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Posts na categoria "Vinho fino da altitude catarinense"

Fundador da Villa Francioni é homenageado

19 de junho de 2013 0

Dilor Freitas fundou uma das vinícolas mais bonitas do mundo em São Joaquim, na Serra de SC, e morreu em agosto de 2004. Foto: Divulgação

O empreendedor e fundador da vinícola catarinense Villa Francioni, Dilor Freitas, receberá uma homenagem póstuma nesta sexta-feira, 21 de junho, durante o 1º Seminário de Vitivinicultura dos Vinhos Finos de Altitude, que ocorrerá em São Joaquim, na Serra Catarinense.

Os organizadores do evento decidiram prestar a homenagem como uma forma de reconhecimento e agradecimento pela trajetória do empresário, que não poupou investimentos para incentivar a nova atividade vitivinícola no início da década passada.

Por acreditar que a Serra poderia se tornar um importante pólo na atividade, Dilor construiu em tempo recorde uma das mais belas e modernas vinícolas do país, além de ter impulsionado o enoturismo.

Atualmente, milhares de visitantes durante todo ano visitam o local para conhecer de perto a produção dos vinhos premiados da Villa Francioni.

Dilor Freitas era natural de Criciúma, formou-se em Direito em Santos (SP) na década de 60, ao mesmo tempo em que dirigia uma empresa de navegação da família.

No retorno a Criciúma, assumiu direção da Carbonífera Criciúma, também de propriedade da família. Fundou a Cecrisa em 1971, tendo conduzido o processo de profissionalização da empresa nos anos 90 e na qual ocupava o cargo de presidente do Conselho de Administração.

E após a bem sucedida carreira no ramo da cerâmica, Dilor Freitas idealizou o projeto da vinícola Villa Francioni. O empresário faleceu em agosto de 2004.

A filha dele, Daniela Borges de Freitas, atual presidente do conselho da Villa Francioni, representará a família e receberá a homenagem.

O evento está marcado para 19h, no Auditório da Secretaria de Desenvolvimento Regional de São Joaquim.

* Com informações de Rute Enriconi, da assessoria de imprensa da Villa Francioni.

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Vinho de SC é destaque na imprensa do Canadá

18 de abril de 2012 0
Repórteres estão em Santa Catarina para reportagens sobre o vinho fino de altitude. Foto: Mônica Corrêa, Acavitis, Divulgação

Repórteres estão em Santa Catarina para reportagens sobre o vinho fino de altitude. Foto: Mônica Corrêa, Acavitis, Divulgação

Uma equipe de TV do Canadá, do programa Two in Vineyard, está em Santa Catarina gravando as vinícolas da Serra e Meio-Oeste.

Na terça-feira, os apresentadores Chuck Byers e Sandie Kraft e o cinegrafista Roy Maeder estiveram em São Joaquim, nesta quarta foram a Treze Tílias e, na quinta, vão para Água Doce.

Os dois vieram ao Brasil a convite do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e permanecem em Santa Catarina até sexta-feira.

Chuck e Sandie estiveram também em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.

Durante passagem por Florianópolis, a equipe almoçou em Santo Antonio de Lisboa e se apaixonou pelo lugar e pelas ostras in natura.

* Com informações da Assessoria de Imprensa da Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis).

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Safra perfeita consolida o vinho fino de altitude

17 de abril de 2012 1

Vinho fino da altitude catarinense chega à primeira década com importantes prêmios e reconhecimento mundial. Fotos: Vani Boza e Mônica Corrêa, Acavitis, Divulgação

Vinho fino da altitude catarinense chega à primeira década com importantes prêmios e reconhecimento mundial. Fotos: Vani Boza e Mônica Corrêa, Acavitis, Divulgação

Tim tim! Um brinde ao sucesso!

Se o solo seco, as baixas temperaturas e a variação térmica entre o dia e a noite já garantiriam frutas bem concentradas e ricas em cor e aroma, o tempo seco entre o fim do verão e o início do outono, ideal para a maturação, proporcionará uma safra de uvas viníferas perfeita em Santa Catarina.

A colheita iniciou no meio de março e vai até o fim de maio, ultrapassará a casa de um milhão de quilos e, o que já era bom, conseguiu ficar ainda melhor.

De uma promessa vista com ceticismo há 10 anos a uma realidade totalmente viável e que pode ser bem mais lucrativa do que se imagina, o vinho fino da altitude catarinense parece não ter limites e não se cansa de obter bons resultados.

Só na última edição da Expovinis, uma das maiores feiras de vinhos do mundo que ocorre todo ano, em São Paulo, seis dos 18 produtores catarinenses receberam prêmios como o de melhor Chardonnay do Brasil, produzido pela Monte Agudo, de São Joaquim.

Dos dias 24 a 26 deste mês ocorre mais uma Expovinis, e as vinícolas de Santa Catarina vão novamente a São Paulo em busca de novas conquistas e reconhecimento.

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Lucros ainda tímidos, mas qualidade já consagrada

17 de abril de 2012 0
Uvas de altíssima qualidade são cultivadas em áreas a partir dos 900 metros acima do nível do mar. Foto: Vani Boza

Uvas de altíssima qualidade são cultivadas em áreas a partir dos 900 metros acima do nível do mar. Foto: Vani Boza

Apenas uma década se passou desde o plantio dos primeiros vinhedos em terrenos localizados a mais de 900 metros acima do nível do mar.

A aposta era arriscada, pois até então, o Estado não tinha nenhuma experiência em vinhos de altitude.

Além disso, os investimentos necessários eram altíssimos e o retorno financeiro não viria tão cedo. Tanto que ainda nem chegou.

Mas, se por um lado, os cofres ainda não estão cheios, por outro, o momento é de consolidação. O setor comemora o fortalecimento do seu nome em âmbito mundial e, hoje, falar em vinho fino da altitude catarinense é se referir a produto de elevada qualidade, independente de marca e vinícola.

_ Estamos vivendo um momento mágico. É um círculo virtuoso. As peças se encaixam perfeitamente. Houve forte investimento tecnológico, técnico e humano, e agora é a consolidação _, diz Leônidas Corrêa Ferraz, proprietário da vinícola Monte Agudo, de São Joaquim, e presidente da Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis).

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Investimentos chegam a R$ 200 milhões em 10 anos

17 de abril de 2012 0

Faturamento do setor gira em torno de R$ 30 milhões por ano. Fotos: Abreu Garcia e Mônica Corrêa, Acavitis, Divulgação

Faturamento do setor gira em torno de R$ 30 milhões por ano. Fotos: Abreu Garcia e Mônica Corrêa, Acavitis, Divulgação

Em dez anos, os investimentos do setor somam R$ 200 milhões, sendo R$ 1,5 milhão por ano só em barricas de carvalho francês. O faturamento anual é de R$ 30 milhões.

Já a área plantada ainda é pequena, com 300 hectares nas regiões de São Joaquim, Caçador e Campos Novos.

Sediada em São Joaquim, a Acavitis tem 28 associados, dos quais, 18 deles fazem vinho, numa produção de um milhão de garrafas por ano.

As vendas são feitas em todo o Brasil, e mais de 50% fica aqui mesmo em Santa Catarina, em restaurantes, lojas especializadas e nas próprias vinícolas.

Nos próximos três anos, a intenção é aumentar em pelo menos 30% a área plantada e a produção.

_ No começo, a escala de produção é pequena e o custo de comercialização é grande por estarmos introduzindo os produtos no mercado. Mas os nossos vinhos têm muito valor agregado. São caros, mas são bons. Agora é preciso fazer ajustes para aumentar a escala, racionalizar os custos e deixar os produtos mais acessíveis _, comenta Marcos Vian, enólogo da Vinícola Sanjo.

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Desafio é continuar entre os melhores do mundo

17 de abril de 2012 0
Os vinhos da Villa Francioni, de São Joaquim, estão entre os melhores e mais requintados do Brasil. Foto: Vani Boza

Investimentos em tecnologia e profissionalização de mão-de-obra são fundamentais para o sucesso ainda maior. Foto: Vani Boza

Mais desafiador que aumentar a escala e reduzir os preços, é manter a qualidade do vinho fino de altitude que, mesmo muito novo em Santa Catarina, já está entre os melhores do mundo.

Para isso, é necessário investir cada vez mais em tecnologia e profissionalização da mão-de-obra. No início do mês foi inaugurado o laboratório de enologia da Udesc no campus de Lages, e investimentos como este por parte do poder público também deverão ser uma constante.

_ Não tenho medo de colocar em comparação, às cegas, um vinho nosso com qualquer outro do mundo. Só o fato de ser da altitude catarinense já garante reconhecimento. A qualidade está consolidada. Mas não podemos achar que já está tudo maravilhoso e parar por aí. É preciso ainda muita vontade e dedicação em busca sempre por mais qualidade, pois estamos só começando a fazer com que o consumidor brasileiro conheça e conceitue o nosso vinho _, diz Orgalindo Bettú, enólogo da Villa Francioni e um dos profissionais mais respeitados do Brasil.

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Vinícolas geram empregos e renda aos moradores

17 de abril de 2012 0

Jamilli Maccari e várias outras pessoas são beneficiadas com a indústria do vinho fino em Santa Catarina. Fotos: Vani Boza e Mônica Corrêa, Acavitis, Divulgação

Jamilli Maccari e várias outras pessoas são beneficiadas com a indústria do vinho fino em Santa Catarina. Fotos: Vani Boza e Mônica Corrêa, Acavitis, Divulgação

É um consenso, também, que os investimentos no vinho são importantes para as comunidades onde as vinícolas estão inseridas, pois geram emprego e renda às populações locais, seja pela produção ou pelo turismo, já que o vinho fino é capaz de atrair visitantes do mundo inteiro com alto poder aquisitivo e que, durante o passeio, deixam dinheiro nos restaurantes, hotéis e no comércio.

_ Meu primeiro emprego foi em uma vinícola e tenho vários amigos que trabalham no mesmo ramo. Há dez anos nossa cidade só produzia maçã, e o vinho veio para dar um impulso. Agora o turista vem o ano inteiro, e não apenas no inverno, e o poder público se obriga a investir. Até vinho de qualidade passou a se consumir por aqui _, comemora Jamilli Hugen Maccari, de 27 anos, moradora de São Joaquim desde que nasceu e que, hoje, como funcionária da Villa Francioni, vê o vinho fino de altitude como uma fonte de riqueza que pode melhorar a vida de muita gente.

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Um raio-x do vinho fino da altitude catarinense

17 de abril de 2012 0

Investimentos do setor chegam a R$ 200 milhões em dez anos. Fotos: Abreu Garcia e Mônica Corrêa, Acavitis, Divulgação

Investimentos do setor chegam a R$ 200 milhões em dez anos. Fotos: Abreu Garcia e Mônica Corrêa, Acavitis, Divulgação

* Os primeiros vinhedos foram plantados há uma década;

* Os primeiros vinhos começaram a ser comercializados em 2005;

* A Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis) está sediada em São Joaquim, na Serra;

* A Acavitis tem 28 associados, entre produtores de uva, uva e vinho e beneficiadores de uva, nas regiões de São Joaquim, Caçador e Campos Novos;

* São 18 produtores de vinho com 150 rótulos no mercado, chegando a 180 no próximo ano;

* Todas as propriedades estão localizadas a mais de 900 metros acima do nível do mar;

* A área plantada é de aproximadamente 300 hectares (três milhões de metros quadrados);

* A colheita da uva ocorre entre a metade de março e o fim de maio;

* A safra deste ano renderá aproximadamente 1,3 mil toneladas (1,3 milhão de quilos), e 70% da uva é da variedade cabernet sauvignon;

* A produção anual de vinho é de aproximadamente um milhão de garrafas;

* O vinho fino de altitude catarinense é comercializado em todo o Brasil, mas o principal mercado é Santa Catarina, com mais de 50% da produção vendida em restaurantes, lojas especializadas e nas próprias vinícolas do Estado;

* O objetivo do setor é aumentar em mais de 30% a área plantada e a produção nos próximos três anos;

* Em dez anos, os investimentos chegam a R$ 200 milhões, sendo R$ 1,5 milhão por ano só em barricas de carvalho francês;

* O faturamento anual do setor é de aproximadamente R$ 30 milhões;

* Uma garrafa pode custar entre R$ 30 e R$ 300, mas a maioria fica entre R$ 40 e R$ 80;

* No Brasil, a média de consumo de vinho fino é de meio litro por pessoa ao ano, num total de 100 milhões de litros no país inteiro;

* A expectativa é chegar a quatro litros por pessoa na próxima década, uma vez que o consumo cresce algo em torno de 15% ao ano no país.

Pablo Gomes, São Joaquim

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