Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Capão Alto"

Eletrosul inaugura usina milionária na Serra

11 de novembro de 2013 1
Ao custo de R$ 172 milhões, a PCH João Borges está localizada no Rio Caveiras entre os municípios de Lages, Campo Belo do Sul e São José do Cerrito. Foto: Hermínio Nunes, Eletrosul, Divulgação

Ao custo de R$ 172 milhões, a PCH João Borges está localizada no Rio Caveiras entre os municípios de Lages, Campo Belo do Sul e São José do Cerrito. Foto: Hermínio Nunes, Eletrosul, Divulgação

A Eletrosul Centrais Elétricas, empresa subsidiária da Eletrobrás e vinculada ao Ministério de Minas e Energia, está de volta ao mercado de geração de energia em Santa Catarina depois de 15 anos. E nesta segunda-feira, a companhia inaugurou o seu mais recente investimento.

A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) João Borges, localizada no Rio Caveiras, entre os municípios de Lages, Campo Belo do Sul e São José do Cerrito, na Serra, está em operação plena desde julho com capacidade instalada de 19 megawatts (MW), o suficiente para abastecer uma população de 150 mil pessoas.

A energia gerada escoa pelo sistema nacional e possa ser consumida em qualquer parte do Brasil.
Com investimentos de R$ 172 milhões, a PCH João Borges é o maior empreendimento em volume de recursos por parte da Eletrosul em Santa Catarina, mas não o primeiro, desde 1998, quando a geração de energia foi privatizada.

Em janeiro deste ano, foi inaugurada a PCH Barra do Rio Chapéu, no Rio Braço do Norte, entre os municípios de Rio Fortuna e Santa Rosa de Lima, no Sul do Estado.

O investimento foi de R$ 141 milhões e a usina, com capacidade instalada de 15,15 MW, poderia abastecer uma população de 128 mil pessoas.

Antes, porém, a Eletrosul havia inaugurado dois empreendimentos no Rio Grande do Sul: uma usina eólica no município de Santana do Livramento, em maio de 2011; e uma hidrelétrica em Roque Gonzales, em março de 2012.

Continua…

Bookmark and Share

Próximo investimento será novamente na região

11 de novembro de 2013 0

Em Santa Catarina, o próximo investimento em geração de energia será a construção da PCH Santo Cristo, no Rio Pelotinhas, entre Lages e Capão Alto.

Serão aplicados R$ 183 milhões para uma capacidade instalada de 19,5 MW, o que abasteceria aproximadamente 143 mil pessoas. A inauguração de Santo Cristo está prevista para dezembro de 2015.

Além destes empreendimentos hidrelétricos, a Eletrosul investe R$ 9,5 milhões na montagem de uma usina fotovoltaica de 1 megawatt-pico (MWp) em seu prédio-sede, no Bairro Pantanal, em Florianópolis, para a geração de energia solar.

A capacidade da usina seria suficiente para abastecer aproximadamente 570 residências, além de fomentar as pesquisas sobre energia solar no Brasil.

A companhia também aplica outros R$ 10 milhões em um projeto para transformação de resíduos da suinocultura em biogás em Itapiranga, no Extremo-Oeste do Estado. O programa ainda está em fase de pesquisa e, futuramente, pode se tornar um produto comercial.

Continua…

Bookmark and Share

Entrevista com o presidente da Eletrosul

11 de novembro de 2013 0
Eurides Mescolotto falou ao DC sobre os investimentos da companhia. Foto: Hermínio Nunes, Eletrosul, Divulgação

Eurides Mescolotto falou ao Diário Catarinense sobre os investimentos da companhia no Estado. Foto: Hermínio Nunes, Eletrosul, Divulgação

* DC: Os investimentos em geração de energia são uma estratégia de crescimento da Eletrosul ou uma necessidade do Brasil?

MESCOLOTTO: Uma está diretamente ligada à outra. A energia precisa acompanhar o crescimento econômico do Brasil. Hoje não existe nenhuma perspectiva de colapso de energia no país. Para até 2030 existe um planejamento sério e bem aprofundado.

* DC: As hidrelétricas são seguras o suficiente para garantir energia ao país?

MESCOLOTTO: O sistema hidrelétrico é muito seguro no mundo inteiro. Porém, é finito, pois não conseguimos inventar rios. No Sul do Brasil, principalmente, os empreendimentos estão terminando porque não há mais onde colocar, assim como na Europa, que está apostando na energia nuclear, o que não é o caso do Brasil.

* DC: A saída seria investir em fontes alternativas?

MESCOLOTTO: Outras energias são muito importantes, pois se não tiver, teria que usar diesel. O Brasil tem muita água, muito vento e muito sol, mas a energia eólica, a solar e o biogás não podem ser as primárias e fundamentais do país, pois não há reserva. O sol só aparece por oito ou nove horas por dia e a eólica só funciona quando tem vento. O carvão é importante, e com o avanço tecnológico podemos utilizá-lo de maneira mais sustentável para o mundo e suprir as nossas necessidades.

* DC: A energia solar, que a Eletrosul está implantando em seu edifício-sede, em Florianópolis, pode virar uma realidade?

MESCOLOTTO: A energia solar não é competitiva e é muito cara, pois todo o material precisa ser importado. Com experimentos e tecnologia é possível fazer os preços caírem e construir grandes parques, pois o Brasil tem potencial para isso.

* DC: O verão está chegando, e quais os riscos para o setor?

MESCOLOTTO: A Eletrosul supre a energia mesmo com a estiagem, mas os distribuidores sofrem pelo alto consumo, pois a carga de determinadas cidades fica muito elevada. Em Florianópolis faltava capacidade de distribuição nos finais de ano. E quando falta chuva é necessário acionar as usinas térmicas, e isso é muito caro.

Pablo Gomes, Lages

Bookmark and Share

O que a água esconde, a seca revela

05 de abril de 2012 4

Destroços da ponte antiga estão visíveis no Rio Pelotas. Fotos: Vani Boza (ruínas da ponte) e Alvarélio Kurossu, maio de 2008

Destroços da ponte antiga estão visíveis no Rio Pelotas. Fotos: Vani Boza (ruínas da ponte) e Alvarélio Kurossu, maio de 2008

Nas últimas semanas uma cena tem chamado a atenção de quem cruza a divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul pela rodovia BR-116, entre os municípios de Capão Alto e Vacaria (RS).

Na travessia da ponte que liga os dois estados, a visão do imponente Rio Pelotas praticamente seco lá embaixo assusta.

A longa ausência de chuva tem castigado a paisagem do local, mas é nas ruínas de duas obras humanas que está o retrato mais fiel da situação.

Continua…

Bookmark and Share

Ponte destruída pela força da chuva

05 de abril de 2012 2

Passarela da BR-116 sobre o Rio Pelotas foi destruída pela enchente no inverno de 1964. Fotos: Banco de Imagens DC

Passarela da BR-116 sobre o Rio Pelotas foi destruída pela enchente no inverno de 1964. Fotos: Banco de Imagens DC

Era começo do inverno de 1964 e chovia há vários dias sem parar nas Serras Catarinense e Gaúcha.

A única ligação entre os dois estados, se não pelo Pelotas, era por uma ponte inaugurada apenas quatro anos antes junto com a BR-116, uma das principais rodovias do Brasil e que liga Jaguarão (RS), na divisa com o Uruguai, a Fortaleza (CE), num total de 4,6 mil quilômetros.

Mas naquele começo do gelado e chuvoso inverno de 1964, o Rio Pelotas se agigantou ainda mais e destruiu a passarela.

Algumas semanas depois o Exército instalou uma ponte de ferro para liberar o tráfego até a inauguração da nova ponte de concreto de 250 metros, no fim de 1966.

Alguns anos mais tarde foi construída outra ponte de concreto sobre o Rio Socorro, afluente do Pelotas, para possibilitar aos moradores da localidade de Passo do Socorro, em Vacaria, saírem de suas casas sem a necessidade de usar a canoa para chegar à ponte do Pelotas.

Continua…

Bookmark and Share

Ruínas sumiram no reservatório da hidrelétrica

05 de abril de 2012 0

Pontes de ferro e de concreto que foram colocadas sobre o rio após a enchente. Fotos: Banco de Imagens DC

Pontes de ferro e de concreto que foram colocadas sobre o rio após a enchente. Fotos: Banco de Imagens DC

As ruínas da ponte destruída pela enchente no Pelotas e a pequena ponte de concreto do Socorro foram realidade até 2004, quando a Usina Hidrelétrica Barra Grande, construída a 100 quilômetros dali, começou a alagar a região para servir de reservatório do empreendimento.

E desde então, as duas estruturas desapareceram na imensidão da água e entraram definitivamente para a história.

_ É muito estranho saber que lá no fundo do rio estão duas pontes que eu usei durante toda a minha vida justamente para passar por cima do rio _, diz o aposentado Celeste Vicentin, 61 anos.

Mas desde setembro do ano passado algo começou a mudar. A chuva ficou escassa e, com a estiagem, há cerca de 60 dias o passado voltou à tona.

Continua…

Bookmark and Share

Estiagem traz o passado de volta

05 de abril de 2012 0

As fotos acima foram enviadas pelo leitor Adriano Oliveira e foram feitas na época em que o seu pai, Vitor Hugo de Oliveira (ao lado do caminhão), já falecido, viajava pela região. Fotos: Acervo Adriano Oliveira, Divulgação

As fotos acima foram enviadas pelo leitor Adriano Oliveira, de Rio Negro (PR), e foram feitas na época em que o seu pai, Vitor Hugo de Oliveira (ao lado do caminhão), já falecido, viajava pela região. Fotos: Acervo Adriano Oliveira, Divulgação

O nível da água baixou mais de 20 metros, e todas as árvores e estradas que haviam sido afogadas pelo reservatório da usina voltaram a dar as caras.

Inclusive as duas pontes sobre as quais Elenir Fátima Bastos, de 53 anos, tanto pescou.

_ Minha principal fonte de renda veio de cima dessas pontes. Dá muita saudade daquele tempo.

A drástica redução do reservatório formado nos rios Pelotas e Socorro não chega a comprometer a geração da usina hidrelétrica, mas assusta pelo tamanho da estiagem e por deixar expostos os restos de duas pontes que foram tão importantes para o Brasil e estavam tão debaixo d’água.

_ Cresci aqui e nunca vi o rio tão baixo assim. É assustador e dá até uma sensação de morte _, lamenta a dona de casa Maria Zen Vicentin, de 58 anos.

Pablo Gomes, Vacaria (RS)

Bookmark and Share

Jovem é morto a pedradas

10 de janeiro de 2011 0

O corpo de um jovem foi encontrado por um motorista de caminhão por volta das 8h da manhã de hoje, as margens da BR 116 em Capão Alto. O corpo estava de bruços e tinha pedras na cabeça.

O jovem aparenta ter aproximadamente 27 anos e, segundo a polícia, foi morto com duas pedradas na cabeça por volta das 6h da manhã.

Há indícios de que o jovem tenha sido levado até o local para ser assassinado.

Um inquérito policial foi instaurado na delegacia de Capão Alto para apurar o motivo e o autor do homicídio. O corpo ainda não foi identificado.

Vani Boza, Lages.

Bookmark and Share

Homem que assassinou a própria mãe é encontrado morto na cadeia

14 de junho de 2010 1

O agricultor Edson José Córdova, 48 anos, que confessou ter matado a pauladas a mãe, Maria de Lourdes Rosa Soares, 66 anos, e colocado o corpo em um caixote em Capão Alto, foi encontrado morto sábado na Cadeia Pública de Anita Garibaldi.

Edson estava enforcado com um lençol da cadeia. A polícia descarta a possibilidade de homicídio. Segundo o delegado Luís Otávio Pohlmann, o caso será investigado e em 30 dias será divulgado um laudo oficial com as causas da morte de Córdova.

_ A Polícia Civil instaurará inquérito policial para apurar as circunstâncias deste fato. A princípio trabalharemos com a hipótese de suicídio.

Edson estava preso desde quinta-feira e não tinha contato com os demais detentos.

O delegado afirma ainda que Edson demonstrava tranquilidade e não dava a entender que cometeria o suicídio.

Bookmark and Share

Homem confessa que matou a mãe, mas garante que não cortou os pés

10 de junho de 2010 1

Na delegacia, Edson chorou bastante e demonstrou arrependimento por ter matado a mãe depois de uma nova briga. Foto: Alvarélio Kurossu

A suspeita foi confirmada e o agricultor Edson José Córdova, de 48 anos, confessou o assassinato da própria mãe, a aposentada Maria de Lourdes Rosa Soares, 66.

Edson foi encontrado pela polícia 24 horas após a localização do corpo da vítima, no galpão ao lado da casa onde morava, no interior do município de Capão Alto, na Serra Catarinense.

O cadáver foi encontrado na manhã de quarta-feira pelo caseiro que cuidava da residência sempre que Maria e Edson, que moravam juntos, estavam fora.

O corpo, sem os dois pés, estava escondido em uma grande caixa de madeira usada para guardar mantimentos e ferramentas.

Edson passou a ser o principal suspeito por ter sido visto sozinho na casa nos últimos dias, inclusive na sexta-feira passada, quando pediu dinheiro emprestado a um vizinho e saiu com o carro dele e da mãe, não sendo mais visto desde então.

No fim da manhã desta quinta, após denúncia anônima, a Polícia Militar localizou Edson em uma casa de prostituição em Lages.

Ele foi conduzido à Central de Polícia Civil, onde foi interrogado por mais de cinco horas pelo delegado Raphael Quagliato Bellinati.

Edson disse que ele e a mãe discutiam com frequência porque ela era muito brava com ele, mas garante que nunca tinha revidado.

Até que, por volta das 14h do dia 28 de maio, durante uma nova e intensa briga, Edson se irritou e atacou a mãe com cinco pauladas na cabeça.

E assim que percebeu a gravidade da agressão e constatou a morte de Maria, escondeu o corpo na caixa.

Edson garante, porém, que não cortou os pés da mãe, e que os membros certamente foram comidos pelos vários animais que vivem na propriedade, como cães, gatos e porcos, que estavam há alguns dias com fome.

Só o laudo do Instituto Médico Legal (IML) vai confirmar a informação, mas o delegado Raphael adianta que a versão de Edson deve ser verdadeira.

Ele disse ao delegado que não falou do crime para ninguém, que agiu sozinho, pensou em se entregar à polícia e até cogitou se matar, mas decidiu pagar pelo crime em vida.

No interrogatório, chorou bastante e demonstrou arrependimento, mas não aparentou nenhum distúrbio psicológico.

O delegado pediu à Justiça a prisão preventiva do suspeito, especialmente para garantir a sua segurança e a ordem pública, evitando assim que ele fosse linchado na rua.

O mandado de prisão foi expedido e, no início da noite, Edson foi transferido para a Cadeia Pública de Anita Garibaldi, para onde são levadas as pessoas que cometem crimes em Capão Alto.

Pablo Gomes, Capão Alto

Crack, nem pensar

Bookmark and Share