paulo e cujas vidas viram um inferno por conta de três bandidos que alugam a casa ao lado.

O principal personagem é o pai da família, o entregador de frutas Valter, interpretado pelo ator paulista Marat Descartes (clique aqui e confira o trailer).

A trama seguia tensa, típica dos filmes brasileiros que retratam a violência nas favelas das grandes cidades, até que, em certo momento, Valter, o entregador de frutas, aparece em seu trabalho carregando uma caixa da Cooperserra, cooperativa de fruticultores da Serra Catarinense.

A marca da entidade, que nesta quinta-feira completa 36 anos, ficou exposta com bastante evidência por quase dois dos 103 minutos do filme.

Continua...

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Propaganda gratuita gerou resultados positivos

14 de fevereiro de 2013 0

Marca da Cooperserra, cooperativa de fruticultores da Serra Catarinense, aparece em quase dois dos 103 minutos do filme. Foto: Pablo Gomes

Questionada sobre o fato pela reportagem do DC, a Cooperserra confirmou que já sabia da exposição de sua marca no filme, e garantiu: a propaganda foi gratuita e espontânea por parte da direção do filme.

O vendedor da cooperativa, Hermes de Lima Macedo, conta que quando o filme foi produzido, em 2009, as cenas do entregador de frutas carregando as caixas da Cooperserra foram gravadas na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), para onde ia 70% da produção da Cooperserra, até então distribuída nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

A cooperativa soube do fato por um cliente, que assistiu ao filme e avisou a entidade, que recebeu a notícia com satisfação.

A exposição da marca na produção cinematográfica proporcionou um grande retorno à Cooperserra. Tanto que, até hoje, segundo o vendedor Hermes, muita gente comenta sobre o filme e compra as maçãs da entidade por este motivo.

É fato que a concorrência aumentou nestes quatro anos que se passaram e, atualmente, a participação da Cooperserra na Ceagesp caiu de 70% para 30%. Porém, isso não significa perda de mercado, segundo o vendedor da cooperativa serrana.

Pelo contrário, pois o que a Cooperserra deixou de vender para a Ceagesp transferiu-se para novos mercados abertos em outros lugares do Brasil, como os estados do Amazonas, Espírito Santo, Maranhão e Mato Grosso.

Atualmente, a Cooperserra congrega 102 produtores dos municípios de São Joaquim, Urupema e Bom Jardim da Serra, que somam um total de 18 mil toneladas por ano da melhor maçã do mundo.

Coisa de cinema!

Pablo Gomes

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Milagre no alto da montanha!

08 de outubro de 2012 0

O trabalho de socorro durou mais de oito horas e envolveu pelo menos 30 pessoas entre bombeiros e voluntários, além de duas caminhonetes e dois tratores. Fotos: Mauricio Vieira, Agência RBS

Clique no link a seguir e confira a incrível história do homem que despencou do alto da Serra do Rio do Rastro e sobreviveu com poucos ferimentos, além de todos os detalhes, em textos, fotos e infográficos, de uma das operações de resgate mais dramáticas dos últimos tempos em Santa Catarina!

http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2012/10/resgate-faz-turista-acreditar-em-milagre-3910597.html

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Galpão Crioulo destaca a Serra Catarinense

14 de setembro de 2012 0

Galpão Crioulo comemora os 30 anos com gravação em Bom Jardim da Serra. Fotos: Gino Basso e Fernando Alencastro, Divulgação

O Galpão Crioulo deste domingo, 16 de setembro, será especial para os catarinenses, especialmente os serranos.

O programa, transmitido pela RBS TV, foi gravado em Bom Jardim da Serra durante o encerramento do Viva Serra Festival de Inverno e contou com a participação do público local.

O projeto, que reuniu atrações de cultura, esporte e entretenimento nas cidades de Urubici, Lages e São Joaquim, teve encerramento em grande estilo com a gravação do programa que vai ao ar neste fim de semana.

O Galpão Crioulo, que foca principalmente os aspectos e tradições regionais brasileiras, mostrará as belezas catarinenses nas vozes de Teixeirinha Filho, Teixeirinha Neto, Ricardo Portto, do grupo Timbre Serrano e de Elton Saldanha, conhecido também como o piá Benício Itaquí.

Imagens dos principais pontos turísticos da região serrana, como a Serra do Rio do Rastro e a Pedra Furada, serão exibidas entre os blocos.

O programa irá ao ar às 6h10min neste domingo, 16, pela RBS TV.

O Viva Serra Festival de Inverno foi uma realização da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarinense (FCDL/SC), com apoio governo do Estado, Secretaria de Estado de Turismo Cultura e Esporte por meio do Funturismo e apoio institucional do Serra Catarinense Convention e Visitors Bureau.

* Com informações do Núcleo RBS de Divulgação

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DC publica guia completo da Serra Catarinense

06 de setembro de 2012 1

Guia da Serra será encartado no Diário Catarinense desta sexta-feira, 7 de setembro. Foto: Reprodução DC

Quer passear pela Serra Catarinense mas não sabe aonde ir, comer e dormir?

Na edição desta sexta-feira, dia , que comemora os 190 anos da independência do Brasil, o Diário Catarinense publica um guia completo para apresentar aos leitores todas as opções de gastronomia e hospedagem na região mais fria do Brasil.

Durante três dias consecutivos, a equipe da sucursal da Serra telefonou, um por um, para todos os restaurantes, hotéis urbanos, hotéis fazenda e pousadas dos municípios de Bom Jardim da Serra, Lages, São Joaquim, Urubici e Urupema.

Os contatos tiveram como base as listas fornecidas pelas prefeituras, Associação das Pousadas e Hotéis de Urubici (Pouserra), Serra Catarinense Convention e Visitors Bureau e a boa e velha lista telefônica.

A ideia foi não deixar ninguém de fora, mas obviamente que uma triagem se fez necessária para que fosse possível sugerir as melhores opções aos turistas, das mais simples às mais requintadas.

Foram consultados aproximadamente 160 estabelecimentos nas cinco cidades e levantadas informações como nome, endereço, contatos, atrativos, especialidades e preços.

Assim, com este rico material informativo, Bom Jardim da Serra, com seus cânions e a maravilhosa Serra do Rio do Rastro; Lages, referência em turismo rural, com uma noite badalada e gastronomia farta; São Joaquim, conhecida nacionalmente como a capital do inverno brasileiro; Urubici, com seus incontáveis pontos turísticos a céu aberto; e Urupema, a cidade mais fria do Brasil, ganham ainda mais visibilidade e credibilidade.

O Guia também traz a programação completa do último final de semana do projeto Viva Serra, criado para fortalecer o turismo na Serra Catarinense com vários eventos e atrações culturais, esportivas, gastronômicas e encontros empresariais.

A Serra Catarinense lhe espera. Bom passeio, bom apetite, bom descanso e volte sempre!

Pablo Gomes

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Afinal, a quem pertence o Morro da Igreja?

13 de julho de 2012 7

O Morro da Igreja é o ponto habitado mais alto e um dos principais cartões-postais do Sul do Brasil. Foto: Alvarélio Kurossu

A rápida ocorrência de neve registrada no último sábado na Serra Catarinense, ainda que pequena, foi o suficiente para levantar uma discussão: afinal, a quem pertence o Morro da Igreja, ponto habitado mais alto e um dos principais cartões postais do Sul do Brasil?

Para alguns, o Morro da Igreja é da Força Aérea Brasileira (FAB), já que lá no alto existe uma base do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta).

Para outros, a propriedade é do Parque Nacional de São Joaquim, unidade de conservação federal criada em 1961 e vinculada ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Para a grande maioria, o Morro da Igreja pertence ao município de Urubici, que sempre o explorou turisticamente e há anos ganha os louros do lugar.

Mas o que poucos sabem é que, lá em cima, naquele ponto onde, todo ano, cerca de 100 mil pessoas do país inteiro param para contemplar a paisagem, o território é da vizinha Bom Jardim da Serra.

Historicamente, Urubici sempre levou a fama pelo Morro da Igreja. Não apenas pela beleza do lugar, que forma um dos maiores conjuntos de cânions do mundo, como também pelas baixíssimas temperaturas registradas durante o inverno e, principalmente, pelas ocorrências de neve.

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Pico do morro é ponto comum de três municípios

13 de julho de 2012 0

Base do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta), pertencente à Aeronáutica e localizada no alto do morro, está no território de Bom Jardim da Serra. Foto: Guto Kuerten, maio de 2007

Mas os moradores de Bom Jardim da Serra nunca se conformaram em ver algo que é seu ganhar destaque na mídia nacional como sendo de outros.

E assim, resolveram agir. Há aproximadamente um ano, a prefeitura procurou o governo de Santa Catarina para pedir um posicionamento oficial sobre os territórios do Morro da Igreja.

E no dia 17 de novembro do ano passado, há quase oito meses, a Secretaria de Estado do Planejamento, por meio da Diretoria de Estatística e Cartografia, emitiu um parecer técnico no qual confirma: o pico do Morro da Igreja, localizado a 1.822 metros acima do nível do mar - alguns geólogos defendem que é 1.826 -, é o ponto comum entre os municípios de Bom Jardim da Serra, Urubici e Orleans.

Porém, a base da Aeronáutica, a área onde os turistas contemplam a paisagem e a estação meteorológica oficial do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), inaugurada em 18 de junho de 2007, estão no território de Bom Jardim da Serra.

Os dois órgãos de meteorologia, inclusive, já fazem esse reconhecimento ao informarem as temperaturas lá registradas.

Já a misteriosa Pedra Furada, alvo das fotografias da grande maioria das pessoas que vão até lá, pertence ao município de Orleans.

_ Damos os parabéns a Urubici, que tem muito mais estrutura e está bem melhor no turismo que nós e São Joaquim. Somos favoráveis e apoiamos o turismo regionalizado, mas queremos marcar o nosso território, e o topo do Morro da Igreja nos pertence _, diz o secretário de Planejamento da prefeitura de Bom Jardim da Serra, Áureo Ribeiro Cassettari.

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Urubici reconhece "concorrência", mas não teme

13 de julho de 2012 0

Mapa das divisões territoriais do Morro da Igreja oficializado pelo governo do Estado. Foto: Divulgação

Com o reconhecimento do topo do Morro da Igreja para Bom Jardim da Serra, o que muda, na prática, é a maior visibilidade ao município, que terá o seu nome ainda mais divulgado quando o assunto for frio e turismo.

Porém, como explica o chefe do Parque Nacional de São Joaquim, Michel Omena, o principal acesso ao Morro da Igreja continua sendo por Urubici, cujo prejuízo, se houver, será apenas no sentido da propaganda, uma vez que a Aeronáutica, por ser um órgão da União, não paga um único centavo de imposto a quem quer que seja por ter a base no morro.

_ Independente do município, o Morro da Igreja é do Parque Nacional de São Joaquim, é da Serra Catarinense, é patrimônio da região. Qualquer obra ou investimento depende da nossa autorização ou da Aeronáutica. O que as prefeituras precisam é de bons secretários de turismo e boas assessorias de imprensa para divulgar suas cidades, e não de disputas que não levam a nada.

O prefeito de Urubici, Adilson Costa, admite que o topo do Morro da Igreja pertence a Bom Jardim da Serra, mas destaca que 95% do complexo está no território urubiciense.

Nos próximos dias, uma estação meteorológica oficial do Ciram será instalada no morro, num ponto pertence a Urubici.

_ Não vamos questionar um território reconhecido pelo Estado. Além disso, somos solidários a Bom Jardim da Serra e, inclusive, podemos ser parceiros para trabalhar o turismo.

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Investimentos em infraestrutura estão nos planos

13 de julho de 2012 0

Em dias de movimento intenso, é muito difícil estacionar e manobrar o carro no Morro da Igreja, como na grande nevasca de 2010. Foto: Alvarélio Kurossu, agosto de 2010

O Parque Nacional de São Joaquim, segundo o seu chefe, Michel Omena, é o oitavo parque nacional mais visitado do Brasil, com aproximadamente 100 mil pessoas por ano.

O primeiro é o Parque Nacional da Tijuca, onde fica o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, com três milhões de visitantes por ano; e o segundo é o Parque Nacional do Iguaçu, onde ficam as Quedas do Iguaçu, no Paraná, com dois milhões de pessoas por ano.

Assim, investimentos em infraestrutura são necessários. Quem conhece o Morro da Igreja sabe que, em dias de intenso movimento, é complicado estacionar e, principalmente, manobrar o carro.

Em feriados, acontece de até mil veículos subirem o morro em um único dia. Outra dificuldade é o fato de não existir sequer um banheiro à disposição dos turistas.

Por isso, três grandes obras, divididas em duas etapas, estão previstas para os próximos meses.

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