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Posts na categoria "São José do Cerrito"

Polícia encontra desmatamento de quase 200 araucárias

12 de março de 2013 0

FOTOS: Polícia Ambiental de Lages

A Polícia Militar Ambiental (PMA) de Lages encontrou nesta segunda-feira (11), na localidade de Campina Dorgelo, interior de São José do Cerrito, um desmatamento de 187 araucárias.

A polícia chegou até o local através de denúncia anônima e encontrou as toras das árvores jogadas em duas propriedades.

Em uma área de 0,10 hectares, foram encontradas 13 araucárias e em outra área vizinha de 2,6 hectares, foram localizadas 174 toras de pinheiro brasileiro ou como é mais conhecida, a araucária.

Os proprietários das duas áreas são irmãos e foram notificados através de um auto de infração ambiental. Eles responderão processo criminal e ambiental, devido ao corte ilegal de espécie nativa.

O valor da multa ainda não foi fixado, porque mais diligências deverão ser feitas nos locais, a fim de averiguar se há mais desmatamento nas áreas.

*Com informações da Assessoria de imprensa da Polícia Ambiental de Lages

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Nova ponte da BR-282 fica pronta em junho

25 de fevereiro de 2013 0

Obra é realizada entre os municípios de São José do Cerrito e Vargem. Foto: Vani Boza

A nova ponte construída na BR-282 por conta de um alagamento provocado por uma usina hidrelétrica deve ficar pronta em junho.

A obra é executada no quilômetro 291 da rodovia, no limite entre os municípios de São José do Cerrito, na Serra, e Vargem, no Meio-Oeste.

Os trabalhos começaram em outubro do ano passado e consistem em disponibilizar uma nova passarela para os veículos sobre o Rio Canoas, já que a atual, com 224 metros de comprimento e nove de largura, sem acostamentos, ficará muito vulnerável à água devido ao alagamento e, eventualmente, poderá até ficar submersa, principalmente em épocas chuvosas.

A estrutura, construída há aproximadamente 60 anos, passou por uma reforma completa há meia década, mas já apresenta danos visíveis e necessita passar por nova restauração.

Já a nova ponte terá 300 metros de comprimento e 13 de largura, com acostamentos, e ficará seis metros acima da atual e a pelo menos cinco do nível da água após o alagamento.

_ O sistema de fundações é um dos mais modernos do mundo. Escavamos o fundo do rio e, quando encontramos a rocha, perfuramos mais quatro metros. O sistema de travamento é muito forte. A ponte é de classe 45, com capacidade adequada à nova frota do país, e pode ficar lotada com carretas dos dois lados o tempo que for sem oferecer qualquer tipo de risco _, garante o engenheiro Mario Weber, responsável pela obra.

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Obras integram investimentos de hidrelétrica

25 de fevereiro de 2013 0

Além da ponte, estão sendo feitos dois novos pequenos trechos de pista nas proximidades. Os trabalhos são executados pela Triunfo Construtora, num total de 210 operários, e fiscalizados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que aprovou o projeto.

_ A área só poderá ser alagada quando estiver tudo pronto, pois o tráfego não pode ser interrompido _, diz o engenheiro Enio Spieker, do escritório regional do Dnit em Lages.

Tanto a nova ponte como os novos trechos de pista estão dentro de um pacote de R$ 780 milhões de investimentos por parte da Usina Hidrelétrica Garibaldi, em implantação no Rio Canoas, entre os municípios de Abdon Batista e Cerro Negro.

A área alagada englobará cinco municípios – Abdon Batista, Campo Belo do Sul, Cerro Negro, São José do Cerrito e Vargem -, num total de 17 quilômetros quadrados.

A barragem tem 40 metros de altura e 191,9 megawatts de potência, o suficiente para fornecer energia elétrica a uma cidade de 500 mil habitantes, como Joinville, por exemplo.

Neste momento, 2.020 operários trabalham na obra, prevista para ser concluída em agosto deste ano.

Pablo Gomes, São José do Cerrito

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Acidente deixa dois jovens mortos na Serra

14 de janeiro de 2013 0

FOTO: REPRODUÇÃO RBS TV

Um acidente em São José do Cerrito, na Serra Catarinense, deixou dois jovens mortos na noite de ontem. O carro onde os dois estavam se chocou de frente com um caminhão.

Os jovens Volnei da Silva Antunes dos Santos, de 25 anos, e Andrei Rodrigues de Moraes, de 22 anos, que eram de Correia Pinto, estavam numa camionete com placas de Florianópolis e iam sentido à Lages quando se chocaram de frente com um caminhão com placas de Braço do Norte que vinha no sentido contrário.

Os dois jovens morreram na hora. Dos ocupantes do caminhão, um homem, a esposa e uma filha de um ano, apenas a mulher sofreu ferimentos leves. O nome dos três não foi divulgado.

A Polícia Rodoviária Federal ainda não sabe quais as causas do acidente.
Volnei e Andrei estão sendo velados em Correia Pinto e serão sepultados na tarde dessa segunda-feira no Cemitério Municipal.

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Idoso é assassinado com tiro no peito

10 de fevereiro de 2012 1

A polícia de São José do Cerrito, na Serra Catarinense, investiga um assassinato que ocorreu na madrugada desta sexta-feira.

O crime ocorreu na localidade de Salto dos Marianos, interior do município. Segundo informações da polícia, ladrões invadiram a casa de Jovino Barbosa, de 81 anos, para praticar um assalto.

A vítima teria reagido e levou um tiro no peito. Jovino morava sozinho e morreu na hora. Até o início da noite, ninguém havia sido preso.

Pablo Gomes, São José do Cerrito

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100 famílias atingidas pela enxurrada em São José do Cerrito

21 de janeiro de 2011 0

Residências ficaram totalmente alagadas. Foto: Divulgação

A localidade de São José do Cerrito, na serra catarinense teve cerca de 100 famílias atingidas pela chuva na noite de ontem, 20. O Rio Antunes, que corta a cidade transbordou e invadiu as residências. A chuva, que durou cerca de 20 minutos deixou aproximadamente dez pontos de alagamento da cidade.

Hoje pela manhã, as máquinas da prefeitura começaram cedo os trabalhos de auxílio aos pontos atingidos, é hora de organizar, limpar e recuperar os prejuízos deixados pela tempestade.

O vigia Fernando Arantes ainda não contabilizou os estragos, mas garante que não foram poucos. As marcas da água na parede mostram que a casa ficou completamente alagada.

Na residência do agricultor Amilton Rodrigues Zanchetta a água entrou pela garagem e logo invadiu a casa toda.

Alguns órgãos públicos também foram atingidos pela forte enxurrada. O muro de uma escola caiu os computadores do centro de convivência também foram danificados.

A defesa civil está fazendo o levantamento dos estragados e ainda hoje deve decretar situação de emergência.

Vani Boza, Lages.

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Maior concentração de casas subterrâneas do Brasil está em São José do Cerrito

14 de janeiro de 2011 2

O trabalho de escavação é demorado e minucioso. Fotos: Vani boza

São José do Cerrito. O pequeno município, de aproximadamente dez mil habitantes, localizado na serra catarinense, guarda segredos incríveis sobre populações que povoaram o Brasil anos antes do descobrimento.

São sete integrantes no grupo de escavação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos São Leopoldo (Unisinos). Os responsáveis são os doutores em arqueologia Marcus Vinícius Beber e Jairo Henrique Rogge e fazem parte da equipe um doutorando em História, um acadêmico de Biologia e três acadêmicos de História.

Os trabalhos iniciam cedo, quando o dia começa a clarear. A localidade que está sendo explorada fica a 20 km do centro da cidade, na comunidade Rincão dos Albinos. O acesso ao local onde as escavações estão sendo feitas é distante e de difícil acesso. O grupo precisa fazer uma caminhada de 30 minutos para chegar e lá permanecem até anoitecer. Todos estão alojados em uma pousada que fica a alguns km das escavações.

O “Projeto arqueológico São José do Cerrito” é financiado pela Unisinos e também conta com verba do Conselho Nacional de Pesquisa. A importância do projeto para a arqueologia brasileira é grande. Afinal, jamais foi descoberto um sítio de casas subterrâneas tão rico. Nos dois sítios que estão sendo explorados nessa localidade, foram identificadas 104 casas pelos escavadores.

Jairo diz que uma área dessa proporção leva gerações de pesquisadores para ser totalmente explorada e catalogada e que esse trabalho é extremamente minucioso.

A expedição está na localidade desde o dia 3 de janeiro e deve permanecer até o dia 28, quando volta à universidade para, em laboratório, catalogar todos os objetos encontrados.

Marcus conta que todo esse trabalho surgiu de um estudo feito na década de 80 por Maria José Reis. Ela defendeu seu Mestrado, na Unisinos, falando da pesquisa que fez sobre esses sítios presentes em SC. A partir disso, a arqueologia brasileira começou a dar passos mais firmes em torno da pesquisa desses locais. Há três anos as pesquisas estão sendo feitas em São José do Cerrito.

Continua...

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Casas subterrâneas?

14 de janeiro de 2011 0

Jairo fazendo anotações sobre o local. Foto: Vani Boza

As casas subterrâneas eram burracos feitos pelos grupos indígenas no solo e, provavelmente cobertos com palha ou folhas de árvores. O solo nesses locais é impermeável, e por isso as casas ficavam protegidas da água da chuva, que escoava por fora, sem molhar o interior dos burracos.

O trabalho dos escavadores é cavar essas casas (burracos) em busca de material de pesquisa. Nesse local eles escolheram três casas para escavar. Uma grande, uma média e uma pequena.

Ainda há duvida sobre o porque das casas serem subterrâneas. Os arqueólogos se baseiam em várias possibilidades. Segundo eles, poderia ser uma estratégia de defesa, marcação de território, proteção contra os dias frios, comuns nessa região, uma forma de identificação de tribos ou até fazer parte de um ritual indígena.

Essas duvidas, os pesquisadores acreditam que podem ser esclarecidas com o estudo minucioso dos objetos encontrados na escavação.

Por enquanto foram encontrados apenas restos de carvão e pedras, utilizadas na montagem de fogueiras, que segundo Jairo e Marcus já valem mais que ouro para o grupo de pesquisadores.

Continua...

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Resultados parciais no final de 2011

14 de janeiro de 2011 0

Marcus com as amostras de carvão encontradas. Foto: Vani Boza

O objetivo principal de uma expedição como essa, conta Marcus, é produzir uma história da ocupação pré-colonial regional e, até mesmo nacional. A história indígena do Brasil.

Com a pesquisa e coleta desses materiais é possível descobrir informações detalhadas sobre a intensidade do povo que vivia ali, sua forma de viver e cultura.

Para os acadêmicos, essa oportunidade está sendo valiosíssima. Fabiane Rizzardo, 21, acadêmica de História diz estar se realizando na expedição, afinal é o maior sítio do Brasil, e isso não é para qualquer um.

Marcus acredita que após o término dessas escavações, no dia 28, as pesquisas em laboratório levarão, ao menos até o final do ano para que informações parciais sejam divulgadas pela universidade. Um dado que ele adiantou é que algumas casa podem ter sido habitadas a aproximadamente mil anos.

Vani Boza, Lages.

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O que? Onde? Como?

29 de outubro de 2010 1

Placas em São José do Cerrito (acima) e em Correia Pinto (abaixo) confundem os motoristas. Fotos: Alvarélio Kurossu e Divulgação

Mas calma, amigos, placas erradas ou que levam ao nada não são exclusividade de Lages.
Vejamos essas duas situações, flagradas pelo repórter fotográfico Alvarélio Kurossu em São José do Cerrito (foto de cima) e por um leitor do Diário da Serra em Correia Pinto (foto de baixo).

Uma placa indica o caminho pelo meio do mato passando por uma cerca. A outra mostra uma lombada dentro do pátio de uma escola.

E por aí vai... Como diz um amigo: mais perdido que cebola em salada de frutas!

Pablo Gomes, Lages

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