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Posts na categoria "São Joaquim"

Começa a colheita do pinhão em Santa Catarina

01 de abril de 2014 0
Semente da araucária terá aumento de produção. Foto: RBS TV Centro-Oeste, Reprodução

Semente da araucária terá aumento de produção. Foto: RBS TV Centro-Oeste, Reprodução

Começou nesta terça-feira e vai até o início do inverno um dos períodos mais aguardados do ano para muitas famílias catarinenses.

A colheita e a venda do pinhão já estão liberadas, e a expectativa fica por conta da produção, em queda nas últimas três safras. A atual, porém, deve marcar o retorno da normalidade e o aumento da quantidade de frutos nas araucárias.

Dados da Secretaria da Agricultura de Lages, na Serra, apontam que a média histórica por safra na região, maior produtora do Estado, é de 250 mil sacos de 50 quilos, o equivalente a 12,5 mil toneladas, ou 12,5 milhões de quilos.

Acontece que nos últimos três anos os números despencaram. Das 12,5 mil toneladas colhidas em 2011, a quantidade caiu para 10 mil em 2012 e 7,5 mil em 2013, numa redução de 40% em apenas três safras.

Já para 2014 a previsão é de que a produção volte a subir e fique em 8,75 mil toneladas, mas ainda 30% abaixo do normal. A expectativa é de que o produtor receba cerca de R$ 3 por quilo no começo da safra e R$ 5 no fim. No mercado, o preço pode até dobrar para o consumidor.

Continua…

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Acusada de matar o marido é condenada e presa

25 de março de 2014 0
Araci da Rosa Quirino está no presídio de Lages. Foto: Polícia Civil de São Joaquim, Divulgação

Araci da Rosa Quirino está no presídio de Lages. Foto: Polícia Civil de São Joaquim, Divulgação

A Polícia Civil de São Joaquim prendeu na tarde de segunda-feira Araci da Rosa Quirino em cumprimento ao mandado de prisão por sentença definitiva pela prática do crime de homicídio qualificado contra o marido dela, em 2004.

Araci foi condenada a mais de 24 anos de prisão e na época o crime chocou a população de São Joaquim. Araci ficará à disposição da Justiça no Presídio Regional de Lages.

* Com informações da Polícia Civil de São Joaquim.

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Polícia dá flores às mulheres

12 de março de 2014 0
Policiais abordaram as mulheres para... entregar flores. Foto: Polícia Militar, Divulgação

Policiais abordaram as mulheres para… entregar flores. Foto: Polícia Militar, Divulgação

No último sábado, dia 8, o Pelotão de Polícia Militar de São Joaquim, na Serra catarinense, realizou a entrega de 52 rosas a mulheres que circulavam no centro da cidade em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

A entrega foi feita em dois pontos diferentes, e todas as mulheres que passaram em seus veículos ou a pé receberam a singela homenagem.

O comando do Pelotão de São Joaquim teve como objetivo reconhecer o valor das mulheres na sociedade e, além disso, estar cada vez mais próxima da população.

* Com informações da Polícia Militar.

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Médicos venezuelanos teriam sofrido acidente

20 de fevereiro de 2014 0
Leonardo José Bathke, médico no hospital de São Joaquim: "ela sentia cheiro de gás no apartamento". Foto: Pablo Gomes

Leonardo José Bathke, médico no hospital de São Joaquim: “ela sentia cheiro de gás no apartamento”. Foto: Pablo Gomes

A possível intoxicação por gás que atingiu um casal de médicos venezuelanos dentro de um apartamento em São Joaquim, na Serra Catarinense, entre a noite de terça e a manhã de quarta-feira, deve ter sido causada por acidente.

O delegado Diego Azevedo, responsável pelo caso por parte da Polícia Civil, não descarta, uma vez que a investigação está só no início e muitas dúvidas precisam ser esclarecidas, mas considera bem remota a hipótese de um crime.

Para o delegado, neste momento é fantasioso sentenciar que Alejandro Tortolero, de 31 anos, e Olga Sanchez, 28, que chegaram a São Joaquim em novembro do ano passado pelo programa Mais Médicos, do governo brasileiro, tenham sido vítimas de tentativa de homicídio.

Uma nova vistoria será feita nesta sexta no apartamento em que o casal vive, no Centro da cidade, em busca de novos vestígios de vazamento de gás. A Polícia Civil aguarda os laudos do Instituto Geral de Perícias (IGP), que vasculhou o apartamento em busca de pistas e coletou sangue das vítimas, para afirmar com mais precisão o que pode ter acontecido.

O delegado Diego espera concluir a investigação em até 30 dias. E ainda que a possibilidade seja bem pequena, caso sejam constatados indícios de crime a Polícia Federal deverá ser acionada, uma vez que Alejandro e Olga são estrangeiros a serviço do governo brasileiro.

A hipótese de intoxicação acidental por gás de cozinha foi reforçada pela própria Olga ao médico Leonardo José Bathke, que a atende no Hospital de Caridade Sagrado Coração de Jesus, em São Joaquim, onde ela está sozinha em um quarto particular com visitas proibidas.

Olga contou ao colega que nos últimos dias vinha sentindo um forte cheiro no apartamento, cuja água é aquecida por gás. Nesta sexta-feira ela deve prestar depoimento à Polícia Civil.

Continua…

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Governo da Venezuela já foi informado do caso

20 de fevereiro de 2014 0
Alejandro está em coma na UTI e Olga se recupera bem. Foto: São Joaquim Online, Divulgação

Alejandro está em coma na UTI e Olga se recupera bem. Foto: São Joaquim Online, Divulgação

Enquanto Olga ainda apresenta alguns sinais de intoxicação como dor de cabeça e taquicardia e se recupera no hospital de São Joaquim, Alejandro precisou ser transferido do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages, para o Hospital Regional de São José, na Grande Florianópolis. Ele está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma, e o seu caso é grave.

A supervisora do programa Mais Médicos em São Joaquim, Zelir Fermino Fidelis, conta que Olga pediu que os familiares dela e do marido que estão na Venezuela não sejam avisados do acidente.

Por enquanto o pedido está sendo atendido, mas Zelir adianta que provavelmente os familiares serão avisados. O Consulado da Venezuela em São Paulo e a Embaixada em Brasília já foram comunicados do fato e acompanham o caso.

A supervisora do Mais Médicos garante, porém, que neste momento não há nenhuma providência a ser tomada em virtude do estado de saúde de Alejandro. Uma eventual transferência para a Venezuela está descartada. Enquanto isso, Olga responderá pelo marido.

Pablo Gomes, São Joaquim

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Polícia suspeita que médicos venezuelanos sofreram intoxicação por gás

19 de fevereiro de 2014 0
Corpo de Bombeiros e Polícia Civil vistoriaram o apartamento na tarde desta quarta-feira em busca de vestígios. Foto: Wagner Urbano, On Jack, Divulgação

Corpo de Bombeiros e Polícia Civil vistoriaram o apartamento na tarde desta quarta-feira em busca de vestígios. Foto: Wagner Urbano, On Jack, Divulgação

A Polícia Civil de São Joaquim, na Serra Catarinense, vai instaurar um inquérito para apurar o que levou dois médicos venezuelanos que trabalham na cidade a passar mal e desmaiar no apartamento em que moram, no Centro da cidade. Na manhã desta quarta-feira, ambos precisaram ser levados às pressas para hospitais da região, onde continuam internados.

O delegado Diego Azevedo, responsável pelo caso, adianta que a primeira linha de investigação sugere uma intoxicação por gás, mas só ao fim dos trabalhos, com os resultados dos laudos médicos e da perícia, é que será possível saber o que realmente aconteceu.

No início da tarde, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil estiveram no apartamento. Num primeiro momento, não foi constatado cheiro de gás, mas os profissionais do Instituto Geral de Perícias (IGP) vasculharam o imóvel em busca de indícios que possam levar a alguma pista.

Alejandro Tortolero, de 31 anos, e Olga Sanchez, 28, são casados e chegaram a São Joaquim em novembro do ano passado por meio do programa Mais Médicos, do governo brasileiro. Ele passou a atuar no posto de saúde do Bairro Madre Paulina e, ela, na localidade de Pradinho.

Na manhã desta quarta-feira, nenhum dos dois apareceu para trabalhar. Colegas de Olga telefonaram para ela, estranharam o tom de voz e resolveram ir até o apartamento. Ao chegarem, avistaram o casal caído na sala e acionaram os bombeiros e o Samu. A porta foi aberta com uma chave reserva do proprietário do prédio e o casal foi imediatamente socorrido.

Olga estava desorientada e em estado de choque e foi conduzida ao Hospital de Caridade Sagrado Coração de Jesus, em São Joaquim. Alejandro estava inconsciente e com a pulsação bastante baixa e foi para o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages, a 80 quilômetros.

Mycchel Legnaghi, amigo do casal, foi um dos primeiros a chegar e falou com Olga ainda no apartamento. Em uma breve conversa, ela contou que na noite de terça-feira foi com o marido à academia e, em seguida, a um restaurante, onde ambos comeram bife acebolado. Então foram para casa, tomaram banho e, depois disso, ela disse não lembrar de mais nada, apenas de ter sentido uma forte dor de cabeça.

Até as 18h, Olga continuava internada no hospital de São Joaquim. A direção alegou que não vai se manifestar sobre o caso e nem permitir contato de estranhos com a paciente enquanto a Polícia Civil não concluir as investigações, mas garantiu que Olga foi bem atendida e não corre perigo. Já Alejandro continuava inconsciente, sedado e internado no hospital de Lages. Os médicos que o atendem aguardavam o resultado de exames para definir o diagnóstico.

O chefe de gabinete da prefeitura de São Joaquim, Carlos Marconi, garante que a administração municipal está dando todo o suporte necessário ao casal venezuelano e que um tutor do programa Mais Médicos irá à cidade para tomar as providências necessárias.

Continua…

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Casal ficou três meses com os salários atrasados

19 de fevereiro de 2014 0
Alejandro Tortolero e Olga Sanchez continuam internados em hospitais da região. Foto: São Joaquim Online, Divulgação

Alejandro Tortolero e Olga Sanchez continuam internados em hospitais da região. Foto: São Joaquim Online, Divulgação

Há pouco mais de uma semana, o casal Alejandro e Olga esteve no centro das discussões em São Joaquim depois que se tornou público que os dois estavam com os salários atrasados há três meses.

No último dia 11, a reportagem do Diário Catarinense entrou em contato com Alejandro por telefone, que garantiu que ele e a mulher não paralisaram os atendimentos em nenhum momento em respeito à população e ao juramento que fizeram.

Na ocasião, Alejandro explicou que o contrato entre eles e o governo brasileiro é de três anos e prevê um salário mensal de R$ 10 mil para cada um. Mas no caso dele, os vencimentos de novembro, dezembro e janeiro só foram pagos no dia 11 de fevereiro. Olga, que estava com dezembro e janeiro atrasados, também recebeu só no mesmo dia.

Alejandro disse que os atrasos ocorreram devido a problemas relacionados às contas bancárias dele a da mulher, que foram abertas em Brasília e, depois, precisaram ser transferidas para São Joaquim.

Com o pagamento feito no dia 11 e a pendenga burocrática teoricamente solucionada pelo governo brasileiro, o casal acreditava que o problema não vai se repetir. E se por ventura ocorrer de novo, Alejandro e Olga, que se tornaram médicos há apenas quatro anos, reforçaram o compromisso com a população de São Joaquim e garantiram que iriam cumprir os seus contratos.

— O Mais Médicos é uma excelente e importante iniciativa para as pessoas mais carentes porque ficam mais perto dos médicos. Estamos sendo muito bem tratados no Brasil. O que aconteceu conosco foi um problema burocrático que poderia ter ocorrido, pois é um programa muito grande e novo —, disse Alejandro.

— Minha mulher e eu exercemos a medicina por vocação. Médico tem que cumprir o seu juramento e não pode esperar que o paciente tenha dinheiro para ser atendido. Na Venezuela nunca trabalhamos particular, só com o governo, pois acreditamos que a saúde gratuita e de qualidade é um direito do povo e um dever do Estado —, concluiu o médico venezuelano na entrevista concedida ao DC no último dia 11.

Pablo Gomes, São Joaquim

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Mistério com casal de médicos venezuelanos na Serra

19 de fevereiro de 2014 0
Alejandro Tortolero e Olga Sanchez são casados e chegaram a São Joaquim em novembro do ano passado pelo programa Mais Médicos. Foto: São Joaquim Online, Divulgação

Alejandro Tortolero e Olga Sanchez são casados e chegaram a São Joaquim em novembro do ano passado pelo programa Mais Médicos. Foto: São Joaquim Online, Divulgação

Dois médicos venezuelanos que trabalham em São Joaquim, na Serra Catarinense, passaram mal e precisaram ser internados às pressas na manhã desta quarta-feira.

Alejandro Tortolero, de 31 anos, e Olga Sanchez, 28, são casados e foram encontrados desmaiados no apartamento onde moram, no Centro da cidade.

Nesta tarde, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil farão uma vistoria no local para buscar indícios que possam identificar o que pode ter acontecido.

Alejandro e Olga chegaram a São Joaquim em novembro do ano passado por meio do programa Mais Médicos, do governo brasileiro. Ele passou a atuar no posto de saúde do Bairro Madre Paulina e, ela, na localidade de Pradinho.

Mas na manhã desta quarta-feira, algo muito estranho aconteceu. Por volta das 10h, como Alejandro e Olga demoraram a aparecer e sequer atendiam ao telefone, colegas de trabalho foram até o apartamento e, por uma janela, avistaram o casal na sala do apartamento.

O Corpo de Bombeiros e o Samu foram acionados e a porta precisou ser arrombada. Olga foi conduzida ao Hospital Sagrado Coração de Jesus, em São Joaquim, e Alejandro, inconsciente e com a pulsação bastante baixa, foi para o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages, a 80 quilômetros de distância.

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Noite de academia, bife, banho e dor de cabeça

19 de fevereiro de 2014 0

Mycchel Legnaghi, amigo do casal, foi um dos primeiros a chegar e falou com Olga ainda no apartamento.

Em uma breve conversa, ela contou que na noite de terça-feira foi com o marido à academia e, em seguida, a um restaurante, onde ambos comeram bife acebolado.

Depois, foram para casa, tomaram banho e, depois disso, ela disse não lembrar de mais nada, apenas de ter sido acometida por uma forte dor de cabeça.

Até as 14h, Olga continuava internada no hospital de São Joaquim. Ela está em estado de choque, desorientada e não consegue ficar em pé sozinha, mas está recebendo oxigênio e o seu quadro é estável.

Já Alejandro continuava inconsciente, sedado e internado no hospital de Lages, onde será submetido a exames diversos ao longo da tarde.

Pablo Gomes, São Joaquim

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Maçã registra prejuízos de R$ 100 milhões

17 de fevereiro de 2014 0
Pomares foram bastante prejudicados pela falta de chuva e pelo forte calor. Foto: Pablo Gomes

Pomares foram bastante prejudicados pela falta de chuva e pelo forte calor. Foto: Pablo Gomes

O forte calor que superou recordes históricos nas últimas semanas deixou marcas negativas nas plantações de Santa Catarina.

Maior produtor de maçã do Brasil, o Estado perderá cerca de 20% da atual safra, cuja colheita está apenas no início.

A associação que representa os 2,7 mil produtores catarinenses espera um prejuízo de nada menos que R$ 100 milhões, numa média de R$ 37 mil por produtor.

E por conta dessa realidade preocupante, as prefeituras de quatro cidades cujas economias dependem da maçã decretaram situação de emergência.

Bom Retiro, Rufino, Urubici e Urupema, na Serra, somam 25 mil moradores, e a maioria deles trabalha na cadeia produtiva da maçã, responsável por aproximadamente 80% da economia da região.

Os decretos de emergência ajudarão os produtores a negociar suas dívidas junto aos bancos, uma vez que não terão o lucro esperado na atual safra.

Os municípios de Bom Jardim da Serra, Painel e São Joaquim, que completam a maior região produtora do país, não chegaram a decretar emergência, mas também sentirão os efeitos negativos do problema.

Continua…

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