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Posts na categoria "Otacílio Costa"

Klabin Papéis troca de direção em Santa Catarina

26 de fevereiro de 2014 0
Sadi Carlos de Oliveira troca Correia Pinto e Otacílio Costa por Ortigueira, no Paraná. Foto: Guto Kuerten, setembro 2006

Sadi Carlos de Oliveira troca Correia Pinto e Otacílio Costa por Ortigueira, no Paraná. Foto: Guto Kuerten, setembro 2006

A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, está com nova direção em Santa Catarina.

Sadi Carlos de Oliveira deixou a chefia das Unidades Otacílio Costa e Correia Pinto para assumir o desafio de liderar a nova fábrica de celulose da companhia, que será instalada na cidade de Ortigueira, no Paraná.

Arthur Canhisares, atual diretor industrial da Unidade Monte Alegre (PR) assume, também, a partir deste mês, a direção das fábricas de Otacílio Costa e Correia Pinto.

Com a mudança, Josué da Silva Vargas passa a ocupar o cargo de gerente geral das unidades de papéis de Santa Catarina, apoiando diretamente Arthur Canhisares em sua nova função.

* Com informações da assessoria de imprensa da Klabin.

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Juiz Cordioli é condenado e será transferido

21 de novembro de 2013 0
Fernando Cordioli Garcia será removido de Otacílio Costa, na Serra, para Sombrio, no Sul. Foto: Vani Boza, Agência RBS, março de 2013

Fernando Cordioli Garcia será removido de Otacílio Costa, na Serra, para Sombrio, no Sul. Foto: Vani Boza, Agência RBS, março de 2013

O jovem juiz Fernando Cordioli Garcia, afastado em dezembro do ano passado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) por supostas irregularidades que teriam sido praticadas por ele enquanto magistrado na Comarca de Otacílio Costa, na Serra, foi condenado à remoção e cumprirá a sua pena em Sombrio, no Sul do Estado.

A decisão foi tomada pelos desembargadores do TJSC na sessão da última quarta-feira. Cordioli será transferido nas próximas semanas e deverá permanecer em Sombrio por pelo menos um ano, período em que não poderá ser promovido por merecimento. Já a vaga antes ocupada por ele, em Otacílio Costa, será aberta para promoção de outros juízes.

Fernando Cordioli Garcia foi afastado pelo Tribunal de Justiça no dia 5 de dezembro do ano passado sob a acusação de ter cometido 18 atos considerados ofensivos aos deveres funcionais de um magistrado, a grande maioria relacionada à ética e ao comportamento.

Ele sempre se defendeu e disse sofrer perseguições devido ao seu trabalho de combate à corrupção, alegação negada pelo Tribunal.

Em junho, por determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Cordioli foi submetido a uma perícia pela Junta Médica oficial do TJSC a fim de não restar dúvidas quanto à sua sanidade mental.

O laudo concluiu que o juiz não sofre qualquer tipo de distúrbio psiquiátrico, tem boa capacidade de raciocínio e discernimento e é ampla e irrestritamente responsável por seus atos e consequências.

Continua…

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Juiz poderia ter sido até demitido

21 de novembro de 2013 0

O julgamento de Cordioli no TJSC, em Florianópolis, começou no dia 18 de setembro e só terminou na última quarta-feira.

Conforme a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), o juiz poderia ter sido condenado, em ordem de rigor, à advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e demissão.

Cordioli não esconde a decepção pelo fato de a sua sanidade mental ter sido colocada em dúvida, mas está satisfeito com a pena de remoção compulsória e garante que corrigirá os seus erros para voltar a atuar na magistratura depois de um ano afastado, sem perder, porém, as características pelas quais ficou conhecido.

_ Tentarei corrigir aquilo que os desembargadores têm razão, mas vou cumprir o meu juramento de lutar pela justiça.

Pablo Gomes, Lages

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Caso do juiz afastado pelo TJSC tem julgamento marcado

16 de agosto de 2013 0
Fernando Cordioli Garcia é acusado de 18 atos considerados ofensivos aos deveres funcionais de um magistrado, mas alega estar sendo perseguido devido ao seu trabalho no combate à corrupção. Foto: Vani Boza, março de 2013

Fernando Cordioli Garcia é acusado de 18 atos considerados ofensivos aos deveres funcionais de um magistrado, mas alega estar sendo perseguido devido ao seu trabalho no combate à corrupção. Foto: Vani Boza, março de 2013

O polêmico caso do jovem juiz afastado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) por supostas irregularidades que teriam sido praticadas por ele enquanto magistrado na Comarca de Otacílio Costa, na Serra, pode estar perto do fim depois de nove meses.

O desembargador Ronei Danielli, relator do processo em que Fernando Cordioli Garcia é acusado de ter cometido 18 atos considerados ofensivos aos deveres funcionais de um magistrado, a grande maioria relacionada à ética e ao comportamento, solicitou ao presidente do TJ, Cláudio Barreto Dutra, a inclusão do caso na pauta de julgamento do Tribunal Pleno da no próximo dia 4 de setembro.

A assessoria de imprensa do TJ não havia recebido a pauta até a tarde desta sexta-feira. As sessões na instituição ocorrem a cada duas quartas-feiras.

Assim, se o julgamento não ocorrer no dia 4, a próxima oportunidade será no dia 18. O que é certo, porém, é que as investigações estão concluídas e o caso está pronto para ser julgado.

O TJ não se manifestou a respeito, mas segundo o juiz Cordioli, em caso de absolvição o seu retorno ao trabalho estará garantido, ainda que ele já venha pleiteando sua reintegração desde dezembro do ano passado, quando foi afastado.

Caso Cardioli seja considerado culpado, as penas, segundo o artigo 42 da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), podem ser, em ordem de rigor: advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e demissão.

Continua…

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Laudo de sanidade mental pode ter relevância

16 de agosto de 2013 0

No dia 21 de junho, a Junta Médica do TJSC emitiu um laudo pericial atestando que Fernando Cordioli não apresenta qualquer sintoma psiquiátrico, e o documento que prova a sanidade mental do juiz pode ter relevância no julgamento.

Desde o seu afastamento, Fernando Cordioli sempre disse que era vítima de perseguição devido ao seu trabalho de combate à corrupção.
A alegação foi negada pelo TJ. Procurado pela reportagem do Diário Catarinense na tarde desta sexta-feira, o juiz disse que não poderia se manifestar a respeito do julgamento. A advogada dele, Ana Cândida dos Santos Echevenguá, não foi localizada por telefone.

Nas alegações finais para a sua defesa, às quais Cordioli renunciou ao sigilo e o DC teve acesso, a advogada tece uma série de elogios ao seu cliente enquanto magistrado e cidadão comum, e alega que ele foi “injustamente afastado preventivamente sem portaria acusatória, sem acórdão e sem o sorteio de um relator para o PAD (Processo Administrativo Disciplinar) na solenidade que o afastou, em 5 de dezembro de 2012”.

Ana Echevenguá conclui afirmando que foram reunidos contra Cordioli “vários procedimentos preliminares, de épocas distintas, sem qualquer conexão probatória entre eles, para causar maior impressão negativa”.

Pablo Gomes, Otacílio Costa

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Juiz afastado pelo TJSC prova sanidade mental

06 de agosto de 2013 1

Fernando Cordioli Garcia foi avaliado pela Junta Médica oficial do próprio Tribunal de Justiça. Foto: Vani Boza, março de 2013

O jovem juiz Fernando Cordioli Garcia, afastado em dezembro do ano passado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) por supostas irregularidades que teriam sido praticadas por ele enquanto magistrado na Comarca de Otacílio Costa, na Serra, conseguiu provar a sua sanidade mental e agora espera poder voltar às atividades que exerce há mais de seis anos.

Cordioli recorreu ainda em dezembro ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, que determinou ao TJSC a realização de uma perícia pela Junta Médica oficial do Judiciário catarinense a fim de não restar dúvidas quanto à sanidade mental do juiz.

O laudo foi emitido no dia 21 de junho, mas somente agora foi divulgado pelo juiz, que preferiu aguardar as novas etapas do caso para confirmar publicamente a sua favorável condição psicológica.

No documento, os médicos José Carlos Nascimento, Karina Cocco Monteiro Freitas e Leisa Maria Leal atestam: “não detectamos no periciado Fernando Cordioli Garcia qualquer diagnóstico psiquiátrico primário ou secundário, bem como a presença de alterações comportamentais, mentais ou emocionais que o impeçam de ser considerado ampla e irrestritamente responsável pelos seus atos e suas consequências”.

O laudo atesta ainda que, durante o exame, o juiz Cordioli estava “lúcido, orientado no tempo e no espaço e cooperativo com os questionamentos da Junta Médica”, e se apresentou com “boa fluência verbal e cultura geral, boa capacidade de raciocínio e discernimento”.

_ Na presente avaliação, não apresentou sinais e sintomas compatíveis com qualquer doença psiquiátrica. Concluímos que o periciado não apresenta insanidade mental _, concluíram os médicos peritos do Tribunal de Justiça.

Continua…

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Polêmico caso pode estar perto do fim

06 de agosto de 2013 0

Fernando Cordioli entende que o laudo pode beneficiá-lo, mas não define a sua situação. Em junho, ele apresentou um novo recurso ao CNJ por excesso de prazo, uma vez que o seu afastamento havia completado 180 dias e, segundo ele, por lei, um juiz, na condição de réu, não pode ficar afastado de suas funções por mais de 120 dias.

Cordioli pretendia voltar ao cargo enquanto aguarda o julgamento das acusações que pesam contra ele, mas o pedido foi negado pelo CNJ, que pretende concluir o caso a partir desta quinta-feira, tão logo o processo, que está em fase de alegações finais no TJSC, chegue às mãos do corregedor nacional de Justiça, Francisco Falcão. As sessões para julgamentos no TJSC e no CNJ ocorrem a cada duas semanas.

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina alega que Fernando Cordioli Garcia cometeu 18 atos considerados ofensivos aos deveres funcionais de um magistrado, a grande maioria relacionada à ética e ao comportamento.

O acusado, por sua vez, se defende e diz estar sendo perseguido devido ao seu trabalho de combate à corrupção, alegação negada pelo TJ.

Pablo Gomes, Otacílio Costa

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Trânsito fez quatro vítimas na Serra Catarinense no final de semana

24 de junho de 2013 0

Quatro pessoas morreram em acidentes de trânsito na Serra Catarinense nesse final de semana.

O primeiro acidente foi em Otacílio Costa, no domingo, e provocou a morte de dois homens. Foi por volta das 15h, na SC 114. Um ônibus com placas de Caçador, conduzido por Angelo Maximo Veloso, de 32 anos, bateu num veículo com placas de Otacílio Costa, conduzido por Dilmar Pereira de Jesus, de 38 anos.

Dilmar e o passageiro que viajava ao seu lado, Julio Valdecir Alves Siqueira, de 46 anos, morrem na hora. Outro ocupante do veículo foi encaminhado para o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres com ferimentos leves. O motorista no ônibus e os passageiros não sofreram nenhum ferimento.

Outro acidente aconteceu no sábado, 22, às 19h30, na BR 282, em São José do Cerrito. Clóvis Valdir da Silva, de 56 anos, e a esposa Catarina de Fátima Xavier Canani, de 58, estavam num carro com placas de Lages que colidiu frontalmente com uma van, placas de Blumenau.

O casal morreu no local, enquanto o motorista da van sofreu apenas ferimentos leves.

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Juiz afastado muda estratégia para voltar ao cargo

07 de junho de 2013 1

Fernando Cordioli Garcia atuava até dezembro na comarca de Otacílio Costa. Foto: Vani Boza, março de 2013

O jovem juiz Fernando Cordioli Garcia, afastado em dezembro do ano passado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) por supostas irregularidades que teriam sido praticadas por ele enquanto magistrado na Comarca de Otacílio Costa, na Serra, desistirá do recurso que impetrou no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, para voltar ao cargo.

O relator do processo, conselheiro José Lucio Munhoz, divulgou no fim de maio que já se encontra em condições de julgá-lo e inclusive solicitou pauta para votação em plenário. A próxima sessão ocorrerá na terça-feira, mas o caso não entrou na ordem do dia.

Antes que isso ocorra, Fernando Cordioli anunciará ao CNJ a desistência do processo que ele mesmo gerou. O procedimento resultará na anulação do julgamento. Cordioli entende que, mesmo não sendo acusado de corrupção ou algo mais grave, provavelmente seria derrotado.

Assim, mudou de estratégia. Na semana passada, ele apresentou um novo recurso ao CNJ por excesso de prazo, uma vez que o seu afastamento completou 180 dias e, segundo ele, por lei, um juiz, na condição de réu, não pode ficar afastado de suas funções por mais de 120 dias.

A intenção de Cordioli em desistir do primeiro recurso é livrar-se do julgamento que considera “político” para ganhar tempo a fim de juntar novos argumentos na tentativa de provar que pode e deve voltar ao cargo.

O TJ catarinense justifica que Cordioli cometeu 18 atos considerados ofensivos aos deveres funcionais de um magistrado, a grande maioria relacionada à ética e ao comportamento. O acusado, por sua vez, se defende e diz estar sendo perseguido devido ao seu trabalho de combate à corrupção, alegação negada pelo Tribunal.

— Quando entrei com o primeiro recurso no CNJ, eu queria agilidade no processo para que o julgamento ocorresse em janeiro ou fevereiro, e não só agora. A humilhação indevida e os custos com advogados eu já sofri.

Desde que foi afastado, Cordioli não tentou voltar ao cargo por meios judiciais, apenas administrativamente. Agora, o momento chegou. Ele se prepara para ingressar com uma ação no próprio TJSC, com possibilidade de recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e, em tese, também ao Supremo Tribunal Federal (STF).

E se forem encerrados sem sucesso os recursos judiciais no Brasil, Cordioli garante que recorrerá à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), em San Jose, na Costa Rica, de onde o caso, se admitido, poderá ir para a Corte da Organização, em Washington, nos Estados Unidos.

— Agora quero que as minhas testemunhas sejam ouvidas com calma. Vamos nos concentrar em questões que não poderão ser usadas politicamente contra mim.

Pablo Gomes, Otacílio Costa

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Acidente na Serra mata jovem de 21 anos

10 de outubro de 2012 3

Fotos: VANI BOZA


Um acidente na tarde dessa quarta-feira matou um jovem em Otacílio Costa. O caminhão conduzido por Eduardo Rodrigo Fritz, de 21 anos, com placas de Rio do Sul, bateu de frente com outro caminhão. Eduardo morreu na hora, outras duas pessoas foram encaminhadas para o hospital.

O acidente aconteceu por volta das 3h20 da tarde, no km 50 da SC 425. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, há 531 dias não acontecia nenhum acidente com morte nesse trecho.

A PRF afirmou que o que teria ocasionado o acidente seria a invasão de pista pelo caminhão conduzido por Eduardo, que, estaria em alta velocidade. Mas a perícia ainda deverá confirmar as causas.

Alvanir Pereira Lemos, de 51 anos, que conduzia o outro caminhão, com placas de Otacílio Costa, sofreu apenas ferimentos leves e foi encaminhado para o Hospital Santa Clara, de Otacílio Costa. Já o caroneiro do outro caminhão, que não teve o nome divulgado, ficou gravemente ferido e foi levado para o Hospital Nossa Senhora dos prazerem, em Lages.

VANI BOZA, Otacílio Costa

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